• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Fundação António Cupertino de Miranda promove sessão para esclarecer dúvidas sobre o IRS

      Conceição Freitas é a primeira mulher a dirigir CIÊNCIAS

      O ‘dark matter’ do trabalho remoto e a distância entre regras e prática

      A Coca-Cola começou numa farmácia: como nasce um ícone?

      Cinco novos projetos de investigação clínica apoiados em Cabo Verde e em Moçambique

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Fundação António Cupertino de Miranda promove sessão para esclarecer dúvidas sobre o IRS

      Conceição Freitas é a primeira mulher a dirigir CIÊNCIAS

      O ‘dark matter’ do trabalho remoto e a distância entre regras e prática

      A Coca-Cola começou numa farmácia: como nasce um ícone?

      Cinco novos projetos de investigação clínica apoiados em Cabo Verde e em Moçambique

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Novo ano, nova marca? Eis o Guia de Marketing para 2026

      Simplificar é resistir – humanidade no coração da máquina

      Simplificar é devolver significado

      A força de um clássico português que se reinventa no simples 

      Simplificar para alimentar o futuro

      Ver mais

  • Opiniões
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Paulo Pascoal: «A imaginação é onde a cultura volta a ser liberdade»

      «A cooperação internacional tem sido um fracasso em África» Luis Álvarez Mora traz a visão para o futuro do desenvolvimento

      Saúde mental no trabalho: «É preciso desnormalizar o sofrimento como sinal de empenho»

      O «equilíbrio entre confiança e exigência está onde a informalidade convive com o profissionalismo», garante Sérgio Tavares (Decathlon)

      «O comando e controlo é o único modelo que muitos líderes conhecem», realça Carlos Sezões

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      A Dimensão Social da Ciência e Tecnologia – Paula Urze & Emília Araújo

      Livros para um crescimento sustentável na era digital

      O Espetáculo do Poder – AnnaRita Gori

      CAIS DO SODRÉ – Das tavernas de marinheiros à revolução Jamaica e Tokyo

      Mesquita Nunes, Mário Soares e Sá Carneiro: livros essenciais para compreender a política

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Calendário
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Notícias Sociedade Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

Sociedade

Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

Violência digital contra mulheres foca-se em desvalorizar e questionar as suas capacidades

Link copiado

Partilhe este conteúdo

17 Novembro, 2025 | 5 minutos de leitura

Em Portugal, 60% das interações violentas analisadas nas redes sociais procuram desvalorizar as capacidades das mulheres ou questionar o seu direito a opinar em temas de debate público. Cerca de 20% destes ataques não se dirigem sequer às ideias expressas, concentram-se na descredibilização pessoal. Segundo um estudo ibero-americano promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pela Secretaria-Geral […]

Em Portugal, 60% das interações violentas analisadas nas redes sociais procuram desvalorizar as capacidades das mulheres ou questionar o seu direito a opinar em temas de debate público. Cerca de 20% destes ataques não se dirigem sequer às ideias expressas, concentram-se na descredibilização pessoal.

Segundo um estudo ibero-americano promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pela Secretaria-Geral Ibero-Americana (SEGIB) e pela Iniciativa Ibero-Americana para Prevenir e Eliminar a Violência contra as Mulheres, a violência digital dirigida a mulheres com visibilidade pública continua a crescer e a ganhar novas formas.

A investigação, que abrangeu oito países ibero-americanos, analisou milhares de comentários para perceber como o digital se tornou um espaço onde a violência é usada como mecanismo de silenciamento político, afastando as mulheres da arena pública. Portugal, o único país lusófono incluído, contou com a análise detalhada de 43 contas de mulheres com visibilidade ativa, desde políticas e jornalistas a artistas e ativistas.

Um ataque ao sujeito político, não às ideias

A psicóloga Marta Silva, coordenadora da equipa de violência de género da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), explicou à ONU News que o ambiente digital não cria novas formas de violência, mas amplifica dinâmicas que já existem. «O digital não traz nada de novo. O que muda é a forma como a violência se manifesta e se instala», afirma.

No caso português, os resultados são particularmente reveladores: a maioria dos ataques não visa o debate de ideias, mas sim a tentativa de reduzir a mulher a papéis tradicionais, retirando-lhe legitimidade para participar na vida pública. Marta Silva destaca que muitos comentários recorrem a expressões que procuram remetê-las para «o seu lugar», num eco direto de estereótipos de género. «Um quinto dessas interações não eram sobre a opinião, eram sobre a emissora», relata. Entre vários insultos, destacam-se opiniões misóginas, como «Não venhas para aqui, para a esfera, que é dos homens».

Ideologia, direitos e o peso do ativismo

A análise mostra também que 40% dos ataques estão ligados à filiação política e ao ativismo cívico, com particular incidência sobre mulheres que defendem temas como igualdade de género, saúde sexual e reprodutiva, direitos das mulheres e ativismo climático. O alvo varia entre o espetro político, mas a psicóloga reconhece que o peso dos ataques é maior à esquerda.

Para Marta Silva, a violência é desigual e tende a atingir com maior intensidade mulheres situadas à esquerda do espectro político. Os dados revelam ainda que 8% das agressões incidem sobre o corpo e a sexualidade, enquanto 2% se relacionam com identidade e 1% traduz ameaças diretas à integridade física.

Estas diferentes camadas de agressão constroem um padrão claro: a tentativa de excluir a mulher das esferas onde se tomam decisões, onde se constroem narrativas e onde se molda a opinião pública.

Quando a violência leva ao silêncio

Ainda que o estudo não analise diretamente as reações das mulheres visadas, a experiência clínica e institucional mostra que esta violência tem efeitos profundos. Muitas optam por encerrar contas, suspender temporariamente a atividade ou adotar autocensura, tornando-se mais cuidadosas com aquilo que publicam. «Isto é um constrangimento direto ao exercício da liberdade de expressão daquela pessoa», afirma Marta Silva.

A consequência é estrutural: ao afastar mulheres do debate digital, afasta-se também a sua voz do debate democrático. «A ideia é afastar a mulher de mais este espaço público», sintetiza.

Prevenir, denunciar, punir

Para responder ao avanço da violência digital, o estudo propõe medidas dirigidas aos Estados e às plataformas, estruturadas em três eixos: prevenção, responsabilização e repressão penal. No campo da prevenção, os especialistas defendem educação e literacia digital, sobretudo entre os mais jovens, com enfoque na desconstrução de discursos de género normalizados.

«Temos de fazer uma reflexão profunda: porque é que tantos rapazes validam discursos misóginos e tantas raparigas aceitam papéis mais submissos?», questiona Marta Silva.

Regras claras e liberdade

A segunda linha de atuação recai sobre a responsabilidade das plataformas digitais. O relatório recomenda regras claras sobre os limites da liberdade de expressão e mecanismos eficazes para remover conteúdos violentos. Marta Silva reforça a importância de um trabalho próximo com «quem gere os Instagrams, o Facebook, os Twitters, o Meta».

O estudo sublinha ainda a necessidade de aplicar a legislação existente no combate à violência online, lembrando que muitas condutas configuram crimes como injúria, ódio, incitamento à violência ou importunação sexual. Recomenda também a criação de canais rápidos de denúncia, possivelmente apoiados por inteligência artificial, capazes de identificar ataques com maior celeridade.

Um fenómeno global, com raízes comuns

Portugal integra, desde 2023, a Iniciativa Ibero-Americana para Prevenir e Eliminar a Violência contra a Mulher, que partilha soluções e experiências entre países com realidades distintas. Para Marta Silva, as origens do problema são universais. «Independentemente das geografias, o que há para fazer radica sempre nos mesmos problemas», afirma.

A especialista destaca que o digital não cria desigualdades novas, mas amplifica desigualdades antigas, funcionando como extensão de violências profundamente enraizadas.

Redação,
Equipa editorial Líder

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Artigos Relacionados

Sociedade

Jan 19, 2026

No mapa de riscos para 2026 imperam a incerteza, geoeconomia e desigualdade

Ler notícia

Sociedade

Jan 19, 2026

Confiança nos serviços públicos deteriorou-se em 2025 e reclamações aumentaram

Ler notícia

Sociedade

Jan 13, 2026

Economia em 2026: portugueses mantêm otimismo moderado

Ler notícia

Sociedade

Jan 05, 2026

Tecnologia retro e casas inteligentes: conheça as tendências de consumo de 2025

Ler notícia

Sociedade

Dez 31, 2025

Palavras que marcaram 2025: o que a língua nos diz sobre o ano

Ler notícia

Sociedade

Dez 29, 2025

Natal consciente: 40% dos portugueses planeia revender prendas indesejadas

Ler notícia

Sociedade

Dez 12, 2025

Já é conhecida a cor do ano para 2026

Ler notícia

Sociedade

Dez 11, 2025

Costa Rica em sete minutos: a nação que trocou fardas por cadernos

Ler notícia

Sociedade

Dez 11, 2025

Natal: 61% dos portugueses mantêm o orçamento de 2024, mas 13% vai gastar mais

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.