Combinando história, arte e arquitetura efémera, as exposições políticas celebraram o sistema vigente. Foram sempre pensadas como espaços sedutores, espetáculos urbanos onde se encenava o poder para alcançar resultados políticos muito claros.
Por detrás do brilho, das luzes e das cenografias, com recurso a uma base documental ampla (e até inédita), revela‑se um trabalho nem sempre linear, marcado por debates, tentativas, erros e ensaios de propaganda, um percurso que coloca Portugal num lugar de destaque no grande palco político dos anos 30.
Chancela da Tinta da China.


