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Home Notícias Tecnologia Agentic AI no horizonte, mas o Estado ainda tropeça nos dados

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Agentic AI no horizonte, mas o Estado ainda tropeça nos dados

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1 Agosto, 2025 | 3 minutos de leitura

Nove em cada dez organizações do setor público querem avançar com Agentic AI nos próximos dois a três anos. Estes sistemas de inteligência artificial são capazes de tomar decisões autónomas e realizar ações quase sem intervenção humana, aprendendo e adaptando-se com base em dados e contexto. O entusiasmo é palpável. Mas a realidade é mais […]

Nove em cada dez organizações do setor público querem avançar com Agentic AI nos próximos dois a três anos. Estes sistemas de inteligência artificial são capazes de tomar decisões autónomas e realizar ações quase sem intervenção humana, aprendendo e adaptando-se com base em dados e contexto. O entusiasmo é palpável. Mas a realidade é mais cautelosa: só 21% afirmam ter os dados em condições de treinar e ajustar modelos de inteligência artificial. Ou seja, o motor está pronto, mas falta combustível.

O novo estudo da Capgemini, ‘Data foundations for government – From AI ambition to execution’, mostra um setor público que reconhece o potencial da IA para transformar o serviço público: decisões mais rápidas, operações mais eficientes, cidadãos melhor servidos. Dois terços das entidades já estão a explorar ou a implementar IA generativa — com a saúde, a defesa e a segurança a liderarem o pelotão.

 

A revolução que começa nos bastidores

A IA promete transformar, mas depende de bastidores que ainda estão por montar: governance, interoperabilidade, segurança, confiança. Os dados existem, mas estão fragmentados, fechados, mal tratados. A partilha — essencial para melhorar o desempenho dos modelos — é ainda tímida, com dois terços das entidades ainda em fase de planeamento ou em pilotos embrionários. A soberania digital, a regulamentação da cloud e a preocupação com a ética da IA tornam tudo mais sensível.

Por isso, os governos começam a mexer nas estruturas. Os Chief Data Officers (CDO) já estão presentes em 64% das organizações públicas, e mais 24% planeiam nomear um em breve. O Chief AI Officer, uma figura até há pouco inexistente, já está em funções em 27% das entidades — e outros 41% preparam-se para criar o cargo. A mensagem é clara: sem estratégia e liderança, os dados não saem do papel.

«Com as crescentes exigências dos cidadãos e recursos cada vez mais limitados, as organizações reconhecem que a IA pode ser um catalisador para a mudança. Mas é preciso começar pela base — por dados sólidos, confiáveis e bem governados», alerta Marc Reinhardt, líder global para o setor público na Capgemini.

O futuro, esse, continua à vista. Mas exige trabalho de carpintaria invisível: arrumar, normalizar, cruzar e proteger. Porque a inteligência artificial pode mudar a administração pública — mas só se os dados a deixarem entrar.

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