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Home Notícias Sustentabilidade «Estamos a fazer o caminho para uma cidade inteligente e humanizada», diz a vereadora da Câmara de Cascais

Sustentabilidade

«Estamos a fazer o caminho para uma cidade inteligente e humanizada», diz a vereadora da Câmara de Cascais

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25 Maio, 2021 | 14 minutos de leitura

São muitos os investimentos que têm colocado o município na linha da frente da inovação, aliada à neutralidade carbónica. Precisamente hoje começa uma nova Era de Mobilidade, em Cascais, com novos autocarros, linhas e destinos. A ação climática está enraizada nas políticas e ações de forma transversal na Câmara Municipal de Cascais, conta à Líder […]


São muitos os investimentos que têm colocado o município na linha da frente da inovação, aliada à neutralidade carbónica. Precisamente hoje começa uma nova Era de Mobilidade, em Cascais, com novos autocarros, linhas e destinos.

A ação climática está enraizada nas políticas e ações de forma transversal na Câmara Municipal de Cascais, conta à Líder Joana Balsemão, a Vereadora da Câmara que tutela as políticas participativas e todos os temas relacionados com o Ambiente. Em mente tem sempre o foco no bem-estar dos cidadãos e na redução da pegada ecológica do concelho. Este é um tema tratado de forma séria e coerente há muitos anos. Cascais tem liderado várias temáticas da ação climática no País e é dado como exemplo também em diversos fóruns internacionais.

«É nas cidades que a batalha da Sustentabilidade vai ser ganha, ou perdida. É nos aglomerados urbanos que se concentram os maiores impactos negativos, mas também onde se concentram as soluções», dispara. Cascais tem como visão ser o melhor lugar para viver um dia, uma semana, ou uma vida inteira e isso só é possível com um ambiente urbano são. Por isso, o Município tem vindo a trabalhar com determinação nas questões da qualidade do ambiente urbano. Ao mesmo tempo, está a ampliar as ações de mobilização e envolvimento da população nas questões ligadas ao Ambiente.

Em conversa com Joana Balsemão é percetível a longa experiência, mais de 20 anos, no campo da Sustentabilidade tanto no Governo como em organizações sem fins lucrativos. Joana sabe que as mudanças necessárias devem acontecer com tomada de consciência, individual e coletiva. Como? «Com educação, informação, exemplo, políticas justas, enabling, simplificação e apoio da inovação e tecnologia».

Entende que é da responsabilidade desta autarquia liderar pelo exemplo, no plano nacional e internacional. É este aliás o caminho, na sua convicção, que a levará a uma comunidade mais próspera, solidária e coesa, com os olhos postos na economia verde.

87% dos portugueses consideram as alterações climáticas um problema muito sério (superior à média europeia, de 79%), segundo o Eurobarómetro de 2019. Mas nem todos adotam na sua vida medidas para fazer frente a este combate. Como é que conseguimos sacudir consciências coletivas e predispor-nos a fazer alguns sacrifícios no presente a fim de evitar cataclismos naturais?
As mudanças necessárias não devem acontecer com base na ideia de “sacrifícios” – é desaconselhável usar a narrativa de que as melhorias ambientais só são alcançáveis com sacrifícios, porque arriscamo-nos a enviesar o debate e a polarizar posições. As mudanças necessárias devem acontecer com tomada de consciência, individual e coletiva. Como? Com educação, informação, exemplo, políticas justas, enabling, simplificação e apoio da inovação e tecnologia.

Por exemplo, podemos ter mais e melhores transportes públicos (menos poluentes) na cidade, mas é preciso que sejam acessíveis e adaptados às necessidades dos utilizadores, ou seja, com horários e percursos adequados e referenciados. Por isso, os sistemas inteligentes são fundamentais na recolha, análise e acesso à informação. Em Cascais estamos a fazer o caminho para uma cidade inteligente e humanizada, ao mesmo tempo que estamos a ampliar as ações de mobilização e envolvimento da população nas questões ligadas ao ambiente, nomeadamente no que respeita às alterações climáticas.

As empresas desempenham um papel crítico para ajudar a alcançar os 17 ODS das Nações Unidas. Qual é o compromisso da Câmara?
Os ODS são hoje uma linguagem universal e a linha de salvamento planetário mais consensual, racional e empática. É por estes motivos que a CMC adotou em 2017 os ODS como “chapéu” da sua atividade, através de uma deliberação aprovada em Reunião de Câmara por unanimidade.

Entendemos que é da responsabilidade desta autarquia liderar pelo exemplo, no plano nacional e internacional. Por outro lado, consideramos que este caminho nos levará a uma comunidade mais próspera, solidária e coesa.

A nossa estratégia de implementação passa por uma visão – que designamos inside out (de dentro para fora) – que passa por capacitar e envolver os colaboradores municipais para integrar os ODS nas suas rotinas e trabalho diário para, deste modo, atuarem como agentes de mudança junto da comunidade. Para além desta capacidade de influenciar a comunidade, os colaboradores municipais são aqueles que melhor conhecem a realidade do território e as suas pessoas pelo que são essenciais no trabalho de diagnóstico e de localização dos ODS, i.e., na escolha dos indicadores e metas mais adequados à realidade cascalense.

Neste momento estamos a desenvolver formação interna a cerca de 300 colaboradores de todos os serviços municipais para constituição de uma equipa transversal de embaixadores ODS em Cascais. De seguida faremos ações de sensibilização para todos os colaboradores – desde trabalhadores operacionais, cantoneiros, jardineiros, administrativos, técnicos das diversas áreas, dirigentes, até ao Executivo da Câmara – num universo aproximado de 3500 pessoas. Só com a capacitação transversal dos colaboradores municipais será possível assegurar a dinamização de uma equipa comprometida com a melhoria social, económica e ambiental. Sublinhamos que alinhada a esta estratégia está sempre presente a constante preocupação de estabelecer um mecanismo participativo e inclusivo, que permita que os colaboradores adquiram não apenas o conhecimento sobre os ODS, mas também vivenciem a importância do tema, para que no exercício das suas funções diárias se sintam parte da mudança que é necessária imprimir para garantir que todos juntos se assegura que ninguém fica para trás.

A Ação Climática é assim uma prioridade?
Sim. Cascais tem como visão ser o melhor lugar para viver um dia, uma semana, ou uma vida inteira e isso só é possível com um ambiente urbano são. Por isso o Município tem vindo a trabalhar com determinação nas questões da qualidade do ambiente urbano há já muito tempo, o que é indissociável da ação climática, nos seus aspetos ambientais, mas também sociais e económicos.

Exemplos: Já em 2010 foi publicado o Plano Estratégico de Cascais face às Alterações Climáticas, com a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, que permitiu projetar diferentes cenários futuros e respetivos impactos. A nível de mitigação das emissões foi fundamental que o município se tivesse constituído como autoridade local de transportes, duplicado o número de quilómetros de oferta de autocarros e tornado gratuito o transporte rodoviário público, no sentido de reduzir a dependência do transporte individual e, consequentemente, reduzir as emissões.

Além do enfoque na redução de emissões, Cascais tem estado ativo na outra dimensão da ação climática: a adaptação. O Plano de Ação para a Adaptação às Alterações Climáticas foi concluído em 2017, também com o apoio académico, e preconizou uma nova geração de instrumentos de planeamento com vista à resiliência. O seu processo de construção envolveu mais de 130 profissionais de 30 instituições que em conjunto contribuíram para definir as prioridades de adaptação e de implementação de ações de resiliência a executar até 2030, em áreas como saúde, turismo, biodiversidade, recursos hídricos, agricultura, proteção civil, comunicação e gestão das zonas costeiras.

Após quatro anos, 58% das medidas foram já concluídas. A requalificação da Ribeira das Vinhas é exemplo de uma delas – a intervenção permitiu reduzir o risco de cheias, além de criar um trilho pedonal, restaurar a biodiversidade, minimizar os focos de poluição.

Cascais foi também o primeiro município do país a desenvolver o seu Roteiro para a Neutralidade Carbónica, apresentado na COP25 em Madrid, em 2019.

A ação climática está enraizada nas nossas políticas e nos nossos instrumentos de forma transversal na organização – por ser tratada de forma tão séria e coerente há muitos anos nunca considerámos que faria sentido declarar uma emergência climática.

Quais são as ambições em concreto? E qual a estratégia para as alcançar?
Uso eficiente dos recursos, economia circular e descarbonização. Estas ambições declinam e declinarão em projetos como a recuperação paisagística do parque natural, a preservação da biodiversidade local, o aproveitamento de água da chuva em complexos desportivos, a redução da produção de resíduos e aumento da reciclagem, os parques solares, o aprofundamento da agricultura urbana e do rewilding, a criação de mais empresas e emprego verdes ou as compras públicas ecológicas.

Ambicionamos ser, como organização, um agente de mudança, e ajudar cada cidadão, organização e empresa a ser também um agente de mudança.

Ambicionamos um equilíbrio entre políticas que se veem (hardware), como a implementação de mais espaços verdes e a plantação de mais árvores, e políticas que se sentem (software) como a sensibilização ambiental e os incentivos à mudança de comportamentos.

Como? Através de uma visão bem definida, do respaldo científico, do envolvimento das pessoas e organizações, de instrumentos de monitorização e acompanhamento, do investimento em investigação, inovação e tecnologia ao serviço da economia verde. A grande ambição, no fim, é a transição para um modelo socioeconómico que crie riqueza sem delapidar recursos.

Vai ser necessário reinventar modelos de negócios? Quais são as mudanças que terão de ser implementadas?
O “modelo de negócio” na CMC já foi adaptado. A Sustentabilidade é atualmente uma temática transversal no nosso organograma, não pertence a um setor estanque, faz parte da gestão territorial e das políticas públicas em implementação em Cascais.

Estamos cientes que as decisões e operações da autarquia impactam em várias frentes:

Internamente, na relação com os funcionários, é trabalhada a incorporação dos valores e do conhecimento de sustentabilidade, através de capacitação e de envolvimento – porque os funcionários também são agentes de mudança.

Na relação da autarquia com os seus fornecedores, a futura implementação de critérios de sustentabilidade nas compras públicas começou já a enviar uma mensagem poderosa em toda a cadeia de valores.

Na relação da autarquia com o tecido económico, garantir os estímulos e os recursos certos para um projeto de transformação profunda da produção, do consumo e do uso de recursos.

Por outro lado, estes tempos têm também ajudado a perceber que não vamos a lado nenhum sozinhos, e são as lideranças que devem ter uma clara noção disso mesmo: os modelos de ação devem ser mais partilhados e colaborativos.

Como é vista a Câmara nesta matéria?
Cascais tem liderado várias temáticas da ação climática no País e é dado como exemplo também em diversos fóruns internacionais, o que evidencia não só o nosso compromisso com o tema, mas também o sucesso das nossas políticas e ações para

  • Primeiro município com Roteiro para a Neutralidade de Carbono
  • 120 hectares de espaços verdes
  • 500 hortas comunitárias
  • 927 pontos de recolha seletiva
  • 8 eco-centros
  • Única Área Marinha Protegida municipal
  • 4 centros de interpretação ambiental
  • Requalificação de ribeiras
  • Recuperação dos bosques municipais
  • Rede de estações de monitorização da qualidade do ar
  • Levantamento dos ecossistemas marinhos
  • Quinta do Pisão como modelo internacional de paisagem mosaico
  • Qualidade de água balnear excelente em todas as praias
  • Campanha “Pequenos Gestos” distribuiu 8000 conjuntos de sacos de compras ecológicos e 4000 garrafas de vidro para substituir as descartáveis de plástico
  • Cerca de 2700 participantes por ano em programas de voluntariado ambiental jovem

Como surge esta necessidade de colocar a Sustentabilidade no centro das prioridades da empresa?
É o garante de um futuro saudável e habitável. Hoje, mais do que nunca, vários estudos mostram que a qualidade de vida nas cidades está intrinsecamente ligada à natureza, nomeadamente à preservação da biodiversidade, à promoção de espécies autóctones, à regeneração de valores naturais como a água ou o solo. Tudo isto tem implicações na saúde mental de cada um, na alimentação, na capacidade das pessoas poderem fazer exercício ou de, simplesmente, terem espaços de lazer.

Foi criado algum departamento ou grupo de trabalho que se dedique à Sustentabilidade?
Existe uma vereação que tutela esta matéria, em estreita articulação com os restantes membros do executivo, dado que não se trata de uma temática estanque. As equipas desta tutela trabalham temas que vão desde as políticas climáticas à biodiversidade, passando por resíduos, litoral, espaços verdes, sensibilização, economia circular, entre outros.

Quais são os próximos passos?
Os próximos passos passam por incrementar a nossa atuação nas diferentes áreas da Sustentabilidade, mantendo o foco sempre no bem-estar dos cidadãos e na redução da pegada ecológica do concelho.

Para além disso, consideramos que vai ser determinante promover a recuperação económica e social pós-COVID com base na economia verde para o que será fundamental investir em investigação e desenvolvimento para a criação (ou transição) de negócios de matriz verde, bem como incentivar o ecossistema da inovação e do empreendedorismo para a Sustentabilidade.

Consideramos ainda que vai ser crucial, a nível nacional e internacional, promover o reconhecimento do papel do governo local: é nas cidades que a batalha da Sustentabilidade vai ser ganha, ou perdida. É nos aglomerados urbanos que se concentram os maiores impactos negativos, mas também onde se concentram as soluções.

Quais têm sido as vossas contribuições para o progresso das pessoas nesta matéria?
Parece pouco elaborado, mas é o bem-estar dos munícipes, tão simples quanto isso. A ação climática traz consigo efeitos de arrastamento extremamente benéficos para a comunidade local, como a melhoria da qualidade do ambiente urbano (qualidade do ar, da água, dos solos, ruído, espaços verdes), a restauração ecológica, a preparação para fenómenos climáticos extremos, e também para a geoestratégia nacional, por via da redução da dependência da importação de petróleo, da criação de emprego (verde) e do crescimento económico (dentro dos limites naturais).

Pode partilhar algumas recomendações para tornar as Câmara Municipais sustentáveis?
Auscultarem e envolverem os munícipes, empresas e outras organizações, alicerçarem-se em ciência sã, capacitar a comunidade (seja os cidadãos ou os funcionários), aliarem-se à tecnologia como meio para gerir o território, definir uma Visão clara, nunca parar de inovar.
A mudança está de facto nas pessoas, mas deve ser alicerçada na inovação e tecnologia. O exemplo é absolutamente fundamental. As entidades locais têm de motivar, inspirar e ajudar à mudança dos demais atores locais, porque juntos é que se consegue avançar.

Por TitiAna Amorim Barroso

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