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Leonor Wicke

Turismo: Portugal quer tornar-se num dos destinos mais sustentáveis do mundo

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

Sob o mote “Turismo e Investimentos Verdes”, celebra-se hoje o Dia Mundial do Turismo, que pretende destacar a necessidade de desenvolver esta área de uma forma sustentável e acessível a todos. Portugal é um país que continua a beneficiar do turismo, com receitas turísticas que em 2022 atingiram os 21,1 mil milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 109,7% e + 15,4% face aos respetivos períodos homólogos de 2021 e 2019. As dormidas também ascenderam a 69,7 milhões e aumentaram 86,7% (+22,6% nos residentes e +150,8% nos não residentes).

A iniciativa da Organização Mundial de Turismo (OMT) pretende instigar o debate sobre soluções inovadoras que sustentem o crescimento económico do setor, convergindo para as metas de sustentabilidade.

Portugal está a agir em conformidade com os objetivos propostos pela OMT, segundo o «Plano Turismo +Sustentável 20-23», que inclui ações como a reeducação para uma restauração mais sustentável, o desenvolvimento de práticas para uma economia circular, a neutralidade carbónica e construção sustentável nos empreendimentos turísticos, a eficiência hídrica nos campos de golfe e a redução do plástico na hotelaria.

Além disso, o Plano pretende cumprir as seguintes metas até ao fim de 2023:

  • 75% de empreendimentos turísticos com sistemas de eficiência energética, hídrica e gestão de resíduos;
  • 75% dos empreendimentos turísticos que não utilizam Plásticos de Uso Único;
  • 000 aderentes ao Selo Clean & Safe e 30.000 profissionais formados;
  • 000 profissionais com formação nas áreas da sustentabilidade;
  • 200 referências internacionais sobre Portugal, associadas à sustentabilidade.

Este plano está integrado na «Estratégia Turismo 2027», e pretende posicionar Portugal como um dos destinos turísticos mais seguros e sustentáveis do mundo.

Com a Estratégia Turismo 2027, assumimos a sustentabilidade como elemento basilar do nosso modelo de desenvolvimento turístico e comprometemo-nos com metas concretas para a próxima década. A importância desta agenda e da sua aceleração foi reforçada pela pandemia e pelo plano “Turismo +Sustentável 2020/2023” no sentido de garantir um turismo mais responsável, mais sustentável e mais resiliente

​Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Habitação: quanto pode vir a pagar com as novas medidas do Governo?

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

Na passada quinta-feira, 21 de setembro, o Conselho de Ministros aprovou novas medidas para atenuar o impacto da subida das taxas de juro nos créditos à habitação. Para mitigar o impacto destes aumentos, o novo mecanismo aprovado pelo Governo prevê que as prestações sejam calculadas em função de um indexante correspondente a 70% da Euribor a seis meses (independentemente do indexante original do contrato), o que permite reduzir o valor a pagar, ficando o montante da prestação estabilizado nos próximos dois anos.

Segundo página Oficial do Governo português, o ministro das Finanças, Fernando Medina, sublinhou que a subida das taxas de juro, em resultado da política do Banco Central Europeu (BCE), transformou-se num dos grandes problemas, “se não mesmo o maior problema que as famílias enfrentam” em Portugal. Em particular, tendo em conta que 87% dos empréstimos à habitação têm taxa variável. Segundo a estimativa apresentada pelo ministro das Finanças, esta medida pode chegar a cerca de 900 mil famílias.

Como funciona? 

Pode beneficiar deste novo mecanismo quem tenha contratos de crédito para habitação própria permanente (celebrados até 15 de março último), com taxa de juro variável ou taxa de juro mista, se em período de taxa variável, com um período de pagamentos que se estenda por, pelo menos, mais cinco anos. Os pedidos de revisão da prestação poderão ser apresentados às instituições bancárias até ao final do primeiro trimestre de 2024. A partir do momento do pedido, os bancos terão então 15 dias para dar resposta ao pedido e as famílias terão depois um mês para decidir.

A nova prestação reduzida aplicar-se-á nos 24 meses seguintes após a aceitação do plano. A diferença entre a prestação que seria devida e a que será paga começará a ser reembolsada quatro anos depois do fim do período de prestação estabilizada, diluída até ao final do contrato. De qualquer forma, o montante poderá ser amortizado antecipadamente, sem comissões ou encargos adicionais.

A revisão da prestação não terá impacto nas restantes condições do contrato a crédito, nem poderão ser cobradas comissões ou encargos pela adesão à medida. Também não impede, nem prejudica, o acesso a outras medidas, como a bonificação temporária de juros.

 

Bonificação do crédito alargada e simplificada 

A bonificação do crédito à habitação para famílias com rendimentos até ao sexto escalão do IRS já está a ser implementada, tendo o Conselho de Ministros decidido que será alargada a mais famílias e o seu cálculo simplificado. A bonificação corresponde a uma percentagem dos juros suportados pelas famílias (com rendimentos até 38.632 euros) e créditos até ao máximo de 250 mil euros (o limite aplica-se ao valor contratado inicialmente).

É concedido a quem tenha uma taxa de esforço superior a 35%, passando agora a ter lugar sempre que a taxa de juro indexante ultrapasse os 3% e esteja dentro dos restantes critérios de elegibilidade. Por outro lado, a parcela de juros a bonificar passa a ser de 100% quando a taxa de esforço for igual ou superior a 50%, e de 75% quando as taxas de esforço sejam iguais ou superiores a 35% e inferiores a 50%.

O período de aplicação da medida foi estendido até 2024, e o montante máximo aumentado para 800€.

 

Novo Simulador 

Um novo simulador, elaborado pelo Portal do Crédito, indica aos valores da Euribor atual qual será a poupança conseguida com o desconto caso o agregado familiar pretenda ativar esta medida a partir de novembro.

Como exemplo, apresenta um crédito habitação com um capital ainda em dívida de 150.000 € a 30 anos e com um spread de 1%:

Antes da Medida: com a Euribor atual a prestação mensal seria de 812,77 €;

Depois da Medida: a prestação tem uma redução para 703,85 €, uma poupança de 108,92 € mensais.

Para calcular a nova prestação deve indicar o capital em dívida, quanto tempo falta para terminar o contrato, o spread e o indexante da Euribor contratado (3,6 ou 12 meses). O simulador é gratuito e está disponível no website do Portal do Crédito.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

62% dos americanos estão preocupados com o crescimento da IA generativa

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

À medida que a Inteligência Artificial (IA) se está a tornar parte integrante da vida quotidiana, há um número crescente de pessoas e entidades que expressam preocupações sobre as implicações desta tecnologia.

Um estudo feito pela Finbold indica que 62% dos americanos inquiridos estão preocupados com o crescimento da IA generativa. Uma análise destes indivíduos indica que 30% estão “principalmente preocupados”, enquanto 32% estão “um pouco preocupados”.

A IA generativa é um termo usado para qualquer tipo de processo automatizado que utiliza algoritmos para produzir, manipular ou sintetizar dados, muitas vezes sob a forma de imagens ou texto. É dito «generativa» porque cria algo que não existia anteriormente. Na sua versão mais popular, estão o LLM (Large Language Models) como o ChatGPT e DALL-E.

O relatório destacou algumas das áreas que estão potencialmente a suscitar preocupações entre os sistemas de IA. De acordo com o relatório de pesquisa, o crescimento da IA generativa também desperta preocupações substanciais, como a perda de postos de trabalho, questões éticas, desigualdades sociais e a diluição da autenticidade humana.

 

Uma preocupação que não tem afetado a popularidade

Outros 16% afirmaram estar totalmente neutros, enquanto 14% observaram que estavam um pouco entusiasmados, com 7% a indicar que estavam muito entusiasmados. O inquérito, realizado em julho, baseou-se nas respostas de 1001 participantes americanos.

Por outro lado, a IA generativa registou a maior adesão nos Estados Unidos, ultrapassando os tablets e os smartphones. Esta tecnologia, que teve uma taxa de adoção inicial de 7,8%, deverá aumentar para 116,9% no seu quarto ano de existência (2022-2025).

Em comparação, os tablets ocupam o segundo lugar, com uma taxa de adoção de 12,9% no primeiro ano e de 124,7% no quarto ano (2010-2013). Por outro lado, entre 2007 e 2010, os smartphones registaram uma taxa de adoção de 16,3% no primeiro ano e de 62,2% no quarto ano.

Estes valores da taxa de adoção baseiam-se num inquérito realizado em junho de 2023, que recolheu a opinião de indivíduos de todas as idades que utilizam cada tecnologia pelo menos uma vez por mês.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

“Os portugueses não podem continuar sobrecarregados com impostos”, diz Alexandre Meireles, presidente da ANJE

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

A Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) apela ao Governo para manter a relevância da redução de impostos das pessoas singulares, em especial dos jovens, assim como a redução seletiva do IRC. Para a instituição, os atuais níveis de impostos são excessivos e têm impacto negativo no poder de compra das famílias portuguesas.

“Os portugueses não podem continuar sobrecarregados com impostos. Os preços dos bens e serviços essenciais têm aumentado significativamente. Em Portugal, os ordenados são baixos e os impostos sobre o trabalho estão em níveis altíssimos”, defende Alexandre Meireles, presidente da ANJE.

E aponta para três questões: reduzir a carga fiscal para que as pessoas possam receber mais e as empresas sejam mais eficientes e competitivas; reduzir os custos de contexto; e também ter empresários socialmente mais responsáveis, com maior visão social.

 

Principais medidas 

Para a associação, é também urgente olhar para um aumento dos salários líquidos, eventualmente com um regime mais favorável à tributação em IRS, através de uma diferenciação positiva ou através de mecanismos de atribuição de prémios ou similares (otimizados fiscalmente).

A instituição defende incentivos fiscais diferenciados em sede de IRC para empresas que valorizem os salários ou acelerem a transição energética. A solução fiscal reivindica, junto dos decisores políticos, uma majoração, em sede de IRC, para empresas com comportamentos social e ambientalmente responsáveis e que apostem em fatores críticos de competitividade, como a transição digital, a I&D, a inovação e a transferência de tecnologia.

É necessária uma melhor gestão do Governo na área do Empreendedorismo. O ensino de Empreendedorismo aos jovens nas escolas, deve contar com um reforço de verbas, para que exista um programa dirigido aos jovens de que há formas de trabalho adicionais ao trabalhador por conta própria, e que ao longo da vida podem ser criadas empresas e empresários para criar valor em Portugal.

É defendida uma forte aposta em medidas de internacionalização das empresas, com ações no terreno e apoio de mentoria, quer em missões internacionais (com colaboração de agentes no terreno), quer através de missões inversas, ou seja, trazer empresas internacionais a Portugal para investir e potenciar Economia e conhecimento.

 

Portugal tem tido alguns problemas na questão da marca. Tínhamos uma mão-de-obra relativamente barata e competíamos com o preço. Sempre fizemos as coisas bem feitas, com qualidade, mas a baixo preço. Nunca procurámos defender-nos. Acho que há este caminho para nos diferenciarmos. Se tivermos uma marca que nos diferencie – seja na indústria têxtil, no calçado, na restauração, qualquer coisa –, os nossos clientes vão sempre procurar-nos porque mais ninguém pode dar-lhes o que a nossa marca tem

Alexandre Meireles, Presidente da ANJE

Arquivado em:Economia, Notícias

Mais ação e ambição para o clima

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

O ano de 2023 está a caminho de ser o ano mais quente já registado na história. As emissões de gases com efeito de estufa continuam a aumentar e atingem níveis recorde e este ano assistimos a condições meteorológicas extremas em todo o planeta. Ondas de calor em terra e no mar. Incêndios florestais devastadores, secas e inundações. Estamos a viver o caos climático sobre o qual os cientistas alertam há anos.

No entanto, temos a oportunidade de corrigir esta situação. Esta é uma década crítica para tomarmos as medidas necessárias que estabilizem o nosso clima e construam sociedades prósperas e resilientes. O Sexto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC) mostra que ainda temos uma janela de oportunidade para o fazer. Define os caminhos necessários e as opções que podemos tomar. A vigésima oitava Conferência das Nações Unidas das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP 28), que começa no final de novembro, deve ser o ponto de partida para começarmos a corrigir o rumo. O primeiro balanço global mostra-nos onde estamos a falhar nos nossos esforços para limitar o aquecimento global a 1,5ºC e para cumprir as outras metas estabelecidas no Acordo de Paris. Só pode haver uma resposta a esta avaliação alarmante: uma ambição renovada e uma ação acelerada – uma ação climática que traça o rumo até 2030 para limitar o aquecimento global a 1,5ºC.

Ambição renovada significa compromissos constituídos por metas e objetivos específicos e concretos que proporcionarão a transição social e económica sem precedentes para manter vivos os 1,5ºC, mesmo que ultrapassemos temporariamente esse limite durante os próximos cinco anos. Devemos acelerar a ação através da implementação destes compromissos orientados para soluções de forma mais rápida e credível, mobilizando todos os atores económicos e setores da sociedade para o benefício de todos. Não pode haver hesitação no caminho para atingir este objetivo: metade da humanidade vive em áreas vulneráveis às alterações climáticas.

Vejamos cem detalhe como o poderemos fazer.

Em primeiro lugar, temos de quebrar a curva das emissões. O IPCC mostra que um caminho para limitar o aquecimento global a 1,5ºC significa que as emissões terão de cair 43% até 2030 em relação aos níveis de 2019 e atingir um saldo zero em meados do século.

Precisamos que as partes na Convenção aumentem a sua ambição na redução das emissões. As Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDC) devem ir mais longe do que as anteriores, envolver cortes absolutos nas emissões e abranger todos os setores da economia. Devem também incluir metas atualizadas de emissões líquidas zero.

Um elemento-chave dos cortes nas emissões serão as transições energéticas: a eliminação progressiva do carvão até 2040 (ou 2030 para os países industrializados) e a redução progressiva do petróleo e do gás, em linha com uma meta de emissões líquidas zero até meados do século. As energias renováveis já são a forma mais barata de energia na maior parte do mundo. Uma expansão massiva destas impulsionará a transição energética e ajudará a abandonar os combustíveis fósseis de uma forma justa e equitativa.

Em alguns países, a neutralidade carbónica está a politizar-se, mas esta não é um slogan político. Resume a dura verdade de que se quisermos que as temperaturas parem de subir, devemos parar de emitir gases com efeito de estufa. Significa descarbonizar os setores económicos sempre que possível.

Para ser verdadeiramente eficaz, a ação climática deve ser credível. Deve envolver todos – cidades, regiões, empresas, famílias e deve ser construída em torno de objetivos específicos.

Contudo, já estamos a sentir os efeitos das alterações climáticas, pelo que a ambição renovada e a implementação acelerada também significam fazer mais e mais rapidamente na adaptação, para construir sociedades resilientes às alterações climáticas. A adaptação é essencial para lidar com as mudanças já em curso ou no horizonte.

Desde o investimento em infraestruturas resistentes às alterações climáticas, ao ajuste dos produtos que cultivamos e ao desenvolvimento de sistemas de alerta precoce para condições meteorológicas extremas, a adaptação faz parte da ação climática tanto quanto a redução das emissões.

A ação climática deve funcionar para todos, com ganhos evidentes a longo prazo para toda a sociedade, mesmo quando existem desafios e compensações a curto prazo.

Deve tratar-se de uma transição justa para um clima estável que proteja os mais vulneráveis e garanta que ninguém seja deixado para trás. Devemos lembrar que aqueles que mais sofrem hoje, os mais vulneráveis, são os que menos contribuíram para a crise climática.

Esta transformação necessita uma mobilização massiva de fundos, mas viável. Isto significa cumprir os compromissos de financiamento climático já assumidos, incluindo os 100 mil milhões de dólares anuais provenientes dos países industrializados. Precisamos de aproveitar a decisão histórica da COP 27 e tornar o acordo sobre perdas e danos uma realidade funcional, sendo também necessário construir uma arquitetura financeira mundial que seja adequada à sua finalidade, que canalize o investimento para as energias renováveis e a vida sustentável, em vez de subsidiar os combustíveis fósseis, que alinhe os bancos de desenvolvimento com a ação climática e que incentive o financiamento privado a investir em oportunidades amigas do clima em todo o mundo. Esta transformação da agenda financeira é o que permitirá a correção do rumo climático.

Nas semanas que faltam para o início da COP 28, vamos aproveitar todas as oportunidades para pôr esta ação climática ambiciosa e acelerada no centro da agenda. Cada governo, cada empresa, cada organização da sociedade civil deve fazer disto a sua prioridade – estabelecer a fasquia a um nível a que outros possam aspirar.

Todas as partes da Convenção devem comparecer à COP 28 no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, para resolver um problema mundial com uma abertura de espírito global. Pressionar por resultados que possam ganhar o apoio de outros, sem cair em linhas vermelhas. Desenvolver propostas ambiciosas que possam mobilizar o apoio de outros círculos eleitorais. Numa palavra: cooperação. O Secretariado das Nações Unidas para as Alterações Climáticas está pronto a desempenhar o seu papel como mediador honesto para ajudar as partes a desenvolverem soluções que funcionem para todos.

Sabemos o que temos que fazer. Agora devemos mobilizar a vontade política para o fazer, tanto antes da COP 28 como nos próximos anos.

*Artigo foi originalmente publicado no site da Crónica ONU.

Crédito da fotografia: ONU/ Cia Pak

Arquivado em:Opinião

Andreia Vaz é a nova Diretora de Marketing da Nespresso Portugal

27 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

Andreia Vaz assume a Direção de Marketing da Nespresso Portugal. A ex-diretora ibérica de IBTC da Nestlé sucede a João Pedro Silva, nomeado Regional Marketing Manager para a região da Europa Ocidental.

Com um percurso profissional de mais de 20 anos em Inovação, Estratégia e Branding, em indústrias como Media, Telecomunicações, FMCG e Location Based Entertainment, em 2020 assumiu a função de Head of CMI e Innovation Manager da Nestlé e mais tarde o cargo de Diretora do IBTC.

É com muito orgulho e motivação que integro esta equipa fantástica da Nespresso. O café tem o poder incrível de juntar e unir as pessoas, proporcionando momentos de encontro, descontração e prazer. Na Nespresso, é também nisso que nos focamos: em proporcionar momentos de pura felicidade numa chávena de café com a máxima qualidade e sustentabilidade. Neste entusiasmante desafio, pretendo desempenhar um papel relevante na continuação do crescimento da Nespresso em Portugal e também no crescimento das suas pessoas. Trabalhar com uma marca que coloca tudo de si em todas as etapas da cadeia de valor, tendo até cafés que demoraram quase tantos anos a serem desenvolvidos como os anos que eu tenho de experiência profissional, é incrível e super estimulante!

Andreia Vaz, Diretora de Marketing da Nespresso Portugal

Arquivado em:Notícias, Pessoas

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