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Tecnologia

Do TikTok às micro-séries: a nova guerra pela atenção digital começa em 2026

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24 Março, 2026 | 6 minutos de leitura

A batalha pela atenção dos utilizadores entra numa nova fase em 2026. Da inteligência artificial integrada nos motores de busca ao crescimento explosivo das micro-séries pensadas para telemóvel, as grandes plataformas tecnológicas e de media estão a disputar cada segundo do tempo online.

A inteligência artificial está a entrar numa nova fase de maturidade e adoção em massa. Em vez de funcionar apenas através de aplicações dedicadas, a tecnologia começa a ser integrada diretamente em serviços digitais já utilizados diariamente, como motores de pesquisa, plataformas digitais e sistemas empresariais.

A conclusão surge no relatório Deloitte Technology, Media & Telecommunications (TMT) Predictions 2026, que identifica 13 tendências globais capazes de transformar os setores da tecnologia, media e telecomunicações ao longo do próximo ano.

Segundo o estudo, 2026 deverá marcar a transição definitiva da inteligência artificial da fase de experimentação para um ciclo de implementação em larga escala, com impacto direto nos modelos de negócio, nas infraestruturas digitais e na forma como consumidores e empresas utilizam tecnologia.

Pesquisa com IA torna-se o principal ponto de contacto

Uma das mudanças mais relevantes apontadas pelo relatório é a crescente integração da inteligência artificial generativa nos motores de pesquisa. De acordo com as previsões, o uso diário de IA incorporada em motores de busca deverá ser cerca de 300% mais frequente do que a utilização de aplicações autónomas de IA.

A razão é simples: enquanto aplicações dedicadas podem exigir algum conhecimento técnico — como engenharia de prompts — a IA integrada em plataformas já conhecidas torna-se praticamente invisível para o utilizador.

A experiência torna-se mais intuitiva e natural, acelerando a adoção em massa tanto por consumidores como por empresas.

A próxima fase da IA vai exigir mais poder computacional

Outra tendência central identificada pelo estudo prende-se com a evolução do uso da inteligência artificial. À medida que os sistemas passam da fase de treino para a utilização diária em grande escala, cresce a importância da chamada inferência, ou seja, o momento em que os modelos de IA processam dados e geram respostas em tempo real.

A Deloitte prevê que, em 2026, cerca de dois terços de toda a capacidade computacional dedicada à inteligência artificial será usada para inferência.

Apesar das expectativas de uma rápida transição para computação distribuída (‘edge computing’), grande parte desta atividade deverá continuar concentrada em centros de dados e servidores empresariais, apoiados por chips cada vez mais avançados e intensivos em energia.

Agentes autónomos podem gerar mercado de 42 mil milhões

Outra das áreas com maior potencial de crescimento são os agentes autónomos de inteligência artificial. Estes sistemas são capazes de executar tarefas complexas de forma relativamente independente, interagindo com software, dados e utilizadores sem necessidade de supervisão constante.

O relatório estima que o mercado global destes agentes possa atingir até 41,85 mil milhões de euros até 2030, caso as organizações consigam integrar estas ferramentas nas suas operações e gerir os riscos associados.

A evolução poderá transformar profundamente o setor de software empresarial, em particular os modelos software as a service (SaaS), que poderão passar a incluir aplicações mais autónomas, personalizadas e com modelos de pagamento baseados em resultados.

Robótica e chips ganham importância estratégica

A inteligência artificial também está a impulsionar investimentos em robótica e semicondutores. A Deloitte prevê que a base global de robôs industriais instalados atinja cerca de 5,5 milhões de unidades em 2026, com crescimento contínuo impulsionado pela escassez de mão de obra e pela integração de sistemas de IA.

Em paralelo, o relatório alerta para a crescente vulnerabilidade das cadeias globais de semicondutores, cada vez mais influenciadas por tensões geopolíticas, o que está a acelerar políticas de soberania tecnológica, particularmente na União Europeia.

Micro-séries e vodcasts transformam o consumo de media

No setor dos media, novas formas de consumo digital estão a ganhar força.

Entre as tendências destacadas estão as micro-séries móveis, conteúdos em vídeo com episódios curtos pensados para smartphones. Segundo o estudo, este formato poderá gerar 7,25 mil milhões de euros em receitas em 2026, mais do que duplicando o valor atual.

Também os podcasts em vídeo, conhecidos como vodcasts, estão a crescer rapidamente, com receitas globais de publicidade estimadas em cerca de 4,65 mil milhões de euros.

Ao combinar narrativa em áudio com elementos visuais, estes formatos começam a competir diretamente com a televisão tradicional e com plataformas de streaming.

Satélites levam internet a zonas sem cobertura

No setor das telecomunicações, o relatório identifica uma mudança de paradigma: além da qualidade técnica das redes, operadores começam a apostar cada vez mais em experiências, benefícios e programas de fidelização.

Ao mesmo tempo, cresce o investimento em conectividade direta via satélite para dispositivos móveis. Segundo a Deloitte, o investimento global em soluções direct-to-device (D2D) deverá atingir entre 5 e 8 mil milhões de euros até 2026, com cerca de mil satélites dedicados a este tipo de serviço.

No total, o número de satélites em órbita baixa poderá chegar a 15 mil a 18 mil unidades, permitindo ligar mais de 15 milhões de utilizadores em zonas sem cobertura terrestre.

 

2026 pode ser um ano decisivo

Para Pedro Tavares, líder da indústria de Tecnologia, Media e Telecomunicações da Deloitte, o ritmo de transformação tecnológica continua a acelerar.

Segundo o responsável, «a inteligência artificial está a alterar simultaneamente a forma como as empresas operam, os seus modelos de negócio e as expectativas dos consumidores.»

À medida que 2026 avança, a atenção digital torna-se o recurso mais valioso da economia online. Do TikTok às micro-séries, passando por motores de pesquisa potenciados por inteligência artificial e conteúdos adaptados a cada utilizador, cada segundo de visualização é disputado com intensidade. Para empresas, plataformas e criadores inovar continuamente e capturar o interesse dos utilizadores num ecossistema cada vez mais competitivo é o grande desafio. A nova guerra pela atenção digital  é sobre narrativa, experiência e a capacidade de se conectar com audiências que têm infinitas alternativas ao alcance de um clique.

 

Redação,
Equipa editorial Líder

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