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Home Opinião A saúde mental da inteligência artificial

Opinião

A saúde mental da inteligência artificial

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28 Maio, 2024 | 5 minutos de leitura

  Aquilo que parece ser um título para captar a atenção do leitor por possivelmente conter as palavras e conceitos mais falados nesta década e talvez da próxima, procura ser acima de tudo um comentário profundo ao momento e à forma como estamos a dirigir as nossas vidas e as vidas das nossas empresas. Num […]

 

Aquilo que parece ser um título para captar a atenção do leitor por possivelmente conter as palavras e conceitos mais falados nesta década e talvez da próxima, procura ser acima de tudo um comentário profundo ao momento e à forma como estamos a dirigir as nossas vidas e as vidas das nossas empresas.

Num momento em que tanto se discute como será o nosso presente e futuro com a Inteligência Artificial e em paralelo se desenvolvem artigos, opiniões, transmissão e demonstração de histórias sobre saúde mental, é importante frizar que se é preocupante conceber a possiblidade da Inteligência Artificial superar e ultrapassar a capacidade neuronal do humano, é ainda mais preocupanete pensar a realidade da saúde mental, gestão emocional, capacidade de auto-gestão, auto-estudo e autoanálise daquele que está a desenvolver a mesma inteligência artificial.

Apesar das poucas palavras, penso já ser possivel concluir que sim, se a Inteligência Artificial tem como “pai” o ser-humano, ela está a ser concebida sobre a égide da carência de saúde mental. Isto não tem que significar que a Inteligência Artificial seja um resultado da falta de saúde mental, apenas que é desenvolvida sobre um ambiente limitado de controlo e gestão de emoções.

Para além desta relação umbilical entre ser-humano de saúde mental insuficiente e inteligência artificial e a discussão sobre se a mesma irá potenciar ou destruir o ser-humano, encontro um outro denominador comum, a tecnologia em si, aquela onde a inteligência artificial habita e da qual o ser humano depende.

O tema saúde mental é algo que divide opiniões, principalmente quanto ao seu agravamento ou não ao longo da história do mundo. Existem considerações que referem que o ser-humano sempre teve dificuldades de gerir as suas emoções, outras que referem que desde a revolução industrial e mais propriamente nas últimas décadas entre a invenção do televisor e o aparecimento da internet, terá piorado. O que me parece facto é que independentemente de sempre ter havido ou não a tendência ao desequilibrio emocional, a tecnologia tem no minimo sido uma forte aliada, pois devido ao excesso de utilização da mesma, deu-se o aumento e alimento da solidão, do sedentarismo, da ruminação mental, da dispersão de pensamento, entre outros aspetos que revelam e agravam a carência de saúde mental.

Apesar disto a tecnologia tem vindo a evoluir a uma velocidade, e com base em trabalhos já desenvolvidos, acima daquela que o ser-humano está, para já capacitado de acompanhar. E nesta corrida a velocidades acima das que acompanhamos numa corrida de F1, a Inteligência Artificial surge como a jóia da coroa, o “anel de sauron” dos nossos dias. Mas esta Inteligência Artificial corre o sério risco de estar “doente”, de na sua base estar algo carente daquilo que é a saúde mental.

Já se discute, já se testa, já se avalia a possibilidade de um dia a Inteligência Artificial sentir, mas independentemente de se provar ou não, de se conhecer uma diferente forma de sentir da do ser-humano, ou qualquer outro fenómeno, parece estar claro que na base do desenvolvimento da Inteligência Artifical existe uma parca saúde mental, pois a mesma é uma das maiores preocupações relacionadas aos seres-humanos,  dos governos, das instituições, das empresas em todo o mundo.

É importante acrescentar uma questão interessante, pode a Inteligência Artificial aumentar a falta de saúde mental do humano? Pode a falta de saúde mental do humano estar a acelerar o impacto da Inteligência Artificial na sua vida?!

Discute-se o presente legal da Inteligência Artificial, o sentido ético e como este irá afetar os valores de base social, religiosa e até legal de cada país, de cada continente, do mundo, mas pode esta dificuldade de regular a Inteligência Artificial estar relacionada com o ambiente carente de saúde mental que se faz sentir?!

Neste sentido surge uma voraz necessidade de perceber o que podemos e devemos fazer para aumentar a nossa saúde mental (pois a Inteligência Artificial para já não irá fazer nenhum tipo de terapia) e traçar um caminho positivo, de interesse, de melhoria, de evolução e real desenvolvimento para a humanidade.

A saúde mental é ao momento um tema estagnado pela grande quantidade de referências e tão pouca ação no sentido da mudança. Muitas vozes se insurgiram na direção da falta de comunicação sobre saúde mental, esta tem vindo a aumentar, mas nada está a mudar.

É importante que a cada resposta encontrada, desenvolvamos novos pontos de partida, não pontos de rutura ou estagnação, mas de partida para novos e maiores patamares de auto-estudo, de desenvolvimento e consequentemente da gestão emocional e da saúde mental.

Se não crescermos como seres-humanos, como agentes de mudança de paradigma, como empresas que visam o futuro, dificilmente a Inteligência Artificial nos puderá ajudar, se por outro lado trilharmos este caminho de crescimento, a Inteligência Artifiicial pode ser a 2ª maior invenção de sempre, tendo sido a primeira, o ser-humano potenciado e de saúde mental plena.

E a sua empresa, com quem está a trabalhar neste sentido?!

Bruno Machado Vidinha,
Filósofo, Co-Owner do método Stress USE - gestão de Stress Holistica, Owner do método FPDI (Filosofia Prática de desenvolvimento Inter[pessoal]

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