As questões ligadas à felicidade estão claramente na ordem do dia e nas preocupações de cada vez mais pessoas. As novas gerações dão cada vez mais importância à felicidade e ao bem-estar, manifestando isso através das escolhas que fazem, quer da carreira que querem seguir, do local onde vão estudar ou trabalhar, e até do […]
As questões ligadas à felicidade estão claramente na ordem do dia e nas preocupações de cada vez mais pessoas.
As novas gerações dão cada vez mais importância à felicidade e ao bem-estar, manifestando isso através das escolhas que fazem, quer da carreira que querem seguir, do local onde vão estudar ou trabalhar, e até do país onde querem viver.
Os pais desejam isso para os seus filhos e muitas vezes até me dizem que para eles é mais importante a felicidade dos filhos do que uma profissão, um bem material, ou a opinião que eles têm sobre o caminho que os filhos devem seguir.
Os filhos comentam que querem que os pais sejam felizes mesmo que até para isso tenham de se separar.
As empresas desejam ardentemente que os seus talentos se sintam bem e sejam pessoas em busca da sua realização pessoal e algumas investem muito para que as condições de trabalho, remuneração, motivação, etc., sejam alteradas para que haja mais felicidade na organização.
Esta tendência é irreversível, faz sentido e cada vez mais estudos apontam que mais felicidade gera mais produtividade e até tem efeitos benéficos na saúde física das pessoas.
A ser assim, importa começares a pensar em contribuir ou, se tiveres poder para isso, a decidires ter uma função nova na tua empresa: o Happiness Manager.
O Happiness Manager é alguém que pode estar, mas não tem de estar, ligado ao departamento de gestão de pessoas, talento, recursos humanos, ou como chames na tua empresa, mas que tem como foco o desenvolvimento de estratégias transversais centradas nas pessoas e orientadas para a criação das condições de ativar, estimular, manter e desenvolver, cada vez mais momentos com este estado mental a que chamamos felicidade.
Como sabes em muitas empresas os departamentos de gestão de pessoas estão “debaixo de água” assoberbados de trabalho e processos que vão desde o recrutamento, a formação, o processamento de vencimentos, os problemas legais, enfim, uma imensidão de processos importantes e que não podem parar, e não terão a disponibilidade para que o trabalho de implementar um Happiness Development Plan possa gerar frutos.
Assim, acredito que a melhor solução é autonomizares esta função de gestão da felicidade, se possível ligada diretamente à gestão, pois o Happiness Manager vai precisar de ter o aval de quem tem poder para garantir eficácia, pois as resistências serão muitas e a implementação de projetos de felicidade é complexa.
Esta mudança e esta necessidade já está aí e precisa de pessoas competentes, com a formação e o treino adequados, dado por entidades que o saibam fazer bem, com os recursos necessários para que a transformação das organizações aconteça e o mundo melhore e o teu apoio será fundamental pois tu sabes que muita gente que ser feliz, mas não quer pagar o preço para a felicidade.

