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Leonor Wicke

Dezembro

2 Janeiro, 2025 by Leonor Wicke

Eis uma lista de coisas que merecem destaque este dezembro

  1. Biden indultou o filho. Também é assim que se degradam as instituições. O inglês The Times descreveu o episódio como o maior abuso de poder desde Nixon.
  2. O populismo do Chega continua a surpreender: o episódio dos cartazes na Assembleia faz lembrar uma canção de Lena D’Água: Demagogia. Parece que o Livre se juntou à festa, votando contra o aumento dos políticos. Salada de Frutas para as duas partes desta curiosa aliança. As linhas vermelhas para uns são verdes para outros. Toda esta discussão é demagógica. Queremos bons políticos? Paguemos-lhes bem.
  3. Bashar caiu: um homem mau, amigo de outros homens maus. Apesar de tudo o que fez, ninguém lhe chamou genocida. Um documentário, Síria Secreta, que passou na CNN mostra a natureza da criatura e do regime.
  4. Na Índia, 100 mil cidadãos do estado de Chhattisgarh estão proibidos de celebrar o Natal. O Governo local obriga-os aliás a mudar de fé. Assim vai o mundo em 2024.
  5. A realidade é tramada: as consequências de escolhas políticas na educação ficaram à vista, com um novo estudo da OCDE. Na educação a melhor ideologia é o pragmatismo: fazer aquilo que funciona e não o que gostaríamos que funcionasse. Saber português e matemática e o resto não deviam ser terreno de ideólogos.
  6. A reforma das freguesias aprovou, leio, a desagregação de 124 uniões de freguesias que vão originar 274 novas juntas. Reforma descentralizadora ou 274 novas oportunidades para outras tantas pessoas poderem dizer que elas é que são o presidente da Junta? Não tenho a certeza, mas tenho suspeitas.
  7. Lily Phillips, modelo do Only Fans, “transou” com 101 homens em 24 horas. Como fazer sentido desta, digamos, ideia?
  8. Na bola, o túnel do Estádio do FC Porto continua agitado. Os atores são novos, o túnel é o mesmo.
  9. Um avião comercial terá sido abatido por um míssil russo: outro filme que já tínhamos visto.
  10. Este dezembro dediquei-me a uma biografia: Napoleão, o grande, de Andrew Roberts (Dom Quixote). Colossais – biografia e biografado.
  11. A propósito de demagogia e Salada de Frutas: regressou Lena d’Água. Ainda na música assinale-se grande novo álbum de Michael Kiwanuka. E a descoberta da sensacional Zaho de Sagazan. O que mais ouvi no Spotify este ano: Heartworms.
  12. Um bom filme: Conclave.

 

E agora feliz 2025. Com a LÍDER.

 

Para registo seguem-se as escolhas de 2024 deste vosso plumitivo. Hoje: melhores álbuns

  1. Nick Cave
  2. Zaho de Sagazan
  3. The Cure
  4. Fontaines DC
  5. Michael Kiwanuka
  6. Beth Gibbons
  7. JP Simões
  8. Underworld
  9. Samuel Úria
  10. Richard Thompson

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Transcender o materialismo espiritual

30 Dezembro, 2024 by Leonor Wicke

No meio da correria diária que muitos de nós enfrentamos, o silêncio revela-se como uma promessa de paz, um refúgio das tensões quotidianas e uma oportunidade de reconexão consigo mesmo.  Fundamental na tradição budista, o silêncio manifesta-se através da prática meditativa diária ou em retiros, mais curtos ou prolongados. 

Antes mesmo de alcançar a iluminação sob uma figueira em Bodhgaya, Siddhartha meditou sob outra árvore por seis longos anos. Seguindo uma disciplina austera, ingeria apenas algumas gotas de água e grãos de arroz por dia, deixou de se lavar e de cortar o cabelo e as unhas. Naturalmente, a sua pele ficou emaciada e o seu corpo fraco. No entanto, após anos nesse caminho extremo, percebeu tratar-se de uma armadilha tão perigosa quanto a vida de luxo que, tendo nascido príncipe numa família real, poderosa e abastada, levara até decidir abandonar o palácio em Kapilavasthu.  

Na história da tradição budista, diz-se que o verdadeiro retiro só termina quando voltamos às nossas rotinas. A verdadeira aprendizagem começa ao retornarmos ao mundo exterior e à nossa vida habitual. O retiro é visto como um contexto favorável, mas temporário. Assim, nesta tradição, a prática espiritual está intrinsecamente ligada à interação com o mundo.  

A palavra meditação traduz imprecisamente o termo sânscrito bhavana, que significa cultura ou desenvolvimento, referindo-se assim à cultura da mente ou ao desenvolvimento da mente. A prática da meditação permite acalmar o turbilhão da nossa mente saltitante, a falta de controlo sobre os nossos próprios pensamentos.  

No shamata (permanecer na paz), uma técnica de meditação anterior ao próprio Buda, procuramos desenvolver a concentração da mente; a mente permanece focada no objeto de concentração (por exemplo, a respiração). É a base de todas as práticas de meditação e leva ao acalmar dos pensamentos discursivos e das emoções negativas.  

Por outro lado, no vipassana (visão superior), uma abordagem essencialmente budista, procuramos cultivar uma perceção clara da verdadeira natureza dos fenómenos; vipassana é, portanto, um método analítico fundamentado na atenção plena e na observação consciente que transcende o auto-centramento no eu. 

A prática da meditação pode ser vista como uma preparação para lidar com as situações do dia-a-dia. Deste modo, a meditação não é uma fuga do mundo real. Pelo contrário, é um convite para enfrentar as situações com que nos deparamos com a clareza de um olhar não auto-centrado e por isso imparcial e completo. 

Na tradição budista, desenvolver este modo de olhar implica compreender quatro princípios fundamentais: 

O sofrimento – todas as situações da nossa vida envolvem sofrimento, em formas óbvias ou subtis, pois todos os fenómenos são por natureza compostos e impermanentes; 

A causa do sofrimento – a ignorância sobre a natureza do ‘eu’ e dos fenómenos; 

O fim do sofrimento – os nossos obscurecimentos são temporários e podem ser ultrapassados levando à cessação do sofrimento; 

O caminho para o fim do sofrimento – desenvolvendo sabedoria, isto é, compreendendo a que os fenómenos são o resultado de causas e condições impermanentes, podemos trilhar o caminho em direção à iluminação e à libertação do sofrimento. 

Voltando ao exemplo de Buda, então ainda Siddharta, o príncipe em renúncia, intuímos que para alcançar progresso espiritual e o fim do sofrimento não basta simplesmente adotar um estilo de vida idealizado, apropriarmo-nos de “caminhos espirituais”, supostamente “propícios” ao ”avanço espiritual”, adotando-os como uma forma de materialismo espiritual. O desafio é manter a continuidade nas nossas experiências diárias, entregarmo-nos plenamente a elas, desenvolvendo sabedoria e vivendo eticamente – isto é cultivando, para além da sabedoria, a generosidade, a disciplina, a paciência, a diligência e a concentração.  

A nossa atividade profissional torna-se, assim, parte integrante da prática espiritual e não apenas mais um desafio diário que temos de “suportar”. Ao levar-nos a relacionar física e emocionalmente com objetos e pessoas à nossa volta, o trabalho possui um significado espiritual intrínseco. Desenvolver esta sabedoria é, bem entendido, o desafio de uma vida. 

 

Textos de Referência 

Dzongsar Jamyang KHYENTSE (2008), What makes you not a Buddhist, Shambala, Boston and London. 

Chögyam TRUNGPA (2011), Work, Sex, Money. Real Life on the Path of Mindfulness, Shambala, Boulder. 

Shechen RABJAM (2023), O Buda que Há em Ti. Ensinamentos sobre a Grande Panaceira que Derrota a Fixação ao Eu de Shechen Gyaltsap, Padmakara, Lisboa. 

Walpola Sri RAHULA (2014), What the Buddha Taught, One World, Oxford. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 28 da revista Líder, sob o tema Silêncio. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Motores de Progresso

30 Dezembro, 2024 by Leonor Wicke

Fazendo parte de uma geração jovem que integra um Portugal e um Mundo com desafios como a crise no acesso à habitação, a dificuldade na criação e melhoria de uma vida digna e independente, a aceleração das alterações climáticas e a extrema polarização política, não nos faltam “opções por onde escolher”.

Não devemos esquecer que o mundo, como um todo, é objectivamente um lugar melhor do que alguma vez foi, como largamente descrito por Hans Rosling no seu bestseller “Factfulness”. No entanto, isto  não invalida a urgência das causas que mencionei. O progresso que fizemos deve servir-nos como inspiração para o que ainda é possível fazer.

Faço então a “batota” de escolher a que acredito ter um efeito positivo sobre todas as outras: a educação. A educação no seu sentido mais abrangente, não contida a uma sala de aula, mas potenciando a criação de uma geração com três características basilares: a proatividade, a capacidade e a oportunidade.

Cidadãos que querem saber (proativos), com capacidade de construir novas e melhores opções e a quem é dada a oportunidade de ter um lugar à mesa são o começo do progresso em todas as outras causas. Têm um efeito multiplicador,  porque são o motor do progresso e mudança.

Proatividade – é urgente vencer a indiferença e, acima de tudo, a resignação proveniente de uma sensação de impotência. Mesmo como jovens podemos fazer a diferença nas nossas empresas, instituições e governos. Podemos questionar, sugerir, e fazer. A liderança não é contida ao cargo mais sénior nem à estadia mais longa na organização; começa em todos aqueles que se movem a si e aos outros. E o melhor de tudo é que é contagiante, a melhor forma de criarmos mudança é começarmos nós mesmos.

Capacidade – não apenas aquela que se ganha nos manuais, mas o pensamento crítico, a inovação e a criatividade que caracterizam aquela “espécie rara” dos líderes. Acredito que o melhor veículo para adquirir estas capacidades é começar algo. É tentar, falhar, tentar de novo. Não precisa de ser grandioso.  Basta um projecto local, uma banca de bolachas, um concerto para os amigos. O importante é saber que “não havia algo” e agora “existe” pelas nossas mãos, pelo nosso esforço, e reflectir sobre as capacidades que usámos para o fazer acontecer. A banca rapidamente se torna num negócio, a conversa num projecto. Portanto, vamos aplaudir e apoiar  as “falhas”; as nossas, e as dos outros. Dos pequenos e dos “grandes”.

Por último, criar oportunidades. E nem precisam de ser fáceis, afinal de contas, já estaremos a contar com cidadãos ativos e capazes. Mas que permitam a todos, independentemente da sua origem, aspecto e convicções fazer parte da construção do futuro. As melhores ideias e execuções não vão estar num sítio apenas, mas espalhadas pela diversidade que temos. Compete-nos, não apenas por inclinações morais (embora também), mas pelo nosso próprio bem, fazer isto. Sempre que passarmos por uma porta, podemos deixá-la “aberta para o próximo”; sempre que abrirmos uma vaga, pensar duas vezes sobre todos os perfis que podiam enriquecer a conversa.

Gostaria de acabar com um apelo optimista: os desafios que enfrentamos são grandes mas são em muito ultrapassados pela nossa capacidade; e a mudança começa na nossa próxima pequena ação.

 

BIO

O Gil lidera Produto na Unbabel – uma scale-up portuguesa que já levantou mais de $100M em investimento e que está a utilizar inteligência artificial para resolver o problema da língua e tradução. Como líder de produto é responsável pela estratégia, visão e por liderar toda a equipa de gestores e designers de produto.

Com graus em Engenharia Aeroespacial e Engenharia & Gestão Industrial foi ativo no associativismo jovem enquanto estudante no Instituto Superior Técnico (IST). Foi presidente da JUNITEC – Júnior Empresa do IST – e co-fundou o TecStorm, a maior competição tecnológica universitária do país que agora decorre anualmente na Fundação Champalimaud.

 

Entusiasmado por tecnologia e pessoas é um firme crente que a educação pode e deve ser utilizado como motor para crescimento económico e social

 

Este artigo faz parte do Repto ‘Quais são as tuas causas?’, lançado aos jovens da Comunidade Global Shapers.

 

Leia todos os artigos aqui:

Um Caminho para a Dignidade

Educação como Elevador Social

A Voz do Silêncio: o jornalismo como ferramenta de mudança

Outra vez a (des)igualdade

Desenvolvimento sustentável: Uma visão de longo prazo

A interseção entre prevenir, cuidar e integrar

Poliglota de curiosidade

A sorte de questionar

 

Arquivado em:Liderança, Notícias

Leading Books: as recomendações da equipa Líder

30 Dezembro, 2024 by Leonor Wicke

Conheça a seleção de livros da redação da Revista Líder.

Boas leituras!

 

El-Rei Eclipse – Biografia de D. João V, Pedro Sena-Lino

Contraponto

Segundo José Eduardo Franco, prefaciador da obra, este é «um livro fascinante, que nos conduz às entranhas do reinado mais espetacular da história da monarquia portuguesa». Ancorando-se nas cartas pessoais do rei, em correspondência diplomática, em jornais de época e em narrativas de viajantes, Pedro Sena-Lino constrói uma biografia reveladora de D. João V, um fantasma do despesismo, do escândalo, dos excessos, das turbulências, do sexo, do luxo e da pompa barroca.

 

A Vida de Leonardo, Carlo Vecce

Casa das Letras

Considerada a ‘biografia definitiva’, Carlo Vecce escreve este livro com base em investigação recente e atualizada, constituindo-se como o primeiro relato da vida do génio, traçado quase dia a dia. O autor acrescenta a voz do próprio Leonardo da Vinci, feita de palavras e imagens. Na escrita diária de milhares de páginas em cadernos, cadernetas, folhas soltas e desenhos, esboços, gráficos e em algumas pinturas. Espólio de uma das maiores das invenções de Leonardo, uma forma de comunicação global, extraordinária na sua modernidade.

 

Cultura: Uma nova história do mundo, Martin Puchner

Temas e Debates

Nesta obra, o autor, professor e intelectual, conduz-nos num périplo por momentos fulcrais da História do mundo, numa introdução global às artes e humanidades. Da cidade perdida de Nefertiti às peças teatrais de Wole Soyinka; dos teatros da Grécia antiga aos diários de viagem chineses e às bibliotecas árabes e astecas, Martin Puchner conta a história das realizações humanas através das perdas e redescobertas, jogadas de poder e viagens heróicas, inovações, imitações e apropriações. Cultura é um arquivo das encruzilhadas mais marcantes da Humanidade e um guia para o nosso futuro enquanto espécie criativa.

 

Este artigo foi publicado na edição nº 28 da revista Líder, sob o tema Silêncio. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Leadership, Livros e Revistas

Abrir caminho para a igualdade de género: o papel das empresas

30 Dezembro, 2024 by Leonor Wicke

Ser expatriado é equivalente a descoberta – de nós mesmos, de uma nova cultura, de novas pessoas, de novas formas de trabalhar e de pensar. E é a possibilidade de aprender com a história do país que nos acolhe. Em 2024, celebrou-se em Portugal o 50.º aniversário do 25 de abril, uma data muito simbólica para os portugueses e que foi crucial para abrir caminho para que as mulheres tivessem voz ativa e ganhassem autonomia.  

Em Portugal, uma mulher ainda ganha menos 13% do que um homem nas mesmas funções – um valor que está em linha com o fosso salarial médio observado na União Europeia. E mesmo quando ascendem a cargos de liderança (e fazem-no ainda muito menos do que os homens), as mulheres tendem a ganhar menos do que os colegas masculinos. 

Quando me mudei da Alemanha para Portugal, há quase dois anos, para liderar a área de Pessoas e Cultura da Tabaqueira, subsidiária da Philip Morris International (PMI), enfrentei uma realidade e cultura diferentes. Sabia que estava a entrar numa empresa histórica – pelo seu legado, quase a celebrar o seu centenário, pela relevância exportadora e económica da sua operação. Mas o que senti principalmente foi uma visão de futuro, a capacidade de avançar com uma agilidade sem precedentes e uma paixão pelo negócio e uns pelos outros, independentemente do género. O que é uma expressão disso? Hoje, a nível de mercado, a Tabaqueira tem quase metade dos cargos de gestão ocupados por mulheres. Este feito foi alcançado três anos antes de a PMI anunciar, em 2022, que havia atingido a meta global de 40% de mulheres em cargos de gestão. A Tabaqueira foi reconhecida como um estudo de caso dentro do grupo, tendo praticamente eliminado a diferença de género nas funções de gestão. Além disso, a Tabaqueira foi a primeira empresa em Portugal a obter a certificação em Igualdade Salarial pela Fundação EQUAL PAY. Esta certificação assegura que mulheres e homens nas mesmas funções recebem exatamente o mesmo, reforçando o compromisso da empresa com a equidade. 

Conseguimo-lo incorporando em todas as nossas práticas de gestão de pessoas – desde o recrutamento à aprendizagem e desenvolvimento de talentos – uma mentalidade que valoriza as diferenças e promove a igualdade, sabendo que é assim que a inovação é cultivada. Este quadro inclusivo é particularmente importante porque, desde 2017, duplicámos o número dos nossos trabalhadores (para agora 1.500) e contratámos uma variedade de perfis nas nossas funções. Quase metade da nossa população tem menos de 35 anos e, à medida que o negócio da Tabaqueira se transforma a par da expansão dos nossos centros de excelência, desafiamo-nos a ser progressistas.  

Os Centros de Excelência prestam serviços de elevado valor a nível global e exigem, por isso, talento especificamente qualificado, nomeadamente nas áreas de STEM (Ciência, Tecnologias, Engenharia e Matemática) para o nosso IT Hub. Nesta área de cerca de 200 engenheiros que desenvolvem software para toda a cadeia de valor da PMI, temos uma responsabilidade social, pois apenas 20% dos nossos cargos de liderança são ocupados por mulheres. Atrair mulheres para as profissões de Ciência e Tecnologia é um caminho que ainda precisa ser desenvolvido pelas empresas em conjunto com o crescente número de estudantes universitários.  

Combater esta disparidade de género nas TI implica, em primeiro lugar, partilhar as histórias de exemplos a seguir daqueles que fizeram diferente. Tanto internamente, com as histórias de carreira das nossas pessoas, como de referências externas. Recentemente, o grupo de trabalhadores WIN da Tabaqueira, que tem como missão ajudar a Tabaqueira a ser uma empresa de excelência para todas as Mulheres, reuniu-se novamente para um evento para discussão e partilha que contou como convidada especial com Isabel Neto, cientista na área da robótica, que partilhou o seu percurso e os resultados do seu recente trabalho de investigação.  

Nas mãos da Tabaqueira, das suas pessoas, mais uma vez, está a ambição de avançar, abrir caminhos e inspirar-nos uns aos outros em percursos pouco explorados. Porque o nosso propósito – criar um mundo melhor e sem fumo – não se limita à transformação dos nossos produtos. Implica colocar a sustentabilidade no centro de todas as nossas práticas diárias, reconhecendo que cabe a nós, como organizações, combater as desigualdades. 

 

Esta opinião foi publicada na edição nº 28 da revista Líder, sob o tema Silêncio. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

Saiba onde pode passar um réveillon ao estilo James Bond

27 Dezembro, 2024 by Leonor Wicke

Para dar as boas-vindas a 2025, o SUD Lisboa Terrazza preparou a celebração do réveillon inspirado no mundo do agente secreto 007. Com a temática ‘SUD Royale NYE – A Night with Bond’, a noite promete uma celebração ideal para quem deseja entrar no novo ano com glamour e estilo, onde apenas o dress code de black tie permite a entrada.

Neste ano, que marca os 60 anos do clássico Goldfinger, este programa de passagem de ano oferece um ambiente de entretenimento cinematográfico, com uma vista sobre o Rio Tejo e a Ponte 25 de Abril.

Com um menu assinado pelo Chef Executivo Patrick Lefeuvre, o ‘SUD Royale’ promete trazer pratos especiais que o vão levar numa viagem gastronómica, remetendo ao universo sofisticado Bond. Os convidados serão recebidos por um cocktail de boas-vindas “Shaken, not Stirred!” e o destaque vai para os pratos Katsu Wagyu Tártaro e Caviar Imperiale, Terrine de Foie Gras, Carpaccio de Vieira Defumado, Trufa Preta e Espuma de Champanhe, e o Wellington de Vitela. A refeição será harmonizada com vinhos selecionados Divai.

O entretenimento ao vivo completa a experiência, com performances musicais temáticas e surpresas que remetem ao estilo 007. Após a meia-noite, a celebração continua com um DJ set especial, transformando o espaço numa pista para dançar até as primeiras horas de 2025.

Com um serviço de open bar a partir da meia-noite, os convidados poderão brindar à chegada de 2025 com champanhe, cocktails exclusivos e uma variedade de bebidas premium. Adicionalmente, o SUD Pool Lounge oferece mesas redondas para grupos, com vista direta para o Rio Tejo.

Consulte todas as informações aqui.

 

Inaugurado em julho de 2017, o SUD Lisboa pretende oferecer formas de vivenciar a essência da capital com o Rio Tejo como pano de fundo. O projeto desenvolve-se em três vertentes distintas: o SUD Lisboa Terrazza, o SUD Pool Lounge e o SUD Lisboa Hall.

Arquivado em:Artigos, Leading Life

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