O mundo mudou, muito rapidamente. Ainda não temos liderança artificial de pessoas, mas já temos um mundo de inteligência artificial. O ChatGPT é a face mais visível mas muitas outras ferramentas digitais estão a emergir. Inclusive uma exclusivamente em português, a “Albertina”. E está a mudar rapidamente a forma como as organizações e as pessoas funcionam.
Mas num mundo V.U.C.A. há algo que começa a tornar-se imperioso: a importância e sensibilidade da liderança situacional das pessoas, que precisam de ser lideradas e integradas.
A adaptabilidade humana e o pensamento criativo são fatores cruciais que não podem ser totalmente substituídos por máquinas e, portanto, a liderança efetiva das pessoas é necessária para aproveitar essas “soft skills”. Mas isso implica que a liderança situacional também tem de evoluir e tornar-se integrativa. Envolve a capacidade de um líder de adaptar o seu estilo de gestão à situação com que é confrontado assim como às capacidades e às necessidades das pessoas que lidera.
Num mundo de IA, isso significa entender os pontos fortes e as limitações de máquinas e humanos, aproveitando para alcançar os melhores resultados possíveis. Integrando-as na sua diversidade e aproveitando as qualidades únicas de cada um, incluindo o conhecimento individual do uso e potencial da tecnologia, para atingir objetivos comuns. Os líderes situacionais eficazes não podem ser substituídos, pois a sua intuição e engenho para construir e liderar equipas diversas não pode ser automatizada.
Precisamos da inteligência humana, pelo menos ainda. Só assim podemos criar uma cultura de aprendizagem e inovação contínua que incentiva a experimentação, a criatividade e a solução de problemas. Mas sem dúvida que a IA vai trazer muitos benefícios para o local de trabalho, inclusive substituir algumas profissões que existem hoje e que (na totalidade ou parcialmente) irão desaparecer. No entanto o engenho e a intuição da liderança humana continuará a ser essencial para o sucesso das organizações, para que ninguém que queira, “fique para trás”.
Julgo que as profissões cujos processos estejam bem definidos e assentes em regras claras e repetitivas, serão substituídas rapidamente.
Como na revolução industrial. Mas há uma tarefa que se vai manter mesmo nestas profissões : a confirmação de que não existe erro na decisão da IA. Precisamos da intuição humana para sentir o “smell of the place” num mundo de “soft” e não “hard” skills.
Trata-se da quarta revolução industrial, em que o avanço tecnológico permite a uma máquina compreender, agir e aprender com níveis de inteligência semelhantes aos humanos. Já permite tomar decisões independentes, apoiadas em biliões de gigabytes de dados digitais, e reproduzir (ou simular) competências humanas como o raciocínio, a aprendizagem e o planeamento. Tem até capacidade de adaptar o seu desempenho, compreender o meio ambiente que rodeia e permite resolver problemas, simula cenários e dá opções de respostas.
Já não serve apenas para dar insights assentes no processamento de dados. Pode apresentar melhorias de eficiência, redução de custos e experiências únicas. Para isso pode apoiar o líder a analisar dados, transformá-los em informação e fazer previsões sobre tendências e padrões futuros no sector. Pode inclusive identificar novas oportunidades de produtos, serviços e modelos de negócio, automatizar tarefas repetitivas permitindo focar o tempo do líder em funções estratégicas, ajudar a tomar decisões mais rápidas e eficientes, ser multitasking e reduzir a probabilidade do erro.
Mas também tem riscos associados a vieses de algoritmos que repetem erros, a ameaça potencial de superinteligência difícil de controlar, de eliminar profissões e de criar uma sociedade “preguiçosa”!
Mas estes riscos e inúmeras vantagens não podem substituir (ainda) o ser humano pois falta o fator emocional fundamental para enfrentar um mundo V.U.C.A.! Importante será ter uma abordagem ética e responsável ao desenvolvimento da tecnologia de IA. Só assim integraremos liderança emocional e inteligência artificial!
Parte deste texto foi elaborado utilizando o ChatGPT.
Mas só parte, o resto é a visão do tema e criatividade do autor.
