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Rita Saldanha

Regresso à Rotina sem Riscos

21 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Com o aproximar do final das férias a iServices apresenta uma nova campanha que quer garantir o regresso ao trabalho, à escola, ao quotidiano com os equipamentos eletrónicos em perfeito estado.

Os smartphones, tablets e computadores tornaram-se ferramentas essenciais e é importante mantê-los funcionais, a campanha Regressar sem Riscos tem como foco a reparação de ecrã, um dos componentes mais sensíveis e mais frequentemente danificado.

Além do impacto estético, um ecrã danificado pode comprometer a funcionalidade do dispositivo, afetando a resposta ao toque, a legibilidade e, até, causar perda de dados.

Na iServices, todas as reparações são feitas por técnicos especializados, na hora, sem necessidade de marcar. Com a campanha “Regresso sem Riscos”, a marca reafirma o seu papel como líder em reparações de dispositivos móveis, oferecendo soluções rápidas, confiáveis e com garantia.

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Qual é a chave para financiar o desenvolvimento económico e sustentável de África?

20 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Aumentar a representação dos países em desenvolvimento, em particular das nações africanas, nos processos de tomada de decisões económicas globais é crucial para o desenvolvimento e a prosperidade do continente. Afinal, estes são os países que mais sofrem com as calamidades ambientais e os que menos contribuem para as agravar.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o World Economic Forum partilham a sua estratégia para financiar o desenvolvimento climático de África.

 

Resolver o problema da dívida pública nos países africanos

É crucial construir uma África próspera, inclusiva e resistente através de parcerias renovadas e instituições fortes. No entanto, tem surgido uma tendência preocupante: os governos de todo o mundo estão a debater-se com dívidas públicas crescentes, limitando a sua capacidade de investir nos serviços sociais essenciais de que os seus cidadãos tanto necessitam.

A dívida pública média em África é de cerca de 65% do PIB, ascendendo a 1,1 milhão de milhões de dólares, com alguns países a apresentarem níveis de dívida muito mais elevados. É alarmante o facto de cerca de 40% dos países africanos se encontrarem em situação ou em risco elevado de endividamento. Para piorar a situação, 60% dos países africanos gastam atualmente mais com o serviço da sua dívida pública externa do que com os cuidados de saúde, por exemplo

São necessárias reformas urgentes do Quadro Comum do G20 para o tornar mais eficaz, transparente e adequado ao seu objetivo. O World Economic Forum apela à suspensão do serviço da dívida para todos os países que entrem em reestruturações do Quadro Comum e a uma revisão abrangente do Quadro de Análise da Sustentabilidade da Dívida do FMI e do Banco Mundial para dar prioridade à solvência em detrimento da mera liquidez.

A concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030 exigirá um montante estimado de 1,3 mil milhões de dólares por ano, enquanto os custos da luta contra as alterações climáticas deverão atingir 2,8 mil milhões de dólares até 2030 em África.

Infelizmente, mesmo com o aumento destas necessidades de financiamento, a ajuda pública ao desenvolvimento para África diminuiu 3,5 % em 2022, enquanto os custos dos empréstimos dispararam num ambiente monetário mundial mais restritivo e o capital privado permaneceu marginalizado.

 

Diminuir o défice de financiamento crescente em África

Nos últimos anos, África fez progressos significativos no financiamento do seu desenvolvimento através de recursos internos. No entanto, este financiamento tem sido ineficaz para colmatar um défice de financiamento cada vez maior.

Para colmatar o défice, os países africanos precisam de impulsionar a mobilização de recursos internos através do aumento dos recursos financeiros, da melhoria da eficiência da despesa pública ou do aproveitamento dos grandes mercados de fundos de pensões e dos fundos soberanos. Devem ser procuradas novas fontes de receitas fiscais, incluindo as provenientes de pagamentos digitais, impostos sobre o sector informal e impostos sobre o pecado, entre outros.

África deve explorar soluções inovadoras e tirar partido dos processos de financiamento do desenvolvimento em curso para garantir recursos financeiros e técnicos adequados para apoiar a participação e o empenho de África no processo de reforma fiscal.

O aprofundamento dos mercados de capitais africanos para a mobilização de recursos permitirá aos países obter recursos financeiros adicionais do setor privado e da indústria dos fundos de pensões. O recurso às parcerias público-privadas permitirá igualmente aos países africanos financiar projetos de infraestruturas essenciais com recursos do setor privado.

Ao aproveitarem os créditos de carbono, os países podem obter benefícios que apoiam o desenvolvimento sustentável, o crescimento económico e a resistência às alterações climáticas. Há margem para a emissão de obrigações verdes e azuis ligadas às alterações climáticas para angariar recursos adicionais para o desenvolvimento.

Os seguros contra as alterações climáticas, tanto a nível soberano como a nível microeconómico, contribuem em grande medida para atenuar o impacto negativo dos choques climáticos nas comunidades vulneráveis. Por exemplo, o Zimbabué e o Malawi receberam recentemente pagamentos do Grupo Capacidade Africana de Risco, pelos seguros que subscreveram para a campanha agrícola de 2023-2024.

 

Foco no financiamento do desenvolvimento sustentável

O aumento dos recursos das instituições financeiras internacionais é vital para os países africanos enfrentarem os desafios económicos, incluindo os que são exacerbados pelas tensões geopolíticas. Estes recursos devem ser mais concessionais, de longo prazo e inclusivos. Em particular, o Fundo Fiduciário para a Redução da Pobreza e o Fundo para o Crescimento e a Sustentabilidade, sob a alçada do FMI, precisam de ser reformados para melhor servir África e os países em desenvolvimento.

O financiamento acessível é crucial para o desenvolvimento sustentável, e o reforço dos bancos multilaterais de desenvolvimento é essencial para aumentar a capacidade de empréstimo e apoiar projetos de desenvolvimento. Ao reforçar estes bancos, será possível desbloquear mais recursos para o desenvolvimento sustentável, colmatar o défice de financiamento e alcançar os ODS.

Além disso, os instrumentos e mecanismos de financiamento inovadores podem ajudar a reduzir os custos de financiamento, facilitando o acesso dos países a financiamento acessível para o desenvolvimento.

As permutas de dívida podem ser úteis para gerir a dívida e aliviar a tensão financeira. Ao trocarem a dívida por novas obrigações com condições mais favoráveis, os países podem gerir a sua dívida de forma mais eficaz, reduzir a tensão financeira e criar espaço para o desenvolvimento sustentável e o crescimento económico.

A par do alívio da dívida, os países africanos estão também a pedir apoio para o desenvolvimento de ferramentas e instrumentos destinados a reduzir os custos de financiamento extremos. A recente resolução 78/230 da Assembleia Geral das Nações Unidas sublinha a necessidade de uma Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a cooperação fiscal internacional, o que constitui um passo positivo na direção certa.

São necessárias ações concretas para obter resultados da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Tributação Internacional, a fim de estabelecer um sistema fiscal globalmente justo e transparente. Essa conquista garantirá a criação de um sistema fiscal mundial mais justo e equitativo.

Arquivado em:África, Notícias

Mercado Imobiliário: veja aqui o balanço dos vários setores e o que esperar até ao final do ano

20 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

No primeiro semestre deste ano, o mercado de investimento imobiliário ainda se encontrava condicionado pela política monetária do Banco Central Europeu. E apesar da atratividade dos diferentes setores, assegurada pelos elevados níveis de procura, só no início de 2025 se deve assistir ao crescimento do mercado de investimento, com os eventuais cortes nas taxas de juro.

Numa análise elaborada pela Worx Real Estate Consultants, fique a par dos destaques dos principais indicadores do mercado imobiliário em Portugal, com as  tendências e previsões para os próximos tempos.

Investimento

No primeiro semestre do ano, o investimento em Imobiliário Comercial (CRE) ascendeu aproximadamente a €660 milhões em Portugal, 10% abaixo do mesmo período em 2023. Este resultado segue a tendência geral na Europa, que assinala um volume de investimento para o mesmo período semelhante ao do ano anterior, reflexo da política monetária restritiva.

De acordo com dados do BNP Paribas, a Europa atraiu um total de 72 mil milhões de euros de investimento em imobiliário comercial e um crescimento de 3% face ao ano anterior.

A hotelaria mantém-se o setor mais procurado para investimento, representando 40% do capital alocado a imobiliário comercial, cerca de 270 milhões de euros. Entre as principais transações do setor, destacam-se a venda do Sofitel Lisboa pela AccorInvest à Extendam, por 75 milhões de euros, e a aquisição do portfólio de hotéis Amazónia pelo Real Hotels Group, numa transação entre os 30 e 40 milhões de euros.

Seguiu-se o setor de escritórios, cujo investimento ascendeu aos 120 milhões de euros, cerca de 20% do capital alocado, impulsionado pela principal transação do setor, a venda da K Tower (Parque das Nações) pela Krest Real Estate Investments à Real IS A.G., por um valor acima dos 70 milhões de euros.

Por outro lado, importa sublinhar o aumento expressivo da procura por ativos alternativos, com especial destaque para as residências de estudantes, que captaram mais de 80 milhões de euros neste semestre.

À semelhança dos principais mercados europeus, as yields prime em Portugal mantêm-se estáveis em todas as classes de ativos desde o final de 2023, por força da política monetária imposta pelos bancos centrais marcada pelas taxas de juro elevadas.

Ainda assim, é expectável uma eventual compressão das yields prime entre o final de 2024 e início de 2025, em virtude do alívio desta política como indicia o recente corte das taxas de juro pelo Banco Central Europeu em junho, ainda que sujeito à evolução da taxa de inflação.

 

Escritórios

No primeiro semestre de 2024, foram transacionados 127.645 m² de escritórios na Grande Lisboa, distribuídos por 82 operações. Após a quebra acentuada em 2023, este resultado reflete uma recuperação substancial da procura por escritórios, com o volume de absorção neste período a ultrapassar o total assinalado no ano de 2023.

A zona 5 (Parque das Nações) e a zona 3 (Zonas Emergentes) foram as mais procuradas em virtude das três principais operações com ocupações acima dos 15.000 m²: a venda do Wellbe, a ocupação da totalidade do Álvaro Pais 2 e a ocupação de 15.835 m² do Oriente Green Campus.

Contudo, denota-se uma maior apetência da procura por zonas centrais, nomeadamente a zona 1 (Prime CBD) que verificou um aumento substancial do número de negócios neste semestre, face ao período homólogo. No mesmo sentido, a zona 4 (Centro Histórico) continua a assinalar a taxa de disponibilidade mais baixa do mercado, a rondar os 3%.

No primeiro semestre de 2024, o mercado de Lisboa verificou a entrada de 44.420 m² no stock de escritórios, com a conclusão do EDP 2, o edifício Echo do EXEO, o Marquês de Pombal 2 e dois edifícios novos no Taguspark, todos estes ocupados na sua totalidade. Ainda este ano, antecipa-se a conclusão de mais de 90.000 m², sendo que mais de um terço já se encontra arrendado e com os maiores incrementos de área disponível a verificarem-se na zona 2 e na zona 5.

Nos próximos três anos deverão ser concluídos cerca de 11 projetos, representado um acréscimo de 302.064 m², dos quais cerca de 138.800 m² já se encontram em construção.

As rendas prime no mercado de escritórios têm se mantido estáveis em todas a zonas desde o final de 2023, com a zona 1 (Prime CBD) a marcar 28€/m²/mês. Todavia, é possível uma ligeira subida da renda na zona 2 e zona 5 até ao fim do ano com a ocupação de espaços ainda disponíveis em edifícios novos, com conclusão prevista para este ano.

Retalho

A descida da taxa de inflação associada à resiliência do mercado de trabalho e a um ligeiro aumento das remunerações refletiram-se no poder de compra das famílias, beneficiando desta forma o consumo privado e volume de vendas no comércio.

De acordo com dados do INE, o comércio a retalho patenteou uma tendência de aceleração no segundo trimestre, com um crescimento de 2,8% no volume de vendas, depois de uma ligeira subida de 0,9% no primeiro trimestre do ano.

O segmento de luxo continua a ser um dos principais motores do comércio de rua, como sugere a recente entrada da marca italiana Molteni&C em Portugal, com uma loja na Avenida da Liberdade.

Por outro lado, os retail parks denotam um particular dinamismo, não exclusivamente na atividade de investimento, mas igualmente de promoção. Exemplo disto mesmo são as conclusões do Arco Retail Park (Santo Tirso, Porto) com 6.600 m² e o Retail Park Vizela (Braga) com 5.700 m² assinaladas no primeiro semestre. Ainda este ano, antecipa-se a conclusão de mais dois ativos, designadamente o Penafiel Retail Park e a segunda fase do Salinas Retail Park.

As rendas prime mantiveram-se estáveis de uma forma geral, com o comércio de rua em Lisboa a assinalar 130,0€/m²/mês, ainda assim um valor 7% abaixo do praticado em 2019. Seguindo o mesmo padrão, a renda prime em centros comerciais continua abaixo dos valores de 2019, mantendo-se nos €95,0/m²/mês. Os retail parks, por sua vez, mantêm-se em €11,75/m²/mês, mas acima dos valores pré-pandemia fruto da elevada procura por este formato.

Industrial e logística 

O setor I&L em Portugal totalizou 415.556 m² ocupados no primeiro semestre do ano, refletindo uma recuperação notável da procura, evidenciado por um aumento de 35% face a igual período do ano anterior. Desta forma, o nível de procura nos primeiros seis meses do ano ultrapassou inclusivamente a área total ocupada em 2023.

Neste contexto, importa realçar a crescente apetência da procura por espaços novos, que representou mais de metade da procura neste semestre, e que se traduziu em 75% da área absorvida.

A região da Grande Lisboa continua a atrair a maior fatia da procura – mais de um terço – com um total de 162.826 m² ocupados. A região do Grande Porto captou próximo de 20% da procura, com a colocação de 76.104 m².

A falta de produto que responda às novas exigências da procura continua a fomentar a promoção de novos projetos, sendo exemplo disto mesmo a conclusão de 6 projetos na primeira metade do ano: a plataforma logística da Santos e Vale na Maia, a primeira fase do Benavente Logistic Park, Ermida Park (Santo Tirso) e o Hub de Distribuição da DPD em Loures.

Ainda no decorrer deste ano, aguarda-se a conclusão de 14 projetos atualmente em construção e que deverão representar um acréscimo de mais de 780.000 m² ao stock da Grande Lisboa e mais de 93.000 m² ao stock do Grande Porto.

No 2º trimestre de 2024, a renda prime manteve-se estável com a Zona 1 (Castanheira Azambuja) a marcar 5,0€/m²/mês e a zona 3 (Lisboa Cidade) a assinalar 6,50€/m²/mês.

 

Arquivado em:Economia, Notícias

Preço do cabaz alimentar volta a subir depois de várias semanas em queda

20 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Desde fevereiro de 2022 e com a escalada da inflação, a DECO PROteste tomou a iniciativa de realizar uma análise semanal dos preços de um cabaz constituído por 63 Produtos Alimentares Essenciais.

A sete de agosto, o preço do cabaz alimentar de 63 bens essenciais subiu 2,14 euros, para 227,34 euros. Desde o início de 2024, este cabaz já viu o seu preço descer 8,70 euros (menos 3,69 por cento). Ainda assim, há um ano, a 9 de agosto de 2023, custava menos 15,40 euros (menos 7,27 por cento).

O cabaz inclui Carne, Congelados, Frutas e Legumes, Laticínios, Mercearia e Peixe, sendo considerados, entre outros, produtos como Perú, Frango, Carapau, Pescada, Cebola, Esparguete, Arroz, entre outros.

Essencialmente, a análise de sete de agosto de 2024 conclui que:

  • Valor do cabaz está nos 227.34 €;
  • Entre o dia 31/07 e o dia 07/08 existe uma diferença de 2,14 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (0,95 %);
  • Entre o dia 03/01 e o dia 07/08 existe uma diferença de -8,7 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (-3,69 %);
  • Entre o dia 09/08/23 e o dia 07/08/24 existe uma diferença de 15,4 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (7,27 %);
  • Entre o dia 23/02/22 (Início guerra Ucrânia) e o dia 07/08/24 existe uma diferença de 43,71 € quando comparado o mesmo cabaz nos 2 dias (23,8 %).

 

Top de produtos com maior variação:

 

Apesar de as subidas no preço do cabaz alimentar estarem a abrandar, há vários produtos que continuam a registar aumentos de preço de uma semana para a outra, embora menos significativas do que, por exemplo, há um ano. Na última semana, entre 31 de julho e 7 de agosto, os produtos com os maiores aumentos percentuais foram os flocos de cereais (mais 22%), a polpa de tomate (mais 18%) e o café torrado moído (mais 16 por cento).

Já desde o início do ano, entre 3 de janeiro e 7 de agosto de 2024, as maiores subidas de preço registaram-se em produtos como o atum posta em azeite (mais 17%), os flocos de cereais (mais 14%) e a maçã gala (mais 14 por cento).

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Portugal já captou mais de 80 milhões de euros no Conselho Europeu de Inovação

20 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

No âmbito do programa “Accelerator” do Conselho Europeu de Inovação (EIC – European Innovation Council), Portugal tem-se destacado na obtenção das bolsas de financiamento. O país tem uma taxa de sucesso na ordem dos 9,68%, superior à média europeia (7,16%).

Desde o início do EIC Accelerator, em março de 2021, 15 empresas deep tech nacionais foram beneficiadas com financiamentos que totalizam cerca de 82 milhões de euros. Este instrumento, integrado no Pilar III do Horizonte Europa, visa apoiar start-ups e PME com tecnologias disruptivas, ajudando-as a escalar os seus negócios globalmente

Na mais recente ronda de financiamento, realizada em março, a empresa portuguesa BestHealth4U captou um apoio total de 4,25 milhões de euros. Este apoio irá permitir à empresa lançar no mercado o Bio2Skin, um adesivo médico que utiliza as características naturais da pele. Nessa mesma ronda, o EIC Accelerator apoiou 68 empresas de um total de 969 candidatas, com um investimento de 411 milhões de euros. A participação de Portugal resultou em 12 candidaturas de empresas nacionais, nomeadamente a BestHealth4U.

O EIC Accelerator oferece financiamento a fundo perdido até 2,5 milhões de euros, combinado com investimentos de capital próprio até 15 milhões, através do Fundo do EIC. Além disso, as empresas beneficiadas têm acesso a Serviços de Aceleração de Negócios, com oportunidades de investimento e crescimento a nível mundial.

Os resultados de Portugal no EIC Accelerator devem ser vistos como uma oportunidade para desenvolver negócios deep tech de origem nacional, reter e atrair talento, e aumentar a exposição das PME de base tecnológica e de todo o ecossistema nacional a sistemas internacionais mais competitivos. A experiência da ANI na promoção da participação nacional no EIC, e em especial no Accelerator, reforça este compromisso e apoio prestado às empresas nacionais com tecnologias disruptivas

António Grilo, Presidente da Agência Nacional de Inovação

As empresas têm vindo a ser apoiadas pela Agência Nacional de Inovação (ANI), no acesso a financiamento, através da rede dos Pontos de Contacto Nacional ao Horizonte Europa e pela Enterprise Europe Network (EEN), que lançou em abril passado a iniciativa Pathways2EIC, um programa de capacitação nacional para o EIC Accelerator. Esta iniciativa conta já com 4 sessões realizadas e um total de 500 participantes.

 

Saiba mais informações aqui.

 

Arquivado em:Inovação, Notícias

Mário Guedes Vidal é o novo Diretor-Geral da Beyond Gravity Portugal

20 Agosto, 2024 by Rita Saldanha

Mário Guedes Vidal foi nomeado Diretor Geral da filial portuguesa da maior empresa aeroespacial suíça, a Beyond Gravity, com 14 localizações em 7 países.

Atualmente, trabalham cerca de 90 pessoas na Beyond Gravity Portugal e o objetivo é recrutar 200 colaboradores até 2025 e tornar-se na maior empresa de tecnologia espacial do país. Lisboa irá trabalhar em conjunto com as outras 13 localizações internacionais da Beyond Gravity.

O profissional regressa a Portugal depois de uma carreira internacional de 20 anos que se iniciou no sector bancário, e em consultoria estratégica, passando por empresas de engenharia industrial nas áreas de desenvolvimento de negócio, estratégia e gestão de equipas.

Desde 2018, Mário Guedes Vidal liderou vários projetos na Beyond Gravity, incluindo a criação do Innovation & Digital Hub em Lisboa, enquanto Transformation Diretor.

É licenciado em Economia pela Universidade Nova de Lisboa e tem um MBA pela escola de negócios IESE de Barcelona.

É um privilégio e um desafio liderar o novo Innovation & Digital Hub em Lisboa, que permitirá à Beyond Gravity assumir um papel de liderança como empresa ágil e inovadora na indústria aeroespacial nacional, impulsionar o seu crescimento e manter-se na vanguarda do setor na área da engenharia. Estou certo de que, graças à pool de talentos portugueses em engenharia e tecnologia digital, iremos cumprir e ultrapassar os objetivos estabelecidos. Esta nova função marca também o meu regresso ao mercado português depois de vários anos a trabalhar noutros mercados

Mário Guedes Vidal, Diretor da Beyond Gravity para Portugal

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