A procura de formação em Inteligência Artificial disparou. Faz sentido. Dominar este arsenal de recursos é hoje tão importante como foi, há anos, dominar novas ferramentas informáticas, hoje banais.
A mudança é inevitável. O Fórum Económico Mundial estima que, até 2030, a IA vai deslocar 92 milhões de postos de trabalho, mas criará 170 milhões: um ganho líquido de 78 milhões. No mesmo horizonte, 39% das competências vão mudar, com foco crescente na inteligência emocional.
Ficará no mercado quem souber usar a IA da forma certa. Ideias que antes soavam intangíveis são já hoje aposta de instituições de referência na capacitação das suas lideranças: confiança, pensamento crítico, consciência emocional.
Na Seven Seeds, temos testemunhado essa mudança. São essas competências que estão no centro do trabalho que vimos fazendo com clientes como Microsoft, Samsung, IBM ou Bial, e com organismos públicos de topo. Pergunte-se: que problema resolve a sua organização, e o que faz a IA melhor, sem intervenção humana? Podemos delegar tudo, menos o que só um ser senciente consegue fazer.
A confiança determina decisões de investidores e desempenho de equipas. O pensamento crítico exige tempo para questionar e decidir com ética. A consciência emocional oferece relação, perceção de contexto, responsabilidade e resiliência. A IA acelera tudo, mas é o fator humano que decide resultados. Quanto mais Inteligência Artificial, mais Inteligência Emocional.
Este artigo foi publicado no suplemento Aprender Magazine cujo tema é ‘Learning the Future’. Subscreva a Revista Líder aqui.

