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Rita Saldanha

O Impacto Positivo do Coaching: Profissional e Ético

28 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

Num Mundo onde a mudança é a única constante, o Coaching profissional e ético emerge como uma bússola essencial para líderes e organizações. A International Coaching Federation (ICF) considera o Coaching parte integrante de uma sociedade próspera, definindo-o como a construção de uma parceria com clientes num processo estimulante e criativo que os inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional. Integrando práticas que promovem o desenvolvimento humano e organizacional, o Coaching revela-se não apenas uma ferramenta de crescimento, mas um pilar de liderança sustentável.

Com mais de 58 000 membros e 143 capítulos globalmente, a ICF reflete o compromisso com a excelência. Através da acreditação dos seus membros e entidades formativas, ao abrigo de um Código de Ética robusto e de um modelo de competências essenciais, assegura que cada membro reflita os mais elevados padrões de qualidade e ética profissional, cruciais na construção da relação de confiança com clientes, na comunicação eficaz e na ativação da aprendizagem e do crescimento.

Estudos recentes* com mais de 30 mil respondentes em 150 países, demonstram o impacto positivo do Coaching: 86% dos clientes de Coaching consideram-se satisfeitos ou muito satisfeitos com o impacto dos processos de Coaching, reportando melhorias na autoestima e autoconfiança, comunicação, bem-estar, produtividade, desempenho individual e de equipa, estratégias de gestão, oportunidades de carreira e onboarding.

A liderança sustentável reflete práticas de gestão responsáveis, inovação e resiliência, e líderes conscientes dos impactos a longo prazo das suas decisões. O Coaching serve como catalisador neste processo, facilitando o desenvolvimento das competências, valores e consciência necessários para gerir as organizações impactando positivamente todos os stakeholders, incluindo a sociedade e o meio ambiente.

O Chapter ICF Portugal, representante oficial da ICF, serve a comunidade local de profissionais de Coaching que valorizam e praticam a ética e o rigor. A ICF Portugal desenvolve projetos de Coaching solidário, onde Coaches fornecem serviços pro bono com impacto positivo nas vidas e carreiras de indivíduos, e, por extensão, nas famílias e nas organizações – efeito multiplicador que testemunha o poder do Coaching no indivíduo e na sociedade.

Graças a voluntários dedicados, a ICF Portugal organiza dois grandes eventos anuais abertos a coaches e a Empresas: a Semana Internacional do Coaching (ICW), em maio, e a Conferência Anual em novembro. Fica o convite para participar na Conferência Anual nos próximos dias 20 e 21 de novembro e conhecer o poder e impacto do Coaching profissional e ético em primeira mão!

*fonte: www.coachingfederation.org

 

Este artigo faz parte da edição de outono da revista Líder, com o tema Humanity is Calling – Be Silent, Decide with Truth. Subscreva a Líder aqui.

Arquivado em:Notícias, Opinião

Faça da tensão uma aliada, não uma doença

28 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

Aviso prévio ao leitor: o título é controverso, mas este artigo contém estratégias práticas – comprovadas por uma experiência de 20 anos no mercado das soluções de formação e de desenvolvimento da resiliência de líderes e equipas de sucesso – pensadas à medida dos fortes desafios emocionais do ambiente laboral ao longo das gerações. Descubra quem é a Blended Training Services e quais as técnicas infalíveis que temos para transformar a sua alta tensão no dia-a-dia num combustível de produtividade.

Nos dias que correm, a tensão e o stress são companheiros quase inevitáveis da vida pessoal e profissional. A constante pressão para atingir metas, a adaptação ao trabalho híbrido e os desafios emocionais enfrentados nas interações diárias podem transformar qualquer ambiente num palco de ansiedade e frustração. Porém, o que pouco se fala é que a tensão, quando gerida corretamente, pode ser um poderoso aliado no crescimento pessoal e profissional. A técnica está em aprender a transformá-la, antes que ela nos transforme em pessoas doentes.

Acontece que a linha entre a tensão saudável, que nos impulsiona, e o stress crónico, que nos paralisa, é muito ténue. O stress ocasional pode ser um fator positivo: mantém-nos alerta, desafiados e focados nos objetivos. Contudo, quando se torna persistente, pode levar a estados de esgotamento e até a doenças, como a depressão e o burnout. Tudo se resume à forma como interpretamos e gerimos a tensão.

Transformar a tensão em algo positivo exige, antes de mais, uma mentalidade adaptativa. A resiliência é uma das competências mais valorizadas no mundo de trabalho atual. A capacidade de olhar para os desafios como oportunidades de crescimento, em vez de ameaças, permite-nos lidar com a adversidade de forma construtiva. Isso passa por abandonar o viés da negatividade, uma tendência natural do ser humano em focar-se mais nos problemas do que nas soluções.

Ao contrário da crença popular, o stress não precisa de ser eliminado, mas sim canalizado de forma positiva através de uma abordagem prática e adaptativa para ajudar as pessoas a reenquadrarem os seus desafios diários.

O conceito de psicologia positiva, muito explorado no campo da formação e do desenvolvimento pela Blended Training Services, trabalha a ideia de que investir no bem-estar emocional, não só aumenta a satisfação e produtividade, como também promove uma cultura de trabalho saudável e colaborativa. Por essa razão, propomos a implementação das seguintes 6 práticas para transformar a tensão numa aliada:

  1. Desenvolver resiliência emocional. Encare os desafios como oportunidades de crescimento pessoal e profissional;
  2. Promover uma mentalidade positiva. Foque-se nas soluções e evite cair no viés da negatividade ao ficar bloqueado nos problemas;
  3. Adotar práticas de bem-estar no local de trabalho. Incentive pausas para desintoxicação digital e momentos de descontração;
  4. Apostar na comunicação aberta e escuta ativa. Crie um ambiente onde todos se sintam à vontade para partilhar as suas preocupações;
  5. Implementar técnicas de mindfulness e meditação. Procure dedicar-se a estas atividades para se recentrar e reduzir o impacto da tensão no seu dia-a-dia;
  6. Desenvolver competências em gestão de conflitos. Aposte em programas de formação que reforcem a empatia e a inteligência emocional para lidar melhor com a interação interpessoal e prevenir o burnout.

Reconhecer que um ambiente laboral saudável vai além das condições físicas é crucial, daí ser fulcral que as empresas entendam que apostar em programas de formação à medida, em geral, e promover a saúde mental dos seus colaboradores, em particular, é um investimento (até para a sua vida pessoal) e não um custo.

Em suma, nas suas soluções de formação personalizadas, a Blended pratica a ideia de que a tensão não precisa de ser vista como inimiga. Ao aprender a trabalhar com ela, em vez de a combater, podemos desbloquear um enorme potencial de crescimento pessoal e profissional. O segredo está na forma como respondemos a essa pressão, e não na pressão em si. Quando canalizada corretamente, a tensão pode ser o catalisador para uma mentalidade mais positiva, uma equipa mais unida e um futuro mais promissor

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Recursos Humanos 2025 e mais além: quais os caminhos?

25 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

Em 2025, o principal desafio para as empresas portuguesas continua a ser a retenção e recrutamento de talento e proporcionar um ambiente de trabalho positivo e inclusivo, é das principais soluções para a maioria dos empregadores. Quanto à Sustentabilidade e ao ESG, apenas um terço das organizações está a integrar a temática na sua estratégia.

Estas são parte das principais conclusões do Barómetro RH 2024, realizado pelo Kaizen Institute em parceria com a Hays Portugal, um estudo que inquiriu cerca de 150 diretores de Recursos Humanos de grandes e médias empresas nacionais.

O relatório revela ainda que 41% dos inquiridos consideram a capacitação de colaboradores em novas tecnologias, como IA e Analytics, uma estratégia-chave.

 

Re-skilling e Onboarding

Para enfrentar os próximos desafios, as empresas têm adotado várias medidas para atrair novos talentos. Entre elas, 50% dos inquiridos destacam o recrutamento interno e as promoções entre diferentes áreas e funções, sem esquecer a implementação de programas de estágio ou trainees. Pacotes salariais e benefícios competitivos continuam a desempenhar um papel fundamental neste esforço.

Por outro lado, ao investir no desenvolvimento contínuo dos colaboradores, as organizações não só aumentam a produtividade e a satisfação dos funcionários, como também reduzem o risco de lacunas de competências, especialmente face às mudanças no mercado ou à introdução de novas tecnologias. Para responder a esta necessidade, 56% dos empregadores revelam apostar em programas de onboarding personalizados para cada colaborador, enquanto 46% optam por atribuir um mentor para acompanhamento durante o período inicial. Em relação à requalificação (re-skilling) e formação contínua, metade dos inquiridos afirma recorrer à formação externa, enquanto 61% indica possuir um plano interno de desenvolvimento contínuo.

 

Implementação de uma estratégia ESG

Embora a implementação de políticas de ESG seja cada vez mais reconhecida como um fator de criação de valor crucial para a estratégia corporativa, 36% das empresas ainda se encontram num estágio básico de maturidade em termos de práticas de sustentabilidade e ESG.

Além disso, 8% dos inquiridos indicam possuir apenas algumas iniciativas de ESG e um relatório de sustentabilidade, mas sem uma plena integração dessas práticas na estratégia global da empresa. Estes dados revelam que a maioria das organizações ainda está nos estágios iniciais da implementação de práticas sustentáveis, focando-se no cumprimento de requisitos mínimos ou em iniciativas pontuais, sem uma incorporação completa na estratégia corporativa. Apenas uma minoria tem práticas consolidadas e relatórios de sustentabilidade bem estruturados.

Ainda no campo do ESG, a área de Recursos Humanos deve ser uma parceira chave na promoção de uma cultura organizacional que valorize e implemente práticas ESG de forma estratégica e abrangente. Os dados revelam que o papel do departamento de RH na implementação de práticas de sustentabilidade varia significativamente entre organizações.

 

A tecnologia ao serviço dos Recursos Humanos

Tecnologias emergentes, como a inteligência artificial, estão a transformar o panorama dos Recursos Humanos, mas trazem também novos desafios, como a incerteza entre os colaboradores e a necessidade de equilibrar eficiência com uma produtividade sustentável. Neste contexto, 51% dos inquiridos indicam que as restrições orçamentais e os custos de implementação são uma das principais barreiras na implementação de processos de transformação digital, enquanto 34% menciona a resistência natural à mudança.

A integração entre humanos e tecnologia está a impulsionar a otimização das operações e a melhorar a experiência dos colaboradores. Este equilíbrio é crucial para enfrentar os desafios do mercado de trabalho atual, onde as inovações tecnológicas estão a moldar o futuro da gestão de pessoas. Entre as tendências mais impactantes, destacam-se as tarefas assistidas por IA e automação para 70% dos inquiridos e o uso de Machine Learning e algoritmos (de acordo com 34%) para prever, analisar e melhorar os dados, permitindo uma tomada de decisões mais informada e personalizada, que contribui para aumentar a produtividade e a performance dos colaboradores.

 

Faz todo o sentido os empregadores continuarem a investir em estratégias de retenção de talento, com mais e melhores benefícios, uma boa oferta salarial, um bom plano de carreira e de formação, etc. No entanto, insistir apenas em reter quem já está na empresa acaba por prejudicar o crescimento de um negócio. Uma estrutura estagnada traz alguma “tranquilidade” temporária para os departamentos de Recursos Humanos, sim, mas é também um presente envenenado para o futuro das organizações. A verdade é que, para crescer é preciso algum nível de disrupção, e essa disrupção implica novas ideias, novos planos e novas pessoas que venham agitar um pouco a nossa zona de conforto. Até porque, uma das coisas mais perigosas que pode acontecer a um negócio é ficar “preso” na zona de conforto

Matilde Moreira, Strategic Accounts Director da Hays Portugal

 

 

 

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Estas são as empresas com melhor reputação em Portugal em 2024

25 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

Grupo Nabeiro (Delta Cafés), Sonae, EDP, IKEA e Jerónimo Martins são as empresas com melhor reputação em Portugal em 2024. No ranking de Líderes, Rui Miguel Nabeiro (Delta Cafés) mantém a primeira posição pelo 4º ano consecutivo, seguido por Cláudia Azevedo (Sonae), Paulo Macedo (Caixa Geral de Depósitos), Pedro Soares dos Santos (Jerónimo Martins), Paula Amorim (GALP) e Miguel Stilwell d’Andrade (EDP). Há 29 mulheres líderes no top100.

NOS, Vodafone, Sonae, Ikea, Continente Hipermercados, Galp, Coca-Cola, Super Bock Group, Altice e BMW destacam-se como as empresas que têm as melhores equipas de comunicação, de acordo com os jornalistas inquiridos.

Os rankings Merco (Monitor Empresarial de Reputação Corporativa), que classificam as 100 empresas e os 100 líderes com melhor reputação em Portugal, foram divulgados esta semana. A classificação resulta de uma análise feita com base em cerca de 2300 inquéritos, 6 avaliações e 17 fontes de informação.  O sistema é verificado através de uma revisão feita pela KPMG, de acordo com a norma ISAE 3000.

Ranking das 100 empresas com melhor reputação

 

 

Ranking dos 100 líderes com melhor reputação

 

 

Arquivado em:Liderança, Notícias

Na Cidade das Marcas, quem manda são as Marcas da Cidade

25 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

O futuro é como as nuvens; insinua formas que se transformam à medida que as tentamos interpretar. Talvez por isso ensaiar futuros seja tão nubloso, ou tão romântico, para esta leitura dos céus da nossa imaginação.

A Cidade das Marcas é um daqueles lugares no futuro onde tudo são Marcas: os produtos e os serviços naturalmente, mas é também onde cada pessoa é uma Marca forte, não no sentido estrito e funcional do termo, mas uma marca identitária, única, individual.

Por seu lado, a Marca da Cidade das Marcas é uma Marca coletiva, coletivíssima, um exemplo de identidade e da vontade de todos, expressa nas escolhas e no sentido de preservação da comunidade primordial.

A Cidade das Marcas é uma cidade sem pré-conceitos. mas que vive protegida por uma muralha de convicções onde, simbolicamente, se projetam portas abertas a todas as Marcas que queiram vir ali viver em harmonia.

Certa vez, uma grande marca de outro país mandou comprar a loja mais importante, da praça mais importante do centro da Cidade das Marcas. Esta marca fazia isso em quase todas as cidades do Mundo: invadia a sua história e instalava-se como se a Cidade fosse a sua Marca. Fazia-o bem-intencionada mas, sabia-se na Cidade das Marcas, que as grandes Marcas prometiam muito progresso às cidades, mas em troca da sua alma.

Perante este cenário as Marcas da Cidade, rapidamente reuniram a Assembleia das Marcas e deliberaram por unanimidade que a grande marca seria bem-vinda se se instalasse com delicadeza em outra localização, não identitária. O centro da Cidade das Marcas estará reservado para sempre, para as Marcas da Cidade, grandes e pequenas: marcas comerciais, marcas pessoais e para todas as marcas que fizerem da Cidade das Marcas uma marca única, irreplicável. Este é um lugar onde todas as marcas locais prevalecem sobre todas as outras marcas; terminava o comunicado inscrito no “Brand Book” da Cidade.

Na Cidade das Marcas, é muito claro para todas as marcas que a mais valiosa de todas as suas marcas é a marca da Cidade das Marcas. Aqui sonha-se individualidade e comunidade, em doses de equilíbrio e prosperidade. Na Cidade das Marcas, quem manda são as Marcas da Cidade e não os interesses das Marcas de outras cidades, de outros países ou, no futuro, de outros planetas; ou não fossem as Marcas os sonhos do Homem, perpetuados na economia.

Esta Cidade das Marcas é uma utopia, mas se todos quisermos, podemos usar a nossa Marca, as nossas Marcas, para a tornar realidade.

 

Este artigo faz parte da edição de outono da revista Líder, com o tema Humanity is Calling – Be Silent, Decide with Truth. Subscreva a Líder aqui.

 

Arquivado em:Artigos, Sustentabilidade

Brands: veja a nossa sugestão de livros para o fim de semana

25 Outubro, 2024 by Rita Saldanha

Conheça as recomendações literárias da área de Brands da equipa Líder.

Bom fim de semana!

 

Marketing Relacional Online – Jorge Figueiredo

Actual

O webmarketing, enquanto medium interativo, possibilita a difusão imediata de informação e, simultaneamente, o acompanhamento das reações do consumidor, permitindo que as empresas adoptem procedimentos e iniciativas em função das atitudes e comportamentos do seu público-alvo.

É tido como um guia essencial para relações potenciadas entre clientes e empresas na nova era digital. Marketing Relacional Online é o livro de que precisa para passar do Marketing tradicional ao webmarketing sem esforço.

 

Supercomunicadores – Charles Duhigg

Dom Quixote

Um guia para comunicarmos melhor. O autor explica como funcionam as conversas e como todos podemos aprender a ser supercomunicadores no trabalho e na vida. Com a clareza habitual, demostra como reconhecer os três tipos de conversas e ensina as competências de que necessitamos para falar com mais sucesso. Com exemplos como os recrutamentos da CIA, os guionistas da serie A Teoria do Big Bang explica como alguns conseguem ser ouvidos – e ouvir os outros.

 

Brand Sense – Os segredos sensoriais que nos levam a comprar – Martin Lindstrom

Bertrand Editora

Sabia que o ≪cheiro a carro novo≫, aquele odor tao especial que se sente num modelo acabado de comprar, vem de um spray que e aplicado no momento em que os carros deixam a fabrica? Ou que o som crocante dos cereais Kellogg’s (que e uma marca registada) foi desenvolvido em laboratórios de som? E que muitos adolescentes reconhecem um par de calcas de ganga Abercrombie & Fitch não pelo corte, mas pelo cheiro? No livro mais importante e criativo sobre a forma como os sentidos afetam as nossas decisões de compra diária, o guru do branding Martin Lindstrom revela como as empresas e os produtos mais bem-sucedidos do Planeta integram o tato, o sabor, o cheiro, a visão e o som para criar marcas que os consumidores não conseguem esquecer – literalmente!

 

Este artigo faz parte da seção Leading Books da edição de outono da revista Líder, com o  tema Humanity is Calling – Be Silent, Decide with Truth. Subscreva a Revista Líder aqui. Subscreva a Líder aqui. 

 

Arquivado em:Livros e Revistas, Notícias

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