A White é uma agência de Estratégia e Criatividade fundada em 2006 por dois empreendedores com o objetivo de ajudar a construir e manter marcas. A celebrar 15 anos no mercado, esta agência do WYgroup, com uma equipa de mais de 30 profissionais focados em desenvolver as melhores soluções criativas em Branding, Digital e Experiência […]
A White é uma agência de Estratégia e Criatividade fundada em 2006 por dois empreendedores com o objetivo de ajudar a construir e manter marcas. A celebrar 15 anos no mercado, esta agência do WYgroup, com uma equipa de mais de 30 profissionais focados em desenvolver as melhores soluções criativas em Branding, Digital e Experiência de Marca. Em conversa com a Líder, Filipa Montalvão e Ricardo Henriques da Silva contam a história desse caminho repleto de desafios e conquistas.
Por: Rita Saldanha Foto: Direitos Reservados
A White comemora este ano quinze anos no mundo do Marketing e da Comunicação, fazendo parte do Wygroup e agora com novas instalações. Como foi este caminho?
O nosso percurso foi construído a partir de uma folha de papel em branco – daí o nosso nome – onde definimos os nossos objetivos e apontámos a uma visão estratégica de fazer da criatividade uma mais-valia para as empresas e para as marcas que escolhessem a White como parceira. Abrimos atividade em novembro de 2007 e numa pequena sala cedida pela By – uma das empresas do WYgroup – começámos um caminho feito de muito trabalho, de mérito, de resiliência e de sucesso. Desde esse momento temos sabido criar fortes relações comerciais com grandes marcas do nosso mercado, conseguindo uma taxa de retenção de clientes muito acima da média do mercado. Entre vários exemplos de fidelização temos um cliente connosco há 14 anos e outro há 10 anos.
Com um portfolio de diferentes indústrias e atividades empresariais, qual é o cunho que a White está a deixar no mercado em Portugal?
Diríamos que externamente seria a qualidade, construída com três pilares que nos definem enquanto empresa.
Por um lado, a procura por uma solução estratégica e criativa diferenciadora para os briefings que recebemos, que nos permite entregar uma proposta inovadora e relevante para o cliente. Por outro, uma relação próxima e empática que nos torna uma extensão dos nossos clientes. E por fim o compromisso de materializar sem falhas a nossa visão criativa.
Qual foi o maior desafio que já enfrentaram ao longo destes anos?
Não sei se conseguimos definir “o” maior desafio. Do ponto de vista criativo e com a empresa ainda em estágio de desenvolvimento fomos desafiados a construir uma visão e um eixo de comunicação para um grupo multinacional com presença em 12 países distribuídos por três continentes, com cinco áreas de negócio e mais de 15 mil colaboradores. Ganhámos o pitch que se tornou parte estrutural da nossa história. Pouco tempo depois, e em parceria com uma empresa de eventos, fizemos acontecer o Primeiro Dia do Paralímpico em Portugal. Fechámos a Baía de Cascais e desde o goalball ao boccia, todos os que lá passaram puderam vestir a pele de um atleta paralímpico e experimentar várias modalidades.
Do ponto de vista externo, os desafios mais exigentes tiveram que ver com as crises económicas de 2008-09 e 2010-13, bem como a de saúde pública que estamos a viver. Mas em todas elas temos sido capazes de gerir os contextos adversos, tomando decisões e assumindo riscos que nos mantiveram no rumo da nossa visão estratégica.
E o reconhecimento que mais valorizam?
Seguramente o feedback dos nossos clientes. Os agradecimentos pela dedicação e disponibilidade da equipa, pela capacidade de resolver os desafios, pela forma construtiva como abordamos os imprevistos, por nos entregarmos aos projetos como se fosse o primeiro. Sempre que recebemos um e-mail, uma mensagem ou um telefonema de algum cliente a manifestar a satisfação que é trabalhar com a White, partilhamos com toda a equipa. O trabalho é de todos e o reconhecimento é para todos.
Quais são as prioridades da White para o desenvolvimento do seu negócio nos próximos anos?
Estamos neste momento num processo de reflexão e definição daquilo que queremos que sejam as nossas vantagens competitivas para o curto e médio prazo. Queremos verticalizar competências que nos permitam evoluir em termos de posicionamento, que nos façam evoluir de uma agência criativa para uma empresa de consultoria criativa. Os nossos escritórios, ou melhor, a nossa “Casa de Praia” tem-se revelado um ótimo suporte para os primeiros passos que estamos a dar nesta direção, permitindo desenvolver processos de imersão, diagnóstico e criação colaborativa com clientes num ambiente descontraído, inspirador e com uma vista privilegiada para o mar. Iremos também manter e desenvolver a nossa RSE (Responsabilidade Social Empresarial) tanto internamente – com ações de job shadowing, estágios e parcerias com escolas e universidades – como externamente – com o trabalho que desenvolvemos para os projetos de sustentabilidade dos nossos clientes.
Pode ler a entrevista na íntegra na edição nr16 da revista Líder, já nas bancas.
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