• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Trabalhar em Lisboa rende mais: diferença salarial pode chegar a três ordenados por ano

      Nem inflação nem conflitos travam os portugueses: viajar continua nos planos

      Fernanda Fragateiro: «Um artista está sempre a trabalhar. Só quando desaparece o desejo, pode parar.»

      Quatro tendências que estão a transformar o futuro do trabalho em Portugal

      Leadership Summit Portugal: 10 Anos a Construir o Futuro da Liderança

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Filipa Castanheira: «O tecnostress pode manifestar-se como tecnoinvasão, quando o trabalho entra pela casa adentro»

      Tiago Roxo: «Não é fácil encontrar calma num ambiente de crescimento tão acelerado»

      Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

      «Precisamos de um ócio livre do scroll infinito», afirma David Erlich

      Conceição Zagalo: «A maturidade não deve significar retirada» 

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      (Entrevista) O que o 25 de Abril não resolveu na vida das mulheres

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      7 livros para ler agora: da IA à política global, passando pelas lendas japonesas

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Trabalhar em Lisboa rende mais: diferença salarial pode chegar a três ordenados por ano

      Nem inflação nem conflitos travam os portugueses: viajar continua nos planos

      Fernanda Fragateiro: «Um artista está sempre a trabalhar. Só quando desaparece o desejo, pode parar.»

      Quatro tendências que estão a transformar o futuro do trabalho em Portugal

      Leadership Summit Portugal: 10 Anos a Construir o Futuro da Liderança

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Filipa Castanheira: «O tecnostress pode manifestar-se como tecnoinvasão, quando o trabalho entra pela casa adentro»

      Tiago Roxo: «Não é fácil encontrar calma num ambiente de crescimento tão acelerado»

      Diogo Almeida Alves: «O acesso a uma vida longa e saudável está profundamente ligado a condições económicas»

      «Precisamos de um ócio livre do scroll infinito», afirma David Erlich

      Conceição Zagalo: «A maturidade não deve significar retirada» 

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Uma em cada 11 mulheres terá cancro da mama: Ana Varges Gomes alerta para desigualdades no diagnóstico na Europa

      «A sorte dá trabalho»: Sara Filipe apresenta podcast sobre sucesso e carreiras não lineares

      (Entrevista) O que o 25 de Abril não resolveu na vida das mulheres

      «Falou-se muito de igualdade de género, mas pouco mudou na vida das pessoas». Nassrin Majid, da ConsumerChoice, explica porquê

      Lynda Gratton: «Os anos a mais não surgem apenas no fim, mas ao longo da nossa vida» 

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros sobre quem somos e como chegámos aqui

      7 livros para ler agora: da IA à política global, passando pelas lendas japonesas

      Uma História da África Lusófona Pós-Colonial – Patrick Chabal

      Brevíssima História da Revolução dos Cravos – Luís Nuno Rodrigues

      7 livros para compreender as guerras que moldam o mundo

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Leading Opinion Opinião Saindo da bolha

Opinião

Saindo da bolha

Link copiado

Partilhe este conteúdo

20 Janeiro, 2021 | 4 minutos de leitura

Steve Ballmer, que liderou a Microsoft entre 2000 e 2014, foi considerado pela Forbes, em 2012, o pior CEO de uma grande empresa americana cotada. A empresa terá perdido oportunidades em áreas como os smartphones, as redes sociais e alguns aspetos da cloud computing.  Ballmer era ousado, exuberante, um vendedor nato, intelectualmente brilhante e dotado […]

Steve Ballmer, que liderou a Microsoft entre 2000 e 2014, foi considerado pela Forbes, em 2012, o pior CEO de uma grande empresa americana cotada. A empresa terá perdido oportunidades em áreas como os smartphones, as redes sociais e alguns aspetos da cloud computing.  Ballmer era ousado, exuberante, um vendedor nato, intelectualmente brilhante e dotado de colossal garra. Mas era também temperamental e rude.  Joachim Kempin, ex-executivo da empresa, afirmou que Ballmer “tinha uma presença sufocante” e estava permanentemente focado em eliminar potenciais ameaças ao seu reinado. A Business Insider (12 set. 2012) incluiu Ballmer na lista de 18 executivos que lideravam pelo medo. Mark Lucovsky, ex-empregado da Microsoft, corroborou este retrato. Ballmer terá ameaçado “matar a Google” (crime que não foi capaz de cometer). Terá também atirado uma cadeira pelo ar quando Mark lhe disse que abandonaria a empresa.

Satya Nadella, que sucedeu a Ballmer, denota um perfil distinto – pelo menos segundo depoimentos a que é possível aceder. Mais discreto, Nadella pauta-se por uma conduta mais empática, compassiva e justa. Os executivos que o rodeiam não temem veicular-lhe a má notícia. Enquanto Ballmer gerava ressentimento, a postura de Nadella conduz ao sentido de gratidão. O seu perfil tem-lhe permitido criar alianças frutuosas. Em 2019, foi eleito “Pessoa do Ano” pelo Financial Times. Segundo David Bodanis, autor de “The art of fairness”, Nadella pauta o seu comportamento por três princípios de justiça. Primeiro: escuta judiciosamente, o que lhe permite aceder a conhecimento, informação e ideias valiosas. Segundo: não sendo ingénuo, é generoso. É, parafraseando Adam Grant (sugestão de leitura: “Give and Take”), um giver sábio. Terceiro: Nadella defende-se, mas não é híper defensivo.

Terá o perfil de Nadella sido influenciado pelas experiências de vida pessoal e familiar? A resposta é óbvia: todos somos afetados pelas nossas experiências familiares, designadamente durante a infância. A investigação sugere, por exemplo, que muitos líderes híper narcisistas cresceram em famílias de pais ausentes, insensíveis ou rudes – ou, em alternativa, foram apaparicados como se fossem o centro do mundo. Alguma evidência sugere que o caso Trump se insere na primeira explicação. O caso de Nadella é particularmente ilustrativo, mas em forma simétrica: o seu filho Zain nasceu com paralisia cerebral e é cego. Nadella reconhece que a experiência o ajudou a compreender as virtudes da empatia – tanto no seu papel de pai como de CEO.

A experiência de Nadella sugere, pois, uma explicação complementar para o comportamento dos líderes. Os filhos/líderes são afetados pelo comportamento dos progenitores, mas a conduta destes também é influenciada pelos filhos. Uma pesquisa conduzida por Cronqvist e Yu (Journal of Financial Economics, 2017) corrobora esta noção. O estudo mostrou que, quando os CEO têm uma filha, é maior a probabilidade de as suas empresas adotarem ações de responsabilidade social. Eis uma possível explicação: os progenitores internalizam preferências femininas, conduzindo-os a adotar mais ações orientadas para diversidade, o ambiente, as relações laborais e outras componentes da responsabilidade social.

Os líderes não podem escolher o sexo, nem outras caraterísticas genéticas, dos filhos. Mas podem fazer esforços para compreender as particularidades da vida dos empregados. A bolha social em que, por vezes, se colocam e são colocados impede-os de compreender as agruras de quem tem que sobreviver com salários míseros. Consequentemente, tomam decisões que ferem o sentido de dignidade das pessoas e as conduzem ao cinismo. Importa, pois, que coloquem os pés na terra e se abeirem, física e emocionalmente, dos desapoderados. Compaixão não é fraqueza nem moleza. Fraqueza é não ter a coragem para lidar com a realidade dos liderados e atuar em conformidade. Durante esta crise, muitos líderes tomaram nota, pela primeira vez, das realidades mais duras dos liderados. Compreenderam que lideravam pessoas empenhadas e genuinamente preocupadas com os outros e a empresa. O meu desejo é que mantenham os pés na terra e não esqueçam a lição pandémica. As pessoas têm direito a uma vida digna, e os líderes e as suas empresas podem atuar como agentes de desenvolvimento gerador de uma sociedade mais justa. Como o economista John Kay escreveu, ninguém quer ser sepultado com o epitáfio “Ele/a maximizou o valor para o acionista”.


Por Arménio Rego, LEAD.Lab, Católica Porto Business School

Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já

Opinião

Neuroleadership: o equilíbrio entre a razão e a empatia

Ler artigo

Agilidade sistémica: liderar na incerteza do mar aberto

Ler artigo

Liderança que se treina – a ponte entre neuroleadership e impacto organizacional 

Ler artigo

Três novos livros portugueses

Ler artigo

Siga-nos nas Redes Sociais

Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Artigos Relacionados

Opinião

Abr 30, 2026

Neuroleadership: o equilíbrio entre a razão e a empatia

Ler notícia

Opinião

Abr 29, 2026

Agilidade sistémica: liderar na incerteza do mar aberto

Ler notícia

Opinião

Abr 28, 2026

Liderança que se treina – a ponte entre neuroleadership e impacto organizacional 

Ler notícia

Opinião

Abr 27, 2026

Três novos livros portugueses

Ler notícia

Opinião

Abr 27, 2026

As pessoas não ficam só pelo dinheiro. Nem só pela cultura

Ler notícia

Opinião

Abr 24, 2026

A nova fronteira da liderança 

Ler notícia

Opinião

Abr 23, 2026

Quando a reputação começa por dentro: o papel das relações públicas nas estratégias de ‘employer branding’

Ler notícia

Opinião

Abr 22, 2026

Liderar com inteligência emocional

Ler notícia

Opinião

Abr 21, 2026

Gestão humanizada e kpis: paradoxo ou equilíbrio? 

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.