O trabalho da Tabaqueira rumo à Sustentabilidade e à prossecução dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas inclui 169 metas.
«O maior contributo que uma empresa líder na produção e comercialização de produtos de tabaco pode dar para a Sustentabilidade é desenvolver e disponibilizar soluções inovadoras e fiáveis para a redução da nocividade dos produtos de tabaco para fumadores adultos», começa por explicar à Líder Miguel Coleta, Director Sustainability, Activation & Support da Philip Morris International (PMI).
É pública a gigantesca revolução que a PMI encetou na indústria do tabaco: um mundo sem fumo é o que está a ser arquitetado desde 2016 – e tem a Ciência e a Tecnologia ao seu lado. Na prática, a PMI quer deixar de produzir cigarros tão depressa quanto possível.

Por isso, investe forte em investigação, tem já mais de 400 cientistas, engenheiros e técnicos a trabalhar com tecnologia de ponta para estudar produtos que sejam alternativas ao tabaco tradicional e cientificamente comprovados como menos nocivos à saúde. Com vista a um futuro livre de fumo, a Tabaqueira ambiciona que até 2025 sejam mais de 40 milhões aqueles que mudarão para produtos alternativos sem combustão.
A nível ambiental, a PMI está comprometida em alcançar a neutralidade carbónica das operações até 2030 e em toda a cadeia de valor até 2050. Não nos podemos esquecer que estamos perante um colosso com 73 500 colaboradores em todo o mundo, que comercializa os seus produtos em 180 mercados. E é já considerada uma das 10 organizações no mundo com “Triple A”, pelo Carbon Disclosure Project.
A ação climática é uma prioridade clara para a Tabaqueira, que tem vindo a materializar em ações concretas também em Portugal. É o caso das instalações da fábrica em Sintra onde desenvolve um programa energético e ambiental, que contempla um parque solar fotovoltaico e a renaturalização de uma ribeira.
Já na sustentabilidade social, a prioridade concentra-se nas pessoas ao longo de toda a cadeia de valor, materializada por exemplo no centro de excelência para as boas práticas agrícolas do Grupo PMI, que tem sede em Portugal. Até 2025, a empresa pretende ter “zero” trabalho infantil na sua cadeia de aprovisionamento, garantindo que 100% dos seus produtores de tabaco conseguem ter um rendimento de subsistência.
Pela frente tem um longo percurso no caminho da Sustentabilidade, reconhecido em especial pelos esforços da empresa em três áreas: combate às alterações climáticas, proteção das florestas e da segurança da água.
As empresas desempenham um papel crítico para ajudar a alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Qual é o compromisso da sua empresa perante os ODS?
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é um apelo universal à ação para enfrentar os grandes desafios globais da nossa Era. Um aspeto importante desta agenda é o reconhecimento do papel fundamental que o setor empresarial deve assumir na criação de soluções para os desafios que enfrentamos enquanto sociedade. Como motor da economia e de criação de emprego, com base no conhecimento e na Ciência e como fonte de tecnologia e inovação, as empresas têm realmente um papel decisivo a desempenhar na concretização dos ODS, e na criação e manutenção de sociedades estáveis e prósperas. Na Philip Morris International (PMI), de que a Tabaqueira é uma subsidiária, estamos comprometidos em fazer a nossa parte para contribuir para o cumprimento dos ODS. O maior contributo que uma empresa líder na produção e comercialização de produtos de tabaco pode dar para a sustentabilidade é desenvolver e disponibilizar soluções inovadoras e fiáveis para a redução da nocividade dos produtos de tabaco para fumadores adultos. Mas este objetivo tem de ser prosseguido no respeito pela proteção do ambiente e dos direitos humanos de todas as pessoas na nossa cadeia de valor. O trabalho da Tabaqueira rumo à sustentabilidade e à prossecução dos 17 ODS inclui 169 metas muito bem definidas, com origem numa análise de materialidade que envolveu todo o tipo de stakeholders. Todas estas 169 metas estão, de forma muito transparente e objetiva, refletidas no nosso Relatório Integrado de 2019.

A Ação Climática é assim uma prioridade?
Sem dúvida que sim. Apesar do nosso negócio não ser de “utilização intensiva de carbono” entendemos que o aquecimento global é o grande desafio da nossa Era, cujas consequências podem ser catastróficas para a Humanidade, a médio e a longo prazo. Estamos comprometidos com os objetivos do Acordo de Paris e a PMI assumiu o objetivo da neutralidade carbónica até 2030 em todas as nossas operações, e até 2050 em toda a cadeia de valor. Estes são objetivos ambiciosos, é certo, mas esta é uma causa comum que requer compromisso.
A ação climática é uma prioridade clara para a Tabaqueira que temos vindo a materializar em ações concretas em Portugal. É o caso das instalações da fábrica em Sintra onde desenvolvemos um programa energético e ambiental, que contempla um parque solar fotovoltaico e a renaturalização de uma ribeira. A energia é uma das áreas prioritárias para a Tabaqueira, onde 100% da energia elétrica consumida tem origem em fontes renováveis. Mas o nosso compromisso é mais ambicioso e, por isso, com um investimento na ordem de 1 650 000,00€ implementámos uma central solar fotovoltaica, que cobre uma área de 5.525 m2 com capacidade produtiva de 1MW, e que garantirá a integração de 7% de energia elétrica para autoconsumo da fábrica. Esta central solar fotovoltaica alimenta ainda 12 postos próprios de carregamento de veículos elétricos e híbridos plug in da frota Tabaqueira.
O trabalho que a Tabaqueira tem desenvolvido no combate às alterações climáticas segue o caminho de excelência preconizado pela PMI que foi novamente reconhecida pelo Carbon Disclosure Project – CDP, em 2020, como uma das 10 organizações no mundo com “Triple A”, distinção que reconhece os esforços da empresa em três áreas específicas: combate às alterações climáticas, proteção das florestas e da segurança da água. Para além de estar pelo quarto ano consecutivo no Supplier Engagement Leaderboard 2020 do CDP.

Quais são as ambições em concreto?
A ambição primeira da Tabaqueira é construir um futuro livre de fumo e apresentar, sempre e cada vez mais, soluções que permitam substituir os cigarros por alternativas sem combustão, e por essa razão sem fumo e sem alcatrão. Mas também entendemos que só podemos ser bem-sucedidos neste desígnio com uma gestão sustentável dos recursos naturais de que dependemos, com respeito e cuidado pelas pessoas na nossa cadeia de valor, e com uma ação operacional de excelência na base de tudo isto. Estes são os pilares da nossa estratégia de sustentabilidade e, para cada pilar, definimos ambições concretas nas áreas onde podemos contribuir de forma mais significativa para a sociedade.
Com vista a um futuro livre de fumo, ambicionamos que até 2025 sejam mais de 40 milhões aqueles que mudarão para produtos alternativos sem combustão (metade destes provenientes de países que não fazem parte da OCDE). A prevenção de acesso de jovens é também uma das prioridades da Tabaqueira. Neste sentido, e até 2023, por exemplo, pretendemos que 100% do nosso portefólio de equipamentos eletrónicos sem fumo estejam equipados com tecnologia de verificação de idade.
As pessoas na nossa cadeia de valor são a nossa prioridade de sustentabilidade social, materializada por exemplo no centro de excelência para as boas práticas agrícolas do Grupo PMI, que tem sede em Portugal. Até 2025, a empresa pretende ter “zero” trabalho infantil na sua cadeia de aprovisionamento, garantindo que 100% dos seus produtores de tabaco conseguem ter um rendimento de subsistência.
A nível ambiental PMI que está comprometida em alcançar a neutralidade carbónica nas nossas operações em 2030 e em toda a nossa cadeia de valor em 2050.
Os resíduos pós-consumo dos nossos produtos são um dos aspetos que acompanhamos com atenção e sobre o qual agimos. Ainda hoje demasiados filtros de cigarro acabam indevidamente no ambiente. Para enfrentar esta realidade desenvolvemos uma estratégia global focada na sensibilização e, ainda, na criação de condições para a mudança de hábitos do consumidor. A PMI está comprometida em reduzir em 50% os resíduos plásticos dos seus produtos que são inapropriadamente descartados até 2025 (versus 2021) – tendo, aliás, em agosto do ano passado, promovido um projeto-piloto altamente inovador, uma iniciativa em colaboração com a Tabaqueira e o apoio do Município de Lisboa, no âmbito da Capital Verde Europeia 2020. Com o objetivo de recolher informações e monitorizar os resíduos nas ruas da cidade – entre os quais pontas de cigarros, papel, vidro, folhas de árvores, entre outros – esta iniciativa juntou a Tabaqueira a startups internacionais, que colocaram ferramentas de inteligência artificial e geolocalização inteligente ao serviço de uma capital mais limpa.
A sensibilização ambiental tem mais de 10 anos na atividade da Tabaqueira, sendo várias as iniciativas desenvolvidas com a Bandeira Azul, o Movimento Claro e outras organizações não governamentais, com municípios portugueses, como Sintra, Oeiras e Lisboa, e em grandes eventos ou festivais de verão (pré-pandemia), com parceiros de negócio e outras entidades. Tudo com o objetivo sensibilizar os fumadores adultos a descartarem corretamente os filtros de produtos de tabaco nos locais devidos: cinzeiros e caixotes de lixo.
Neste campo, aliás, os novos produtos de tabaco aquecido representam também uma melhoria significativa. Para além de uma menor probabilidade de descarte inapropriado as características do produto tornam-no mais facilmente integrável na “economia circular”.

Vai ser necessário reinventar modelos de negócios? Quais são as mudanças que terão de ser implementadas?
Sem dúvida. Desde 2016 temos vindo a trilhar o nosso caminho rumo a um futuro sem fumo. A nossa mensagem é clara: Se não fuma, não comece. Se fuma, deixe. Se não deixar, mude.
Somos transparentes: as alternativas sem combustão não estão isentas de risco e quem não quer correr riscos deve deixar de consumir produtos de tabaco ou nicotina. Mas os produtos alternativos sem combustão são claramente melhores do que os cigarros convencionais para os fumadores adultos.
A PMI está atualmente a empreender uma grande transformação de toda a sua atividade empresarial e a todos os níveis da sua cadeia de valor. A criação de valor assenta agora na nossa capacidade de investigação, desenvolvimento e inovação com base na Ciência e na Tecnologia.
Anualmente (desde 2017) divulgamos um conjunto de métricas de transformação do negócio para tornar mensuráreis e verificáveis as ações tomadas na prossecução da visão para construir um futuro livre de fumo tão depressa quanto possível. A PMI tem transferido recursos significativos na prossecução de um futuro sem fumo, orientando 99% do total das despesas em Investigação & Desenvolvimento e 76% das despesas da área comercial, em 2020, para os produtos sem combustão.
Estas métricas são divulgadas no Relatório Integrado da PMI onde, juntamente com os elementos do desempenho financeiro da empresa, damos conta de como estamos a gerir os impactos sociais e ambientais da transformação da nossa cadeia de valor.
Que métricas já foram alcançadas?
Estimamos que existem 17,6 milhões de fumadores adultos a utilizar produtos de tabaco aquecido sem combustão, sendo que 12,7 milhões de consumidores mudaram para o IQOS e deixaram de fumar, o que é considerável. É importante assinalar que este sucesso do IQOS não alterou a trajetória descendente do consumo de produtos de tabaco. Isto é, o IQOS está a ser adotado, fundamentalmente, por consumidores que, de outro modo, continuariam a consumir cigarros. Em Portugal, onde cerca de dois milhões de pessoas fumam, existem aproximadamente 300 mil utilizadores.
Este é o nosso maior compromisso para com a Sustentabilidade e é a base da transformação do nosso negócio. Só assim poderemos responder, como empresa responsável que somos, às expectativas dos nossos interlocutores. Naturalmente, continuamos a estar empenhados em todas as outras dimensões sociais e ambientais onde podemos e queremos fazer a diferença. A Tabaqueira é, desde 2019, a primeira empresa em Portugal a ser abrangida e certificada com o selo da igualdade salarial atribuída à PMI pela entidade independente EQUAL-SALARY Foundation (em termos de salário igual para mulheres e homens, na mesma função). No mesmo, foi também distinguida como a primeira empresa em Portugal e a primeira fábrica na Europa do Grupo PMI a receber a certificação AWS (Alliance for Water Stewardship), o que comprova o nosso compromisso para com uma gestão sustentável da água e dos recursos hídricos.
O trabalho da Tabaqueira no domínio da Sustentabilidade também tem sido reconhecido a nível nacional, nomeadamente pela APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial, que distinguiu as boas práticas no domínio da proteção da vida terrestre (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, ODS 15), no domínio da produção e do consumo sustentáveis (ODS 12), e na área Saúde de Qualidade (ODS 3).
Que análise faz da evolução do setor?
Estamos no caminho certo. Temos um compromisso claro com a construção de um futuro melhor, sem fumo. Somos a única empresa de tabaco a claramente afirmar o propósito de acabar com os cigarros tão depressa quanto possível. Este é um grande desafio, o de uma empresa que lidera a disrupção da sua própria indústria.
A PMI acredita que, com o devido enquadramento regulamentar e apoio dos decisores públicos, bem como da sociedade civil, a venda de cigarros pode terminar em muitos países nos próximos 10 a 15 anos. Os governos e autoridades de regulação podem desempenhar um papel mais ativo na aceleração desta realidade. Uma fiscalidade que discrimine positivamente as alternativas menos nocivas, por um lado, e uma regulamentação mais diferenciada em termos de prestação de informação ao consumidor sobre as alternativas existentes aos cigarros poderiam claramente contribuir para que mais pessoas deixassem de fumar cigarros. Em cinco anos, o IQOS tornou-se na marca número um em termos de produtos livres de fumo e na quinta marca em termos de produtos com nicotina.
No domínio científico desde 2008 a PMI investiu mais de oito mil milhões de dólares, o que equivale a mais de 6,7 mil milhões de euros, na investigação, desenvolvimento e substanciação científica do IQOS, na capacidade de produção e comercialização. Ainda em 2019, a PMI foi considerada pelo European Patent Office como o 45.º maior depositante de patentes e é a única empresa de tabaco entre os 50 maiores depositantes de patentes. Através da aplicação de competências multidisciplinares ao desenvolvimento de produtos, de instalações de ponta e de substanciação científica, a PMI procura garantir que os seus produtos sem fumo vão ao encontro das preferências dos consumidores adultos de acordo com as mais rigorosas normas. Também em 2020, a Agência Americana para a Segurança Alimentar e do Medicamento (FDA) deliberou que uma ordem de modificação da exposição é apropriada para promover a saúde pública, classificando o IQOS e os respetivos consumíveis como um produto de tabaco de risco modificado.

Como surge esta necessidade de colocar a Sustentabilidade no centro das prioridades da empresa?
Mais que uma necessidade, esta prioridade é uma decisão do Grupo PMI e da Tabaqueira. Para qualquer empresa a Sustentabilidade deve começar por uma análise desapaixonada do impacto que os seus produtos ou serviços têm nos consumidores, na sociedade e no ambiente. Enquanto empresa de tabaco, e reconhecendo o impacto nocivo que os nossos produtos têm na saúde, acreditamos que a Sustentabilidade não é possível sem uma transformação do nosso negócio e essa transformação só pode ser bem-sucedida se incorporarmos a Sustentabilidade em tudo o que fazemos.
Como é vista a empresa em Portugal dentro do Grupo à luz da Sustentabilidade?
Um caso de estudo no Relatório Integrado da PMI de 2019, divulgado no ano passado, reconhece a Tabaqueira como um modelo de Sustentabilidade integrada. Esta primeira edição do Relatório Integrado da PMI aponta a portuguesa Tabaqueira como um caso de estudo nas mais diversas práticas de desempenho ambiental, social e de governança (da sigla em inglês, ESG) da organização no seu percurso rumo a um futuro sem fumo. Deste relatório destacam-se o sucesso que a Tabaqueira teve na implementação de novos produtos de tabaco aquecido sem combustão no mercado português, nomeadamente o IQOS.
As diversas campanhas de sensibilização ambiental promovidas, que procuram alertar e encorajar os consumidores a eliminarem devidamente os filtros de cigarros em cinzeiros e caixotes do lixo, em parceria com diversos municípios portugueses e eventos de grande dimensão, como a Regata de Portugal ou festivais de verão (pré-pandemia), também mereceram destaque por parte da PMI.
O documento sublinha ainda as boas práticas de gestão Sustentável da Tabaqueira, um dos principais centros de produção da PMI da Europa, nomeadamente em relação à gestão sustentável de água. Adicionalmente, reforça o importante trabalho que tem vindo a fazer na área da segurança do trabalho. A eliminação de comportamentos de risco entre os seus trabalhadores fabris é uma das prioridades para a Tabaqueira que, entre outras ações, tem investido em iniciativas de sensibilização e programas de mudança comportamental.
Foi criado algum departamento ou grupo de trabalho que se dedique à Sustentabilidade?
A Sustentabilidade só pode ser criada através da forma de trabalhar e em todos os domínios da empresa. Não é matéria de um só departamento, mas sim de toda a empresa. Esta é a razão pela qual, em 2018, o Conselho de Administração da PMI incorporou a supervisão das estratégias de Sustentabilidade da empresa e o seu desempenho no regulamento do Comité de Nomeação e Governança Corporativa do Conselho. A empresa instituiu ainda Comité de Sustentabilidade, que inclui membros da Equipa de Gestão Sénior, e que recebe atualizações regulares sobre os indicadores de sustentabilidade da PMI e determina e alinha a estratégia, os objetivos e metas de sustentabilidade da PMI. Este é um trabalho que agrega todas as geografias em que a PMI marca presença, com vista a garantir, não só a partilha da experiência e conhecimento adquiridos localmente, mas também, a condução integrada da estratégia de sustentabilidade da empresa. A Sustentabilidade diz respeito a todos na empresa.
Quais são agora os próximos passos?
Vamos continuar a prosseguir com a nossa visão de construir um futuro sem fumo, empenhados na Sustentabilidade e no nosso roteiro para 2025, com metas muito claras e ambiciosas que queremos alcançar, nomeadamente a de transferir mais de 40 milhões de fumadores adultos para produtos alternativos sem combustão. A ambição da PMI é que, até 2025, mais de 50% das receitas líquidas da empresa provenham de produtos sem combustão. Estamos agora a embarcar numa nova fase de crescimento no nosso percurso rumo a um futuro sem fumo, transformando o nosso negócio para melhor, para um negócio mais sustentável, impulsionando o crescimento de uma nova categoria de produtos livres de fumo e inovadores, alavancando num modelo de negócio que coloca o consumidor no cerne da sua atividade, ao mesmo tempo que procura ser uma voz progressiva na resposta às grandes questões a nível social e ambiental, a cuidar das pessoas na empresa e em toda a nossa cadeia de valor, bem como na descarbonização e redução da nossa pegada ambiental.
Por TitiAna Amorim Barroso







