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Denise Calado

Novo estudo confirma: as tecnologias invadem a vida pessoal dos profissionais

16 Março, 2022 by Denise Calado

Tecnostress é a situação resultante de uma utilização inadequada das tecnologias de informação e comunicação (TICs) e que se tornou palavra de ordem com o crescente impacto da tecnologia no trabalho, nomeadamente com a generalização do teletrabalho. Um novo estudo do Observatório de Liderança e Bem Estar da Nova SBE, mostra que uma parte substancial dos inquiridos sentem níveis elevados de tecnosobrecarga e tecno-invasão, com 47% a reconhecerem ter de mudar os hábitos de trabalho para se adaptarem às tecnologias móveis e 52% a sentirem que a sua vida pessoal é invadida devido a estes dispositivos.

Partindo do atual contexto pandémico e da hipótese de se manterem soluções de tele-trabalho sustentadas pelo uso destas ferramentas, a equipa de investigadores Filipa Castanheira, Pedro Neves e Inês Dias da Silva, procurou perceber melhor como o stress ligado à tecnologia móvel, em contexto laboral, impacta a saúde e o bem-estar dos trabalhadores, assim como, identificar os grupos demográficos em maior risco de desenvolver efeitos secundários adversos como a dependência da tecnologia, exaustão e outros sintomas físicos e psicológicos.

Entre as principais conclusões, o estudo revela que uma parte substancial dos inquiridos sentem níveis elevados de tecnosobrecarga (35%) e tecno-invasão (42%), sendo que são os homens quem reporta maiores níveis de tecnosobrecarga e tecno-invasão. Os níveis de tecnostress têm também expressão na saúde e bem estar, estando a invasão e sobrecarga das tecnologias associadas a queixas psicossomáticas e exaustão emocional uma a duas semanas mais tarde face à exposição. Juntas explicam mais de 25% da variabilidade dos indicadores de saúde e bem-estar analisados.

Este efeito resulta principalmente do aumento da dependência das tecnologias e não da redução da motivação dos indivíduos, sendo que a dependência manifesta-se em comportamentos tais como negligenciamento de actividades importantes, incapacidade de descansar, discussões sobre o uso da tecnologia e empobrecimento da vida social.

Perante os resultados, o Observatório de Liderança e Bem Estar da Nova SBE reuniu algumas recomendações, no sentido de melhorar a saúde e o bem-estar no contexto do trabalho:

  • Desenvolvimento de politicas organizacionais para gerir o papel das tecnologias na sobrecarga e invasão, através de legislação e regulamentação interna em linha com a que foi publicada em Portugal que regula o contacto do empregador fora de horas de expediente.
  • Formação das chefias sobre o potencial impacto negativo das culturas sempre conectadas, através da sensibilização para as consequências nefastas na saúde e no bem estar do mau-uso da tecnologia no trabalho. Ex: Uma cultura que premeia respostas rápidas pode estar a premiar dependência e não engagement.
  • Capacitação dos indivíduos para a gestão ativa das fronteiras entre o trabalho e a vida pessoal e familiar, fomentando métodos de gestão da interface trabalho e vida pessoal, contemplando o uso adequado da tecnologia móvel em trabalho e nos momentos de lazer.

 

O estudo foi realizado entre Fevereiro de 2020 e Outubro de 2021 com mais de 4.000 questionários online, confidenciais e anónimos, a uma amostra de conveniência, com a colaboração de vários alunos da Nova SBE.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

5 erros no currículo que deve evitar

15 Março, 2022 by Denise Calado

Um pequeno erro no CV pode comprometer a possibilidade de conseguir uma entrevista para um trabalho. E são mais comuns do que pensa. Para além dos tradicionais erros de ortografia, existem outros cinco deslizes que a consultora em RH Korn Ferry diz que deve evitar:

 

Tornar o currículo extravagante

Cores de fundo fortes, fontes cursivas e logótipos costumam, na realidade, não ser muito apelativas para as empresas. Sarah E. Williams, career coach da Korn Ferry Advance, revela que “se o seu currículo não estiver num formato que possa ser lido por um sistema de rastreio de dados, pode até ser o candidato mais qualificado para o trabalho, mas o currículo não será visto pelo recrutador”. Opte por fontes como o Arial e Times New Roman.

Pontuação inconsistente

Se usar um ponto após o uso de um “bullet point” (o ponto lista em português), certifique-se que é consistente. Se usar traços, certifique-se de que estão uniformes e não têm tamanhos diferentes.

Resumo pessoal fraco

Muitos recrutadores despendem pouco tempo para analisar um currículo, e muitas vezes só observam o terço superior. Inclua uma declaração forte no seu resumo pessoal e liste as suas maiores competências. Abaixo do nome, inclua o cargo que está à procura, e duas aptidões que firmem essa função.

Esquecer de anexar o hiperlink do perfil do LinkedIn

Inclua no cabeçalho o endereço de e-mail, número de telefone e hiperlink do Linkedin. Desta forma estará a estabelecer a confiança entre si e o recrutador, dado que este poderá verificar as informações. Tenha em atenção que o URL inclua o seu nome, em vez de uma lista de letras ou números.

Usar nome de arquivo ou endereço de e-mail desadequados

Se a candidatura for online, o recrutador conseguirá ver o nome do arquivo do currículo, por isso certifique-se de que é profissional. Pode guardar com o seu nome, sobrenome, a palavra “currículo” e a data, e em formato PDF, depois de revisão cuidada. O endereço de e-mail deve conter o nome e sobrenome, evite o uso de gírias. Endereços do Yahoo ou AOL também podem ser fator discriminatório, levando o recrutador a acreditar que não está a usar a tecnologia mais moderna.

 

Arquivado em:Artigos

Inês de Castro é a nova Head of People da Worten

15 Março, 2022 by Denise Calado

Com 16 anos de experiência na área de RH, Inês de Castro liderava, até fevereiro, os pelouros de Talent & Development e Culture Transformation & Change Management na Worten, sendo responsável pelas áreas de employer branding, formação e desenvolvimento de carreiras, a nível ibérico, e também pela evolução da empresa em termos de cultura organizacional, mais digital e inclusiva.

Licenciada em Psicologia Social e das Organizações, pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), a nova Head of People da Worten iniciou a sua carreira, no ano de 2003, na área de consultoria. Em 2013, juntou-se à Sonae, como HR Business Partner da Worten e em 2016 assume a função de Talent Acquisition, Learning & Development Leader, sendo responsável pela captação de talento, pelo desenvolvimento interno de carreiras e também pela formação, a nível ibérico. Em 2021, acumula o pelouro de Culture Transformation & Change Management da Worten.

Nas suas novas funções, Inês de Castro, irá priorizar o tema da inclusão, muito em sintonia com os compromissos do próprio Grupo Sonae. Com um objetivo a curto prazo de aumentar a representatividade de mulheres em funções de liderança, a Sonae representa um exemplo para a Worten: “A temática da Igualdade e Inclusão está no centro da nossa agenda, até porque nos assumimos como uma empresa descomplexada e aberta, mas que, ainda assim, precisa de continuar a trabalhar e a melhorar alguns enviesamentos inconscientes”, defende Inês de Castro.

Para a responsável, “o melhor employer branding que a nossa empresa pode ter é a atitude certa das nossas equipas, a forma apaixonada como trabalham diariamente, para termos uma marca cada vez mais relevante, interna e externamente. A vontade de inovar e ousar fazer diferente, as boas relações de trabalho e o espírito de equipa são os argumentos mais fortes que temos para atrair e reter talento”.

“Um dos fatores diferenciadores que irei promover, no seio da equipa de People, será, sem dúvida, o compromisso, e também a responsabilidade acrescida, de conseguirmos conciliar, de forma eficiente, a nossa área com a inovação e a tecnologia, que, no fundo, fazem parte do ADN da Worten”, refere Inês de Castro.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Great Resignation: estratégias para reter

15 Março, 2022 by Denise Calado

São muitos os que têm vindo a refletir sobre o seu trabalho e a lutar contra relações unilaterais. Se existe algo que o fenómeno da “Great Resignation” mostrou nestes últimos tempos é que dinheiro e outros tipos de benefícios não são suficientes para reter talento. Os líderes têm de ir mais longe, e a revista Inc. apontou três estratégias de como o fazer:

Transformar os colaboradores em proprietários

Uma forma de reter os funcionários é oferecer privilégios que os tornem proprietários. Programas de stock options para colaboradores já demostraram ser bem-sucedidos nos Estados Unidos da América, e são uma forma de remuneração para muitas empresas de tecnologia. As empresas podem recear a falta de retorno direto e os aspetos a longo prazo deste tipo de programas, todavia, existem dados que mostram que, ao projetar e introduzir o plano certo e formação contínua dos funcionários, a possibilidade de reter e atrair colaboradores, bem como melhorar os resultados da empresa, aumenta.

Lutar pelos funcionários

Oferecer este tipo de planos deve ser uma de muitas iniciativas para demonstrar que está disposto a lutar pelo bem-estar da sua equipa. Tomar iniciativa é uma boa forma de quebrar a barreira entre empregado e empregador, e torná-lo-á um líder mais humano. Esteja disposto a comunicar, ser transparente e atencioso. Considerar o equilíbrio da vida pessoal e profissional de cada um poderá ajudar a reduzir problemas de saúde e de esgotamento, bem como aumentar o envolvimento com a equipa e o trabalho. Invista tanto nos seus funcionários como quer que eles invistam na cultura da sua empresa.

Ajudar ao desenvolvimento de uma carreira

Os trabalhos de hoje em dia exigem evolução constante, especialmente no setor da tecnologia, que tem impulsionado mudanças rápidas nas empresas. O risco de ficar para trás pode ser um fator decisivo no sucesso da carreira de um funcionário, como tal, uma maneira de aliviar essa pressão é, precisamente, investindo no seu desenvolvimento profissional. Para além do mais, é um elemento chave para ganhar a sua lealdade e confiança.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Dois anos de Pandemia – só acaba quando acabar para todos

15 Março, 2022 by Denise Calado

A 11 de março de 2020, Tedros Ghebreyesus, Diretor Geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), declarava como Pandemia a infeção pelo novo coronavírus. Desde então, registaram-se mais de seis milhões de mortes e 446 milhões de casos. Em Portugal contabilizam-se mais de 21 mil mortes e mais de três milhões de infetados. E dois anos depois, António Guterres, secretário-geral da ONU acredita ser um “erro” grave considerar que a crise terminou. Globalmente, o total de casos diminuiu cerca de 5% e o de mortes 8%, no entanto, Tedros Ghebreyesus alerta que a recente queda nas taxas de testes “deixou o planeta às cegas em relação ao efeito da Covid-19”, diminuindo a capacidade de análise da localização, propagação e evolução do vírus.

Embora os casos e as mortes estejam a reduzir e as medidas de contenção comecem a ser levantadas, também o Diretor Geral da OMS se demonstra apreensivo e afirma que a pandemia está longe do fim, opinião corroborada por António Guterres, que destaca que a crise só terminará quando terminar para todos. Só na semana passada, a região do Pacífico Ocidental registou o total de 3,9 milhões de infetados, e está acompanhada por obstáculos na distribuição de testes, tratamentos e vacinas.

Apesar de parecer estarmos mais próximos de um estado endémico, há muitas assimetrias e realidades distintas que deixam preocupação na comunidade internacional, nomeadamente no que respeita ao acesso à vacinação.

Segundo a Organização das Nações Unidas, cerca de três mil milhões de pessoas ainda aguardam pela primeira dose da vacina, ressaltando que, há dois anos, a vida a nível global foi interrompida pelo vírus, “parando economias, sufocando redes de transportes e cadeias de suplementos, fechando escolas, separando pessoas dos seus entes queridos e mergulhando milhões de pessoas na pobreza”.

Não é a primeira vez que a humanidade passa por uma situação de pandemia: entre 1918 e 1919, estima-se que a gripe espanhola dizimou mais de 50 milhões de vidas. Curiosamente, o primeiro caso foi registado a 11 de março de 1918 numa instalação militar nos Estados Unidos, quando o soldado Albert Gitchell começou a apresentar sintomas.

Portugal tem sido elogiado pelo seu avanço no número de pessoas vacinadas, sendo que dados da DGS indicam uma taxa de vacinação completa de 91% da população, e 60% com doses de reforço. A mesma tendência, porém, não é sentida em todas as partes do mundo.

 

Arquivado em:COVID-19, Notícias

E o turismo, como vai ser?

15 Março, 2022 by Denise Calado

Particularmente fustigado pela crise pandemia, o mercado hoteleiro e turístico começa lentamente a emergir e a recuperar dos dois anos de contingência e sucessivas restrições. Também a transformação digital chegou ao setor, e mais do que nunca, a conceção e a implementação de um plano de marketing e o uso do marketing digital são fundamentais para todas as empresas que se queiram modernizar e afirmar. No livro “Plano de Marketing e Marketing Digital na Hotelaria e no Turismo” (Lidel), os autores Eduardo Moraes Sarmento, Nuno Abranja e Rita Vitorino de Carvalho pretendem apoiar as micro, pequenas e médias empresas (MPME) do Turismo, no contexto português, nesta nova etapa num mundo pós-covid.

O que se espera para o setor do turismo e hotelaria no pós-covid?

A publicação do livro foi fundamentalmente motivada pelos grandes desafios que o setor irá enfrentar nos próximos anos. O maior desafio de todo o trade turístico, desde empresas aos seus profissionais, incluindo toda a academia, é precisamente adequar-se e adaptar-se à nova realidade turística, forçosamente imposta pelas sucessivas situações de crise que vimos vivendo no último triénio. Com o tecido empresarial nacional composto predominantemente por micro, pequenas e médias empresas, que muitas vezes não têm nos seus quadros profissionais a formação em marketing/marketing digital necessária para a execução de ferramentas e tarefas comerciais adequadas aos seus contextos interno e externo, as dificuldades acrescem consideravelmente. Os pequenos empresários lidam, normalmente, com rotinas exigentes em termos temporais e organizacionais que, incontornavelmente, limitam a implementação das melhores práticas que possam ajudar a cimentar e a crescer os seus negócios turísticos ou hoteleiros de forma mais sustentada. Do alojamento à restauração, das agências de viagens à operação turística, dos aeroportos aos meios de transporte, da animação turística à organização de eventos, dos mais infinitos serviços de lazer às atividades de divertimento do turista, estamos a protagonizar uma verdadeira convulsão do panorama turístico. Quer queiramos, quer não, as empresas do setor terão de estar atentas à forma como o destino onde estão inseridas gere o processo de crise na região e contribuir com a sua ajuda para garantir a tão desejada segurança, que figurará no top 3 do processo de escolha turística, assim como a higienização e a saúde que surgirão como preocupações primárias. Os turistas menos pacientes e tolerantes, mais dominadores e exigentes, serão os perfis do futuro, onde os extremos – planeamento atempado e o last minute – vigorarão como elemento base nas viagens internacionais. Registaremos daqui em diante viagens mais frequentes e de curta distância, escolha de destinos menos comuns e turisticamente desenvolvidos.

 

 Qual o papel do marketing digital nesta nova etapa?

De acordo com a Marktest (2020), 76% dos portugueses com 15 e mais anos acedem à internet (mesmo que esporádico), e a tendência é continuar a aumentar. Mas investir em marketing digital significa muito mais do que somente a criação de um website, um blog ou uma newsletter. É nuclear que o posicionamento na web seja baseado numa estratégia e operação coordenadas, articuladas e em multicanal. Explicando melhor, é fundamental que as empresas e os seus colaboradores estudem e conheçam primeiramente o seu mercado, identifiquem claramente os seus próprios recursos e planeiem todas as ações de maneira estruturada, conectada e adequada aos contextos da empresa. O papel do marketing digital nesta nova etapa desafiante é criar soluções criativas e inovadoras às empresas e aos seus profissionais, que viabilizem a obtenção dos seus principais objetivos. As empresas na área do turismo podem refletir a sua identidade digital e preparar a sua atuação online através de diferentes instrumentos que apresentamos no livro, como por exemplo os modelos V.R.I.O., Push & Pull Marketing, A.I.D.A., W.H.E.E.L., etc.), que se adequam na perfeição à dimensão, recursos e objetivos de cada organização. No período pandémico que vivemos, e que se alargará por anos indefinidos, os planos de marketing assumem um papel verdadeiramente estratégico na adaptação e adequação da forma como se comunica o produto/serviço junto do mercado e dos consumidores, assim como na capacidade de criar expectativa e, naturalmente, assegurar a melhor experiência possível que garanta a conquista, satisfação e manutenção do nosso cliente proporcionando-lhe as melhores e mais memoráveis experiências. Apenas as empresas e os profissionais que consigam ter sucesso nestes aspetos poderão manter-se competitivos e otimistas em relação ao futuro. O marketing digital tem tido um crescimento indescritível nos últimos anos e intensificou-se esta tendência nos últimos tempos de pandemia, criando oportunidades diferenciadoras para as empresas turísticas e hoteleiras. O investimento criativo e empreendedor na internet vai permitir encontrar soluções de marketing digital adequadas à área de negócio de cada um, assim como aplicá-las ao produto e/ou serviço que comercializam, já que o canal online proporciona o aparecimento de ferramentas digitais valiosas na obtenção de ótimos resultados em termos de notoriedade, visibilidade, vendas e rendimentos.

 

Transformar digitalmente é um caminho, não um fim em si mesmo. Como devem as empresas planear e preparar o futuro?

Transformar uma empresa turística ou hoteleira digitalmente é um processo e não um fim. Este caminho começou e não tem forma de parar ou de voltar atrás. Se os players turísticos ainda não prepararam a sua identidade digital não podem esperar muito do futuro. A aplicação do marketing digital na hotelaria e turismo em Portugal está ainda nos seus primórdios, especialmente no caso das pequenas e médias empresas de cariz mais familiar, devido às suas especificidades do negócio. As propostas de adaptação e ajuste que fazemos ao longo do livro através da disponibilização de inúmeras estratégias, táticas, operações, técnicas e fichas de apoio que ajudarão os profissionais, e mesmo os estudantes, a perceber melhor todos os passos que terão de adotar consoante os seus contextos de marketing, nunca prescindindo do marketing tradicional ou do marketing digital em detrimento de um deles, porque nunca devem ser dissociados. Neste momento, assistimos a um conjunto de mudanças em todo o mundo que exigem um jogo de cintura muito flexível das nossas empresas e as tecnologias estão incluídas nessas mutações. A aceleração desmedida da aplicação digital ao turismo; a realidade virtual e aumentada, aplicadas ao marketing, o telemóvel a aparecer como ferramenta insubstituível do viajante; a imposição do modelo híbrido (presencial e online) aos eventos e a outras atividades de negócios; os novos modelos de reserva avançados preferidos pelos consumidores e a intensificação de uma internet 5.0 caracterizada pela grande ‘humanização’ das tecnologias, são razões mais do que suficientes para acreditarmos que o marketing digital é realmente um processo sem fim e ilimitado.

 

Arquivado em:Entrevistas

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