Tempos de mudança exigem adaptabilidade e inovação das organizações que querem manter os seus negócios atuais e modernos. O Linkedin, sendo uma plataforma focada no mundo do trabalho e networking, tem-se adaptado às tendências atuais que moldam as necessidades dos utilizadores, tais como a Inteligência Artificial (IA), o marketing e a utilização de dados. Ainda […]
Tempos de mudança exigem adaptabilidade e inovação das organizações que querem manter os seus negócios atuais e modernos. O Linkedin, sendo uma plataforma focada no mundo do trabalho e networking, tem-se adaptado às tendências atuais que moldam as necessidades dos utilizadores, tais como a Inteligência Artificial (IA), o marketing e a utilização de dados.
Ainda assim, há uma questão imprescindível quando se fala de IA e dados: tudo o que envolva confiança digital, transparência e ética, aspetos «não negociáveis». «Vai ser crítico assegurar que existem as políticas de IA corretas e que as pessoas as conseguem consultar», defendeu Katheline Jean-Pierre, Advertising Sales Executive e Chief Growth Executive do Linkedin, na talk «Linkedin’s Economic Graph: Creating Opportunity for Every Member of the Global Workforce».
Esta apresentação aconteceu no âmbito da Data with Purpose Summit, que teve lugar na Reitoria da Nova Information Management School (IMS), no dia 21 de maio.

Uma plataforma eficiente e adaptada a cada membro
Existem várias tendências a dominar o Linkedin, sendo a ascensão da Inteligência Artifical (IA) e a automação de tarefas uma das principais. Segue-se a constante evolução de competências procuradas pelas empresas e o aumento de trabalhadores e empreendedores independentes.
«Estes fatores criam uma grande responsabilidade no Linkedin, que tem a visão ousada e ambiciosa de criar oportunidades económicas para cada pessoa da força de trabalho global», afirma a especialista.
Para isso, é preciso garantir que cada utilizador pode ser produtivo e bem-sucedido. O Linkedin conta com cerca de mil milhões de membros, 61 milhões de organizações, 50 milhões de vagas de trabalho. São muitos números e dados que os gestores da plataforma têm de gerir, de forma a compreender as necessidades dos utilizadores.
Todos estes dados são extremamente importantes e a equipa de Economic Graph da plataforma colabora com várias organizações e especialistas, de forma a «medir e analisar todos estes números». O objetivo é compreender «quais são as competências do presente e do futuro, que tendências existem e como estão a evoluir».

A Inteligência Artificial é inegavelmente a maior tendência
«Quando pensamos sobre dados, pensamos sobre IA, propósito, impacto», explica Katheline Jean-Pierre. A Inteligência Artificial tem sido a maior influência do mercado de trabalho do último ano, sendo que em 2023 existiam quase sete vezes mais organizações de IA do que em 2011, um dos vários efeitos desta corrente.«O crescimento meteórico da IA está a acontecer em todo o lado e há alguns países que têm conseguido impulsionar esta mudança: os EUA, India, o Reino Unido e o Brasil», acrescentou.
Esta tendência também se manifesta no Linkedin, onde conceitos como IA, machine learning e tecnologia são os termos mais abordados na aplicação. Dentro das organizações, 87 por cento dos líderes acredita que a IA vai ajudá-los a suster e manter uma vantagem competitiva.Toda a componente de dados torna-se ainda mais relevante com a evolução da IA.
Os números do Linkedin mostram que a inovação é essencial e características como impressão e envolvimento dos utilizadores têm sido preponderantes nas campanhas de marketing. Na verdade, as campanhas potenciadas por IA relatam um aumento eficiência na ordem dos 11% e uma diminuição do custo por resultado de 16%.
A IA «vai continuar a evoluir» e poucas serão as organizações que não a utilizam, pelo que Katheline Jean-Pierre frisa a importância de atender às tendências e dados, de forma a tirar o maior proveito possível das evoluções do mercado de trabalho.
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