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catarina vaz

Nota de pesar sobre a morte do Embaixador de Portugal em Cabo Verde

25 Maio, 2024 by catarina vaz

Cabo Verde e Portugal foram hoje surpreendidos pelas notícia da morte prematura do embaixador de Portugal em Cabo Verde.
O diplomata foi vítima de um enfarte cardíaco fulminante depois de fazer uma caminhada. Tudo terá acontecido antes das 20:00 (22:00 em Lisboa) de sexta-feira. Apesar das manobras de reanimação chegou já sem vida ao Hospital Agostinho Neto, na capital.
Paulo Jorge Lopes Lourenço era diplomata de carreira desde 1995 e desempenhou funções nas embaixadas de Portugal em Luanda, Londres, Sarajevo e Belgrado. Entre 2012 e 2018 foi cônsul-geral em São Paulo.
Entre Fevereiro de 2020 e até ser nomeado embaixador em Cabo Verde, em Dezembro de 2022, chefiou a Direcção-Geral de Política de Defesa Nacional, funções nas quais negociou o novo programa-quadro de Defesa entre Portugal e Cabo Verde para o período de 2022 a 2026.
NOTA DE PESAR
A Líder deixa aqui uma nota de pesar pela morte prematura do líder e diplomata Paulo Lourenço, apresentando as condolências a toda a família. A Líder é parceira de media da Leadership Summit Cabo Verde, cimeira organizada em Cabo Verde pelas empresas Tema Central e The Office, que contou com a colaboração  e apoio do senhor Embaixador, tendo o mesmo marcado presença nas várias iniciativas levadas a cabo na cidade da Praia onde também recebeu a organização, no passado dia 9 de maio, para manifestar oficialmente o apoio daquela embaixada à Leadership Summit.
Esta é uma perda irreparável numa altura estratégica em que os laços entre a Embaixada de Portugal em Cabo Verde e a Cimeira de liderança se estabeleceram de forma consistente, com planos e projectos para o futuro. O senhor Embaixador deixa uma grande saudade pela forma atenta, cuidada e inteligente com que defendia as relações entre Portugal e Cabo Verde.
De acordo com a organização da cimeira”: esta é uma perda irreparável numa altura estratégica em que os laços entre a Embaixada de Portugal em Cabo Verde e a Cimeira de liderança se estabeleceram de forma consistente, com planos e projectos para o futuro. O senhor Embaixador deixa uma grande saudade pela forma atenta, cuidada e inteligente com que defendia as relações entre Portugal e Cabo Verde.”
Recordamos aqui uma entrevista dada recentemente ao programa Ponto por Ponto, onde se percebe o empenho e entusiasmo com que desempenhava a sua missão diplomática.

 

 

Arquivado em:Cabo Verde, Liderança, Notícias

TAP – Em Portugal, até o passado é incerto, quanto mais o futuro

5 Novembro, 2022 by catarina vaz

Sempre defendi uma companhia aérea nacional, que estimule o turismo, suporte as exportações e internacionalização, ”aproxime o país” ( do Porto a Faro) e nos aproxime dos outros países, nomeadamente dos PALOP, nos aproxime da comunidade emigrante, valorizando os seus recursos humanos, que são na sua maioria, muito bons. Por isso, achei sempre que o investimento do país na empresa era positivo.

“Despeçam esta equipa e a má gestão que nos está a causar danos irremediáveis. Os políticos não são bons gestores!”

Mas agora acho que não. A maioria dos colaboradores são fantásticos, a gestão é péssima. Nunca há um horário respeitado, os voos chegam sempre atrasados. E mais:
– Nunca utilizam as mangas de embarque e temos sempre de perder mais tempo naqueles autocarros superlotados que fazem rally pelo aeroporto;
– Queremos reclamar e não sabemos a quem;
– No Porto vejo mais voos de companhias low cost (sempre cheios) do que da TAP. E nalguns casos transportam mais colaboradores do que passageiros;
– Sub-contratam voos a outras companhias e mantém os aviões próprios parados;
– Vão vender os terrenos da sua sede e alugar um edifício por 4 milhões de euros (???);
– Tem um lucro pontual, num trimestre, de 111 milhões de euros e continuam a não recompensar os seus trabalhadores (nem que seja com um prémio) que viram os seus salários cortados. Vamos ver os bónus dos gestores no fim do ano;
– Contratam gestores (estrangeiros) pagos a peso de ouro sem ligação nenhuma ao país, ao desígnio que fundamentou a nacionalização: uma companhia aérea nacional?:
– Vão cortar mais 7 voos por dia até final do ano? E eu até já comprei o bilhete para fora e vou ter de me adaptar à alternativa que arranjarem? ( óptimo customer centric approach);
– Abandonaram rotas para os Palop e destinos com emigrantes, que foi parte do motivo para a nacionalização;
– Apenas a British Airways  está interessada na TAP, o que significa que o hub da TAP deixa de ser Lisboa e passa a ser Londres. Quer ir para Luanda? Vai de Lisboa a Londres e depois Luanda…
Basta. Despeçam esta equipa e a má gestão que nos está a causar danos irremediáveis. Os políticos não são bons gestores!

Arquivado em:Opinião

O trânsito como causa fraturante

13 Junho, 2022 by catarina vaz

O trânsito tornou-se uma causa fraturante em Lisboa. Uns defendem a necessidade de reinventar a mobilidade na cidade à volta de novas ideias e de meios de transporte alinhados com o zeitgeist europeu. Outros referem que estas medidas são demagógicas e desrespeitam os cidadãos. Creio que há razão nas duas partes.

Por um lado, a necessidade de regular o trânsito e o estacionamento são patentes. A cidade precisa de menos carros e de melhores transportes públicos. Se as coisas melhoraram no estacionamento, já nos transportes urbanos e suburbanos tenho dúvidas. Aliás, em alguns casos não tenho dúvidas nenhumas de que pioraram: estações da CP fechadas à noite em nome da eficiência não dão a ninguém a vontade de esperar pelo comboio num cais deserto e inóspito. Já a ideia de meter ciclovias em todo o lado é espetacular no papel mas dá aos peões um papel terciário em algumas vias. Lembro-me de quase ser atropelado por ciclistas furiosos num passeio convertido em ciclovia.

A recente discussão em torno de novos radares e do máximo de velocidade parece vir confirmar duas coisas. Primeiro, a guerra política e o interesse do Estado parecem esquecer que os políticos devem servir os cidadãos e não fazer deles peões das suas táticas. Segundo, a informação de que os novos radares vão permitir amealhar mais uns milhões de euros é outra medida para degradar as instituições: os cidadãos devem ser tratados com respeito e não explorados em nome de boas intenções, nomeadamente a segurança rodoviária.

Arquivado em:Opinião

Portugal investe 1% na prevenção – Saúde no Trabalho

3 Junho, 2022 by catarina vaz

 “A relação entre as pessoas nas empresas deve ser algo entendido como os relacionamentos pessoais, como nos casamentos: na saúde e na doença estarmos juntos”, afirma Pedro Ramos, presidente da Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (APG), a propósito da relação entre saúde e trabalho, tema que esteve em destaque na Leading People – International HR Conference, “Act now for Human Health”.

O debate “Saúde e Trabalho – uma Relação de Força e Fraqueza”, contou com a participação do responsável da APG, Ana Paula Rosa, gestora de programas na Organização Internacional do Trabalho de Lisboa (OIT), Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) em representação da CIP – Confederação Empresarial Portuguesa, numa conversa moderada por Ana Filipa Nunes, jornalista da SIC.

“Saúde e trabalho andam de mãos dados, não há dicotomia. A saúde dos colaboradores é absolutamente essencial: é um pré-requisito para termos uma economia sustentável”, afirma Óscar Gaspar, acrescentando que “Portugal é um país que investe muito pouco na prevenção”, cerca de 1%, comparado a outros países como a Alemanha ou França, onde a média de investimento é de 3%.

Além disso, a verdade é que os trabalhadores em Portugal se sentem com stress em demasia no local de trabalho. Existe uma grande falta de mão-de-obra qualificada e não qualificada em todos os setores em Portugal, o que implica a sobrecarga de trabalho para colaboradores. Ana Paula Rosa, partilha o estudo da OIT no setor automóvel português, que concluiu que um dos fatores de maior stress é o facto de os trabalhadores terem de acompanhar o ritmo dos robots quando estão na linha de produção: “o nível de incidência de tendinites tinha aumentado brutalmente nos últimos tempos por causa desse ritmo de trabalho”. “O equilíbrio é a palavra-chave”, refere.

Após dois anos de teletrabalho, hoje, por fim, as empresas assumem a importância do bem-estar dos colaboradores não só a nível físico, como mental. Cada vez mais o indivíduo é valorizado por oposição a um mero trabalhador, que quando entrava para o trabalho punha a “máscara profissional” e deixava para trás os seus problemas pessoais.

Hoje os líderes têm necessariamente de se relacionar com os seus colaboradores, e proporcionar-lhes uma boa experiência de trabalho. “É importante gerir as emoções e a felicidade do colaborador, porque, na verdade, estando isso assegurado, o negócio é potenciado, tanto em grandes empresas como em PMEs.”, comenta o presidente da APG.

O facto de um colaborador faltar ao trabalho, seja por doença física ou mental, implica também custos para a empresa: o seguro de saúde de trabalho tem de ser acionado, trabalho que fica por fazer ou acaba por sobrecarregar outros colegas. O absentismo promove a falta de produtividade, de motivação, e tem um grande impacto na própria empresa, assegura o presidente da APHP. “Temos cerca de 3 milhões e 300 mil pessoas em Portugal com seguro de saúde, e hoje sabemos que 78% dos colaboradores valorizam esse benfício, pois consideram uma contribuição importante”, refere Óscar Gaspar.

O tecido empresarial em Portugal é composto por cerca de 99% de PMEs e microempresas que não têm um diretor de RH, o que faz com que a saúde financeira dessas empresas não possa ir de encontro às expectativas dos colaboradores no que toca a seguros de saúde e outros pacotes de benefícios mais alargados.

A representante da OIT conclui frisando que as empresas têm de olhar para a cultura de risco empresarial de forma proativa: “tem de fazer parte do ADN das empresas, e todos têm de estar envolvidos.” “Quando um gestor de topo assume o compromisso de se envolver nestas questões, está a passar uma mensagem: eu preocupo-me com a saúde dos nossos trabalhadores e com a saúde da empresa.”, conclui.

Assista ao Debate aqui.

Tenha acesso à galeria de imagens da Leading People – International HR Conference aqui.

Por Denise Calado

Arquivado em:Artigos, Leading People

Católica-Lisbon é a escola de negócios com a maior subida no Ranking Financial Times

3 Junho, 2022 by catarina vaz

O Financial Times divulgou recentemente os resultados do Ranking Global Executive Education 2022. Na análise “Top 50 combined ranking and school profiles”, a Católica-Lisboa é destacada como sendo a escola com  a maior subida de posição em todo o mundo na Formação de Executivos, subindo 23 posições para o 27º lugar enquanto melhor escola de negócios.

O Financial Times refere-se à instituição com um “Giant leap in executive education rankings”, sendo a escola com a maior melhoria combinada tanto em Open Enrollment Programs (programas abertos) como em Custom Programs (programas customizados). A Católica-Lisbon é também reconhecida pelo Financial Times com a maior subida do mundo em Open Enrollment Programs, subindo 28 lugares para o 44º, a maior subida neste tipo de programas. Nos programas customizados, a escola subiu 20 lugares para se tornar a 19ª melhor Business School do mundo e a 12ª melhor da Europa, posição até agora inédita para uma Escola Portuguesa.

 “Este reconhecimento do Financial Times é fruto da qualidade dos nossos professores e do sucesso da nossa equipa na atualização e customização dos programas, proporcionando uma extraordinária experiência de aprendizagem aos nosso participantes e valor para as empresas. Continuaremos o nosso trabalho de servir as empresas e os gestores, reforçando a nossa posição como uma das melhores Escolas de Negócios do Mundo.”, afirma Filipe Santos, Dean da Católica-Lisbon.

Arquivado em:Academia, Notícias

CIP aposta no mérito e excelência feminina

3 Junho, 2022 by catarina vaz

Foi apresentada a 3ª Edição do Projeto Promova, uma iniciativa da CIP, que visa promover a igualdade de género no acesso a altos cargos de direção em organizações privadas. Dados referentes a março de 2022, e de acordo com a análise da Informa D&B, as mulheres ocupam apenas 28% dos cargos de direção em Portugal.

Para esta nova edição foram selecionadas 35 mulheres, entre 47 candidatas, que irão desenvolver um plano individual com vista à realização de metas profissionais, incentivando a sua transição para funções de direção e administração. Para isso, cada participante terá um programa formativo de 12 dias de formação ao longo de sete meses, repartidos por módulos de coaching e de mentoria cruzada, personalizados.

Isabel Barros, vice-presidente da CIP, referiu que a “participação no Projeto Promova conta com 97 mulheres (em três edições) de 41 empresas, com taxas de progressão de carreira, na 1ª edição, de 46% e, na 2ª edição, que ainda não terminou, uma taxa de progressão de 40%.”

 

Com o objetivo de identificar e desenvolver talentos femininos com potencial de liderança e fomentar a sua promoção a funções de gestão de topo das empresas, o projeto contribui para a diminuição do gap da igualdade de género.

“Portugal já percorreu um grande caminho na diminuição da disparidade entre homens e mulheres tanto no emprego como na educação. No entanto é preciso ir ainda mais rápido. A pandemia voltou a revelar fragilidades e a aumentar as desigualdades – os 100 anos que nos faltavam para atingir a igualdade, são agora 130.”, refere a profissional.

Segundo Isabel Barros, “o Promova é mais do que um projeto de formação executiva, é um projeto de desenvolvimento pessoal que tem em vista a promoção do mérito e da excelência feminina”, conclui.

Arquivado em:Liderança, Notícias

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