• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

Fidelidade apresenta People F1rst na Líder TV

5 Maio, 2022 by Denise Calado

A Fidelidade apresenta na Líder TV a primeira temporada de “People F1rst”, uma série de 10 conversas conduzidas por Fátima Lopes, focadas no desenvolvimento das Pessoas.  Ao longo de 10 episódios, de 20 minutos cada, vários convidados participam no podcast que aborda diversos assuntos desde novos métodos de trabalho, feedback e feedforward, aprendizagem contínua, saúde mental, bem-estar entre outros.

O desenvolvimento pessoal é, cada vez mais, uma prioridade e com estas conversas pretende-se transmitir, de forma informal e fluída, a importância das pessoas no sucesso das organizações.

Aqui fica o resumo das emissões e convidados:

  1. “A subtil arte da comunicação”, com Ana Bispo Ramires (Especialista em Psicologia do Desporto e Alta Performance)
  2. “O escritório é um lugar estranho”, com Ana Sousa (Vice-Presidente de Recursos Humanos da Farfetch)
  3. “Vivendo & Aprendendo”, com Sofia Castro Fernandes (HR Specialist Executive Coach)
  4. “Horário de trabalho: menos é mais?”, com Gonçalo Gil Mata (Consultor de Produtividade) e Isabel Moço (Professora da Universidade Europeia)
  5. “Partir a ansiedade a rir”, com Luís Filipe Borges (Comediante e Argumentista)
  6. “É possível entrar em modo de voo?”, com Maria Duarte Bello (Coach PCC e Mentor Senior)
  7. “Lição nº 7: caminhar sobre as águas”, com João Peral (Consultor/Improvisador) e Alexandre Monteiro (Decifrador de Pessoa)
  8. “Não há stress”, com Inês Veloso (Diretora de Marketing na Randstad) e Gonçalo Pereira (Founder of Centro Upaya)
  9. “O meu colega tem idade para ser meu filho”, com Jorge Fernandes (Gestor de Mediadores Fidelidade) e Ana Fontoura (Gabinete Responsabilidade Social Fidelidade)
  10. “2022, Odisseia na inteligência emocional”, com Diana Prata (Neurocientista)

 

Os 10 episódios da primeira temporada de “People F1rst” já estão disponíveis no canal MEO-165 e NOS-560, e online aqui. A segunda temporada desta série irá também ficar disponível durante este ano na Líder TV.

Mais informações em www.lidertv.pt

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Regime Jurídico dos Non-Fungible Tokens

4 Maio, 2022 by Denise Calado

Francisco Chilão Rocha, Advogado da Gómez-Acebo & Pombo (“GA_P”), acaba de lançar um livro sobre o “Regime Jurídico dos Non-Fungible Tokens”. A obra, editada pela Almedina, tem como objetivo principal prestar alguns esclarecimentos teóricos sobre um tema bastante polémico que, muito por força dos valores que são transacionados e da falta de legislação e regulamentação adequada, tem gerado um grande interesse e muita desconfiança.

Arquivado em:Livros e Revistas

Ecommerce Europe ambiciona mais abrangência no “direito a reparar”

4 Maio, 2022 by Denise Calado

A Ecommerce Europe estabelece a sua tomada de posição sobre as propostas relacionadas com o direito à reparação, afirmando que esta iniciativa, na forma como está colocada na consulta pública, não aborda totalmente a dimensão e complexidade da questão da promoção da reparação e reutilização, por se concentrar exclusivamente nas ferramentas – um “Direito de Reparação” para os consumidores -, e não nos objetivos macro da iniciativa.

O documento encoraja a Comissão Europeia a adotar um plano mais abrangente e holístico, que possa contribuir para mudanças efetivas na forma como são fabricados e comercializados os produtos na União Europeia.

O documento aponta duas recomendações primordiais:

 

  1. O desenvolvimento de um verdadeiro mercado europeu para os serviços de reparação e artigos em segunda mão, reparados, renovados ou recondicionados. A Comissão Europeia deve ter como prioridade assegurar a melhoria ao nível do design e da conceção, facilitando a reparação e o acesso a peças individuais de substituição, bem como garantir o crescimento tanto do mercado de serviços de reparação como do mercado de produtos em segunda mão e recondicionados;

 

  1. Uma transição eficaz e duradoura para a mudança de mentalidade no que toca à reparação e reutilização dos produtos. A Comissão Europeia deve concentrar-se no objetivo de promover serviços de reparação que sejam acessíveis, sustentáveis e de qualidade, de forma a promover a responsabilização ao longo de toda a cadeia de valor, em vez de se centrar apenas num único ângulo, tal como tem feito até aqui, através das políticas de garantias para o consumidor.

 

“Alcançar mudanças duradouras exigirá a responsabilização de todos os atores, bem como mudanças políticas ambiciosas. Continuamos, no entanto, a defender a máxima harmonização dos direitos do consumidor na UE para criar segurança jurídica para cidadãos e empresas, nomeadamente no mercado de segunda mão e de recondicionamento”, segundo o Position Paper on promoting sustainable consumption and repair and reuse

 A Ecommerce Europe destaca ainda a apresentação realizada a 30 de março de 2022, pela Comissão Europeia, de iniciativas legislativas centradas no Pacto Ecológico Europeu para que os produtos considerados sustentáveis se tornem num padrão de consumo. Desta forma é possível impulsionar os modelos de economia circular e capacitar os consumidores para uma transição ecológica eficiente a médio e longo prazo.

Como anunciado no Plano de Ação para a Economia Circular, a Comissão propõe novas regras para que, quase todos os bens físicos no mercado da União Europeia, se tornem ambientalmente amigáveis, mais circulares e mais energeticamente eficientes ao longo de todo o seu ciclo de vida, desde a fase de conceção até à utilização diária, reafectação e fim de vida.

É importante relembrar que, de acordo com um inquérito Eurobarómetro, 77% dos cidadãos da UE preferem reparar os seus dispositivos a substituí-los e 79% considera que os fabricantes deveriam ser juridicamente obrigados a facilitar a reparação dos dispositivos digitais ou a substituição das suas peças individuais.

 

 

Arquivado em:Opinião

Pagamento de resgate por ataques Ransomware aumentou cinco vezes

4 Maio, 2022 by Denise Calado

Um novo estudo veio revelar que em 2021 o Ransomware atingiu 66% das organizações e o pagamento médio de um resgate aumentou quase cinco vezes, para aproximadamente 760€. Cerca de 5600 responsáveis de TI de 31 países participaram no inquérito “State of Ransomware 2022”, elaborado pela Sophos, tecnológica de cibersegurança, e revelaram um aumento de 37% de incidentes e experiências de Ransomware, em comparação com 2020.

A análise veio também revelar que a proporção de organizações que pagaram resgates de valor igual ou superior 1 milhão de dólares triplicou e quase metade das organizações (46%) cujos dados foram encriptados pagou o resgate para os recuperar, mesmo dispondo de outros meios de recuperação, como os backups.

O Ransomware faz parte da família dos malwares, resultado da combinação das palavras “malicious” e “software” e considera software malicioso que pode ser perigoso para o computador, como vírus e cavalos de Troia.

Entre as principais conclusões da investigação global, considera-se ainda que em 2021, o custo médio para recuperar do ataque de ransomware mais recente foi superior a 1.3 milhões de euros. A recuperação dos danos e perturbações demorou, em média, um mês e a quase totalidade das organizações (90%) afirmou que o ataque afetou a sua capacidade de operar e 86% das vítimas do setor privado assumiu que perdeu negócios e/ou receitas em resultado do ataque.

A Sophos partilha cinco boas práticas para ajudar na defesa contra o ransomware e ciberataques:

  1. Instalar e manter proteção de alta qualidade em todos os pontos do ambiente de uma organização. Rever os controlos de segurança regularmente e certificar-se de que continuam a dar resposta às necessidades.
  2. Procurar ameaças proativamente para identificar e deter os adversários antes que estes possam executar um ataque – se a equipa não tiver o tempo ou as competências para o fazer internamente, deve considerar um especialista em Deteção e Resposta Geridas (Managed Detection and Response – MDR).
  3. Reforçar o ambiente de TI, procurando e eliminando as principais lacunas de segurança: dispositivos sem patches, máquinas desprotegidas, portas RDP abertas, etc.
  4. Preparar-se para o pior: saber o que fazer se ocorrer um ciberincidente e manter o plano de ação atualizado.
  5. Fazer backups e praticar o seu restauro para que a organização possa voltar a operar o mais rápido possível, com o mínimo de disrupção.

Leia o estudo completo aqui: The State of Ransomware 2022

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Novo projeto português permite o aproveitamento de cereais

4 Maio, 2022 by Denise Calado

O Co-CerealValue é um projeto 100% português que transforma os excedentes de cereais em novos alimentos para consumo humano e animal. Os resultados recentemente divulgados de uma investigação realizada ao longo de três anos e meio, mostram o desenvolvimento de novos produtos inovadores para a alimentação humana, ricos em fibras, proteínas e antioxidantes, e animal, a partir de subprodutos, do armazenamento e processamento de cereais.

Nesse estudo, estiveram envolvidas várias entidades num consórcio liderado pela agro-alimentar Silos de Leixões, e a Germen (moagem) em parceria com a Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica no Porto e o Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial (INEGI).

Para a alimentação humana, a partir do aproveitamento da sêmea e do gérmen, conjugados com outros subprodutos como a okara e a bolota, desenvolveram-se novos granulados que podem ser usados como cereais de pequenos almoço, barras energéticas, granola ou como ingredientes, com elevado valor nutricional. Para os animais, foram criadas pellets de armazenamento prolongado a partir do pó de cereal, a partir de conservantes naturais pelo seu elevado valor antioxidante, nomeadamente a esteva e a dreche, subproduto da indústria da cerveja.

Usando as competências na área da Indústria 4.0, o Co-CerealValue potenciou ainda o hub da Silos de Leixões, já existente, com o desenvolvimento de um smart-object capaz de fazer a medição contínua da temperatura de cereais e farinhas armazenados em grandes silos

Segundo o grupo de investigação, o défice na produção de cereais é um fator crónico em Portugal. O sector gera uma elevada quantidade de subprodutos e com a adoção destas práticas evita-se o desperdício de toneladas de resíduos que são desaproveitados ou tratados para ser canalizados para a alimentação animal. Para além disso, a sustentabilidade do modelo com base na Economia Circular é o que mais se adequa à atual conjuntura mundial, permitindo maximizar o aproveitamento dos recursos através da sua manutenção, pelo maior tempo possível, no sistema de produção e consumo.

Mais informações aqui: https://cocerealvalue.pt/

 

 

Arquivado em:Inovação, Notícias

Marketing Desportivo – o reino das paixões e experiências memoráveis

4 Maio, 2022 by Denise Calado

Pedro Dionísio é Diretor da Pós-Graduação em Gestão e Marketing do Desporto do ISCTE Executive Education. O desporto é, na sua génese, uma área que desperta paixões. Falar em marketing desportivo é analisar de que forma as marcas utilizam o desporto para comunicar os seus produtos junto dos consumidores e com isso criar laços duradouros. Em entrevista à Líder, Pedro Dionísio falou sobre a importância da estratégia e o poder do desporto, que move multidões muito para além do futebol.

Em que medida o Marketing desportivo é diferente das outras vertentes do Marketing?

Eu sou um grande apaixonado pelo desporto. O desporto é uma área muito especial, pois envolve, acima de tudo, muita emoção. Dito isto, é importante olhar para esta área de forma um pouco diferente, em relação às outras, embora tenha, evidentemente, pontos em comum. O maior objetivo de um gestor de marketing no desporto é criar a maior interação possível entre o consumidor e a marca, quer seja um clube, uma associação, um evento ou uma marca comercial. Para isso, como em tudo no marketing, é imprescindível ter o consumidor como foco principal em tudo o que se faz. Para chegar aos públicos-alvo, os meios digitais estão a ganhar importância, mas o marketing desportivo tem uma maior facilidade do que outras áreas em conseguir gerar experiências memoráveis – algo que é muito importante para a fidelização.

Quais as diferenças entre esta geração e a sua antecessora no que toca a valores e na forma como olham para o desporto e o promovem?

Ao longo das últimas décadas, tem existido um aumento significativo do conhecimento na área do marketing desportivo. Isto faz com que as novas gerações tenham ferramentas de trabalho que as mais antigas não tiveram. Para além disso, nos dias que correm também existe uma maior consciência geral relativa aos valores da sociedade em que nos inserimos, como a sustentabilidade, a saúde e a vida ativa, que acaba por trespassar para o desporto.

Num mundo atual onde se tem vindo a consciencializar sobre temas como a igualdade de género, diversidade, fair play, empatia e outras questões sociais, éticas e ambientais, como tem o desporto contribuído para essa divulgação e consciencialização?

O desporto e as instituições desportivas têm um papel muito importante na vida de milhões de pessoas, em todo o planeta. Por essa razão, tem também muito poder. E com o poder vem a responsabilidade. Cabe às instituições desportivas, nomeadamente aos seus gestores de marketing, utilizar o seu grande alcance para promover e espalhar a consciencialização relativamente aos mais diversos temas da sociedade. Temos o caso, na Premier League, relacionado com o movimento “Black Lives Matter”, em que os jogadores das 3 equipas se ajoelham, antes do jogo começar, simbolizando o apelo ao fim do racismo e à igualdade racial. A guerra da Ucrânia também nos trouxe exemplos, com os apelos à paz por parte de atletas, como foi o caso do Roman Yaremchuk, Ucraniano e jogador do Benfica.

Este tipo de ações, não só ajuda a consciencializar e a melhorar o mundo, como acaba por trazer, mesmo que a longo prazo, dividendos para as diversas instituições desportivas que as praticam.

Os portugueses estão mais conectados ao futebol do que a outras modalidades. Porquê?

O futebol é o desporto mais comercial do mundo, e o mais visto na maioria dos países a nível mundial. Nesse sentido, não é de estranhar que os portugueses estejam mais conectados ao futebol do que a outras modalidades. No entanto, é tarefa do Marketing Desportivo despoletar a atenção e o interesse para as modalidades com menos visibilidade. Muitas vezes, as pessoas apenas não assistem a outras modalidades desportivas por uma questão de desconhecimento ou inércia, e não por não gostarem.

Que mudanças houve na valorização de modalidades desportivas menos reconhecidas ou menos aderidas em Portugal?

Apesar da Constituição da República colocar no Estado a obrigação de promover o desporto, os valores monetários que são atribuídos às Federações provêm exclusivamente das apostas, e limita-se a pouco mais de 5€, por mês, por atleta, quando dividido o valor total atribuído ao desporto pelo número total de atletas. Neste contexto, não é fácil a missão das Federações.

Muitas modalidades possuem excelentes atletas que não são reconhecidos ou não têm acesso às melhores condições de treino ou equipamentos. Quais são as principais carências?

Relativamente ao reconhecimento, creio que se deve ao marketing pouco desenvolvido pelas instituições desportivas, e à falta de estratégia dos dirigentes, apesar de, como referi a cima, os budgets não ajudarem. No que toca à falta de condições, penso que é preciso, essencialmente, que uma escolha seja feita e um passo claro seja dado pelo Estado no sentido de ter ou não como objetivo a prática generalizada e a competitividade desportiva. Por muito bons que sejam os gestores, se não existirem fundos para dar as condições adequadas aos atletas, estes nunca poderão atingir o seu potencial máximo. Como em tudo na vida, é necessário ter uma estratégia a longo prazo e os meios necessários para concretizá-la.

Como podem as lideranças fomentar a prática do desporto e alavancar as modalidades em Portugal?

Considero que o desenvolvimento do desporto deverá passar, entre outros, pelos seguintes pilares de intervenção:

– Articulação entre desporto escolar e federado;

– Estruturação da oferta desportiva por concelho, de acordo com as faixas etárias, para permitir a sua prática ao longo de toda a vida;

– Campanhas de comunicação nacionais acerca dos benefícios da atividade desportiva para a saúde, física e psicológica, e para a socialização dos cidadãos;

– Informação digital atualizada entre mercado de oferta e procura da prática de modalidades e de espetáculos desportivos, por Concelho;

– Federações a trabalhar com base em orçamentos aprovados previamente pelo Instituto Português do Desporto e Juventude no ano anterior – e não em meados do próprio ano, como acontece atualmente, por estarem dependentes das projeções de verbas das apostas, que só acontecem em Março/Abril.

 

 

 

 

Arquivado em:Entrevistas, Leadership

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 237
  • Página 238
  • Página 239
  • Página 240
  • Página 241
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.