Qualquer pessoa que goste de automóveis dirá que o modelo que mais se aproxima da sensação de guiar um kart é o Mini. É pequeno, leve, ágil e, a partir de certa idade, causa dores nas costas. De facto, o próprio Mini já tem mais de 60 anos. Os primeiros modelos surgiram em 1959, mas […]
Qualquer pessoa que goste de automóveis dirá que o modelo que mais se aproxima da sensação de guiar um kart é o Mini. É pequeno, leve, ágil e, a partir de certa idade, causa dores nas costas. De facto, o próprio Mini já tem mais de 60 anos.
Os primeiros modelos surgiram em 1959, mas para os aficionados da condução desportiva, a data que marca é 1961 quando chega ao mercado o primeiro Mini, idealizado por John Cooper, que imediatamente impressionou com a sua entrega vigorosa de potência e alta agilidade. Mesmo hoje os nomes do fabricante de automóveis britânico repleto de tradição e do lendário engenheiro de carros desportivos são mencionados com frequência no mesmo contexto, quando se trata de máxima diversão na condução com dimensões exteriores mínimas.
O Mini Cooper fez sucesso imediato nas pistas de corrida e rally. Tornou-se uma lenda no Rally de Monte Carlo. O seu sucesso na
competição perante rivais muito maiores e mais potentes tornou-o um favorito do público aumentando cada vez mais a sua popularidade. Destacam-se as vitórias do Mini Cooper S no Rally de Monte Carlo em 1964, 1965 e 1967.
O nome John Cooper manteve-se sempre presente entre os fãs do clássico Mini. Os kits desenvolvidos pela Cooper para veículos de produção Mini corresponderam à grande procura nas décadas de 1970 e 1980. Em 1990, o Mini Cooper tinha um motor de 1.3 litros e 61 cv que, mais uma vez, permitia aos seus aficionados divertirem-se em todas as curvas com um carro ágil e desportivo. Esta versão com 63 cv foi construída até ao ano 2000.
No ano seguinte surgiu a interpretação moderna do conceito de Mini tradicional que combinou os valores clássicos do seu antecessor com os requisitos de um automóvel moderno no limiar do século XXI. O novo Mini era maior, mais sofisticado, mais colorido e, claro, tecnicamente atualizado,
mas mantendo a sensação típica de kart do Mini clássico. Ao mesmo tempo, o Mini produzido em Oxford apresentava-se como o primeiro veículo premium no segmento de carros pequenos. Ao contrário do clássico, o Mini Cooper agora integrava a oferta da marca desde o início com uma potência de 115 cv e velocidade máxima de 197 Km/h que veio a ser sucessivamente melhorada com mais potência em versões gasolina e diesel.
Em 2007, o BMW Group adquiriu os direitos da marca John Cooper Garages passando a marca John Cooper Works a integrar oficialmente o universo Mini
para automóveis extremamente desportivos com potência e desempenho máximos.
Na geração atual, o MINI Cooper continua a ser sinónimo de condução divertida com um motor a gasolina de três cilindros e 135 cv sob o capô.
O primeiro modelo totalmente elétrico da marca é o Mini Cooper SE com 184 cv.
Do outro lado do espectro está o novo Mini John Cooper Works GP com uns impressionantes 306 cv que faz dele o Mini mais rápido alguma vez disponibilizado para condução em estrada.
Qualquer que seja a sua opção, a marca Cooper não engana.

