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Titiana Barroso

Conhecer o mercado, para melhor atuar

15 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso

Existe, atualmente, um enorme desafio que se coloca às empresas, na área de gestão de Recursos Humanos, que é o de corresponder às expectativas e ambições dos seus colaboradores, sem que este tema resvale sempre para um debate exclusivamente orçamental.

Para responder a esta premissa, a verdade é que nunca existiram tantas soluções para o desafio colocado. No mercado há cada vez mais empresas a apresentar serviços de benefícios extrassalariais, nos mais variados setores de atividade, para possibilitar uma melhor qualidade de vida.

Certamente um plano de benefícios adequado, dedicado aos seus colaboradores, apresenta uma atitude mais positiva e responsável dessa empresa reforçando o seu papel social, melhorando os níveis de motivação, satisfação e produtividade dos colaboradores.

Ao criar empresas felizes, os gestores contribuem para a melhoria do bem-estar do colaborador e do seu universo, e para o sucesso de recrutamento e retenção de profissionais qualificados, conferindo usualmente o acesso a diversos benefícios fiscais, tanto para a empresa como aos seus colaboradores.

Um dos melhores exemplos a esse nível é o da titularização do subsídio de refeição, a qual foi implementada em Portugal em 1974 e que evolui de forma significativa ao longo dos anos, reforçando a sua extrema importância, especialmente após a aprovação do Orçamento de Estado em 2013, altura em que número de utilizadores da titularização do subsídio de refeição começou a subir exponencialmente passando rapidamente de 45 mil para mais de 1 milhão.

Se o subsídio de refeição é um benefício social, apresentado pela entidade patronal aos seus trabalhadores, que consiste num pagamento destinado a comparticipar as despesas relacionadas com as refeições e bens alimentares, este nunca poderá ser considerado como parte integrante do salário, mas sim um complemento.

A titularização do cartão refeição existente há alguns anos, tanto em Portugal como no resto do mundo, representa inquestionavelmente uma melhoria dos indicadores de nutrição dos trabalhadores, no desenvolvimento de uma alimentação saudável e na melhoria dos indicadores de produtividade e bem-estar em contexto de trabalho.

Mas não se vislumbram apenas vantagens exclusivamente para o colaborador. Os benefícios sociais dinamizam as economias locais e os setores da Hotelaria e Restauração, e têm significativos impactos macroeconómicos relativamente às alternativas existentes.

Certo é que, no sector dos benefícios extrassalariais, é essencial conhecer bem o mercado em que cada empresa atua, o seu setor de atividade e não menos importante as leis sociais abrangentes e favoráveis, concedidas pelos governos, para incentivar o acesso a serviços dirigidos a empregados ou cidadãos.

A transparência na criação e utilização de benefícios extrassalariais deve ser um fator chave inerente a todos os intervenientes. Deve, ainda, haver conhecimento de mercado, estratégia, plano de ação, análise da regulamentação, monitorização, mapeamento e instrumentos de comunicação.

Não basta tentar aligeirar processos, afirmar que a digitalização vem transformar a realidade atual e anunciar uma revolução, como se esta já não estivesse a acontecer há bastante tempo. O trabalho que há ainda por fazer, no setor dos benefícios extrassalariais, exige elevada profundidade e uma discussão alargada entre os diversos stakeholders do ecossistema.

A verdadeira transformação não ocorre de forma instantânea e dificilmente poderá ser provocada por entidades que não estão envolvidas num diálogo permanente com as autoridades governamentais e com as associações de empresas, trabalhadores, comerciantes e consumidores. A solução não se pode reduzir por exemplo a uma solução mágica, como alguns de repente querem fazer crer por exemplo através do simples acesso a uma plataforma digital, com a promessa de tudo ser possível de forma fácil e sem esforço.

Um estudo recente, realizado pela Universidade Nova de Lisboa/ IMS Information Management School, sobre o Impacto Macroeconómico e Social do Subsídio de Refeição em Portugal, a pedido da EBFS – Associação Portuguesa das Empresas de Títulos Extrassalariais, que faz um overview geral sobre o setor dos Benefícios Extrassalariais, permite entender todas as dinâmicas, interações e impactos positivos do ecossistema do subsídio refeição. Constata-se de forma clara a efetiva importância das empresas emissoras especializadas, garantindo o funcionamento do sistema e o reporte fiscal, a promoção da correta utilização dos benefícios e a gestão profissional das redes de estabelecimento de aceitação credenciada.

A boa notícia é que em Portugal existem de facto entidades que são especializadas no sector de Benefícios Extrassalariais e que têm como uma das principais atividades o desenho, a implementação e a gestão de programas de benefícios e incentivos para milhões de consumidores à escala mundial. Estas empresas oferecem um serviço substancialmente diferente de outras entidades que, entretanto, vão surgindo e pretendem atuar no setor dos Benefícios, mas cuja experiência e conhecimento estão claramente assentes em outras áreas, nomeadamente financeiras ou tecnológicas. Como em tudo, a decisão no final depende exclusivamente daquilo que realmente se pretende obter, com que risco e a que custo.


Por Nelson Lopes, CEO Sodexo Portugal

Arquivado em:Opinião

O que pensam alguns países do “Passaporte de Vacinação”

15 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso

É cada vez mais claro que num futuro não muito distante será exigido aos viajantes internacionais algum tipo de passaporte ou certificado de vacina. O apelo é que estes documentos permitam aos países facilitar a entrada dos viajantes sem a necessidade de quarentena e provas de testes.

Mas há muita controvérsia em torno dos “Passaportes de Vacinação”. Alguns académicos e grupos de direitos humanos receiam que os passaportes de vacinas possam discriminar aqueles que estão à espera da vacina, não a podem ter, ou não a querem tomar. Outros defendem um caminho diferente: “Se tivermos a tecnologia para decidir quem não é de risco, devemos usá-la”, refere a revista médica The Lancet.

No mês passado, Ursula von der Leyen, Presidente da Comissão da União Europeia, disse que apoia a criação de um certificado comum de vacinação estabelecido pela UE que pode ser emitido pelos estados membros aos seus cidadãos que se vacinem contra a COVID-19.

Numa entrevista aos meios de comunicação social portugueses, Von der Leyen foi questionada sobre a proposta do Primeiro-Ministro grego Kyriakos Mitsotakis de introduzir um documento comum que seria emitido aos cidadãos da UE que recebessem a vacina contra a COVID-19. “É um requisito médico ter um certificado que prove que se foi vacinado”, disse a Presidente da Comissão, saudando a proposta do Primeiro-Ministro Mitsotakis sobre um certificado de vacinação mutuamente reconhecido.

E Portugal? Segundo a Forbes, o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, numa reunião com a Comissão Europeia, terá avançado que talvez a certificação de vacinas fosse mais fácil de gerir do que os atuais requisitos da COVID-19. Os certificados “devem funcionar como prova de segurança e eliminar certos requisitos nas fronteiras – em particular, a exigência de testes PCR à COVID-19”, terá dito.

A Espanha está a compilar uma base de dados de pessoas que recusaram levar a vacina e que irá partilhar com a União Europeia. Isto garantirá que ninguém seja acidentalmente excluído da lista de vacinação, disse o ministro da saúde. Salvador Illa disse ainda à BBC que a lista não se tornaria acessível ao público nem aos empregadores.

O Reino Unido está a considerar a possibilidade de instalar um sistema de certificação que permita aos cidadãos inoculados viajar para o estrangeiro. Segundo a BBC, o Secretário dos Transportes terá dito: “Tal como existe o certificado da febre amarela, imagino que no futuro haverá um sistema internacional em que os países quererão saber se uma pessoa foi vacinada ou fez testes antes de entrar no voo.”

O Ministro da Vacina Nadhim Zahawi tinha dito que o governo do Reino Unido estava “a analisar a tecnologia” para criar passaportes de vacinas, mas o Ministro do governo Michael Gove disse que um passaporte de vacinas não estava nos planos.

Contudo, há um mês que o Passaporte COVID-19 do Reino Unido passou à fase experimental, lê-se no site da Mvine. As empresas britânicas Mvine e iProov, apoiados pelo organismo público Innovate UK, anunciaram a meio de janeiro que o passaporte de imunidade e vacinação entrou em fase de teste.

“O passaporte Mvine-iProov permite que o resultado do teste ou o estatuto no que respeita às vacinas de uma pessoa seja registado e provado sem revelar a sua identidade”, é explicado.

A 21 de Janeiro, a Islândia tornou-se o primeiro país europeu a fornecer certificados de vacinação contra a COVID-19 aos cidadãos que receberam duas doses da vacina. A Islândia reconhecerá certificados de vacinação semelhantes, emitidos por qualquer país da UE ou de Schengen.

Dois outros países nórdicos, a Dinamarca e a Suécia, anunciaram que também irão emitir passaportes digitais que não só permitirão aos cidadãos viajar, mas também jantar em restaurantes e participar em grandes eventos presenciais como concertos e festivais.

O Chipre está no mesmo comprimento de onda. A nação insular mediterrânica anunciou que irá abolir requisitos de saúde como testes e quarentena para os viajantes que pudessem provar que tinham sido vacinados.

A Polónia também lançou no mês passado um passaporte de vacina digital. Os cidadãos que tomam duas doses da vacina recebem um documento de confirmação com um código QR único que só pode ser descarregado a partir da conta pessoal de saúde pública do viajante. Uma versão impressa está disponível para aqueles que não dispõem de smartphones.

Embora o governo dos Estados Unidos ainda não tenha indicado que irá apoiar o passaporte de vacina, há sinais de que a nova administração esteja a ponderar essa possibilidade.

No seu primeiro dia completo no cargo, o Presidente Biden revelou a sua estratégia nacional para a pandemia de 200 páginas com sete objetivos. “Enterrada no relatório, na página 181, está uma diretiva para múltiplas agências governamentais trabalharem em conjunto para “avaliarem a viabilidade” de ligar as vacinas COVID-19 aos certificados internacionais de vacinação e produzir versões eletrónicas” revela a revista americana Forbes.

Arquivado em:Notícias

“Ser Feliz em Portugal – em casa” com o jornalista Henrique Monteiro

12 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso


«Pedem-nos para contar como ocupamos alegremente o fim de semana em casa, nesta fase de confinamento que nos impede de pôr um pé na rua (vá lá, fora do bairro).

Eu gostaria de dizer que me levanto cedo e ocupo o meu tempo com atividades lúdico-culturais e desportivas. Porém, é mentira. Não tenho fins de semana, porque não tenho princípios nem meios de semana. Ou seja, escrevo em sites, diários, num semanário, que há mais de 30 anos me atura como cronista (o Expresso), e preparo intervenções na rádio e na televisão quando é necessário. Por isso posso ter uma terça-feira livre e um domingo ocupado; ou um domingo sem nada que fazer e um sábado infernal. Ou três dias de ripanço, e vários seguidos de stresse quase histérico.

Sou o chamado prestador de serviços, alguns urgentes, como o do canalizador ou do homem do gás; outros a prazo como o do mestre de obras, que nunca se despacha.

Mas, sim, sou feliz em casa, como fora dela e, por isso, se me permitem, não direi como ocupo o fim de semana, mas qualquer tempo livre».

As escolhas de Henrique Monteiro, jornalista, ex-diretor e colaborador do Expresso e conselheiro da Líder

  • Música: estou a ouvir compositores que foram contemporâneos de Mozart e por isso obscurecidos na história. Jean-Phillipe Rameau, Johann Christian Bach (filho do famoso), Cristoph Willibald Gluck (que tem uma ópera linda, ’Orfeu e Euridíce’), Antonio Salieri, e outros menos conhecidos, como Luigi Boccherini, Jiri Antoni Benda, Johann Vanhal, etc.
  • Tocar um instrumento – Como toco piano, isso permite-me abstrair do mundo. Recomendo a todos, mesmo aos que ainda não começaram, que o façam (seja que instrumento for). Há aulas na Internet e aplicações. Mesmo que não passem do ‘Frère Jacques’, é divertido.
  • Ler coisas interessantes – Por exemplo, o livro que aqui deixo, Prisioneiros da Geografia, do jornalista e analista Tim Marshall, ensina-nos porque Talleyrand dizia (se é que foi ele a dizer): os governos e regimes passam, mas os interesse perenes das nações mantêm-se.
  • Ópera – Há uma app da Metropolitan Opera de Nova Iorque imperdível. Numa televisão com bom som, ou computador com ecrã generoso e som a condizer, veem-se encenações maravilhosas de um dos melhores teatros de ópera do mundo. Além de que na televisão temos também a Netflix, a HBO, o Prime Video, a Rakuten e (alerta de interesse próprio) a Opto, da SIC.
  • Andar – Isto é o médico que obriga. 4 ou 5 km/dia. Pode ouvir-se pop e rock ao mesmo tempo.
  • Criar grupos – No Zoom, no Teams, no WhatsApp, onde for, com amigos e falar com eles, com ou sem imagem, por escrito ou não. É a conversa de café ou de esquina da impressora/fotocopiadora, no emprego. Faz sempre falta.

«E pronto, é o que faço. Nem me aborreço muito, estou a gostar desta vida, até porque trabalhava em casa muito antes de haver esta obrigatoriedade».

Música
Tocar um instrumento
Prisioneiros da Geografia, de Tim Marshall
Ópera on Demand

Arquivado em:Leading Life

Já é CEO? Agora tente ser um LEO

12 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso

Talvez tenha cumprido o maior objetivo da sua carreira ao tornar-se CEO. E agora? Para onde vai a partir daqui? Tenho uma sugestão para si: subir de CEO para LEO.

CEO, como todos já sabemos, significa Chief Executive Officer. O que lhe proponho é transformar-se em Leader Executive Officer, ou LEO. A diferença não é meramente estilística. Ser um “chefe” ou ser um “líder” supõe uma atitude completamente distinta. É certo que ambos são responsáveis por concretizar a visão que têm para a empresa e apresentar resultados. A questão é como o fazem.

Um “chefe” dirige as operações. Espera que cada um cumpra a sua função, tal como é a sua obrigação. Considera que os funcionários são seus subordinados e cria uma expectativa de obediência. Muitos CEO que optam por este estilo autoritário acreditam que é a única forma de impor respeito, e acabam por ganhar o temor – mas não a admiração – da sua equipa.

Um “líder” é quase exatamente o oposto. Não é por acaso que existe a expressão “liderar por exemplo” e não “chefiar por exemplo”. Um líder prefere o pronome “nós” e adota uma postura de companheirismo. Sabe o nome de todos os membros da equipa, desde o estagiário ao gestor, e o seu papel é orientar a equipa, como se fosse um mentor, e inspirá-la a cumprir os objetivos. Um líder sabe que os trabalhadores felizes são mais produtivos (segundo um estudo de Oxford), pelo que a demonstração de empatia também faz parte da sua estratégia de gestão.

Digamos que, num naufrágio, o chefe ficaria tentado a agarrar num bote salva-vidas e a pôr-se a salvo, porque se considera a pessoa mais importante da empresa. Um líder, por outro lado, seria mais altruísta – o último a abandonar o barco, depois de pôr toda a equipa a salvo. Se esta comparação parece um pouco excessiva, basta pensar nos últimos meses. Quando a pandemia empurrou muitas empresas para uma luta pela sobrevivência, viu mais líderes ou mais chefes à sua volta?

Não é exagero dizer que a COVID-19 virou as nossas vidas do avesso. A pandemia trouxe-nos diversos desafios pessoais e profissionais, mas muitas empresas esqueceram-se que a sua melhor arma é exatamente a equipa que têm nas suas fileiras. Foi uma prova de fogo para todos: chefes, líderes, gestores, colaboradores.

Um chefe talvez tenha colocado trabalhadores em lay-off com um mero email, um líder empático talvez tenha preferido uma chamada de vídeo, para dar as notícias cara a cara. Um chefe considera prorrogar pagamentos a funcionários e fornecedores, um líder prefere atrasar os seus. Um chefe pode ter resistido às medidas de segurança e insistido em manter um funcionamento próximo ao normal, enquanto um líder esteve disposto a fazer cedências para que cada um se ajustasse ao novo ritmo, ao seu ritmo individual.

Agora, faço-lhe a pergunta. Que estratégia será mais motivante para os trabalhadores? Quais sentirão a empresa como “sua”? Em qual dos casos vão dar o seu melhor e continuar a remar contra a crise iminente? Em que casos vão querer continuar na empresa, em vez de saltar para outro barco à primeira oportunidade? Se chegou às mesmas conclusões que eu, o próximo desafio profissional de todos os CEO é converterem-se em LEO.


Por Ana Barros, diretora executiva da OUTMarketing

 

Arquivado em:Opinião

Egor lança podcast para esclarecer temas da atualidade

12 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso

“A Conversa Acontece” é o novo podcast da Egor Faz Acontecer, o grupo de Responsabilidade Social da empresa de Recursos Humanos. Acaba de ser lançado no Spotify com o objetivo de esclarecer alguns temas da atualidade.

A primeira convidada foi Sónia Gonçalves, especialista em Psicologia da Saúde Ocupacional e Professora auxiliar no ISCSP-Universidade de Lisboa, que trouxe a debate o tema da Saúde Mental em contexto pandémico. Uma conversa descontraída com base científica conduzida por Afonso Carvalho, CEO do Grupo Egor, para os colaboradores e agora para todos os que tenham interesse.

Os novos episódios acontecem nas primeiras sextas-feiras de cada mês e estarão disponíveis nas quartas-feiras seguintes no Spotify. Para acompanharem as novidades, podem seguir esta iniciativa nas redes sociais da Egor.

Arquivado em:Notícias

Cidade do Conhecimento, a nova assinatura do Taguspark

11 Fevereiro, 2021 by Titiana Barroso

O Taguspark desvenda novo posicionamento. Uma mudança que corporiza a realidade que se vive no maior parque de Ciência e Tecnologia de Portugal.

A nova assinatura – Taguspark Cidade do Conhecimento permite sublinhar aquilo que se faz no Taguspark e está alinhado com o projeto Oeiras Valley, um território de inovação.


“O Taguspark tem as características de uma cidade especial. Tudo aquilo que aqui acontece é em contexto urbano. O parque junta um conjunto de serviços e de áreas de comércio, tem arte e cultura, tem políticas de civismo e de dignidade laboral. Somos uma cidade económica, que produz conhecimento baseado em Ciência e Tecnologia, que produz riqueza”, afirma Eduardo Baptista Correia.

O CEO do Taguspark revela ainda que “com esta mudança de assinatura, decidimos sublinhar aquilo que fazemos. É o conhecimento que está na génese do desenvolvimento, que nos permite ir mais longe e alargar fronteiras. Queremos que aquilo que aqui se faz seja um exemplo para o País a todos os níveis”.

Na Cidade do Conhecimento estão instaladas cerca de 160 empresas (+ 20 startups na Incubadora Taguspark), cerca de 16 mil pessoas trabalham e frequentam o espaço diariamente. Tem ainda uma forte identidade cívica, cultural e artística, com um Museu de Arte Urbana em pleno desenvolvimento. Assume-se como uma cidade de trabalho única em Portugal, focada nas pessoas, nos valores do civismo, na arte e na cultura, no bem-estar e na felicidade.

Arquivado em:Notícias

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