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catarina vaz

Aprender Magazine nova edição de verão já disponível

2 Junho, 2022 by catarina vaz

A “Nova era da Formação” é o grande tema da Aprender Magazine. A aprendizagem ao longo da vida e os novos modelos de formação são o foco desta nova edição que já está disponível online aqui.

A formação pode ditar tudo, desde a sobrevivência da empresa, à retenção de talentos e empregabilidade a longo prazo. Para além disso, as empresas têm de ter a capacidade de criar um treino deliberado ao longo da vida, numa perspetiva técnica e não técnica, para garantir a competitividade e diferenciação no mercado.

Numa realidade cada vez mais tecnológica, marcada pela transformação digital e pela revolução do 5G, a necessidade de treino e formação adaptadas a esta nova era é mais urgente do que nunca. De que forma empresas e organizações se estão a adaptar às novas exigências do mercado? Portugal está a formar para exportar ou ainda é possível reter o talento? E como se pode adaptar o ensino e formação a esta nova realidade?

A formação ao longo da vida (Lifelong Learning) é central para as entidades académicas e de formação. Como estão as empresas a garantir e apoiar esse tipo de treino, de aprendizagem contínua, aos seus colaboradores e líderes de equipa? Quais as formações disponíveis no mercado e como fazer um plano de formação para líderes?

Nesta edição deixamos-lhe a visão de Etelberto Costa em “As competências não são eternas. A Aprendizagem ao Longo da Vida, sim!”.

Partilhamos o evento “5G Transformation”, da Blended Training Services, onde Renato Soares, Diretor da TACK TMI Brasil, falou, no âmbito da formação, sobre os obstáculos e possíveis soluções na transição para o 5G, no Brasil e países da América Latina.

“Aprender a desaprender para voltar a aprender de novo. Chegou a aprendizagem pós-COVID!”, é a reflexão de Pedro Ramos, Presidente da APG, sobre os novos tempos de aprendizagem pós-Pandemia.

Cátia Silva, Head of Open Courses Business, Development, Multimodal Learning & Development Advisor na CEGOC, partilham a sua visão sobre como “Melhorar a eficácia do Digital Learning em contexto de trabalho”.

Em “A nova Era da Formação”, Elsa Carvalho, Executive Board Member e Head of Consulting Services e Daniela Ferreira, Trainer, ambas do Grupo Egor, colocam o foco sobre o conceito “Lifelong Learning”.

“Formar para Reter: Testemunho no Setor Aeronáutico”, é o artigo de opinião partilhada entre Vânia Esteves da SLOT e Monica Teixeira da LAS Training.

José Barbosa, Business Director da Header Executive Learning, fala sobre a formação ao longo da vida e do papel das Academias em “Os desafios da Nova Era da Formação Profissional”.

“A vantagem competitiva da aprendizagem ao longo da vida” é a reflexão de Marta Pimentel, Executive Education Director na Nova School of Business and Economics.

E Jorge Lopes, Diretor da Rumos para área da Formação, fala-nos sobre “Upskilling e reskilling: viagem de evolução positiva na era digital”.

Partilhamos ainda as opiniões de Isabel Cipriano, Presidente da APOTEC – Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade, Adelino Cunha, CEO da SOLFUT, I Have the Power, Sara Sousa Brito, Partner da People Value e Paula Resende, Executive & Team Coach, Leadership, Development, Managing Partner da WIF Partners.

Arquivado em:Notícias

Vice-presidente da Cisco Latin America revela a sua história de burnout

2 Junho, 2022 by catarina vaz

Laércio Albuquerque, vice-presidente da Cisco Latin America, vítima de burnout, deixa um conselho para todos os líderes: “Tentar ser perfecionista em tudo só leva a um nível de stress exagerado. Assuma a imperfeição: perdoar o passado é o melhor caminho para deixar o futuro vencer.” E acrescenta: “A tecnologia que salva é a mesma que cega”.

 “Lideranças Vulneráveis: Mito, Moda ou Realidade?” foi o debate que levantou a problemática sobre ser um super-herói ou simplesmente ser humano, no evento Leading People – International HR Conference. Moderado por Magda Faria, Head of Workspace & Business Flow da Axians Portugal, a temática foi ainda discutida entre Rita Redshoes, cantora e compositora e a atleta Vanessa Fernandes.

Numa sociedade que tem intrinsecamente enraizada a crença de que o sucesso é ganhar e de que devemos estar sempre bem e felizes para o outro, o executivo, partilhou a sua experiência com o burnout e o detoxdigital: “Foi muito duro aceitar que estava a acontecer algo dentro de mim que abalou por completo a minha estrutura”.

Apesar de ser um apaixonado por tecnologia, o vice-presidente da Cisco Latin America sentiu que estava ser controlado por ela, e não o oposto. Depois de muitos anos em que tirava férias e continuava a trabalhar num registo de 24 horas por dia, 7 dias por semana, Laércio Albuquerque foi internado num hospital com arritmias muito fortes, em estado de burnout. A vergonha invadiu a sua mente, com receio de admitir aos seus pais, colegas de trabalho e pessoas que o rodeavam que, afinal, ele é um ser humano, com todas as suas vulnerabilidades.

Após as inúmeras idas ao hospital, fez um Detox Digital de 5 semanas, avisando atempadamente e delegando o trabalho à sua equipa. Teve de fazer uma pausa, algo que já nem existia no seu vocabulário: “Foi muito difícil, mas foi libertador. Percebi que estava doente. Os primeiros dias foram desesperantes, tremia muito, acordava de madrugada a pensar que precisavam de mim. Depois, aprendi a estar em controlo da tecnologia e não o oposto. Vejo as mensagens quando eu quero, não quando o telemóvel avisa.”

Mesmo quando se ama aquilo que se faz, fazer pausas é algo essencial, e hoje o executivo reconhece-o e recomenda: “Queremos fazer tudo ao mesmo tempo, mas mesmo fazendo as coisas que se ama, precisa de pausas.” Só assim, afirma, um líder consegue ter sucesso – ao permitir-se descansar, conhecer-se melhor e respeitar-se. “Sou um líder apaixonado pela tecnologia, mas muito mais apaixonado pelas pessoas. Quanto mais eu aprendo sobre as pessoas e da sua importância na nossa vida, mais valorizo”, acrescenta.

“Toda a gente fala de ser um líder vulnerável. Mas isso é importante para primeiro ser feliz, para assumir a sua imperfeição e ser feliz com ela. Assim torna-se um melhor líder. Quando tiramos os olhos de nós e pomos o ego de lado e colocamo-los noutras pessoas, acontece magia”, conclui o líder que despiu a capa de super-herói, e assumiu-se como um ser humano, tomando de novo controlo da sua vida e da felicidade.

Assista à talk aqui.

Tenha acesso à galeria de imagens da Leading People – International HR Conference aqui.

Por Denise Calado

Arquivado em:Artigos, Leadership

Cameron Clayton assume o cargo de CEO do Grupo EasyPark

28 Março, 2022 by catarina vaz

Depois de muitos momentos de crescimento e 14 anos de sucesso como  CEO do EasyPark Group, Johan Birgersson decidiu demitir-se do seu cargo como forma de proporcionar uma nova liderança de transição face à próxima fase da empresa. Cameron Clayton, antigo CEO da “The Weather Company”, irá assumir o papel de CEO do EasyPark Group a 19 de Abril de 2022. Johan Birgersson irá permanecer como Senior Advisor de Cameron Clayton e no Conselho de Administração.

Johan Birgersson liderou com sucesso o EasyPark Group por cerca de 14 anos, o que representa um período inigualável. Há algum tempo atrás, Johan informou o Conselho de Administração que estava pronto para abdicar da sua posição de CEO, quando o momento fosse adequado e o plano de uma sucessão sólida estivesse delineado. Depois de um processo estruturado para assegurar um sucessor, o Conselho de Administração nomeou agora Cameron Clayton como o novo CEO do EasyPark Group.

” Foi uma honra e um período fantástico da minha vida na liderança do EasyPark Group. Levando-nos desde que somos uma start-up sueca até onde nos encontramos hoje – uma empresa tecnológica global, líder de mercado. Abdicar não foi uma decisão fácil, mas esta posição requer um planeamento a longo prazo. Realizei o meu sonho de levar o EasyPark Group dos Nórdicos para mais de 20 países europeus e, no ano passado, para o Reino Unido e para além do atlântico até aos EUA. Gostaria de agradecer a todos os que tornaram este trabalho de equipa possível. Estou convencido de que a equipa está pronta e altamente capaz de assumir o próximo capítulo da bem sucedida jornada de crescimento global do EasyPark, afirma Johan Birgersson, CEO do EasyPark Group.”

A dedicação do Johan e o seu registo operacional de excelência é impressionante. Liderou sempre na frente e com o seu comportamento pessoal e decisões definiu o exemplo do que é bom e como os valores podem ser traduzidos em ações. Isto tornou possível ao EasyPark Group tornar-se num impulsionado global dentro dos serviços de parqueamento digital. Em nome do Conselho de Administração, gostaríamos de agradecer ao Johan por tudo o que fez durante os seus anos como CEO, diz Niklas Savander, Presidente do Conselho de Administração.

Cameron Clayton possui uma longa experiência em empresas de tecnologia e na liderança de empresas globais, mais recentemente como CEO da The Weather Company, a maior empresa privada do mundo de meteorologia. Foi responsável por construir e levar o site weather.com no top 10 de sites no mundo, liderando-os também nas parcerias com a Apple e Android, o que tornou a aplicação Weather na terceira aplicação mais descarregada em todo o mundo. Para além disto, foi ainda General Manager do ecossistema de parceiros da IBM, e ajudou, com sucesso, a liderar a integração da IBM no Red Hat Building Red Hat Marketplace.

“Sinto-me honrado por esta oportunidade de liderar o EasyPark Group para o futuro. A empresa tem uma excelente história e estou deveras impressionado pela cultura forte e o compromisso entre os seus colaboradores. Com a aquisição do PARK NOW Group, a EasyPark está no bom caminho para ajudar as cidades de todo o mundo a tornarem-se mais habitáveis. Vejo um futuro brilhante em frente e estou ansioso por fazer parte desta viagem, diz Cameron Clayton.”

A aquisição do PARK NOW Group do BMW Group e Daimler Mobility permitiu uma grande expansão da presença do EasyPark Group a nível global. A experiência do Cameron dentro do negócio, produto e estratégia tecnológica, juntamente com uma forte habilidade para construir equipas de alta performance serão um grande trunfo para a companhia, afirma Niklas Savander.

Cameron Clayton irá assumir o seu papel de CEO a 19 de Abril de 2022. Johan Birgersson permanecerá como Senior Advisor de Cameron e no Conselho de Administração.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

José Galamba de Oliveira reeleito Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores

24 Março, 2022 by catarina vaz

José Galamba de Oliveira foi reeleito Presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS) para mais um mandato de três anos. A Assembleia-Geral que elegeu os novos órgãos sociais da Associação decorreu esta manhã, tendo ido a votos uma única lista, a qual foi aprovada por unanimidade.

A Associação Portuguesa de Seguradores representa mais de 99% das empresas de seguros que operam em Portugal. Neste novo mandato, a Direção da APS pretende prosseguir o trabalho que tem vindo a desenvolver com o objetivo de aumentar a visibilidade e notoriedade do setor em Portugal, reforçar a sua credibilidade e evidenciar a importância que o seguro tem, tanto na vida das pessoas e das empresas, como na sociedade e na economia em geral, apostando na contínua proximidade com os cidadãos e na melhoria da eficiência operacional das empresas suas Associadas.

Nas palavras de José Galamba de Oliveira, “nesta Assembleia saiu reforçado o espírito associativo e a unidade das empresas de seguros em torno da Associação e dos projetos em curso, num período particularmente exigente, atenta a complexidade da conjuntura económica, social e geopolítica que vivemos”.

A Associação Portuguesa de Seguradores elegeu também os membros da Mesa da Assembleia Geral, do Conselho de Direção e do Conselho Fiscal. A Mesa da Assembleia Geral passa a ser presidida pela Crédito Agrícola Seguros – Companhia de Seguros de Ramos Reais, S.A. e o Conselho Fiscal pela GamaLife – Companhia de Seguros de Vida, S.A.

O Conselho de Direção vai contar, para além do Presidente, com representantes das seguintes empresas de seguros: Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A.; Ageas Portugal – Companhia de Seguros, S.A.; Generali Seguros, S.A.;  Zurich Insurance plc – Sucursal em Portugal; Liberty Seguros – Compañia de Seguros y Reaseguros, S.A. – Sucursal em Portugal; Mapfre Seguros Gerais, S.A.; BPI Vida e Pensões – Companhia de Seguros, S.A.; Santander Totta Seguros – Companhia de Seguros de Vida, S.A.; Real Vida Seguros, S.A.; Caravela – Companhia de Seguros, S.A.

 

 

Arquivado em:Leadership, Notícias, Pessoas

Frio, impiedoso e cruel

28 Fevereiro, 2022 by catarina vaz

Frio, impiedoso e cruel

Dizem que qualquer animal encurralado se torna uma fera. Putin jamais foi encurralado, chegou a ser apaparicado. Mas no momento em que quis, provavelmente para disfarçar problemas internos, seguiu os passos de Hitler e agora ameaça a Europa.

No fim do império, que começou com a queda do muro de Berlim, em novembro de 1989, há mais de 32 anos, a URSS ficou sem saída. Ainda tentou a Comunidade de Estados Independentes, mas depressa se percebeu que o futuro era a implosão. Os países Bálticos, que se haviam libertado do Império em 1918, só voltaram a ser anexados por este em 1940, na sequência de um acordo de Moscovo de Estaline com Berlim de Hitler; a Bielorrússia, onde está boa parte da Polónia histórica, preferiu separar-se, embora Moscovo conseguisse manter o poder fático através de um fantoche; a Ucrânia, que sofrera com tantos impérios e nações que ali se estabeleceram e foram condenados à fome e à escravidão duas vezes, por Estaline, saiu logo que pode. E depois foram os outros Estados, com histórias próprias, que eram anexos do Império Russo, vítimas de Ivan, Catarina, Pedro, entre outros, e depois de Lenine e Estaline, no período comunista. Foi o caso da Geórgia, do Azerbaijão, Cazaquistão, Arménia, Turquemenistão, Uzbequistão e Moldávia.

Alguns destes países continuam às ordens de Moscovo, outros tiveram a ousadia de querer a democracia. A Geórgia pagou caro esse desejo, com o conflito da Ossétia do Sul e da Abecásia; depois foi a vez da Ucrânia com a Crimeia, em 2014, como retaliação pela destituição de um presidente que prometera a Europa mas se aliara a Putin. Também as regiões do Donbass, onde a maioria fala russo (mas muitos se sentem ucranianos) foi ocupada por mafias, rebeldes e mercenários apoiados pela Rússia. Putin não podia permitir uma Ucrânia democrática e pró-europeia.

Há quem diga, embora sem razão, de acordo com a minha perspetiva, que o Ocidente provocou Putin. Nada mais falso: a Rússia, mesmo antes de Putin, manteve o veto no Conselho de Segurança; instituiu-se uma parceria NATO-Rússia; a UE e os EUA transferiram avultadas verbas para Moscovo, que aliás passou a reunir no G-7, o clube dos ricos. Foi Putin que, não estando encurralado, mas com a frieza, maldade e impiedade que, aliás, o seu fácies e a sua postura transmite, renegou toda e qualquer transição para democracia, já nem digo da Rússia, mas dos países que a Rússia teve sob o seu domínio. Alguns destes, que conhecem bem a história da região, apressaram-se a entrar na NATO e na União Europeia, como quem se refugia de um urso perigoso. Foi caso da Estónia, Letónia e Lituânia, bem como da Polónia, da Hungria, da Roménia e da Eslováquia (entretanto separada pacificamente da República Checa). Todos estes países fizeram fronteira com a URSS. A Ucrânia, no entanto, é um grande país, estratégico sob vários aspetos, com destaque para as matérias primas e a agricultura, bem como por ter acesso ao Mar Negro e ao Mar de Azov, que lhe permite uma saída em águas quentes para o Mediterrâneo. Os ucranianos sempre quiseram estar em Bruxelas, onde estão a NATO e a União Europeia. Mas a prudência do Ocidente foi adiando essa adesão.

Ainda assim, Putin, diz que o seu país está ameaçado pela Nato e pela Europa (e alguns poucos europeus e portugueses que ‘pavlovianamente’ se habituaram a salivar sempre que toca a campainha moscovita, concordam). Invadiu o Donbass, ou seja, as autoproclamadas repúblicas secessionistas da Ucrânia, de Donetsk e Lugansk, afirmando existirem massacres contra os russófonos e russófilos (como se neste mundo se passasse algo sem ninguém dar conta); depois, não contente, atacou a Ucrânia, ameaçou Suécia e Finlândia de retaliação caso estes países entrassem na NATO e, finalmente, deu ordens para que se recorresse a armas nucleares.

Putin é um pária do mundo. Ninguém – uma só pessoa – civilizada o defende. Não é um líder que quer mostrar a sua força e determinação, é um homem sem princípios nem lei.

As lideranças ocidentais demoraram mais do que seria desejável a responder. Mas, finalmente, estão unidas no essencial da resposta.

Quando Putin cair, a Europa terá compreendido que não pode ser firme, se não estiver unida aos EUA; e os Estados Unidos compreenderão o mesmo – que a Europa é necessária por comungar os seus princípios e valores. A ação fria de Putin acabará por reforçar o Ocidente e as suas lideranças. Assim o espero.

Henrique Monteiro, Jornalista

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Descodificando o Czar

28 Fevereiro, 2022 by catarina vaz

Descodificando o Czar

A invasão da Ucrânia é uma tragédia com dono: o Presidente da Rússia. Perante o seu comportamento, sugeriu a minha colega Catarina Barosa que escrevesse um texto sobre que tipo de líder é Putin. Eis uma tentativa de resposta, com duas possibilidades, ambas já aventadas por outros, nomeadamente por Gideon Rachman no Financial Times.

Numa primeira interpretação, Putin é um decisor racional com um objetivo: corrigir o fim da URSS, que ele considera um erro trágico. Para isso não hesita em recorrer à força, violar a lei internacional e provocar um banho de sangue. Os seus argumentos falaciosos, envolvendo nazis e genocídios, são parte de uma narrativa apenas aceite pelos apaniguados do costume, supostos anti-imperialistas que vão mostrando que o seu anti-imperialismo é, afinal, seletivo. Os defensores desta teoria culpam pela invasão todos menos os invasores.

Numa segunda interpretação, Putin perdeu a noção da realidade e, imbuído de uma noção messiânica de si mesmo, interpreta o papel que o conduzirá ao encontro com a História. Esta interpretação, em inglês a teoria Vlad the Mad da diplomacia, apresenta um Putin crescentemente paranoico e rodeado por um grupo de nacionalistas radicais imbuídos de uma missão superior: a restauração do Império. Os ensaios filosóficos que o ditador russo tem produzido sugerem que esta disposição messiânica se tem vindo a acentuar.

Independentemente da teoria, se ao longo dos anos Putin foi cruzando linhas vermelhas, agora traçou mais uma: vermelha de sangue.

 

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

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