• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      ‘Roman Empire trend’: porque continuamos fascinados pelos impérios?

      O petróleo volta a mandar nos mercados? Estes são os sinais de alerta

      Coca-Cola, Puma, TAP e SIC: as marcas que dominaram a conversa digital do Mundial

      Preços das casas caem, mas comprar um T2 ainda absorve 49% do rendimento de um casal

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      «Sines permanece uma ilha de tolerância onde a diversidade é vivida e celebrada», defende Carlos Seixas, Diretor do FMM

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      ‘Roman Empire trend’: porque continuamos fascinados pelos impérios?

      O petróleo volta a mandar nos mercados? Estes são os sinais de alerta

      Coca-Cola, Puma, TAP e SIC: as marcas que dominaram a conversa digital do Mundial

      Preços das casas caem, mas comprar um T2 ainda absorve 49% do rendimento de um casal

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      «Sines permanece uma ilha de tolerância onde a diversidade é vivida e celebrada», defende Carlos Seixas, Diretor do FMM

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Leonor Wicke

«Os líderes devem pensar menos como políticos e mais como cientistas abertos à descoberta», diz Armindo Monteiro

19 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

O Presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), Armindo Monteiro assumiu a liderança da organização, que representa 1500 empresas, com a missão de redefinir alguns conceitos – o de valor acrescentado nas empresas e o de sofisticação do negócio – e alterar a carga fiscal em Portugal.

Ante uma nova ordem mundial e uma chamada global à reinvenção dos negócios e das empresas, o foco deve estar na capacidade de as lideranças se assumirem como agentes de transformação, repensarem os assuntos e liderar pelo exemplo na construção de um Portugal melhor.

A Líder partilha a visão do empresário, e ideias para o progresso da Economia e de todos, hoje que é também o dia em que a CIP se reúne com o Governo, para discutir as medidas do Pacto Social.

 

Numa nova ordem mundial onde tanto o Homem se depara com a sua fragilidade, como a capacidade de se transformar, reinventar e dar um novo sentido ao trabalho, que lideranças são necessárias? 

A palavra-chave talvez seja «repensar». Um bom líder é aquele que exerce essa capacidade para não ficar preso aos «seus fósseis mentais» ou aos que lhe são sugeridos por outros. Não quer isto dizer que não devamos ter princípios e até princípios fundadores. O que eu quero dizer é que tantas vezes a assertividade de um líder é vista como um sinal de qualidade na gestão e também como uma enorme capacidade para conduzir pessoas, mas esta ideia foi levada longe demais. Saiu há uns anos um livro de um psicólogo social, Adam Grant, que desmistifica estes atributos e conclui que a capacidade para repensar os assuntos é, sim, um indicador de inteligência e sucesso. No fundo, os líderes empresariais devem pensar menos como políticos e pregadores e mais como cientistas abertos à descoberta.

 

Como podem as empresas e organizações aproveitar o momento e enfrentar o desafio? 

Cada organização tem a sua cultura a que podemos chamar de cultura de empresa. Ora bem, esta cultura resulta da forma como se organizam os vários departamentos e a maneira como eles se relacionam, mas também o caminho escolhido para tratar os clientes ou os fornecedores. Até o produto que se produz ajuda a definir o carácter e a cultura da empresa. Ou seja, somos o que fazemos no dia a dia, não o que dizemos fazer. Neste sentido, o papel dos líderes empresariais passa por demonstrar e pôr em prática o que está no papel, o que está nos organogramas, o que está na missão inscrita no site. Liderar pelo exemplo, claro. Líderes que ouvem, respeitam e ligam todos da melhor forma possível.

Que oportunidades existem para Portugal? 

As que fomos capazes de construir em conjunto. Não somos recetáculos das ações dos poderes públicos, somos agentes transformadores. Estou absolutamente convencido de que uma sociedade civil participativa e empenhada cria um país melhor para todos. Claro, depois é fundamental que o contexto criado pelos poderes públicos seja o mais adequado e não uma grelha cristalizada que impede a realização individual e coletiva, embora agite em permanência a bandeira do bem comum.

 

O que será prioritário para a Economia portuguesa neste próximo ano? 

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal assume a sua responsabilidade neste desafio coletivo. O Pacto Social em que temos vindo a trabalhar responde, ou melhor indica, os caminhos que podemos empreender para tornar Portugal mais coeso, mais rico e menos desigual. A prioridade é, portanto, assumirmos um desígnio nacional exigente e gerador de riqueza a todos os níveis.

 

O que podemos esperar da sua participação na Leadership Summit Portugal? 

Vontade de ouvir os outros e de partilhar ideias. Lidero uma confederação que representa 150 mil empresas. Tenho bem a noção da exigência e da responsabilidade.

 

Uma mensagem de esperança para o renascimento do caos 

Não vejo caos à minha volta. Vejo preocupação e desânimo, nem todo ele justificável, claro, embora em grande parte sim. Estamos num momento complexo em que podemos dar um enorme salto qualitativo ou então arrastar os pés ao ritmo da política partidária.  Lutemos todos pelo que é nosso.

 

Armindo Monteiro, vai marcar presença na Leadership Summit Portugal, no debate «Renovar e reerguer as economias europeia e portuguesa», que vai acontecer no próximo dia 26 de outubro, no Casino Estoril. Sob o tema «Reborn From Chaos – The Path For a New Renaissance», o evento reúne oradores nacionais e internacionais num programa marcado por intervenções e debates focados nos desafios da transição digital, sustentabilidade, igualdade e inclusão.

 

Mais informações disponíveis no site: www.leadershipsummitportugal.com

 

Arquivado em:Entrevistas, Leadership

Encarregados de educação menos otimistas para o arranque do ano letivo

19 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

Com o arranque do ano escolar, agora em perspetiva, a maioria dos encarregados de educação (65%), têm a expetativa que vá correr melhor do que o anterior. Mas a perceção tem vindo a perder força desde 2021 (81%) e 2022 (74%).

Os motivos são diversos, segundo a análise «Regresso às aulas 2023», elaborada pelo Cetelem.

Ora, verifique aqui:

 

Preocupação com os gastos e com o ensino

Tendo em conta a atual conjuntura económica, os gastos surgem como uma das principais preocupações (41%), tendo mais expressão no 2.º ciclo (45%), secundário (45%), no ensino privado (49%) e na Região Centro (45%). O gasto médio total estimado no começo das aulas é de 632€, um aumento de 107€ em relação ao ano passado. Há igualmente apreensões com o ensino, em virtude da situação dos professores, e impacto das greves no ensino (52%) – com 6 em cada 10 encarregados de educação a afirmar que o seu educando foi diretamente afetado no ano letivo anterior – mas também devido à necessidade de recuperação da aprendizagem pelos alunos (31%), às dificuldades de adaptação a uma nova escola e turma (20%) e no acompanhamento da aprendizagem (29%).

 

Potencial violência, bullying e discriminação também preocupam 

As questões sociais em ambiente escolar, como a potencial violência nas escolas (45%), o bullying (44%) e a discriminação (40%), estão também no cerne das preocupações dos encarregados de educação. Cerca de 44% revelam estar preocupados com estas temáticas, entre os quais 24% afirmam estar muito preocupados. A preocupação com estes temas é mais elevada nos educandos que frequentam o Pré-escolar (52%) e 2.º ciclo (49%), tanto no ensino público como no privado (41%). Cerca de 9% dos educadores afirmam ainda que o seu educando já foi alvo de cyberbullying, com valores mais expressivos no 3.º ciclo (12%) e no ensino privado (13%).

 

Cidadania é importante no plano curricular 

Para os encarregados de educação, as matérias relacionadas com questões sociais, como as lecionadas em cidadania e desenvolvimento, são essenciais no plano curricular. No top 5 encontramos as questões relacionadas com a Saúde, os Direitos Humanos, a Sustentabilidade, a Segurança e a Literacia Financeira, seguindo-se temas como Empreendedorismo e Trabalho, Segurança Rodoviária e Sexualidade, o Voluntariado, o Bem-Estar Animal ou a Igualdade de Género. Já a Participação Democrática e a Literacia Mediática, temas também considerados importantes no currículo, são aqueles que os inquiridos afirmam sentir mais dificuldade em transmitir aos educandos em casa.

 

Da tecnologia na educação aos smartphones no recreio 

Ainda no que diz respeito ao ensino, 47% defendem mais aprendizagem avançada no domínio tecnológico (47%) e 52% melhorias nos equipamentos das escolas. A maioria (55%) dos encarregados de educação tendem também a considerar que os smartphones ou tablets podem ser ferramentas úteis para o ensino. No entanto, 9 em cada 10 encarregados de educação gostaria que o uso destes dispositivos tecnológicos fosse limitado na escola.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Seis pistas para ter colaboradores mais felizes

19 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

Com o final da época das férias e o regresso oficial ao trabalho, os Happy Awards partilham seis pistas e sugestões para ajudar as empresas a melhorar a felicidade dos colaboradores.

As sugestões têm por base as conclusões da 1ª edição dos prémios, cuja análise abordou a felicidade dos colaboradores na dimensão pessoal, profissional e organizacional e traz o novo conceito FIB – Felicidade Interna Bruta.

 

1.Proporcionar momentos de networking entre os colaboradores para fortalecer laços de amizade entre pares, nomeadamente através da organização de iniciativas sociais informais para que se conheçam fora do ambiente de trabalho.

2.Promover uma cultura de respeito pelo tempo pessoal, através de uma comunicação aberta em que se ouvem as expetativas e preocupações dos colaboradores e se definem de forma clara, em conjunto com a hierarquia, os termos da flexibilidade de horário e do trabalho remoto.

3.Fomentar uma cultura de comunicação aberta e transparente, com segurança psicológica para o diálogo bilateral entre colaboradores e chefias, incluindo a implementação da cultura de feedback construtivo.

4.Respeitar a individualidade de cada um, havendo um ambiente de liberdade para se ser autêntico e uma cultura de respeito e inclusão que valorize a diversidade de perspetivas e experiências. Criar um ambiente de liberdade para a autenticidade e uma cultura de respeito e inclusão, com políticas de não-discriminação e combate ao assédio.

5.Fomentar o orgulho dos colaboradores na organização é crucial para construir uma equipa motivada e produtiva. Garantir que os colaboradores conhecem e compreendem a missão, visão e valores da organização, envolvendo-os em processos de tomada de decisão sempre que possível.

6.Partilhar o impacto que a empresa tem na vida dos clientes é uma forma fácil e prática de elevar os índices de felicidade dos colaboradores. Integrar histórias de clientes nas comunicações internas, partilhar feedback e avaliações, e promover interações diretas com clientes para mostrar o impacto positivo na vida deles.

 

Os Happy Awards são um sistema de qualificação das organizações em felicidade, promovido pela Consumer Choice (Escolha do Consumidor) e certificada com ISO 9001.

As inscrições para a segunda edição estão abertas até 15 de novembro, saiba mais aqui: www.happy-awards.com

Arquivado em:Notícias, Trabalho

A IA generativa irá substituir os contabilistas?

19 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

A Inteligência Artificial (IA) generativa tem o poder de revolucionar o setor da contabilidade, elevar o papel dos contabilistas ao automatizar tarefas repetitivas e melhorar a experiência dos colaboradores. No entanto, com inúmeras manchetes a apontar para a ameaça que a IA representa para a segurança do emprego, a ideia de as empresas optarem por esta tecnologia pode suscitar medo – especialmente em setores onde ainda são necessários muitos processos manuais, como, por exemplo, a contabilidade. Atualmente, um dos temas mais debatidos é: será que o ChatGPT e outras formas de IA generativa irão substituir indústrias inteiras, como a contabilidade, ou, como gostamos de dizer na Sage, irão “elevar o trabalho humano”?

 

Contabilistas dotados pela IA estão prestes a elevar o setor 

A IA generativa terá um impacto profundamente disruptivo na contabilidade e nas finanças, e vai exigir que as empresas adotem novas ferramentas, bem como uma maior automatização. O seu impacto na economia global é estimado em 2,6 a 4,4 triliões de dólares de crescimento anual. Este crescimento vem juntar-se aos 11 a 17,7 triliões de dólares de valor económico já estimado para a IA tradicional. Embora a IA possa automatizar até 27% dos postos de trabalho, esta automação não é necessariamente sinónimo de perdas de postos de trabalho. Assim, as empresas que melhor aproveitarem a IA poderão direcionar os contabilistas para tarefas de maior valor acrescentado, com maior produtividade e, provavelmente, uma maior satisfação no trabalho – ajudando a reter e a atrair talentos, num momento em que os trabalhadores altamente qualificados são escassos.

 

A oportunidade de adotar a IA generativa 

A IA padrão, ou a denominada IA “estreita”, já é bastante utilizada no setor da contabilidade, desde a automatização de tarefas de processamento de dados até à identificação de anomalias nas transações e lançamentos contabilísticos. No entanto, a IA generativa representa um grande avanço em termos de capacidade – tem o poder de avançar da automatização de tarefas simples para a automatização de fluxos de trabalho completos.

Os Large Language Models (LLMs), uma forma de IA generativa, são testados com grandes quantidades de conteúdo de texto, incluindo normas e regulamentos contabilísticos, estudos de negócios e melhores práticas, e até mesmo documentação de software. Esta formação apoia também os LLMs na compreensão dos padrões e das estruturas de linguagem, o que conduz ao grande crescimento da IA que se verifica atualmente. Enquanto a IA “estreita” funciona com fluxos de trabalho estritamente definidos e limitados por regras meticulosas, a IA generativa tem a capacidade de compreender instruções semelhantes às humanas, assim como determinar o conjunto completo de atividades necessárias para concluir um pedido. A sua capacidade de gerar código informático e interagir com software traduz essa compressão em ação.

Os assistentes digitais com LLM irão transformar a forma como os profissionais do setor da contabilidade interagem com a tecnologia, substituindo interfaces de utilizador limitadas e de difícil aprendizagem, que requerem meus pré-definidos e formulários complexos de introdução de dados, por interações simples numa linguagem humana. Imagine simplificar os processos de trabalho para uma instrução que poderia pedir a um ser humano.

Esta interação melhorada não só aumentará a produtividade, como também permitirá ampliar o leque de tarefas que um contabilista pode realizar. E, à medida que estes assistentes digitais se tornam cada vez mais capazes, tornar-se-ão também recursos especializados para compreender e aplicar regras contabilísticas. Quando estas capacidades forem adicionadas à capacidade da IA para assumir tarefas repetitivas e demoradas, como o processamento de faturas ou a reconciliação de contas, o setor da contabilidade irá elevar-se para prestar serviços de maior valor, como a orientação estratégica no planeamento financeiro e a alocação de capital.

Os contabilistas têm uma visão positiva – veem oportunidades onde a maioria vê ameaças. Estão otimistas relativamente ao facto de a combinação da IA generativa e a visão de futuro expandir o papel dos contabilistas como consultor de confiança das empresas.

 

O valor da responsabilidade humana 

A contabilidade é um setor baseado na confiança. Uma confiança que se baseia no fato de as empresas confiarem nas auditorias e nos conselhos prestados pelos contabilistas. Podem ser implementados processos automatizados para tarefas rotineiras, mas a responsabilidade pelos resultados, um elemento fundamental da contabilidade, continuará a residir nas mãos dos humanos.

A IA não é infalível e pode produzir resultados incorretos, denominados de “alucinações”, em que os algoritmos de IA generativa produzem respostas factualmente incorretas. Conhecer os limites da IA generativa é quase tão importante como conhecer as suas capacidades, sendo que as empresas devem estar conscientes de que não é a tecnologia por si só, mas sim a forma como esta é integrada e gerida, que trará os melhores resultados. Para a contabilidade, isso significa encontrar as áreas em que a automação da IA terá o melhor impacto nos fluxos de trabalho e na experiência dos funcionários.

 

Permitir que os contabilistas forneçam mais valor estratégico 

Ao disponibilizar aos contabilistas o poder dos LLMs, eles passarão a contar com um assistente de pesquisa inestimável e eficiente, com capacidade para analisar uma grande quantidade de informação e estruturar apresentações coerentes e profissionais dos resultados. Este assistente de IA permitirá que os profissionais do setor da contabilidade entreguem um maior valor estratégico, melhorando tanto a quantidade como a qualidade da tomada de decisões.

A mesma capacidade de análise pode também reconhecer e traçar tendências ao longo do tempo para melhorar as capacidades de previsão e planeamento, bem como a identificar padrões recorrentes nos fluxos de caixa, para que as equipas de contabilidade se possam preparar para os picos da atividade. E com 47% dos CFOs a afirmarem que as suas principais prioridades são a criação de modelos preditivos. a capacidade de análise de cenários devido à incerteza económica contínua, a capacidade de produzir previsões detalhadas que se relacionam com as tendências de mercado mais amplas tornará as empresas mais resistentes quando enfrentam perturbações económicas.

 

Resolução do problema de falta de mão de obra qualificada no setor da contabilidade 

A escassez prolongada de mão de obra e a demissão em massa estão a intensificar a pressão sobre as equipas financeiras já sobrecarregadas, com mais de metade dos profissionais de contabilidade a nível mundial com o desejo de deixar a sua empresa atual na sua próxima mudança de carreira. Esta questão está a ser colocada nas empresas em todo o mundo.

Os gestores de contabilidade e finanças enfrentam o desafio de atrair novos talentos, mas também de garantir que mantêm os seus colaboradores. Aqui, a IA generativa ajuda a resolver dois problemas de uma só vez, melhorando a experiência do funcionário. Num estudo recente, 63% dos trabalhadores que integraram a IA nas suas tarefas diárias relataram que houve um aumento na satisfação e no prazer no seu trabalho, o que significa que a integração de ferramentas de IA generativa pode tornar a carreira contabilística mais gratificantes para aqueles que estão no setor e, também, mais atrativa para potencias talentos.

 

A contabilidade vai liderar a valorização da IA no trabalho humano 

O setor da contabilidade desempenha um papel significativo na sociedade e na economia global como fornecedor de confiança no mercado e como um recurso de confiança para a orientação financeira. Como contabilistas, temos a oportunidade não só de elevar o trabalho humano, mas também de elevar todo o setor da contabilidade. Devemos implementar novas tecnologias de IA, equilibrando o ritmo e a determinação com prudência e humildade. Nesta nova era da IA generativa, as empresas que tenham a capacidade de adotar e integrar eficazmente a IA serão as organizações com mais sucesso.

Arquivado em:Opinião

Jawed Barna é o novo CEO do Grupo Engel & Völkers

19 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

A partir de 2 de novembro, Jawed Barna é o novo CEO do Grupo Engel & Völkers, em sucessão a Sven Odia que deixou o Conselho de Administração e passa a Presidente da empresa.

Na sua função mais recente, Jawed Barna foi membro do Conselho Executivo e Diretor Executivo Adjunto do Zurich Insurance Group Germany. Antes disso, foi CEO regional para a região do Médio Oriente e África. Como Presidente e membro do Conselho de Supervisão, desempenhou funções na orientação estratégica e na internacionalização da Real Garant AG e da GDV Dienstleistungs GmbH.

 

Estamos entusiasmados por dar as boas-vindas a Jawed Barna, um líder forte com um currículo de sucesso comprovado. A sua experiência bem-sucedida na conceção de plataformas digitais e na administração de uma sales organization complexa faz dele a pessoa ideal para a E&V. Conjuntamente com o nosso sócio maioritário, Permira, estamos convencidos de que Jawed Barna tem o que é necessário para conduzir a E&V à próxima fase de crescimento, com o objetivo de se tornar a melhor plataforma para imóveis de alta qualidade em todo o mundo. Agradecemos a Sven Odia pelas suas extraordinárias realizações durante os seus 26 anos de carreira na E&V. Com o seu espírito empreendedor, impulsionou o conceito global de Market Center e ajudou a expandir a presença internacional do Grupo para posições de liderança de mercado nos EUA, na Grécia, nos Emirados Árabes Unidos e noutros países. Estamos satisfeitos por Sven continuar a apoiar a nossa expansão no seu novo cargo

Christian Völkers, fundador e presidente do Conselho Consultivo

 

Estou bastante entusiasmado por me juntar à E&V como CEO e por conduzir esta empresa de renome rumo ao futuro. Apesar dos desafios que a indústria enfrenta à escala global, a forte marca do Grupo, a sua presença global e a amplitude do seu talento permitir-nos-ão continuar a jornada de sucesso e expandir ainda mais a sua posição no mercado. Estou particularmente ansioso por trabalhar com toda a equipa da E&V em Hamburgo e em todas as diferentes regiões e países para desbloquear por completo o potencial da empresa

Jawed Barna, CEO do Grupo Engel & Völkers

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Novo movimento vai defender os consumidores contra a ‘guerra’ dos algoritmos

18 Setembro, 2023 by Leonor Wicke

A Consumer Alliance #CALL4ALGOTRANSPARENCY é uma iniciativa de consumidores, promovida pela Associação Europeia Ius Omnibus que vai consciencializar os utilizadores da internet sobre as políticas de proteção de dados (ou a ausência delas).

É disponibilizado online um pedido de acesso aos dados ao abrigo do regulamento geral de proteção de dados da União Europeia que autoriza a que o mesmo seja feito às redes sociais selecionadas, e que se tomem as diligências necessárias à efetivação desse acesso.

Falar sobre dados e informação no mundo digital é encarar os «danos colaterais» que envolvem uma poderosa moeda de troca de algoritmos inteligentes, publicidade e anúncios. Hoje, os direitos digitais são uma questão de direitos humanos e é preciso «quebrar a caixa negra dos algoritmos».

Quem o diz é Daniela Antão, Secretária-Geral da Ius Omnibus, a propósito do lançamento da campanha “Consumer Alliance”, cujo anúncio aconteceu no encontro “Digital Rights Meet and Greet”, que teve lugar no Estoril, na passada semana. A campanha pretende trazer transparência e explicar a lógica e inteligência que existem por trás das redes sociais.


Uma utilização de dados oculta no algoritmo

Daniela Antão defende que a forma pouco transparente com que as plataformas têm recolhido os dados e construído os algoritmos é comparável a uma violação dos direitos humanos.

A Ius Omnibus é uma organização sem fins lucrativos dedicada a defender os direitos digitais e a proteger os dados dos consumidores europeus, urgindo as plataformas a assumirem a sua responsabilidade.

A suposta isenção de responsabilidade destas aplicações «é uma falácia, pois os conteúdos que são expostos no feed não aparecem aleatoriamente» explicou Daniela Antão. «Existe um mecanismo inteligente que opera os algoritmos e prepara o que nos é apresentado», acrescentou.

A Secretária-Geral confirmou que são estudadas técnicas com o uso de psicologia «para manipular as pessoas, provocando explosões de dopamina» quando usam as suas redes sociais. «É como uma adição», referiu.

Já existem algumas ONG’s dedicadas aos direitos digitais, tais como a “Team Community”, cuja presidente, Sandy Ordonez, organizou o “Digital Rights Meet and Greet”. A organizadora reforçou que os direitos digitais estão presentes em «todos os aspetos das nossas vidas» e que, nas populações mais suscetíveis, a situação é mais visível e preocupante.

 

Mais informações aqui:

Consumer Alliance for Algorithm Transparency

Team Communitiy

 

Arquivado em:Cibersegurança, Notícias

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 538
  • Página 539
  • Página 540
  • Página 541
  • Página 542
  • Interim pages omitted …
  • Página 602
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.