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Denise Calado

Saiba quais são as cinco tendências de trabalho híbrido para 2022

18 Março, 2022 by Denise Calado

Numa fase de transição para modelos híbridos de trabalho, a Microsoft acaba de anunciar as conclusões do Work Trend Index 2022. O estudo contou com a participação de mais de 30 mil pessoas, em 31 países, e analisa biliões de sinais de produtividade no Microsoft 365 e tendências laborais no LinkedIn entre 7 de janeiro de 2022 e 16 de fevereiro de 2022.

Segundo Paula Fernandes, Diretora de Colaboração e Produtividade na Microsoft Portugal: “Os resultados do Work Trend Index 2022 da Microsoft reforçam o quão profundamente mudaram nos últimos dois anos as formas de trabalhar. Os próximos meses serão marcados pelas necessárias mudanças a nível cultural, e em paralelo, esta transição requer também a projeção das tecnologias necessárias para conectar o digital e o físico. Os líderes têm pelo caminho o grande desafio de acompanhar as novas expectativas dos colaboradores, de colocar intencionalidade nos momentos de interação presencial e aqui residirá a chave para o sucesso do trabalho híbrido”.

O estudo revela cinco tendências de trabalho híbrido para 2022:

1) Os colaboradores têm novos padrões de trabalho

A experiência dos últimos dois anos reformulou as prioridades e a visão que os colaboradores têm do mundo, sublinhando a importância da saúde, família, tempo e propósito. Como resultado, os colaboradores têm novos padrões sobre o que querem e o que estão dispostos a dar em troca no trabalho. Neste estudo, 53% dos inquiridos afirma que existe uma maior probabilidade de colocar a saúde e o bem-estar sobre o trabalho, do que antes da pandemia.

 

Face a esta mudança de prioridades, em 2021, 18% dos inquiridos deixou os seus empregos, sendo que os principais motivos foram o bem-estar pessoal ou saúde mental (24%), equilíbrio entre a vida profissional e a vida familiar (24%) e risco de apanhar COVID-19 (21%).

Este estudo revela, também, que no próximo ano, muitos dos colaboradores a trabalhar em formato híbrido (51%) consideram uma mudança para modelos de trabalhos remotos (57%), sendo que mais de metade (52%) da Geração Z e dos Millennials podem mudar de emprego no próximo ano (contra os 35% da Geração X e dos Boomers), um aumento de 3% desde o ano passado.

2) Os managers sentem-se “encurralados” entre a liderança e as expetativas dos colaboradores

Mais de metade dos managers (54%) sente que a liderança na sua empresa está desfasada da realidade atual dos colaboradores e 74% afirma que não tem a influência ou os recursos para fazer as mudanças necessárias nas suas equipas. Por outro lado, 50% dos líderes empresariais afirma que já exige, ou planeia exigir, trabalho presencial a tempo inteiro no próximo ano.

Estes dados contrastam fortemente com a importância do trabalho flexível destacada pelos colaboradores: 52% dos inquiridos afirma ser provável mudar para um trabalho híbrido ou remoto a partir do próximo ano. De facto, e com o trabalho remoto e híbrido a aumentar, atualmente, 1 em 7 empregos nos EUA oferecem a opção de trabalho remoto – em março de 2020, apenas 1 em 67 que ofereciam esta opção.

3) Os líderes precisam de fazer com que a deslocação ao escritório valha a pena

À medida que o mundo transita, cada vez mais, para o trabalho híbrido, a maior oportunidade para os líderes empresariais passa por reimaginar o papel do escritório e clarificar o “porquê”, “quando” e “com que frequência” as equipas se devem reunir presencialmente. 38% dos colaboradores híbridos afirma que o seu maior desafio é saber quando trabalhar remotamente e presencialmente. No entanto, apenas 28% das empresas estabeleceram acordos com as equipas para definir, claramente, as novas normas de trabalho.

Fazer com que o escritório funcione para todos os colaboradores terá uma intencionalidade radical e não há uma abordagem única para o trabalho híbrido. Os dados sugerem que as empresas estão a fazer progressos nos investimentos em espaço e tecnologia, mas há ainda mais trabalho a fazer a nível cultural.

4) O trabalho flexível não tem de significar “sempre online”

Desde fevereiro de 2020, que o tempo de reuniões semanais no Teams aumentou 252% e o número de reuniões semanais aumentou 153%. Em fevereiro de 2022, os utilizadores enviaram, por semana, mais 32% de mensagens no chat do Teams, o tempo de trabalho na plataforma aumentou mais de 13% (46 minutos), e o trabalho, após o horário e ao fim-de-semana, cresceu ainda mais rapidamente, com 28% e 14%, respetivamente, face a março de 2020.

Apesar da sobrecarga digital, as pessoas estão a flexibilizar os modelos de trabalho, ao seu próprio ritmo, assumindo o controlo do seu tempo. Os padrões de produtividade no Outlook mostram que as pessoas estão a tornar-se mais intencionais em fazer pausas, evitando a dupla marcação de reuniões e a estabelecer blocos de trabalho em concentração.

5) A reconstrução do capital social tem um aspeto diferente num mundo híbrido

Num mundo de trabalho digital-first, onde 51% dos colaboradores híbridos estão a considerar uma mudança para um trabalho remoto, já não podemos contar apenas com o escritório para recuperar o capital social que perdemos. Os líderes devem ser intencionais em reconectar, tanto os colaboradores híbridos como os remotos, na cultura organizacional. Esta não será uma tarefa simples, já que 43% dos líderes afirma que a construção de relações é o maior desafio no trabalho híbrido e remoto.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Culturas de trabalho: como encontrar a que melhor se adequa a cada um

18 Março, 2022 by Denise Calado

Fazer parte de uma equipa que partilha os mesmos objetivos, valores e conduta laboral é um fator determinante não só para o sucesso pessoal, mas também global.

É num contexto favorável e adequado à forma de ser e de trabalhar, que cada um pode dar o melhor de si naquilo que faz. É por isso que as culturas de trabalho se têm diferenciado, assumindo uma preponderância crescente no universo laboral.

O que é a cultura de trabalho?

Também conhecida como a cultura organizacional, esta representa o conjunto de valores, crenças e comportamentos partilhados em determinada empresa. Este pilar laboral tem influência na linguagem, no percurso, nas histórias, nas tomadas de decisão e nas práticas diárias de trabalho.

Qualquer trabalhador deve considerar a cultura de trabalho no momento em que procura um novo emprego. Porquê? Porque um ambiente onde se sinta bem recebido, confortável e incentivado a dar o seu melhor é propício ao seu desempenho, produtividade e felicidade. Pelo contrário, se se sentir excluído e não tiver o apoio necessário, isso pode prejudicar o seu desempenho e carreira, tal como a sua saúde física e mental.

Para qualquer profissional que esteja à procura de uma nova oportunidade, a consultora de Recursos Humanos Kelly enumerou e explicou as três principais culturas organizacionais, ajudando também a perceber qual o perfil de colaborador que melhor se adequa a cada uma delas.

Cultura empreendedora – Nas empresas que operam dentro deste tipo de cultura, os colaboradores assumem um nível de autonomia superior à média, ou seja, trabalham com pouca – ou nenhuma – supervisão. Por norma, as pessoas que se dão bem neste tipo de ambiente são independentes, engenhosas e focadas. Entre os requerimentos-base para o sucesso nestas organizações, é-lhes exigida a capacidade de definir objetivos, fazer planos para os alcançar e executar eficazmente esses planos, de forma maioritariamente autónoma.

Cultura colaborativa – Este tipo de cultura valoriza, mais do que a excelência pessoal, a capacidade em trabalhar em equipa e, como o próprio nome indica, colaborar em prole de um objetivo comum. Neste ambiente prosperam aqueles que colocam o êxito da equipa acima do seu próprio sucesso. Aos colaboradores deste tipo de empresas são pedidas competências de excelência ao nível da comunicação e interpessoais.

Cultura de mudança – Este contexto empresarial pode ser visto como um dos mais desafiantes, uma vez que os trabalhadores têm de ser motivados, adaptáveis e resilientes para ajudar a empresa a atravessar um período transitório, ou seja, de mudança e incerteza. É a cultura adequada para trabalhadores ágeis, com uma mentalidade de crescimento e capazes de ‘ver o copo meio cheio’, ou seja, transformar o negativo em positivo.

Não estando certo/a sobre qual das culturas se adequa melhor ao seu perfil, este é um bom tema para levantar junto do departamento de Recursos Humanos, ou mesmo durante uma entrevista de emprego. Aliando o conhecimento sobre os diferentes tipos de cultura ao conhecimento sobre si próprio, cada trabalhador estará em melhor posição para aceitar uma função num ambiente em que se sinta integrado e, sobretudo, realizado.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Porque precisa de lançar a sua marca online?

17 Março, 2022 by Denise Calado

Ter uma forte presença online pode ditar o sucesso da sua empresa e marca, ajudando a construir laços de confiança e credibilidade com os seus clientes e posicionando-o no topo da sua área de especialização. Seja através de plataformas de redes sociais, blogs, newsletters, LinkedIn ou até podcasts, o Entrepreneur revela-lhe dez razões pelas quais deve começar a investir no online:

É uma plataforma imediata

Ao colocar a sua marca profissional ou pessoal no mundo digital, está a criar uma plataforma para reunir valor ao partilhar a sua experiência e conhecimento, posicionando-o no mercado e destacando-o dentro da sua indústria.

É uma forma de ampliação

Consequentemente, começará a ser visto, ouvido de uma maneira mais vasta, e o público terá uma maior perceção de qual é a cultura da sua marca, através da forma como a apresenta.

Estará mais visível

São inúmeras oportunidades que poderá usar para partilhar vídeos, Lives, Podcasts. Estará a dar a oportunidade de verem a personalidade por detrás da oferta e da marca, conduzindo a uma maior confiança e envolvimento com os seus clientes.

Conexão

Não se trata unicamente na compra e oferta de produtos, as pessoas estão também à procura de se conectarem e de se identificarem com a marca. Abrir portas online irá ajudá-lo a conectar-se com os clientes de uma forma mais real que irá atrair uma comunidade com valores e ideias similares.

Facilitará a pesquisa

A sua marca está visível nos lugares do topo da primeira página no motor de busca? Ao posicionar-se online, certifique-se de usar palavras-chave que o público alvo usaria quando estivesse à procura pelos seus produtos ou serviços, e tenha a certeza de que tanto contas ativas como inativas têm informações relevantes.

Abre portas para a colaboração

No mundo online, as possibilidades de colaboração são infinitas. Falamos de palcos virtuais, conversas com convidados num podcast ou convites para fazer parcerias com especialistas e realizar eventos exclusivos. Comece a seguir, colaborar e conectar-se com profissionais da sua área ou com os mesmos valores, de forma a conseguirem expandir o alcance e aumentarem o público.

Cria mais confiança

Quando os clientes gostam de uma marca, eles vão confiar nela, e se confiarem, irão recomendar. Aparecer online irá ajudá-lo a conectar-se com a sua comunidade e a conquistar a sua confiança.

Expande limites

As pessoas não irão precisar de ir a uma loja física ou ao seu escritório para obter informações, comprar um produto ou aderir a um serviço. E se a experiência for positiva, a probabilidade de recomendação será superior.

Novos clientes

É uma oportunidade de lançar uma rede mais ampla e chegar a clientes que se interessem pelo produto ou serviço que tem para oferecer. A chave está em partilhar e construir sempre valor, e o cliente irá chegar.

É uma forma de ganhar dinheiro

Ao criar a sua marca online, está também a criar a prova social que demonstra o seu conhecimento e experiência, e naturalmente, ao expandir a sua comunidade, irá atrair mais oportunidades para crescer financeiramente. Concentre-se em demonstrar que é a marca que os seus clientes estão à procura, e seja consistente na sua presença.

 

Arquivado em:Marketing, Notícias

Grupo Your reforça posicionamento

17 Março, 2022 by Denise Calado

A Your Finance, unidade de negócio do Grupo Your especializada em serviços de contabilidade epayroll reforça a sua posição no mercado, através do investimento em mais uma carteira de contabilidade, com a aquisição da empresa Filipe Soares Franco, empresa de capital 100% português com mais de duas décadas no mercado. Com um volume de negócios anual estimado de um milhão de euros e cerca de 400 empresas clientes, é especializada na combinação da oferta de serviços nas áreas contabilística, fiscal, recursos humanos e consultoria em gestão.

Com esta aquisição o Grupo Your vem dar continuidade a um caminho que já vem trilhando: dar resposta às crescentes exigências das pequenas e médias empresas na necessidade de terem acesso a serviços qualificados, com aposta na diferenciação da oferta. Através de uma estratégia de serviços integrados e conhecimento profundo do negócio do cliente.

“Somos uma empresa diferente daquilo que existe no mercado português, temos um conceito de one stop shop que oferece soluções integradas de apoio à gestão, para ajudar as empresas a alcançar o seu potencial, através de metodologias diferenciadoras, reconhecendo possíveis otimizações de custos e até fiscais. Com este posicionamento, procuramos reunir competências o mais complementares possível para ajustarmos de forma superior a resposta às necessidades das empresas, definindo um mapa de oportunidades, nomeadamente para as PME”, sublinha Sara do Ó, Founder & CEO Grupo Your.

“O Grupo Your cresce, o negócio acelera e as receitas espelham os nossos resultados, com a nossa faturação a crescer a dois dígitos em 2021. Mesmo com a pandemia os negócios aceleraram, acreditamos que há espaço para crescer ainda mais neste mercado, aprofundando projetos e unidades de negócio, seja por fusões ou aquisições. Aliás este contexto funcionou como um amplificador de necessidades de diferenciação e de mudança de alguns modelos de negócio, e neste sentido, o Grupo Your conseguiu responder muito bem à procura de novos modelos de negócio com o reforço da sua oferta ao cliente, refinando os seus serviços de apoio à gestão. Concentrar energia e esforços para dar o salto, este é um momento de oportunidade para este setor e para o mercado, a oportunidade existe para todos, sobretudo para as micro e PME”, acrescenta a responsável.

 

 

Arquivado em:Notícias

Por que não se quer voltar ao escritório?

17 Março, 2022 by Denise Calado

Apesar de ainda vivermos entre uma Pandemia, o vírus, e risco de infeção, já não é o que motiva as pessoas a trabalhar em casa. O World Economic Forum partilhou os dados do relatório “Covid-19 Pandemic Continues to Reshape Work in America”, do Pew Research Center, que revela que 61% dos norte-americanos entrevistados diz optar por não ir ao local de trabalho, enquanto 38% diz trabalhar em casa apenas porque o local de trabalho se encontra encerrado. A situação no início da pandemia era exatamente a oposta: a grande maioria dizia trabalhar por casa pelos escritórios estarem fechados, já uma minoria simplesmente preferia o teletrabalho, 64% contra 36%, respetivamente.

Daqueles que tinham a possibilidade de trabalhar a partir do escritório, 76% dos entrevistados em 2022 admitiu que prefere trabalhar todo o tempo ou a maior parte do tempo a partir de casa, por gostar mais desse estilo de trabalho. Outro fator importante para esta escolha está também na prestação de cuidados a filhos menores, sendo que 32% aponta ser um fator importante na sua decisão.

“O que estamos a ver é que trabalhar em casa funcionou para as pessoas” avançou Juliana Horowitz do Pew Research Center, acrescentando que as pessoas se aperceberam que era possível ter os meios para trabalhar em casa, continuar a ser produtivas e cumprir prazos.

Em acréscimo, esta nova realidade veio ajudar a encontrar um maior equilíbrio entre o trabalho e a família, e “é algo que as pessoas gostariam de continuar a fazer após o fim da pandemia”. Entre este aspeto positivo, está também o economizar nas deslocações.

O relatório tem por base um inquérito a 5.889 adultos norte-americanos empregados. A pesquisa mais ampla, realizada entre 24 de janeiro a 30 de janeiro de 2022, inclui os resultados de 10.237 adultos dos Estados Unidos da América.

Arquivado em:Notícias, Trabalho

Liderança no Conflito da Ucrânia

17 Março, 2022 by Denise Calado

Mais uma vez um cenário de guerra traz lições de liderança. E mais uma vez mostra que não existem formas corretas ou erradas de liderar na obtenção de resultados. As perceções sobre o seu impacto, essas sim, fazem pensar sobre qual a forma que escolhemos liderar.

Na invasão da Ucrânia observamos, de um lado, um líder que parece utilizar a arrogância, onde o poder superior na linha de comando dirige pessoas de forma supostamente concertada, utilizando o medo como a emoção motora dos liderados. Os liderados, não sendo estimulados a ampliar perspetivas, limitam-se a cumprir ordens, utilizando as suas capacidades para evitar serem sancionados. De outro lado, temos um líder que aparentemente utiliza a inspiração, que escolheu ficar ao lado dos seus liderados, criando contextos.

A liderança a partir da criação de contextos, trata-se de uma liderança dinâmica de equipas, que utilizando uma abordagem de coaching, permite:

  • Assegurar segurança psicológica. Esta liderança fomenta um clima de confiança, onde os membros da equipa se reconhecem e protegem uns aos outros, onde cada membro da equipa se sente confortável em falar e ser eles próprios, oferecendo as suas perspetivas e soluções dentro de uma voz coletiva;
  • Promover o alinhamento (modelos mentais partilhados). Os modelos mentais são as representações internas que cada membro da equipa tem sobre o sistema. Os membros da equipa precisam de um entendimento comum de como o sistema é descrito e explicado, e do que podem esperar como comportamentos do sistema. Desta forma, a equipa tem uma visão partilhada que se pode transformar rapidamente em planos de ação.
  • Facilitar a aprendizagem coletiva. Esta liderança renuncia à necessidade de controlo e trabalha a partir das necessidades específicas da equipa, promovendo a aprendizagem coletiva. O desenvolvimento da equipa tem as suas raízes na capacidade de questionar, refletir e discutir sobre o seu desempenho e o impacto do seu trabalho coletivo, nomeadamente quando os resultados não foram os esperados ou quando os erros são visíveis;
  • Estimular a improvisação. Esta liderança estimula a cocriação de equipas autogeridas onde são obrigatórias a adaptabilidade contínua através da liderança partilhada, como também a exploração e a tomada de riscos. As incertezas, dentro de ambientes complexos e diversos, tornam o planeamento prévio infrutífero. As equipas são solicitadas a procurar continuamente novas soluções. A improvisação contínua requere que cada participante atue de forma única, sem muita preparação. E, portanto, a autonomia parece ser o caminho a seguir em resposta a acontecimentos decorrentes do contexto.

Reforço que não existem formas corretas de liderar. Perante a incerteza, escolher entre ser um líder que utiliza a arrogância ou um líder que utiliza a inspiração, serão escolhas ambas válidas. Apesar de alguns contextos exigirem uma forma mais diretiva e arrogante de liderar, a liderança dinâmica de equipas com uma abordagem de coaching permitirá ampliar opções e criar ou fazer surgir novos contextos. Qual é a sua escolha para a forma de liderar?

 

Arquivado em:Opinião

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