Fazer Coaching, ser Coach, implica estar capacitado para entrar numa jornada de maravilhosa descoberta de nós e dos outros. O Coaching não é formação, não é consultoria, não é terapia, não é aconselhamento, é uma metodologia de trabalho, talvez a mais poderosa da atualidade, que permite que o Coach ajude o seu coachee a desenvolver-se […]
Fazer Coaching, ser Coach, implica estar capacitado para entrar numa jornada de maravilhosa descoberta de nós e dos outros.
O Coaching não é formação, não é consultoria, não é terapia, não é aconselhamento, é uma metodologia de trabalho, talvez a mais poderosa da atualidade, que permite que o Coach ajude o seu coachee a desenvolver-se e a maximizar o seu potencial.
Suportada na arte milenar de fazer perguntas ajuda-se o coachee a encontrar soluções, aqui e ali combinando com ferramentas complementares como a PNL (programação neuro-linguística) e outras, mas que no meu entender nada se compara à combinação da PNL com o Coaching, numa experiência que já levamos no mercado de 20 anos.
“Não tentes colocar remendo novo em pano velho” é uma frase célebre e mostra a tremenda ilusão que alguns têm de que podem transformar pessoas ou equipas deixando as pessoas como estão. Tal não vai acontecer.
O sucesso no Coaching implica que o coachee queira melhorar algo, diria até, que anseie muito melhorar algo. Sendo uma metodologia orientada para o fazer é o caminho para a transformação do ser, pois a verdadeira mudança não vem da contemplação ou da tomada de consciência. Ela vem de fazer algo que transforme a forma de pensar, comunicar e agir do indivíduo e que seja colocada em prática. Sonho sem ação é letra morta, pelo que temos de ter uma orientação prática para a mudança. De uma forma simples o processo implica quatro fases:
– Diagnóstico da situação atual – quer a nível pessoal, quer a nível profissional, seja para uma pessoa, seja para uma equipa;
– Definição correta da situação a alcançar – algo que deve ser construído alinhado com a forma de o subconsciente processar essa informação e assim potenciar a probabilidade de os resultados poderem acontecer;
– Identificação de caminhos e estratégias para chegar à situação desejada;
– Seleção do caminho e plano de ação detalhado do que tem de ser feito, combinando as capacidades do Coach com uma visão muito próxima da gestão de projetos para se garantir que se faz o que tem de ser feito.
A combinação destas quatro fases, sendo bem feita, com tempo para se refletir e analisar, orientada para a ação transformadora, vai gerar os resultados que a pessoa busca alcançar.
Que profissão, que atividade, será mais nobre do que a de fazer com que outro ser humano possa ser melhor?
Talvez isso explique porque o Coaching atrai cada vez mais pessoas.
Este artigo foi publicado na edição de outono da revista Líder. Subscreva a Líder aqui.

