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Home Artigos Leading People Que responsabilidade devem ter as empresas para com a sociedade?

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Que responsabilidade devem ter as empresas para com a sociedade?

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14 Dezembro, 2023 | 5 minutos de leitura

Gerar valor, progresso e bem-estar. Na atualidade, é importante que as empresas trabalhem diariamente para assegurar que, a par do seu crescimento económico, também as suas atividades tenham um impacto positivo em todas as comunidades que envolvem. Empresas com uma base sólida de valores cooperativos, dos quais sobressai o compromisso com as economias locais, meio […]

Gerar valor, progresso e bem-estar. Na atualidade, é importante que as empresas trabalhem diariamente para assegurar que, a par do seu crescimento económico, também as suas atividades tenham um impacto positivo em todas as comunidades que envolvem. Empresas com uma base sólida de valores cooperativos, dos quais sobressai o compromisso com as economias locais, meio ambiente, comunidades e colaboradores.

A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) pode ser definida como a forma de uma organização assumir a responsabilidade pelo impacto das suas decisões e atividades nos meios onde se insere, de acordo com a Comissão Europeia. Esta noção de responsabilidade abrange os direitos humanos, direitos dos trabalhadores, meio ambiente, suborno/ corrupção, interesses do consumidor, questões de divulgação, ciência e tecnologia, concorrência e tributação.

Estima-se que 90% das empresas do índice S&P 500 tenham publicado um relatório de RSE em 2019, em comparação com apenas 20% em 2011. Estas questões têm sido cada vez mais debatidas, mas apenas recentemente se tem ultrapassado o patamar das sugestões e guias, rumo a uma legislação mais robusta.

Atualmente, a União Europeia (UE) é o único órgão que regulamenta estas questões de responsabilidade social nas empresas, com base no Pilar Europeu de Direitos Sociais, estabelecido pela Comissão Europeia em 2017. A preocupação em legislar comportamentos socialmente responsáveis intensificou-se em 2022, quando a Comissão criou uma Diretiva que estabelece um dever de diligência para as empresas.

Os elementos essenciais desta Diretiva são a identificação, cessação, prevenção, mitigação e responsabilização de impactos negativos nos direitos humanos e no ambiente de operação das organizações. As regras de sustentabilidade corporativa vão ser aplicadas através dos seguintes parâmetros:

Supervisão administrativa: Cada Estado-membro designará uma autoridade para supervisionar e impor sanções eficazes, proporcionais e dissuasivas, incluindo multas e ordens de cumprimento. A nível europeu, a Comissão irá criar uma Rede Europeia de Autoridades de Supervisão que reunirá representantes dos organismos nacionais para garantir uma abordagem coordenada.

Responsabilidade civil: Os Estados- -membros devem assegurar que as vítimas sejam indemnizadas pelos danos resultantes do incumprimento das obrigações previstas na Diretiva.

 

Qual o verdadeiro peso deste compromisso? 

Além da supervisão e regras, pretende-se que os dirigentes das empresas tenham em conta todas estas áreas de atuação a priori, na tomada de decisões, imprimindo esta sensibilização no ADN das organizações.

A importância dos valores da responsabilidade social também se traduz junto do público, com 77% dos consumidores a afirmar que tem preferência por entidades comprometidas a tornar o Mundo num lugar melhor, segundo dados da Impact. As organizações conquistam assim mais confiança, lealdade e boa reputação.

A adoção do documento da União Europeia proporcionou uma maior proteção dos direitos humanos, incluindo os direitos laborais de quem trabalha para essas organizações. As empresas garantem assim um ambiente corporativo justo e sustentável, potenciando a confiança de todos os stakeholders.

As questões inerentes à Diversidade & Inclusão no ambiente empresarial incluem-se nesta equação e têm sido uma bandeira hasteada por cada vez mais empresas. Ainda assim, segundo o estudo Diversity at Work do ManpowerGroup, em 2022, apenas 44% dos trabalhadores LGBTQIA+ sentiam abertura para revelar a sua orientação sexual no seu local de trabalho, e 14% dos profissionais portugueses afirmavam já ter visto na sua empresa comportamentos não inclusivos.

Os dados mostram que há ainda um longo caminho a percorrer nesta matéria. A Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão (APPDI) gere a Carta Portuguesa para a Diversidade, em linha com os esforços da União Europeia nesta matéria, pretende fomentar o cumprimento destas questões, criando organizações mais inclusivas, diversas e competitivas. A assinatura desta Carta determina um compromisso por parte das empresas aderentes, permitindo o acesso a ferramentas, informações e intercâmbio entre organizações. Não existe ainda, no entanto, uma entidade regulamentar dedicada a estas questões. Ao colocar a responsabilidade social no topo da hierarquia de valores corporativos, cria-se uma maior consciencialização para estas questões entre todos os colaboradores. Quantas mais empresas abordarem estas questões, mais rápido se propaga a sua importância e necessidade, rumo a um mundo corporativo mais justo, diverso e inclusivo.

Uma coisa é certa: está na hora de se poder ser genuíno(a) nas organizações. Independentemente da orientação sexual, identidade e expressão de género, caraterísticas sexuais, religião, idade, raça, etnia, nacionalidade ou grau de deficiência.

 

Este artigo foi publicado na edição de outono da revista Líder. Subscreva a Líder aqui.

Leonor Wicke,
Jornalista e Coordenadora Editorial

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