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Home Artigos Leadership Notícias Maria José Tonelli: «O imaginário masculino em relação à idade das mulheres é, muitas vezes, cruel»

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Maria José Tonelli: «O imaginário masculino em relação à idade das mulheres é, muitas vezes, cruel»

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22 Abril, 2026 | 6 minutos de leitura

O século XXI se apresenta com grandes desafios: climáticos, geopolíticos, processos migratórios, polarizações ideológicas, difusão desenfreada de mídias sociais, solidão, ao lado de uma ampla amnésia social, onde valores essenciais são esquecidos. Nesse cenário distópico enfrenta-se, globalmente, o envelhecimento da população. De um lado, o envelhecimento é o resultado de melhores condições de vida e do avanço da medicina; de outro, acontece num mundo ainda não preparado para lidar com esse fenômeno, tanto do ponto de vista material como simbólico.  

O envelhecimento populacional acontece em paralelo com o declínio da natalidade em vários países. Atualmente apenas a Índia tem taxas positivas de crescimento para a reposição da força de trabalho. Se antes esse envelhecimento estava associado aos países europeus, hoje essa tendência é observada em todos os continentes. Dados globais indicam que em 2021, uma entre 10 pessoas tinha mais de 65 anos e a projeção para 2050, é de uma entre 6 pessoas com essa idade. 

 

Viver mais anos, envelhecer diferente 

 O envelhecimento tem consequências em diferentes esferas da vida: para as próprias pessoas, que são estigmatizadas e sofrem preconceitos, para as corporações que ainda preferem contratar pessoas mais jovens, e para a sociedade, que precisa se reinventar para esse convívio. Na perspectiva individual, o etarismo (ou idadismo, como preferem alguns) atinge diferentes idades. Ser jovem demais ou ser velho são marcadores sociais que determinam a inserção social das pessoas, com aspectos positivos e outros nem tanto, a depender da cultura local. Rótulos, estereótipos e preconceitos estão associados com todas as idades.  

 Mas os mais velhos sofrem mais. Ainda que criativos e produtivos na longevidade, são estigmatizados e vistos, muitas vezes, como desatualizados.

Além disso, “normas” sociais levam muito vezes a uma reclusão autoimposta. E, mesmo com competências e repertórios linguísticos elaborados, os mais velhos acabam por serem afastados do mercado de trabalho. Essa é uma queixa de muitos executivos que relatam sofrer preconceitos desde os 45 anos de idade.  

 Nessa faixa, muitos programas de desenvolvimento nem são mais oferecidos a esses profissionais. No entanto, é necessário que esses profissionais possam se reinventar e projetar novas carreiras, considerando especialmente a questão financeira para garantir a sobrevivência no longo prazo. Se vamos viver mais, essa é uma variável que importa, ao lado de relações afetivas, necessárias para a saúde social, e do imperativo de um aprendizado contínuo ao longo da vida, o conhecido “life long learning”.  

 Cabe aqui um destaque para o envelhecimento das mulheres: ainda que tenham que alcançado posições de topo nas organizações elas são mais escanteadas que os homens mais velhos em posições semelhantes, que se apossam da condição de experiência e legado, em conselhos administrativos. Ao envelhecer as mulheres perdem status e a beleza, um atributo nem sempre mencionado como de valor, mas que sim, interfere na avaliação de homens e mulheres no trabalho.  

 As mulheres precisam estar sempre impecavelmente vestidas, cabelos pintados, com raras exceções de algumas que conseguem manter a beleza dos brancos (em parênteses aqui, brancos impecáveis custam muito caro nos salões de beleza). As mulheres, mais dos que os homens, sofrem em qualquer idade. Também quando jovens e bonitas precisam reafirmar a inteligência, que nem sempre é vista como atributo feminino. 

O imaginário masculino em relação à idade das mulheres é, muitas vezes, cruel.  

 

A idade é um ativo, ou um risco? 

 O envelhecimento nas empresas abarca muitas dimensões. Em primeiro lugar, as pesquisas mostram que o etarismo está presente nas organizações pois, mesmo reconhecendo competências dos profissionais mais velhos as empresas não têm políticas e práticas para seleção, retenção e desenvolvimento desses profissionais. Em segundo lugar, ainda que profissionais mais velhos possam ser vistos como mais experientes, com maior compromisso com a cultura organizacional e com maior equilíbrio emocional, ainda assim, eles não são vistos como talentos possíveis.  

Além disso, são raras as empresas que promovem ações para o convívio intergeracional, gestão do conhecimento ou até mesmo mentorias de profissionais mais velhos com os mais jovens e a mentoria reversa, dos mais jovens para com os mais velhos. Em síntese, pode-se dizer, com raras exceções, que ações para a longevidade estão praticamente ausentes nas organizações.  

 Profissionais mais velhos são vistos como resistentes às novas tecnologias. Em tempos de IA, entretanto, a sofisticação cognitiva de profissionais mais velhos pode ser uma vantagem competitiva para a preparação de prompts e para a avaliação das respostas de agentes.  

A questão de repertórios amplos e domínio de novas tecnologias está diretamente associada com o pertencimento às classes sociais e condições culturais e não à idade. Jovens que vivem em condições de vulnerabilidade, em especial em países mais pobres, têm, infelizmente, repertório cognitivo precarizado e pouco acesso às tecnologias sofisticadas.   

 Na sociedade, de modo geral, faltam ações de integração dos mais velhos que sofrem com a solidão. Pesquisas sobre saúde social mostram a importância do convívio, das conexões reais entre as pessoas; no entanto, o isolamento é um fato para as pessoas mais velhas que, em muitos casos, acabam por se viciar em mídias sociais como forma de romper esse retraimento. Longe da família e do trabalho, fontes de identidade social, os mais velhos podem inclusive sofrer perdas cognitivas e adoecimentos que reforçam preconceitos. Isso, sem considerar a questão financeira do trabalho, fonte de sustento material. Em muitos países, a população envelhece antes de ter os recursos financeiros suficientes para uma vida digna.  

A economia da longevidade (ou silver economy), entretanto, é um mercado promissor. Empresas voltadas para o bem-estar, saúde, mobilidade, habitação, planejamento financeiro, turismo e lazer, entre outras, têm crescido no mundo todo. Além disso, há necessidade de políticas públicas que possam transformar o “custo demográfico” em inovação e crescimento, com políticas de requalificação para manter a participação de profissionais mais velhos no mercado de trabalho. 

 O envelhecimento é um fenómeno social complexo, e não apenas uma questão de declínio biológico. Trata-se também de rever o imaginário social que ainda remete os velhos à uma condição infantil, uma forma de gerir os corpos num exercício de biopoder, entremeadas por questões de desigualdades. Seria necessário rever todo um imaginário social que coloca os mais velhos em condições de precariedade física e social. Nesse sentido, o envelhecimento não é apenas uma questão económica ou de responsabilidade individual, mas da articulação dos diferentes setores, das empresas e dos governos, para um desenvolvimento inclusivo e novas mentalidades que garantam direitos e justiça social.

 

Este artigo foi publicado na edição nº 33 da revista Líder, cujo tema é ‘Condição Humana’. Subscreva a Revista Líder aqui.

 

Maria José Tonelli,
Professora titular na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas onde dirige Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas

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