Em 2015, na Universidade norte-americana de Princeton, Mario Vargas Llosa deu um curso de Literatura e Política juntamente com Rubén Gallo. Daí resultaram, ao longo de um semestre, entusiásticos debates com um grupo de alunos, que, segundo Vargas Llosa, sabiam mais da construção da sua obra do que ele próprio. Este livro, Conversas em Princeton, organizado e prefaciado por Rubén Gallo, reúne o que de melhor ali se discutiu. Sempre com a perspetiva do autor, que revela o processo criativo na base dos seus romances; a de Rubén Gallo, que analisa os diferentes sentidos que as obras de Llosa assumiram no momento da publicação; e a dos estudantes, cujas reflexões e interrogações dão voz a milhares de leitores deste Nobel da Literatura. Conversas em Princeton oferece também digressões por outros subtemas: teorias do romance, a ameaça do terrorismo no século XXI – numa conversa em que participou o jornalista Philippe Lançon, sobrevivente do ataque ao Charlie Hebdo –, além das histórias e das muitas personagens de romances que mudaram o destino da literatura. No texto final («História e literatura»), Mario Vargas Llosa afirma: «Estou convencido de que o espírito crítico, indispensável para o funcionamento da demo[1]cracia, se forma e enriquece mais graças à literatura do que a qualquer outra disciplina».
Com tradução de Cristina Rodriguez e Artur Guerra.
de Almeida (Mercer) e Paulo Câmara (Sérvulo & Associados).
Partilhando o seu percurso profissional, Joana Garoupa, teve em consideração o reconhecimento da marca e as condições infraestruturais que eram oferecidas para a escolha do local de trabalho, até que, no ano de 2017, um sentido de propósito se juntou às suas razões, quando foi para a Galp. “A minha decisão foi claramente influenciada pelo facto de ser uma marca portuguesa, com uma grande ligação histórica e emocional a todos nós (…) tenho recordações muito felizes com o meu pai a pôr gasolina no carro”, partilhou.