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Titiana Barroso

Liberty nomeia novo Strategy and Transformation Leader na Europa

19 Março, 2021 by Titiana Barroso


Marco Marrazza é o novo Strategy and Transformation Leader em Portugal, Espanha, Irlanda e Irlanda do Norte da Liberty, empresa que opera a Liberty Mutual Global Retail Markets. E vem substituir José Luís García, recentemente nomeado Product Leader da Liberty na Europa.

Enquanto Strategy and Transformation Leader, vai estar à frente das áreas de Estratégia, PMO, Marketing, Experiência do Cliente, Digital, Comunicação, Reputação Corporativa e Sustentabilidade da empresa.

Natural de Washington D.C., é licenciado pela Tufs University e juntou-se à Liberty Mutual em 2012 na área de Gestão de Produto e desde então tem ocupado vários cargos dentro do grupo. Trabalhou com a equipa de Estratégia Global da Liberty Global Retail Market nas operações na Tailândia, Malásia e Brasil antes de se juntar à Liberty para liderar a equipa de Estratégia & PMO, onde apoiou a integração da operação europeia antes de desenvolver e executar o plano estratégico a cinco anos da Liberty.

Marco Marrazza comentou: “Estou muito grato à Liberty pela oportunidade de assumir este novo desafio. É um momento emocionante para liderar a área de Estratégia e Transformação da empresa devido à nova abordagem dos seguros baseada na cloud e ao nosso compromisso de nos tornarmos uma organização digital. À medida que inovamos, adaptamo-nos e abraçamos a digitalização, continuamos a cumprir as promessas feitas aos clientes e a viver sob os mesmos valores, colocando as pessoas em primeiro lugar”.

Em julho de 2020, a Liberty anunciou um investimento de 100 milhões de euros para reinventar o ecossistema digital na API da nuvem pública da Amazon.  Desde então, o negócio direto de Auto na Irlanda e em Espanha já está a funcionar através de uma abordagem insurtech baseada na oferta de produtos simples, transparentes e ajustados aos clientes. No início deste mês, no dia 11 de março, a Liberty alcançou um novo marco no seu compromisso com a digitalização, anunciando o compromisso com o trabalho remoto como o modelo de trabalho para o futuro.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Como criam os líderes equipas vencedoras?

18 Março, 2021 by Titiana Barroso

É um líder vencedor? Infelizmente, um estereótipo doentio de “vencer” está a infetar muitas organizações. Colegas são vistos como concorrentes e o local de trabalho torna-se um campo de batalha darwiniano, onde os membros da equipa se esforçam para, por exemplo, vencer batalhas territoriais internas ou reivindicar a maior parte do crédito dos projetos de equipa.

Mas há uma maneira mais saudável de imaginar o que “vencer” pode ser para os líderes: resumindo uma definição de liderança que já foi usada pela Força Aérea dos Estados Unidos. Lê-se, em parte: “Liderança é a arte de influenciar as pessoas de forma a conquistar o seu respeito, confiança e cooperação (…)”.

Se é um líder que quer ter sucesso, comece por conquistar o respeito, a confiança e a cooperação da sua equipa e dos seus colegas. Muitos líderes saltam esta etapa vital. Não se concentram em ganhar respeito, apenas presumem que será dado: “Eu sou o chefe, isso não é motivo suficiente para a minha equipa me respeitar?” Esses líderes estão a explorar o profissionalismo das suas equipas.

A maioria dos funcionários é automotivada o suficiente para trabalhar intensamente, mesmo para chefes com cargos menos elevados. Mas a boa vontade da equipa é drenada lentamente e, quando a reserva de boa vontade fica quase vazia, tudo o que resta é a obediência relutante. Essa conformidade relutante pode permitir que a equipa execute as tarefas de rotina, mas é necessária uma dedicação mais compenetrada quando as organizações enfrentam os desafios difíceis que agora são endémicos em todos os setores.

Daí a sabedoria da velha definição da Força Aérea: se quer uma equipa que o ajudará a vencer as batalhas mais desafiantes, primeiro conquiste o respeito e a confiança dessa equipa.

Felizmente, é fácil descobrir os comportamentos necessários para ganhar respeito. Provavelmente, já conhece os comportamentos vencedores: estão enterrados nalgum lugar da sua história pessoal e das histórias dos membros da sua equipa. E descobrirá as respostas seguindo um processo simples de duas etapas.

Primeiro: pense no seu trabalho e na sua história de vida. Lembre-se dos mentores, gerentes, líderes e professores que conquistaram o seu respeito, confiança e cooperação. Como é que fizeram isso? Que abordagens e atitudes levaram a que quisesse fazer parte da equipa deles? Provavelmente, lembrar-se-á de modelos que incorporaram comportamentos como os seguintes: Ele acreditava que eu poderia ter sucesso e incentivou-me a ter mais sucesso; ela importava-se com a minha carreira e desenvolvimento, não apenas com ela; ele era um bom solucionador de problemas, sempre disponível para me ajudar a resolver problemas complicados; ela nunca me pediu para fazer sacrifícios que ela mesma não estivesse disposta a fazer.

Ao lembrar-se desses modelos de comportamento, anote os seus comportamentos vitoriosos e decida ter abordagens semelhantes na sua própria vida.

Como uma segunda etapa, apresente o mesmo exercício de pensamento para  a sua equipa. Explique que quer ser um líder o mais eficaz possível e precisa da perceção deles para atingir essa meta. Divida-os em pequenos grupos, cada grupo com a tarefa de partilhar as suas próprias histórias de líderes que conquistaram o seu respeito. Quando o grupo se reunir novamente após esses momentos, ouvirá boas histórias, ecoando os mesmos comportamentos que surgiram quando fez o exercício de pensamento sozinho.

Na verdade, esses exercícios não vão apenas criar o seu manual para garantir o respeito e a cooperação da equipa, mas o processo também terá outros benefícios. A sua vontade de declarar o seu compromisso com a equipa e realizar este exercício com ela irá provocar neles boa vontade. E os comportamentos identificados serão tão relevantes para os membros da equipa quanto para si, como líder: toda a equipa pode assumir um compromisso, a partir dos comportamentos vencedores.

Nos ambientes de trabalho difíceis de hoje, precisamos de líderes que saibam vencer: não superando os colegas, nem explorando os membros da equipa, mas ganhando respeito, confiança e cooperação entre colegas e membros da equipa.


Por Chris Lowney, Autor do bestseller Liderança Heróica. Twitter ou Facebook

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Sérgio Pinto lidera equipa de Services e Nearshore da Neotalent

18 Março, 2021 by Titiana Barroso

A unidade de negócio da tecnológica Novabase dedicada ao recrutamento de quadros para carreiras tecnológicas nomeou recentemente um novo head of Services & Nearshore para os mercados nacional e internacional.

Sérgio Pinto é o novo responsável e conta com mais de 20 anos de experiência na indústria Tecnológica e desempenhou várias funções em gestão de serviços em empresas como a HP, a CGI, a Altran ou a Axians. Na Novabase foi Business Unit Manager da área de Managed Services de Infraestruturas.

E é formado em Engenharia Informática pelo Instituto Superior de Engenharia do Porto.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Repensar o Futuro: Negócios preparam-se para o momento pós-Pandemia

18 Março, 2021 by Titiana Barroso

Neste último ano, a realidade mudou e o impacto da Pandemia nas sociedades e negócios não foi igual. Para a indústria do Retalho, Viagens e Turismo, Arte e Espetáculos a crise causada pelo vírus COVID-19 foi desastrosa. Enquanto isso, em indústrias como Tecnologia, Saúde e I&D, o crescimento foi explosivo.

Para entender este impacto, basta olhar para as nossas novas rotinas com a utilização de apps de serviços de entrega ao domicílio e pagamentos digitais, que vieram criar a oportunidade para o surgimento de novos modelos de negócio. O teletrabalho veio também colocar um desafio aos negócios baseados nos serviços, pondo em evidência a a diversificação dos skills e novas práticas de trabalho.

O tempo de repensar o futuro é agora. É a altura de as empresas pensarem como se irão colocar na recuperação económica, antecipando e preparando-se para o sucesso no mundo pós-Pandemia.

Para melhor orientar esses passos, Andy Baldwin, Consultor na Ernst&Young, apresenta, num artigo publicado pelo World Economic Forum (WEF), três indicadores chave:

  1. O alargado papel do Estado

O papel do Estado durante este último ano foi preponderante em todo o Mundo e em muitas economias, desde a criação de pacotes de ajudas fiscais e financeiras, incentivo e proteção do emprego, administração e supervisão dos programas de vacinação, entre outros apoios aos setores mais afetados.

É provável que, a curto e médio prazo, a atividade económica assente no apoio do Estado vá continuar. Exemplo disso são os programas de vacinas que vieram destacar o poder das parcerias público-privadas, trazendo à luz o “quarto setor” capaz de responder com novos serviços a outros desafios sociais.

Nos setores em que o Estado investiu o seu apoio durante a Pandemia, é expetável que, em determinadas empresas, assuma um importante papel enquanto agente económico. Parte dessas empresas virão a saber que o Estado é agora acionista de alguns dos seus maiores concorrentes. Tal cenário irá causar um enorme impacto em variadas decisões estratégicas, desde investimentos, desinvestimentos, reestruturação e políticas de preços.

  1. A agenda verde no epicentro

O que poderá ter ficado em suspenso ou “adormecido” no pulsar da economia de vários países, não aconteceu certamente com o sentido de urgência internacional de agir em torno das alterações climáticas.

A Conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas COP26, a ter lugar em Glasgow em novembro deste ano, terá o cerne da atenção política e espera-se que daí resulte um compromisso de vários líderes mundiais para a redução, a um ritmo mais rápido, das emissões de gases com efeito de estufa

Nesse contexto a descarbonização será a prioridade de muitas economias, o que vai originar uma elevada procura de soluções tecnológicas que respondam à altura do desafio. De forma a operarem de forma mais sustentável, as empresas vão sentir uma pressão no cumprimento de uma complexa regulamentação, a par de um exigente progresso e alcance de métricas da sua pegada ecológica. A coligação criada ao abrigo do WEF é já um sinal dos tempos, reunindo cerca de 120 das maiores organizações mundiais no desenvolvimento de métricas comuns ao serviço do ambiente.

  1. A retoma

A recuperação económica é esperada e muito desejada, nomeadamente nas principais economias mundiais, como é o caso dos EUA. O estímulo fiscal dado ao país de $ 1,9 triliões irá acrescentar, só por si, 1% à produção mundial do PIB. Em Portugal, foi anunciado na semana passada o novo pacote de incentivos à economia, com medidas que correspondem a um valor total de mais de 7.000 M€ de euros dos quais 1.160 M€ são apoios a fundo perdido.

Para acompanhar a curva de recuperação, as empresas têm agora de mudar o foco dos seus negócios. Em anos que se seguiram a crises financeiras, uma pesquisa mostra que 8% das maiores empresas do mundo foram capazes de recuperar e superar os seus concorrentes. Vencer significa uma dose de audácia no investimento certo para assim impulsionar a expansão e o crescimento.

A Ernst&Young, através do seu Barómetro de Confiança Global, aferiu que quase metade dos executivos de nível C (CEO, CFO, …) estão a planear aquisições nos próximos 12 meses. Esse aumento antecipado vai resultar numa feroz competição por talentos e ativos, elevando os preços e o risco de as empresas pagarem a mais pelas operações. Dito isso, um boom de fusões e aquisições pode ser uma oportunidade para se desinvestir em ativos não essenciais e libertar capital que pode ser aplicado em investimentos estratégicos, incluindo recursos tecnológicos e soluções verdes.

Arquivado em:Notícias

Programa “Tradições” da EDP apoia a cultura popular portuguesa

18 Março, 2021 by Titiana Barroso

Já são conhecidos os vencedores da 4.ª edição do “Tradições” da EDP, um dos mais reconhecidos programas de apoio à cultura popular portuguesa, num total de 213 mil euros.

Os dez projetos, selecionados num total de 68 candidaturas, vão agora receber apoio financeiro para poderem desenvolver iniciativas que contribuam para preservar e promover tradições ancestrais, muitas delas em risco de desaparecimento.

Entre os selecionados, de várias regiões do País, encontram-se projetos tão diversos como a Escolinha de Seda, em Freixo de Espada à Cinta (o único local da Península Ibérica onde a seda ainda é trabalhada à mão), o Papachurra (que promove a produção de cobertores feito com lã de uma raça de ovelhas em risco de extinção, na Serra da Estrela) ou os Roteiros de Saberes e Sabores, que pretendem identificar e promover património e costumes em vias de extinção na região de Lares, no centro do país.

Foto de Manuel Lubbers

Os apoios nesta edição envolvem iniciativas e tradições típicas de diferentes regiões portuguesas, escolhidas não apenas pela sua relevância histórica e social para as comunidades, mas também pelo impacto que podem ter na criação de emprego, na dinamização da economia local e na própria sustentabilidade das regiões.

Arquivado em:Notícias

Já abriram as Bolsas do Santander para apoiar a liderança das mulheres

18 Março, 2021 by Titiana Barroso

O Santander, através do Santander Universidades e em parceria com a London School of Economics, lança a XI Edição das Bolsas Santander Women | W50. São 50 bolsas que oferecem uma oportunidade única de contacto com uma comunidade diversificada de mulheres de todo o mundo, através de um programa focado no desenvolvimento de capacidades de negociação como parte de uma formação para a liderança.

As inscrições abriram a 8 de março, Dia Internacional da Mulher – e decorrem até 10 de maio. Este programa internacional, no qual já participaram 700 profissionais de todo o mundo, nas suas dez edições anteriores, tem a duração de oito semanas, entre os meses de setembro e dezembro deste ano.

Está aberto a 50 mulheres com mais de 10 anos de trabalho, com experiência em cargos de responsabilidade, que sejam nacionais ou residentes de países como Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Portugal, Polónia, Uruguai, Peru, Reino Unido e Estados Unidos. As Bolsas Santander Women | W50 destinam-se a gestoras de topo, apoiando a excelência e a liderança no feminino, através da seleção e formação de mulheres com elevado potencial e com uma destacada carreira profissional e/ou académica.

As competências adquiridas serão aplicáveis a qualquer nível da organização dos mais diversos setores. Além disso, o programa estabelece uma rede de mulheres, futuras líderes nas suas áreas de atuação, promovendo o networking e o diálogo permanente entre elas.

Esta iniciativa está alinhada com o firme compromisso do Banco Santander com a igualdade de género em todos os países onde opera, para promover, capacitar e promover o talento feminino, com o objetivo de alcançar a igualdade efetiva. Uma posição de princípio que coloca o Santander entre as 10 empresas mais avançadas do mundo nesta área de acordo com o Bloomberg Gender Equality Index 2021.

Dirigido pela London School of Economics, uma das mais prestigiadas universidades internacionais do mundo, o programa oferece aulas online em inglês, em assuntos essenciais para futuros líderes como inteligência organizacional, governo corporativo, estratégia de negócios ou negociação.

De referir ainda que o Banco Santander mantém um forte compromisso com o progresso e o crescimento inclusivo e sustentável. Com uma aposta pioneira e consolidada com o ensino superior, que tem sido desenvolvida através do Santander Universidades nos últimos 25 anos. O banco atribuiu um total de mais de 2.000 milhões de euros e concedeu mais de 630 mil bolsas de estudo e apoios desde o seu lançamento.

Em Portugal, o Santander investe anualmente mais de 7 milhões de euros em banca responsável. Através do Santander Universidades, mantém uma relação próxima com 50 instituições do ensino superior, incidindo o seu trabalho em três grandes eixos: a Educação, o Empreendedorismo e a Empregabilidade.

Arquivado em:Liderança, Notícias

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