A aproximação de um novo ano convida à reflexão sobre o que está por vir. No setor da tecnologia, Upskilling, Interoperabilidade, Inteligência Artificial (IA) e Humanização são alguns dos tópicos que vão estar em foco. A Líder partilha quatro tendências identificadas pela Opensoft. Veja aqui: Upskilling e Reskilling A falta de talento especializado em […]
A aproximação de um novo ano convida à reflexão sobre o que está por vir. No setor da tecnologia, Upskilling, Interoperabilidade, Inteligência Artificial (IA) e Humanização são alguns dos tópicos que vão estar em foco.
A Líder partilha quatro tendências identificadas pela Opensoft.
Veja aqui:
Upskilling e Reskilling
A falta de talento especializado em áreas estratégicas (skills gap) como a tecnológica continuará a ser um dos maiores desafios para as empresas, especialmente devido à crescente integração da inteligência artificial (IA). Esta necessidade de adaptação através da formação, ou reskilling, é particularmente importante para os profissionais da área da tecnologia, que estão mais expostos a saltos tecnológicos potencialmente disruptivos. Estar na linha da frente significa ter a capacidade de oferecer formação contínua aos colaboradores, proporcionando um desenvolvimento profissional especializado. Mas nem só de competências tecnológicas se faz este processo; a aposta nas soft skills como liderança, comunicação ou negociação é também decisiva.
Interoperabilidade
A sociedade continua o seu caminho no sentido de tornar menos burocrática a vida quotidiana através de soluções digitais alicerçadas no princípio da interoperabilidade. Várias empresas e serviços públicos vão procurar aprofundar o grau de integração e transmissibilidade dos seus dados e plataformas digitais, de modo a tornar mais fluída a experiência do utilizador. A tendência aponta para uma maior procura destes serviços de interoperabilização de sistemas.
Inteligência Artificial
Se para as empresas do setor tecnológico, a utilização da IA não é algo novo, para outros setores este contacto é relativamente recente e potencialmente disruptivo. A entrada da IA no quotidiano significa mais esforços para que este seja um elemento diferenciador. 2025 será um ano de recalibração, já que todos os que a utilizam terão de perceber como tirar proveito dos seus benefícios de forma eficiente e segura.
Humanização
As empresas terão um crescente interesse em integrar nos seus processos ferramentas tecnológicas ligadas à automatização. Seguindo um movimento de proporcionalidade direta, a democratização do acesso a ferramentas de IA, por exemplo, obrigará também ao aperfeiçoamento do capital humano como fator distintivo. A humanização dos serviços, o contacto empático, próximo e construtivo continuará a ser um fator diferenciador fundamental.


