• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Rosa Santos assume Direção de Marketing da United Hospitality Management na Europa

      Quando todos têm uma boa ideia, ninguém tem uma ideia diferente: o paradoxo da inteligência artificial

      Como dar um ‘sim seguro’? Empresas querem transformar o risco em motor de crescimento

      Geração Z e Millennials serão dois terços da força de trabalho: cinco estratégias para as empresas

      Portugal ganha terreno na corrida mundial pela infraestrutura da inteligência artificial

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Caramulo: uma Vila de futuro. Do sonho pioneiro à visão de Salvador Patrício Gouveia

      «Não se otimiza 5% antes de cuidar dos 95%», Iara Rodrigues, nutricionista, aborda os custos de uma vida em permanente aceleração

      Michel Gonçalves (WIRED Group): «O fundador pode ser o motor da empresa e também o seu principal travão»

      André Sardet: «Um festival é um projeto emocional e cultural.»

      Alice Gonçalves: «Existe quase um ‘bullying’ contra os artistas que tentam viver da sua arte»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Rosa Santos assume Direção de Marketing da United Hospitality Management na Europa

      Quando todos têm uma boa ideia, ninguém tem uma ideia diferente: o paradoxo da inteligência artificial

      Como dar um ‘sim seguro’? Empresas querem transformar o risco em motor de crescimento

      Geração Z e Millennials serão dois terços da força de trabalho: cinco estratégias para as empresas

      Portugal ganha terreno na corrida mundial pela infraestrutura da inteligência artificial

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Caramulo: uma Vila de futuro. Do sonho pioneiro à visão de Salvador Patrício Gouveia

      «Não se otimiza 5% antes de cuidar dos 95%», Iara Rodrigues, nutricionista, aborda os custos de uma vida em permanente aceleração

      Michel Gonçalves (WIRED Group): «O fundador pode ser o motor da empresa e também o seu principal travão»

      André Sardet: «Um festival é um projeto emocional e cultural.»

      Alice Gonçalves: «Existe quase um ‘bullying’ contra os artistas que tentam viver da sua arte»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever
Home Entrevistas Notícias João Jorge (BLISS): «Quando tens 31 noites consecutivas, não podes repetir fórmulas»

Entrevistas

João Jorge (BLISS): «Quando tens 31 noites consecutivas, não podes repetir fórmulas»

Texto alternativo

Link copiado

Partilhe este conteúdo

23 Julho, 2026 | 9 minutos de leitura

O BLISS abre hoje portas para aquela que será uma das edições mais simbólicas da sua história. Celebra 15 anos, despede-se do espaço que o viu crescer e prepara uma mudança de localização para o próximo verão. Mas por detrás das 31 noites de programação há muito mais do que DJs e concertos. Há análise de mercado, segmentação de públicos, estratégia de pricing e uma leitura quase científica dos hábitos de consumo do Algarve. João Jorge, uma das cabeças do projeto, explica como se constrói um cartaz para um mês inteiro sem repetir fórmulas, porque é que os cachês dispararam para valores difíceis de sustentar e por que motivo a gestão de um clube noturno se parece, cada vez mais, com a gestão de qualquer outra empresa.

Como é que se programa o verão do BLISS? É mais intuição ou há mesmo análise de mercado?

É muita análise de mercado. Tem muito de uma análise do histórico e sempre do ano anterior relativamente àquilo que foram os conteúdos e os resultados obtidos em cada evento. A programação em dezembro, janeiro já estava quase toda delineada. Deixamos algumas slots abertas para tendências ou para artistas que acabam por explodir mais em cima.

Além disso, levamos em conta o calendário do Algarve. Temos sempre de relacionar a programação com aquilo que são as semanas da região. Sabemos que há semanas mais dedicadas ao público jovem, outras em que existe uma transição para um público mais velho. Existem semanas em que as comunidades holandesas estão cá, outras em que as comunidades francesas estão presentes. Em termos de conteúdo, temos naturalmente de adaptar.

Tudo tem um propósito. Se analisarem o nosso cartaz, vão reparar que temos uma vez por semana funk, uma vez por semana reggaeton, uma ou duas vezes por semana house, e depois conteúdos mais sociais em que fazemos uma viagem musical ao longo da noite. Tentamos sempre ter um, dois ou três artistas âncora por semana. Por exemplo, a próxima semana é marcadamente mais jovem no Algarve. Trazemos um live act de funk com o MC Tutu ou os Wet Bed Gang. Na semana seguinte, já sabemos que há uma mudança de público, fazemos uma pausa nesse género e apostamos em Vintage Culture ou Ozuna.

Para os estrangeiros também fazemos escolhas. Inserimos na agenda os Calema, que vão buscar muito da comunidade francesa, ou Morad, que tem aqui no Algarve muita influência.

Quando escolhem um artista, avaliam pelos streams que têm recebido ou pesa também aquilo que entregam em palco?

Claro que os streams têm influência porque acabam por ser um indicador da procura. Tentamos sobretudo com internacionais que sejam artistas que rodem pouco em Portugal, ou seja, que tenham vindo poucas vezes ou que pelo menos no ano em que venham tenham uma limitação. E com as próprias agências acabamos por influenciar ou tentar direcionar para que não se façam espaços que não tenham a devida notoriedade.

Se eles puderem juntar as duas coisas, melhor. Por exemplo, temos aqui dois casos este ano que são, em termos de live act, nacionais, o Plutónioe os Wet Bed Gang. Trazem uma energia e uma capacidade de liderar o público ao longo da atuação espetacular. Mas depois, naturalmente, se pudermos juntar as duas coisas dos internacionais, melhor. O Ozuna é um bom exemplo disso. Tem uma bilheteira inacreditável, tem streams e uma procura nas redes sociais que é absurda. Faz a articulação de tudo.

 

Já recusaram contratar um artista muito popular, por exemplo, porque não acreditavam no seu espetáculo ao vivo?

Já tive artistas que não contratei porque os fui ver e acreditei que a experiência que iam entregar não era a melhor. Do ponto de vista da experiência do público, claro que cometemos erros no passado e vamos cometer este ano. Tentamos, contudo, não cometer os mesmos.

É fundamental colocarmo-nos na pele do cliente. Se compra um bilhete, muitas vezes faz esse esforço não só para si, mas para amigos, namoradas, filhos, sobrinhos.

Queremos sempre entregar uma boa experiência e num contexto de noite é ainda mais importante. Porque não são apenas 45 minutos, uma hora, uma hora e pouco, acabam por ser seis horas em que as coisas têm que estar a correr bem, têm de fluir.

Ainda conseguem competir na contratação de grandes artistas internacionais, ou é difícil por causa de Ibiza e outros destinos mais apelativos?

Uma das grandes questões que nos temos perguntado este ano é a sustentabilidade destes modelos de negócio. Assistimos nos últimos dois anos a valores a quadriplicar, quintuplicar. Enquanto que Ibiza, Saint-Tropez conseguem, porque têm um ticket médio que não tem nada a ver.

Em Ibiza cobras 80, 90, 100, 180 euros. Há duas semanas estive lá e Calvin Harris estava a 180 euros no Ushuaïa. Em Portugal esses bilhetes não são praticáveis.

Os grandes festivais também esticam o valor dos preços mas têm uma capacidade diferente. O Rock in Rio ou o  NOS Alive têm essa elasticidade de preços, como muitos outros festivais. Mas nós não temos uma capacidade em termos de número de pessoas que nos permita ir às dez, quinze, vinte mil, logo temos de tabelar as coisas de outra forma.

 

Mas o aumento de preços dos artistas foi transversal?

Transversal a quase todos os artistas. Os latinos sempre foram caros, tudo o que é ligado ao reggaeton são os artistas mais caros que existem. Os próprios artistas de funk têm tido uma subida de preços astronómica. Por essas razões é fundamental encontrarmos soluções e sermos criativos. A pergunta que nos fazemos é: até que ponto será, em termos de negócio sustentável, este tipo de cartazes? Porque senão vai tornar-se inevitavelmente inviável.

 

Há exemplos concretos desse aumento?

Hugel, por exemplo. Quando esteve no YOU Vilamoura há dois anos, a residência semanal era 20 mil euros. Nós contratámo-lo no ano passado — entre jato, penthouse, o cachê dele, alimentação, transfers — e foi 127 mil euros. E o cachê é uns 100 mil. Para se ter uma ideia, este ano por menos de 200 já não o contratavas.

Qual é a maior concorrência para o BLISS?

Tenho uma forte convicção que a concorrência hoje é muito abrangente. Ou seja, nós temos um fator macroeconómico que é o Algarve enquanto região e os valores que são praticados, nomeadamente a nível de alojamento e hotelaria. Quando começamos a pesar tudo, acaba por ser o fator que mais pesa na nossa competitividade geral.

Sobre concorrência direta houve um crescimento de projetos de eventos e oferta vasta ao nível de espaços em diversas regiões, mas não tanto aqui no Algarve.

Hoje tens no Norte o Pátio XIX, Bô Zen, Zephyr. Em Lisboa, Urban Beach, Lust. Todos estes sítios aumentaram a sua oferta, transformaram os seus espaços em open air’s, em projetos internacionais e naturalmente desviam pessoas e rotas do Algarve.

 

Mas dizes que o maior problema é a falta de concorrência no Algarve?

Sim. O maior problema é mesmo a falta de oferta e a falta de concorrência. Eu acho que a concorrência é saudável e indispensável nós manter-nos alerta e inovar de ano para ano, melhorar de ano para ano, seja na experiência no espaço, seja na programação. Quando existe uma competição mais agressiva, motiva toda a gente.

 

Viste casos de espaços que abriram com grande fanfarra e depois fracassaram?

Quando o YOU abriu percebi logo que seria difícil. Apostaram numa programação muito cara e muito ambiciosa, mas sem atender aos hábitos do Algarve.

Existe uma identidade cultural. As pessoas não saem da praia às seis ou sete da tarde para ir para um sunset, muito menos num espaço fechado.

Só em programação deviam ter 400, 500 mil euros.

Existe algum artista português em quem apostaste cedo e que hoje te orgulhas?

Acredito que contribuímos muito para o sucesso de artistas como Mizzy Miles. Porque tocou noutros espaços que nós temos e tocava quase de uma forma quinzenal e isso permite trabalhar e aperfeiçoar-se. Se olharmos para o Mizzy Miles ou para muitos outros DJs, eles ainda beneficiaram da existência dos clubes e da importância dos clubes na formação de artistas.

Passam a conhecer a energia de pista, algo que os artistas hoje têm menos acesso, porque está tudo direcionado para eventos e festivais. Eles quando tocam, se tocam, é ali às quatro, cinco da tarde, quando as portas estão a abrir e pouco mais. E portanto acredito que isso seja fundamental para o crescimento dos artistas, para o seu desenvolvimento.

De resto, o Plutónio foi um artista que ainda estava nos seus primeiros passos e que tocou quase sempre no Bliss. Existem espaços e artistas que acompanho há muitos, muitos anos, desde os seus inícios.

 

Quantas pessoas trabalham pelo BLISS?

Mais de 120 pessoas. E isso sem contar com relações públicas, outsourcing, equipas de montagens. Só ontem à noite e esta manhã há mais de 20 pessoas só de audiovisuais. Muitas áreas.

 

Como está organizada a liderança e qual é o maior desafio?

Centralizo toda a estratégia: marketing, comunicação, relações públicas, identidade visual e redes sociais. Isso evita ruído e garante que toda a organização comunica na mesma direção.

O maior desafio continua a ser a sazonalidade. Todos os anos temos de integrar dezenas de pessoas em pouco tempo e alinhar rapidamente a equipa com a mesma visão.

Formar pessoas também é outro desafio e exige tempo e acompanhamento. Por isso, colocamos sempre colaboradores experientes ao lado dos mais novos. Muitas das chefias atuais começaram em funções operacionais e cresceram connosco ao longo dos últimos anos. O nosso gerente começou no economato. O VIP manager entrou em 2023 e hoje lidera essa área. É uma evolução planeada, não acontece por acaso.

Seria possível transportar o BLISS para um Bliss Inverno, BLISS Outono?

Não dá. Já foi muito discutido. Uma coisa é fazer um evento pop-up, um evento só para recordar, para ter a ligação. Mas se transformas ou se abres um Bliss Inverno, ou crias um projeto Bliss Outono, a magia do Bliss ser no Algarve naquele momento, aquela questão de ser único, é aquele período. Acho que acaba por se perder.

 

Se pudesses contratar um artista sem limites de orçamento, qual seria a noite perfeita do BLISS?

Para DJ, Calvin Harris. De longe. Acho que é o número um e para todas as gerações. Vi-o no Ushuaïa recentemente e a performance, o espetáculo que ele entrega é inacreditável. Para live act, se não houvesse orçamento, Justin Bieber. É um artista completo, mainstream completo. São artistas que andam aqui há dezenas de anos.

 

Marcelo M. Teixeira,
Jornalista

ver mais artigos deste autor
Lider Notícias

Líder Magazine

Assine já
Lider Notícias

Newsletter Líder

Subscrever

Opinião

O problema não é decidir mal. É decidir tarde.

Ler artigo

O custo invisível da solidão do empresário

Ler artigo

Mais de meio ano de trabalho: o que aprendemos sobre nós em 2026?

Ler artigo

O papel transformador da eficiência operacional da IA no setor bancário

Ler artigo

Artigos Relacionados

Pessoas

Ago 26, 2026

Rosa Santos assume Direção de Marketing da United Hospitality Management na Europa

Ler notícia

Trabalho

Ago 26, 2026

Quando todos têm uma boa ideia, ninguém tem uma ideia diferente: o paradoxo da inteligência artificial

Ler notícia

Corporate

Ago 26, 2026

Como dar um ‘sim seguro’? Empresas querem transformar o risco em motor de crescimento

Ler notícia

Trabalho

Ago 26, 2026

Geração Z e Millennials serão dois terços da força de trabalho: cinco estratégias para as empresas

Ler notícia

Tecnologia

Ago 26, 2026

Portugal ganha terreno na corrida mundial pela infraestrutura da inteligência artificial

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Ago 26, 2026

Portugal está no radar dos compradores norte-americanos. O mercado que aproxima os dois lados do Atlântico

Ler notícia

Economia

Ago 25, 2026

Quase todas as famílias portuguesas reutilizam material escolar no regresso às aulas

Ler notícia

Cultura e Lifestyle

Ago 25, 2026

Caramulo: uma Vila de futuro. Do sonho pioneiro à visão de Salvador Patrício Gouveia

Ler Entrevista

Economia

Ago 25, 2026

O mundo está mais rico, mas o dinheiro está mais concentrado

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Líder Corner

Ago 26, 2026

Portugal está no radar dos compradores norte-americanos. O mercado que aproxima os dois lados do Atlântico

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Ago 13, 2026

Talenter chega aos 27 anos com nova aposta no recrutamento especializado e expansão nacional

Ler notícia

Líder Corner

Líder Corner

Jul 30, 2026

iServices lança Summer Deals com descontos de até 50% em tecnologia

Ler notícia
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.