Num mundo em constante mudança a formação já não é um privilégio, tornou-se numa ferramenta de gestão estratégica. Segundo o 'Future of Jobs Report (2025) do World Economic Forum', 39% das competências adquiridas até ao momento tornar-se-ão obsoletas até 2030.
Este é um cenário que obriga as empresas a reinventarem-se continuamente, procurando encontrar novas formas de capacitar e liderar as suas pessoas, inspirando confiança num contexto de incerteza. Mais importante do que possuir conhecimento é saber desaprender para voltar a aprender.
Liderar hoje é mais sobre escutar, ajustar e inspirar. Mais do que ter todas as respostas, o líder tem de saber fazer as perguntas certas.
É inegável que vivemos numa era em que a transformação digital e a inteligência artificial redefinem a forma como trabalhamos, decidimos e colaboramos. Mas esta evolução só faz sentido quando está integrada numa visão estratégica clara e coerente. Contudo é importante reiterar que a IA não substitui o fator humano. A empatia, a capacidade de escutar e inspirar continuam a ser competências-chave que sustentam uma liderança eficaz.
A tecnologia até poderá aumentar o impacto dos líderes, mas não replica o discernimento, a emoção ou a intuição que resultam da experiência humana. Será no equilíbrio entre tecnologia e fator humano que irá residir o indicador de maturidade organizacional. Relatórios como o 2026 HR/L&D Trends Survey, da Blanchard, confirmam que 69% das empresas priorizam o desenvolvimento de líderes para retenção dos seus colaboradores.
Importa, por isso, conhecer o contexto real das empresas. Cada organização vive o seu ritmo de mudança e existem diferentes ritmos de adaptação e de adoção, tanto ao nível tecnológico como humano. Por isso, qualquer estratégia de formação eficaz deve ser flexível e ajustável, uma combinação equilibrada entre visão global e atenção ao detalhe. Só assim se criam percursos formativos capazes de responder às reais necessidades das equipas.
Foi por isso que iniciei este artigo a mencionar que a formação se tornou numa ferramenta de gestão. É através dela que as empresas ganham consciência das suas próprias dinâmicas, preparam as lideranças para contextos complexos e criam equipas capazes de aprender continuamente.
O Learning Hub by Holmes Place surge com a missão de apoiar as empresas a crescer através da capacitação das suas pessoas. Partindo de uma experiência consolidada na área da atividade física, ampliámos a nossa oferta para programas especializados em gestão, liderança e recursos humanos, não esquecendo temas tão prementes como a saúde e bem-estar, cultura organizacional e inteligência artificial.
A nossa experiência permite combinar conhecimento prático, inovação e foco nas pessoas, criando experiências formativas capazes de transformar equipas, fortalecer culturas organizacionais e gerar resultados sustentáveis.
O compromisso com a excelência deixou de ser opcional. Precisamos de pessoas preparadas para lidar com a incerteza, tomar decisões ponderadas e inspirar outros a fazer o mesmo. É cada vez mais necessário preparar líderes à prova do futuro!
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Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com o Holmes Place.

