“Apostar num consumo responsável e repensar hábitos, são passos cruciais numa sociedade que precisa (e exige), cada vez mais, um modelo sustentável. O conceito win-win-win, alimentação- -pessoas-planeta tornou-se a epítome de uma empresa que dá mais do que consome, que pode crescer sem danos colaterais e permite que todos tenham um contributo positivo e que […]
“Apostar num consumo responsável e repensar hábitos, são passos cruciais numa sociedade que precisa (e exige), cada vez mais, um modelo sustentável. O conceito win-win-win, alimentação- -pessoas-planeta tornou-se a epítome de uma empresa que dá mais do que consome, que pode crescer sem danos colaterais e permite que todos tenham um contributo positivo e que se divirtam no processo! Ao salvar refeições através da Too Good To Go, está a contribuir para a mudança. Um Planeta sem desperdício de alimentos é um lugar melhor para todos. E juntos, podemos fazer isso acontecer.”
Madalena Rugeroni, Country Manager Too Good to Go
Num mundo em que mais de um terço da comida produzida é desperdiçada, este é um cenário que tem de mudar e precisa de várias soluções complementares. A ideia de usar tecnologia para conectar pessoas e capacitá-las a reduzir o desperdício de alimentos começou na Dinamarca e foi adotada por toda a Europa, onde cerca de 47 milhões de toneladas de comida são desperdiçadas todos os anos nos agregados familiares. Presente em 17 países e com mais de um milhão de utilizadores em Portugal, a “Too Good To Go” é uma App que já representa o maior mercado online B2C de excedente alimentar no Mundo. A ideia é aproximar as empresas que têm excedente alimentar, dando uma segunda oportunidade a produtos de qualidade, que de outra forma seriam desperdiçados. Os utilizadores usufruem de refeições a preços mais acessíveis, as empresas chegam a novos clientes, otimizam operações e há menos desperdício. A natureza do modelo não é ser um canal de vendas, mas sim reduzir o desperdício, sensibilizando para um problema com consequências globais e locais.
O objetivo é chegar a cerca de 50 milhões de utilizadores e de 75 mil negócios, entre restaurantes, pastelarias, supermercados e hotéis. Ao “salvar” alimentos e refeições que não foram vendidos no final do turno, ou do dia, muitas vezes dos restaurantes e estabelecimentos favoritos, dá- -se ao utilizador a oportunidade de fazer uma escolha de compra consciente e sustentável.
Este artigo foi publicado na edição de primavera da revista Líder
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