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Rita Saldanha

Revista Líder N.º 20 – inverno/ 2022

21 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

A edição n.º 20 da revista Líder dedicada ao tema Act Now for Digital já está disponível nas bancas e em formato digital.

Chegámos aqui, a uma nova realidade, uma nova linguagem, um novo mundo tecnológico e digital que determina um pensamento altamente complexo e integrativo. Integrar as ciências humanas com a tecnologia digital é determinante para que os rápidos avanços tecnológicos signifiquem também um avanço civilizacional de pendor humanista.

Carl Rhodes, diretor e professor da Escola de Gestão da Universidade Tecnológica de Sydney, é o entrevistado de abertura. Escreveu recentemente Woke Capitalism (Bristol University Press), um livro de Gestão na fronteira com a Política. Para quem crê nas habituais narrativas sobre responsabilidade social e ativismo corporativo, o livro é (quase) um balde de água fria sobre essas crenças. Ler esta entrevista pode ser um ponto de partida para a reflexão em torno de ideias (mais ou menos) feitas. Num mundo polarizado, discutir ideias – concordemos ou não com elas – é uma necessidade urgente. Eis uma entrevista essencial sobre ideias.

No tema de capa começámos por conversar com o Almirante Henrique Gouveia e Melo, Chefe do Estado-Maior da Armada e da Autoridade Marítima Nacional, que mostrou como a tecnologia é crítica no desenrolar das missões da Marinha e partilhou as revoluções que se vivem dentro desta instituição, bem como as suas inquietações acerca do conflito na Ucrânia. Ficámos a conhecer a visão de um verdadeiro contador de histórias para quem a estratégia passa pela necessidade de equilíbrio de poderes, inteligência e, caso tudo se perca, pela sabedoria de nunca deixar de saber navegar olhando apenas para as estrelas.

Desmantelámos o tema de capa em várias áreas, da Política Internacional, à Educação, passando pela Biotecnologia, a Energia e, por fim, a Arte. A Intromissão Cibernética, é considerado um novo recurso de poder segundo Ana Evans, professora na Universidade Católica Portuguesa, que admite que “Um ataque cibernético pode comprometer infraestruturas críticas para um Estado e a sua população e interromper o fornecimento de bens essenciais.” Já no âmbito da Educação trazemos “O Turco Mecânico e o Labirinto de Espelhos”, numa interessante abordagem desenvolvida por Eduardo Morais, especialista em Tecnologias Educativas, que se questiona: “Como é que podemos perspetivar uma sociedade futura em que os sistemas de aprendizagem automática irão partilhar conhecimento baseado num corpus cada vez mais composto por informação gerada por esses mesmos sistemas?”.

A reinventar-se ao ritmo da própria vida, assim está a Biotecnologia e, segundo nos revelou Paula Castro, engenheira bioquímica: “É até já praticável simular processos biotecnológicos com os designados gémeos digitais, assistentes virtuais que simulam condições processuais futuras”. O Futuro está na Computação Quântica e na comunicação Li-Fi, segundo Andreia Carreiro e Ana Sousa, membros dos Future Energy Leaders Portugal. “Mais do que humano”, é uma visão artística trazida por João Pinharanda, diretor do MAAT, quando pensa no digital: “Gosto de pensar que será do lado dos criadores (dos artistas e escritores, dos pensadores ou dos cientistas) que poderão nascer nunca as soluções, mas os instrumentos de reflexão que permitirão aos cidadãos e aos decisores encontrar caminhos que permitam manter o funcionamento da Humanidade.”

A mais recente rubrica “Líderes em Destaque”, mostra o olhar de Daniela Braga (Fundadora e CEO da Defined.ai) e Pedro Lopes (Secretário de Estado para a Economia Digital de Cabo Verde) sobre o tema de capa.

Ainda sobre o digital, Jim Stolze, Especialista em Criptografia e Inteligência Artificial, falou com entusiasmo sobre o Metaverso – o sucessor da Internet, que promete revolucionar o mundo como o conhecemos. Uma entrevista esclarecedora sobre este universo da Internet das Experiências Imersivas e de como no futuro haverá apenas onlife.

E para terminar, João Paulino, Ethical Hacker e especialista em Cibersegurança, ajuda-nos a entender o submundo do Ethical Hacking.

O Dossier Direito a Desligar traz-nos visões esclarecedoras através das lentes da Literatura, Filosofia e Lei. Digitalizar, acelerar, transformar, têm implicado o Homem na medida em que a sua relação com o tempo e com o trabalho têm sofrido profundas transformações. A par desta aceleração tem surgido como resposta natural, biológica, a necessidade de abrandar, de parar e de fazer aquilo que melhor nos distingue dos restantes animais: pensar. Pensar criticamente, colocando em cima da mesa todos os factos de que dispomos e também o que a História nos tem ensinado. Nas próximas páginas deixamos-lhe uma reflexão de Samantha Rose Hill sobre esta necessidade de desligar, de nos voltarmos a relacionar com o tempo de uma forma equilibrada. Samantha escreveu a última biografia de Hannah Arendt e, por isso, a sua reflexão será inspirada nesta filósofa.

Também com Hannah Arendt como fonte de inspiração, Margarida Amaral, também Filósofa, responde às perguntas da Líder sobre o significado do Trabalho nos nossos dias. Erling Kagge, autor do livro O Silêncio na Era do Ruído, traz-nos algumas ideias para podermos encontrar as virtudes do silêncio e os seus benefícios práticos, numa vida fortemente automatizada e digitalizada. Finalmente, a Lei. O que nos diz a legislação sobre o Direito de Desligar, José Mota Soares, manager partner da Andersen, deixa-nos o seu contributo para uma melhor compreensão prática do tema.

 Henrique Monteiro, jornalista e escritor, aprofunda o tema de capa com o texto “Uma Ciberética, além da Cibersegurança”. E Arménio Rego, LEAD.Lab, Católica Porto Business School, escreve a crónica “O Capitalismo Woke e o Mito do Bom Milionário”.

Na rubrica Leading Opinion contamos com Carla Zibreira (Digital Trust Business Unit Manager da Axians Portugal), Ana Diogo (Sales & Marketing Specialist, ISQe), Pedro Cupertino de Miranda (Head of Risk Management, Cybersecurity and Data Protection da MC) e Carlos Santos (Chief Technology Officer da Zome).

O Dossier Leading People debruça-se sobre MetaPeople: How to deal with it? Os líderes devem prosseguir a sua caminhada tecnológica e digital, mas devem estar atentos a esta realidade que pode comprometer a saúde mental e a estabilidade dos recursos humanos das organizações. Onde estão as fronteiras que não devem ser ultrapassadas? Como defini-las e pô-las em prática? Como diagnosticar e ajudar quem precisa ou seremos já todos MetaPeople? As respostas são-nos dadas por António Loureiro (CEO da Conquest One), Leyla Nascimento (CEO do Grupo Capacitare) e Rita Lago (Direção de Pessoas e Organização da Fidelidade).

Inovação e transformação digital trazem novos modelos de negócios e novas ideias que os líderes esperam ser bem acolhidas pelas suas equipas. Mas o que acontece, na maioria das vezes, é que o nosso cérebro resiste às boas ideias, por muito inovadoras que sejam. David Schonthal, professor na Kellogg’s School of Management, é um dos criadores da Teoria da Fricção, popularizada no livro The Human Element: Overcoming the Resistance That Awaits New Ideas, escrito em conjunto com o psicólogo Loran Nordgren. Em conversa com a Líder, o autor explica os atritos que surgem e quais os caminhos para que as boas ideias sejam, de uma vez por todas, bem recebidas.

Sobre Tecnologia e Saúde Mental leia a Crónica de Marco Arroz (National Senior Manager da área de Recrutamento e Seleção Especializado da Multipessoal). E sobre Consultoria, a crónica de Paula Tomás (Managing Director PTC-Paula Tomás Consultores).

A fechar, Paulo Magro da Luz revela que aceitou com entusiasmo o desafio de liderar a Egor, em setembro, onde encontrou uma casa arrumada com uma cultura forte, que se tem transformado, adaptado e crescido agressivamente numa época que, acredita, ficará conhecida como a mais desafiante das últimas décadas.

E o Dossier Leading Brands sobre A Nova Dimensão das Marcas no Metaverso. Confrontadas com oportunidades de inovação e experimentação que o metaverso está a abrir, as marcas deparam-se com desafios de marketing num contexto exigente do ponto de vista tecnológico (realidade virtual), criativo (experiências imersivas) e relacional (co-criado e descentralizado). Como a tecnologia potencia envolvimentos cada vez mais dinâmicos com os consumidores e quais as maiores oportunidades e desafios quando a comunicação acontece a múltiplas vozes? Carolina Afonso (CEO da Gato Preto), Gonçalo Nascimento (Country Coordinator da L’Oréal em Portugal), Lourenço Ovídio (Diretor de Comunicação e Marca da Abreu Advogados) e Patrícia Mestre (CMO da Microsoft Portugal) deixam-nos várias pistas.

“Lisboa será a capital mais digital da Europa”. Quem o diz é Philippe Infante, CEO da JCDecaux. A multinacional francesa de publicidade exterior está em Portugal há 50 anos e o seu compromisso é criar cidades mais tecnológicas, conectadas e sustentáveis.

O artigo “Como é que o Tiktok mexe com as marcas?” mostra-nos como esta rede social chinesa veio revolucionar o futuro do marketing para uma audiência mais jovem e os casos da Worten e da Sumol+Compal.

E, a fechar, as crónicas de Vânia Guerreiro (Diretora de Marketing e Comunicação da iServices) e de Miguel Vicente (CEO da Made2Web Digital Agency)

Líder é a revista da Tema Central. É uma publicação, com quatro edições por ano, de ensaios, crítica, investigação e reflexão, que aborda todas as áreas da liderança.

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Arquivado em:Líder Magazine

O líder do jogo foi Bruno Fernandes

7 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

Durante a participação de Portugal no Campeonato Mundial de Futebol, a Líder vai publicar, no final de cada jogo da Seleção nacional, uma análise ao plantel em campo, numa combinação entre futebol e liderança.

Lançamos o desafio a várias figuras para escolher o líder do jogo, respondendo a onze rápidas perguntas.

Portugal no Mundial do Qatar 2022

6 de dezembro – Portugal vs Suiça 

Tudo tem um tempo

Respostas de Henrique Monteiro, jornalista e escritor 

 

1.O passe de assistência revelador de grande noção de liderança

De Bruno para Félix e deste para o hat-trick de Gonçalo Ramos

2.O remate de Líder

O primeiro golo de Gonçalo Ramos

3.A tática que poderíamos colocar ao serviço da vida

A ideia de que não há insubstituíveis

4.O momento de beleza do jogo

O golo de Rafael Leão, quando não fazia falta e o jogo estava a acabar

5.O selecionador e as suas artes de liderar foram visíveis?

Neste jogo foram bastante visíveis, por quem sentou no banco e por quem mandou entrar

6.Há faltas que um Líder não deve cometer. Alguma a assinalar?

Mostrar que está mais atento a si próprio do que à equipa de que é capitão

7.Birras que não se fazem campo

Nem isso houve. Foi quase perfeito.

8.Para quem vai o cartão amarelo?

Devia ter ido para Ruben Dias, mas o árbitro perdoou

9.E o cartão vermelho?

Neste jogo, seria estraga-lo

10.Resiliência, paixão e coragem estiveram presentes?

Sim, sobretudo paixão dos jogadores e coragem do treinador

11.Quem foi para si o líder do jogo? Porquê?

Bruno Fernandes, já é hábito

 

 

Créditos fotográficos: Federação Portuguesa de Futebol

Arquivado em:Liderança, Notícias

Novo jogo explica a lógica dos benefícios extrassalariais

6 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

No novo jogo de tabuleiro “Ticket Game”, os mais pequenos fazem o papel de pais, acompanhando o percurso escolar dos “filhos”, desde pequenos até à idade adulta, pagando com a ajuda da Ticket as despesas de educação. Para receber os tickets, há desafios de mímica, desenhos, palavras proibidas entre outras atividades para jogar em família.

O “Ticket Game”, desenvolvido com o apoio da Green Savers, ajuda a perceber a lógica dos produtos da Ticket, através de gamificação e pode ser adquirido na loja online da Science4you. Com esta ação, a empresa procura sensibilizar para a importância de se apoiar os colaboradores nas despesas de Educação, enquanto mostra que, da utilização dos tickets, resulta maior poupança para as empresas e mais rendimento para os colaboradores.

Segundo a Ticket Serviços, se a componente salário é extremamente importante, cada vez mais, é necessário complementá-la com benefícios extrassalariais, de acordo com as pretensões e necessidades de cada colaborador. As diferentes gerações de colaboradores e a mudança do paradigma laboral colocaram novos desafios às empresas, levando-as a ter de ajustar as políticas de RH.

Numa conjuntura em que se regista uma crescente preocupação em valorizar os pacotes de benefícios extrassalariais e rever as necessidades dos colaboradores, ajustando a oferta, torna-se fundamental apresentar soluções customizadas e adaptadas à realidade de cada organização.

Atribuir benefícios aos colaboradores é rentável para as organizações, permitindo estabelecer uma economia global profícua para a empresa e colaborador. Nesse sentido, soluções como as que a Ticket apresenta ao mercado, são bem acolhidas no mundo colaborativo e empresarial. Da alimentação, à educação, à saúde e até aos produtos de incentivo, consegue suprir todas as necessidades dos recursos humanos.

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Histórias do Vinho

5 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

O vinho é um produto inspirador. Mas, mais do que isso, é também um produto com história e Estórias e muitas delas que atravessam o tempo e o transportam para uma dimensão que poucos produtos conseguiram alcançar.

A última WYtalk to WYgroup tratou o tema das Histórias do vinho e de como este produto saído do conhecimento humano – o vinho não existe como tal na Natureza – ajudou e influenciou a Medicina, a História, a Literatura, e o Marketing (mesmo antes dele existir!).

Para descobrirmos algumas destas Histórias convidámos Margarida Esperança Pina, Doutorada em Literatura Francesa, tendo trabalhos de investigação em áreas como a Literatura Medieval, a História da Medicina e Food Studies. A Cultura da Vinha e do Vinho tem sido objeto de estudo desta investigadora desde 2006.

Joana Bahia e Lígia Marques são ambas da Sogrape Wine Academy, a área da Sogrape que tem por missão divulgar e difundir conhecimento sobre o vinho, em toda a extensão da sua cadeia de valor, e a cultura vínica no mundo. Profundas conhecedoras do mercado do vinho, ocuparam ao longo dos anos múltiplas posições dentro do Grupo Sogrape. Ambas têm certificação (nível 3 e nível 4, respetivamente) do Wine and Spirits Education Trust, a principal entidade certificadora mundial na área dos vinhos.

 

Vinho e o percurso da Humanidade 

Margarida Esperança Pina falou-nos da presença do vinho nalgumas obras fundamentais da Idade Média, dando como exemplo o romance arturiano, Perceval ou o Conto do Graal. E a primeira história, verdadeiramente curiosa, surge com a utilização de um copo para a partilha do vinho. Esta prática comum até ao Renascimento, pois os recipientes não abundavam, está na origem de um dos nossos hábitos comuns, a limpeza da boca antes de beber. Como existia uma partilha do copo, tornou-se necessário que quem fosse beber pelo copo partilhado, limpasse a boca antes de o fazer. Esse ritual tornou-se um hábito que se repete, felizmente, até aos nossos dias. Outro exemplo, curioso, foi o ritual de pôr a mesa. Na Idade Média punha-se literalmente a mesa, empilhada umas tábuas sobre um cavalete, que era retirado logo que a refeição terminasse. As mesas são agora presença constante nas nossas casas, mas a designação manteve-se através dos tempos, daí dizermos “pôr a mesa” e “levantar a mesa”.

Também a Medicina foi impactada pelo vinho e pelas suas múltiplas formas variedades. Um compêndio médico produzia recomendações sobre o tipo de vinho que devia de ser utilizado para a cefaleia, pois todos nós sabemos que a melhor maneira de curar uma ressaca é nunca parar de beber… Talvez esta parte não seja recomendada pela ciência moderna, mas que também ficou no léxico e nas anedotas, sobre isso não há dúvidas.

 

A história de George Sandeman 

Lígia Marques partilhou a história de uma das marcas mais icónicas da Sogrape – a Sandeman. Fundada por um escocês que queria ser rico antes dos 30 anos, George Sandeman depressa aprendeu que a melhor maneira de fazer uma pequena fortuna no mundo dos vinhos é quando começamos com uma grande…

No entanto, George, e depois os seus descendentes, foram pioneiros e inovadores em muito do que se faz neste fantástico mundo. Desde logo começou a marcar as suas pipas com as suas iniciais, diferenciando os seus Portos e Sherries de todos os outros concorrentes. E isto 70 anos antes do registo oficial de marca se ter iniciado no Reino Unido (Trade Marks Registration Act 1875)

Depois começaram a fazer publicidade aos seus produtos, dizendo claramente por que razão eram diferentes dos demais e utilizando a sua marca como chancela de qualidade e de prova de autenticidade. Mesmo que a publicidade na altura fosse considerada como algo supérfluo e desnecessária. O tempo veio a mostrar que afinal não era bem assim.

A família Sandeman continuou procurando a sua diferenciação, e para que a sua publicidade fosse sempre distintiva, comprava obras de reputados pintores, alguns da Royal Academy, que utilizava na sua publicidade, mesmo que algumas vezes pedisse pequenas alterações nas obras para que os seus produtos entrassem nelas. Afinal, não foram os americanos que inventaram o “product placement”. A ligação às artes mantém-se até hoje, com nomes como Mário Belém a reinterpretarem a marca.

Anos mais tarde, e com o advento da publicidade exterior, os anúncios luminosos ganham expressão e a Sandeman resolve que os seus em Piccadilly Circus têm de ter animação, vendo-se neles uma garrafa que se move para que o seu líquido verta para um cálice. Um dos Sandeman tinha como “hobbie” ir até ao centro de Londres e ficar a olhar, parado na rua, para o seu reclame luminoso. Quando conseguia reunir uma pequena multidão que procurava curiosa a razão para aquela contemplação, saía discretamente deixando os transeuntes entusiasmados a verem os anúncios.

Sinal dos tempos, também nos anos 20, destacam vários posters, sobretudo os comprados aos ateliers Vercasson em Paris – como o fantástico e polémico “Centauro” – que reforçaram a notoriedade da marca e abriram portas a novas propostas, como a do icónico “Sandeman Don” em 1928.

Mas a marca não ficou por aqui e juntou-se a todo este arrojo a presença na televisão com anúncios cheios de humor britânico que são atualmente verdadeiras pérolas de comunicação.

O vinho é isto mesmo, são histórias que juntam pessoas. Que entusiasmam e que nos deixam com vontade de partilhar. Porque o vinho para ser vinho também tem de ter partilha. Nada é melhor que uma boa conversa em torno de um bom copo de vinho, e a nossa excelente conversa não poderia acabar sem termos provado e aprovado um fantástico Porto Sandeman 20 anos que nos pediu para que nunca parássemos de falar sobre o vinho e as suas histórias. Assim faremos.

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Curso de Riscos Psicossociais

5 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

O ISQe, empresa do grupo ISQ, com mais de 15 anos de experiência e um crescimento robusto e sustentado ao longo do tempo assume-se hoje como uma empresa de referência no mercado português, líder no desenvolvimento e implementação de soluções de gestão do talento e capital humano.

Tendo em vista a finalidade de prevenir e promover a saúde física e mental dos colaboradores numa organização, o ISQe, através da equipa de Digital Learning eXperience, desenvolveu o curso Riscos Psicossociais através do conceito de Serious Games. Com o objetivo de identificar as principais causas, sintomas, consequências e meios de prevenção dos Riscos Psicossociais, este scenario-based game cria o ambiente propício à sensibilização para estes temas.

Neste curso de sensibilização, os colaboradores, com tempo cronometrado e um limite de vidas estipulado, são expostos a possíveis situações do dia-a-dia dando assim resposta a 24 desafios, dividido em 8 temas, com 3 perguntas em cada tema.

Este scenario-based game Riscos Psicossociais está disponível nas versões standard ou à medida de cada empresa e propõe-se ajudar as organizações a prevenir e promover a saúde física e mental dos seus colaboradores.

Mais informações aqui: https://www.isqe.com/curso-riscos-psicossociais/

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iServices chega à Gran Canaria

2 Dezembro, 2022 by Rita Saldanha

A iServices abriu a sua 42ª loja, desta vez na Gran Canaria, no Centro Comercial Alisios. O novo espaço, localizado o piso 0 do shopping, é a segunda loja da marca a abrir em Espanha, naquela que é a intenção de reforçar a sua posição fora de Portugal.

À semelhança da atual rede de lojas, a iServices Alisios disponibiliza uma equipa de técnicos especialistas na Reparação Apple, Samsung, Xiaomi, Huawei, entre outras marcas. Ao visitar o novo espaço, o cliente terá acesso à oferta de MacBooks, Apple Watch, iPads e iPhones Recondicionados, com qualidade a partir de Grade B e 3 Anos de Garantia; e ainda a uma coleção de acessórios e gadgets de marca própria.

A iServices Alisios evidencia a ambição de internacionalização da marca. Segundo Bruno Borges, CEO da iServices: “Mais uma vez, provamos que os territórios insulares podem ter acesso a serviços de reparação rápidos e de qualidade”. A segunda loja em Espanha marca o princípio de uma estratégia de expansão mais abrangente.

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