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Home Artigos Leadership Diversidade, pertença e a capacidade de estar só 

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Diversidade, pertença e a capacidade de estar só 

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18 Março, 2025 | 5 minutos de leitura

Cada um de nós parece uma ilha. Nascemos sozinhos. Morremos sozinhos. Pensamos sozinhos. Os medos, sempre que os vivemos, impõem-se, furtivamente, em nós, e fazem com que nos sintamos mais sozinhos. As reticências sobre os nossos amores entrincheiram-se, pé ante pé, e, mesmo quando estamos acompanhados por fora, fazem com que os descuidos e os […]

Cada um de nós parece uma ilha. Nascemos sozinhos. Morremos sozinhos. Pensamos sozinhos. Os medos, sempre que os vivemos, impõem-se, furtivamente, em nós, e fazem com que nos sintamos mais sozinhos. As reticências sobre os nossos amores entrincheiram-se, pé ante pé, e, mesmo quando estamos acompanhados por fora, fazem com que os descuidos e os desamparos nos levem a sentirmo-nos mais sozinhos, por dentro. E se estar só é uma conquista vizinha da liberdade, que só se consegue sempre que nos sentimos acompanhados, termos pessoas importantes que não nos conhecem tão profundamente como precisamos que nos conheçam é aquilo que mais nos faz sentir sozinhos. 

 E é aí que a vida pesa e assusta. E nos faz encolher. E aceitar (que absurdo, não é?…) que não mandamos nela. 

É por terem uma noção esclarecida da função dos pais no seu crescimento que os adolescentes precisam tanto de saber que contam com eles.

Que pertencem a uma família. Nem que, para tanto, falem com os pais por entrelinhas, silêncios e murmúrios. E os desafiem para que, todos os dias, eles se tornem melhores pais. Que é uma forma de os sentirem seguros, a cada resposta que recebem. E reconhecerem que eles continuam a merecer ser seus pais. Mesmo depois de os separarem duma visão infantil com que os viam de baixo para cima. E se sentirem mais iguais aos pais. Sem que, contudo, nunca deixem de os querer como a garantia de sabedoria, de bondade, de sentido de justiça, de coerência e de integridade. Que, tudo junto, faz com os adolescentes deixem de ser uma ilha. E sejam um arquipélago a caminho de muitos continentes. 

Reconhecerem-se noutros adolescentes faz com que  se sintam menos sozinhos. Mas adolescentes em tantas coisas tão parecidos consigo faz com que os adolescentes, no grupo de iguais, se sintam parte dum todo. E passem a ter dele o contraditório que torna os pais e a família, ainda, mais importantes.  

Ao contrário do que parece, os adolescentes também dão importância ao grupo para se assegurarem que os pais se tornam, ainda, mais preciosos e mais indispensáveis. Dando-lhes, com isso, a convicção inabalável que crescer não significa perder os pais, aos bocadinhos, de cada vez que os desidealizam. Para que, a seguir, à medida que matizam em si próprios pais, grupos e redes sociais destrincem melhor quem são. E se tornem mais ousados. E acutilantes. E tenham garra. E vida. E alma! 

 

Redes sociais e Contrastes  

É claro que, duma forma verdadeiramente precipitada, acho eu, os nossos filhos abrem o mundo dos seus amigos e o da sua família a uma cascata ruidosa de informações, sem contraditório, que lhes chega, cedo demais, via redes sociais. E lhes dá a ilusão que o mundo das pessoas, das grandes causas ou os pequenos-nada (que fazem toda a diferença do nosso crescimento) replicam aquilo que o seu algoritmo lhes traz.  

Um mundo que se torna mimético não nos faz mais capazes. Ilude-nos, mais do que parece, conferindo-nos uma grandeza mentirosa diante de tudo o que se pensa. Para que, logo de seguida, acentue uma solidão que inquina o que de melhor se tem.

Porque só as diferenças interpelam a familiaridade e contribuem para que se crie uma identidade.

É a diversidade que cria a pertença. Com que nos sentimos capazes de estar sós. E sermos autónomos. De fazermos pontes, uns com os outros, para vermos mais longe.  

As redes sociais trazem, a todos nós – e aos mais jovens, em particular – causas. Contrastes. Pessoas muito diferentes e muito parecidas. Mexericos. Patetices. Conhecimento. Conteúdos que trazem rebuliço áquilo que se sabe. Avenidas largas e becos sombrios sobre aquilo que se pensa. Sofrimentos clandestinos. Ousadias que se exibem. E tudo o mais que traz a perspectiva de se pertencer a uma enorme maioria de adolescentes semelhantes. Que torna o mundo mais acolhedor. Mais atento ao sufrágio. E mais cúmplice com o futuro.  

Mas as redes sociais não trazem só o engajamento com que os adolescentes procuram nos grupos e nas suas comunidades um guarda-chuva que os proteja. Trazem, também, quem os influencia. Quem os intoxica com discursos oblíquos. E com exemplos ao pé dos quais muito rapidamente se vai do inspirador à desolação. Fazendo com que contribuam muito para a forma como muitos adolescentes se deixam instrumentalizar. Acabando elas por lhes trazer imensa toxicidade. Afastando da autonomia os adolescentes mais frágeis, pelos mimetismos que lhes solicita. E empurrando-os para a solidão com que se tornam mais ilhas. Afastando-os mais e mais da saúde mental.  

Quanto maiores são as solicitações mais versátil se torna o crescimento. Assim haja quem traga aos adolescentes o contraponto diante de tudo aquilo que vem à rede. E, de síntese em síntese, e de forma simples e serena, os leve a pertencer a uma família, a outra geração e a vários grupos. E, dessa vivacidade, sempre em construção, os afaste no individualismo, do facilitismo e do narcisismo. Os devolva à humanidade e à empatia. E, todos os dias, contribua para que eles se tornem pessoas melhores. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 29 da revista Líder, sob o tema Incluir. Subscreva a Revista Líder aqui.

Eduardo Sá,
Psicólogo clínico e psicanalista, professor da Universidade de Coimbra e do ISPA, em Lisboa

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