• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Crédito imobiliário ganha fôlego: 72% dos financiadores querem aumentar atividade em 2026

      Quanto vale afinal uma cerveja? A economia por detrás de uma bebida universal

      Trabalho híbrido ultrapassa salário como arma das empresas para contratar talento tech

      A indústria europeia perde confiança num mundo cada vez mais instável

      Brexit travou comércio britânico: crescimento caiu de 3% para 0,9% em dez anos

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lei da Nacionalidade: «A perceção de incerteza pode afetar a confiança global no país enquanto destino para investir», explica Catarina Almeida Garrett (AGPC)

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Crédito imobiliário ganha fôlego: 72% dos financiadores querem aumentar atividade em 2026

      Quanto vale afinal uma cerveja? A economia por detrás de uma bebida universal

      Trabalho híbrido ultrapassa salário como arma das empresas para contratar talento tech

      A indústria europeia perde confiança num mundo cada vez mais instável

      Brexit travou comércio britânico: crescimento caiu de 3% para 0,9% em dez anos

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Muito mais do que a casa de Christian Louboutin

      Um elétrico da Toyota para os entusiastas de automóveis 

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Lei da Nacionalidade: «A perceção de incerteza pode afetar a confiança global no país enquanto destino para investir», explica Catarina Almeida Garrett (AGPC)

      «É um mito pensar que poupar é apenas guardar o que sobra no final do mês», garante José Gonçalves (SafeBrok Portugal)

      «As pessoas veem os artistas e o palco, mas não imaginam o risco financeiro que existe por trás», diz Tiago Cruz (Nómadas Festival)

      «A regra de ouro é nunca defraudar o público», garante Tiago Castelo Branco (Afro Nation Portugal)

      Minna Salami: «O desejo coletivo continua a ser, na sua maioria, masculino»

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Denise Calado

Metaverso: em 2026 um quarto da população vai passar 1 hora por dia no novo mundo digital

19 Abril, 2022 by Denise Calado

Um novo estudo conduzido pela Gartner, e divulgado pelo World Economic Forum, estima que até 2026 um quarto da população mundial vá estudar, fazer compras e socializar pelo menos uma hora por dia no Metaverso. A consultora prevê ainda que daqui a quatro anos, 30% das organizações mundiais tenham os seus produtos e serviços disponíveis nesta plataforma tecnológica.

O Metaverso está a ser reconhecido como a próxima evolução da internet mas ainda  apresenta uma série de obstáculos, em particular, desconhecem-se os impactos que poderá ter nas crianças e de que modo este pode ser regulamentado. A verdade é que dada a natureza do novo espaço digital, o controlo parental enfrentará um novo desafio e levanta novas questões, relata a Gartner. Sendo que é um tipo de tecnologia apenas acessível através de um headset, será difícil para os pais verem o que os filhos estão a fazer e com quem estão a interagir.

O Metaverso terá a sua economia virtual, com a sua própria moeda digital e em que os NFTs (Non-fungible tokens) serão essenciais. Os NFTs são tokens digitais únicos que podem ser usados para comprar, possuir e vender itens digitais ou físicos online, incluindo música, arte e propriedades.

A Gartner estima que o mundo empresarial beneficiará desta tecnologia, alegando que haverá uma melhor comunicação e relação entre chefias e colaboradores, através de espaços de trabalho imersivos. A plataforma fornecerá escritórios virtuais e espaços para os negócios que escolham integra-la, suprimindo a necessidade de infraestruturas físicas.

Esta tecnologia é descrita como uma realidade estendida (Extended Reality, ou XR); isto significa que combina a realidade virtual que hoje já conhecemos (ou VR) com a realidade aumentada (AR) e Realidade Mixed (MR).

Qual a diferença entre estas três realidades? Com a Realidade Virtual (VR) encontramo-nos totalmente imersos num ambiente 100% digital, usando óculos para esse efeito; a Realidade Aumentada (AR) interage com o mundo real através de um filtro digital, em que a realidade física é central. Por outro lado, a Realidade Mixed (MR) permite que o utilizador interaja e manipule o ambiente tanto do mundo real como o digital.

Para entrar no Metaverso, à semelhança da Realidade Virtual, o utilizador terá de usar um headset (uns óculos imersivos), cuja expedição se prevê ultrapassar a das consolas de videojogos nos próximos anos. O Facebook tornou-se uma empresa do Metaverso ao mudar oficialmente o seu nome para Meta. A Microsoft e a Sony estão já em processo de adaptação, investindo na compra de diversas empresas que se focam em produção de videojogos e no desenvolvimento de headsets de próxima geração.

Apesar dos obstáculos, estes não estão a ser um contratempo no crescimento do investimento neste novo ambiente digital. Marcas que tradicionalmente comprariam anúncios em websites e cartazes estão agora a fazer a transição para o Metaverso. O preço do imobiliário disparou cerca de 500% nesta plataforma desde que o Facebook anunciou os seus planos de investimento.

Na prática, vai funcionar como no mundo real: quantas mais pessoas se juntarem no Metaverso, mais valioso se torna.

 

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Crise na Ucrânia pode levar até 1,7 mil milhões de pessoas à pobreza

19 Abril, 2022 by Denise Calado

A Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou, na passada semana, o primeiro relatório sobre o impacto da guerra na Ucrânia nos sistemas de alimentação, energia e finanças, e que António Guterres, secretário-geral da ONU, classificou como “global e sistémico”. Entre as principais conclusões, o documento refere que a crise na Ucrânia corre o risco de levar até 1,7 mil milhões de pessoas à situação de pobreza, miséria e fome. O número representa mais de um quinto da população mundial.

O relatório elaborado pelo Global Crisis Response Group on Food, Energy and Finance (GRCG), um grupo formado por 32 membros e presidido pela vice-secretária-geral da ONU, Amina Mohammed, inclui chefes de agências da ONU, bancos de desenvolvimento e outras organizações internacionais.

Para António Guterres, e segundo informação da UN News, a soma da crise sanitária, de clima e de paz e segurança forma uma “tempestade perfeita”, que ameaça especialmente as nações em desenvolvimento. E realçou que, embora a atenção esteja focada nos efeitos da guerra sobre os ucranianos, ela também tem um impacto global, num mundo que já testemunhava o aumento da pobreza, fome e instabilidade.

Parte dos efeitos globais prendem-se com o fato de a Ucrânia e a Rússia serem responsáveis por 30% da produção de trigo e cevada no mundo, um quinto do milho e mais de metade de óleo de girassol. Os grãos são uma fonte de alimento essencial para algumas das pessoas mais pobres e em situação precária, sendo que os dois países fornecem mais de um terço do trigo importado por 45 países africanos e menos desenvolvidos. O relatório refere que para além do abastecimento de alimentos, a Rússia também é o maior exportador mundial de gás natural e o segundo maior exportador de petróleo.

António Guterres referiu ainda o agravamento dos desafios que muitos países em desenvolvimento estão a enfrentar em resultado da Pandemia, bem como os encargos da dívida e a inflação crescentes. Só desde o início de 2022, os preços do trigo e do milho aumentaram 30%, os do petróleo subiram mais de 60% e os preços do gás natural e dos fertilizantes duplicaram.

Segundo o secretário-geral da ONU, o relatório mostra existir uma “correlação direta entre o aumento dos preços dos alimentos e a instabilidade social e política” e por isso são necessárias medidas urgentes.

A ONU incentiva a cooperação internacional a favor dos países em desenvolvimento e que seja feito o reconhecimento pelo setor privado, ONGs e outros atores sociais, que a própria natureza dos choques globais, cada vez mais comuns, de que os países não podem agir de forma individual e que as soluções precisam ser baseadas no risco global, em vez de nacional.

O relatório pede às instituições financeiras internacionais que libertem financiamento para os países mais vulneráveis, ajudem os governos dos países em desenvolvimento a investir nos mais pobres e vulneráveis aumentando a proteção social e trabalhem na reforma do sistema financeiro global para que as desigualdades sejam reduzidas.

Os apelos humanitários devem ser totalmente financiados e é necessária uma reforma do sistema financeiro internacional para resgatar a sustentabilidade económica dos países em desenvolvimento. Para os representantes da ONU, dependendo da forma como o mundo responder, a crise também pode se tornar uma oportunidade para o planeta.

Arquivado em:Notícias

Pedro Reis é o novo Presidente do Conselho Consultivo do International Club of Portugal (ICPT)

18 Abril, 2022 by Denise Calado

Pedro Reis, antigo presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), assume a presidência do conselho consultivo do International Club of Portugal (ICPT), substituindo Choi Man Hin, que passa assim a presidente honorário do referido órgão.

Com uma longa carreira no setor público e privado, o executivo, anterior Presidente da AICEP e do Instituto Sá Carneiro, integrou também o Conselho Nacional para o Empreendedorismo e a Inovação e o Conselho da Indústria. Nas suas novas funções, o o International Club pretende que Pedro Reis continue a imprimir uma forte dinâmica nas atividades do clube, nomeadamente na agenda institucional com forte pendor internacional.

Arquivado em:Notícias, Pessoas

The great resignation: como reter o talento?

18 Abril, 2022 by Denise Calado

A Harvard Business School dá-nos nota de que, em julho de 2021, quatro milhões de americanos simplesmente despediram-se dos seus empregos, numa altura em que o país registava o número extraordinário de 10,9 milhões de vagas em aberto. Se dúvidas restavam, The Great Resignation, como já é conhecido este fenómeno, veio colocar em foco, à escala mundial, uma realidade que já há algum tempo vinha a emergir: com um mercado de trabalho caracterizado pela crescente escassez de talento, hoje em dia, o esforço de retenção deve ser, no mínimo, equivalente ao da atração.

Assim sendo, mais do que nunca, é fundamental que as Direções de Recursos Humanos garantam algumas práticas, que devem estar em alinhamento com a gestão de topo e as lideranças dos negócios. É preciso perceber que um Mundo em transformação implica também a transformação das organizações, e que fórmulas passadas não resolvem os problemas presentes. Se até aqui tínhamos políticas de retenção one size fits all, temos agora de compreender que, atualmente, a tendência é a personalização, o one size fits one.

Neste sentido, há que procurar conhecer bem a estrutura social das nossas equipas, a organização familiar, a realidade de cada um e até mesmo as suas preferências e prioridades individuais. Ao fazer este exercício, é possível oferecer programas de retenção diferenciados e pacotes de compensação e benefícios estilo à la carte, trunfos futuros para um mercado de trabalho que é hoje – e será nos próximos anos – totalmente candidate driven.

Quadros médios e superiores e já com larga experiência, por exemplo, podem ser retidos a médio/longo prazo com formas de pagamento como planos de poupança, ou a entrada no capital da empresa, nas que são cotadas. A possibilidade de comprar ações a preço bonificado, sempre com a premissa de ficarem algum tempo na empresa para não perderem estas mais-valias, poderá ser outra oferta atrativa. Por outro lado, para pessoas casadas e com filhos, os seguros de vida e de saúde, abrangendo o agregado familiar, são muito valorizados. Em termos fiscais, os cheques creche são também, para este tipo de pessoas, um benefício muito interessante. Já para os mais jovens (e não só), os horários flexíveis, o trabalho híbrido e full remote, o acesso a ginásios, as ofertas de assinaturas de serviços de mobilidade e entretenimento, assim como os plafonds para material tecnológico e formações, são cada vez mais recorrentes e ainda diferenciadores.

As empresas que não evoluírem dos modelos de gestão estilo “command & control” dificilmente conseguirão dar resposta às novas tendências do mercado de trabalho. Mas e se tal incapacidade de mudança implicar não ter pessoas para o seu negócio? Na era da digitalização, a transformação das organizações deverá ser muito mais do que o simples investimento em máquinas e aplicações. Há que ir mais fundo e ganhar consciência de que, em muitos casos, a transformação mais urgente para garantir o presente e o futuro é, sobretudo, cultural!

 

Este artigo foi publicado na edição de primavera da revista Líder
Subscreva a Líder AQUI.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Portugal e uma nova liderança – inserção ou inclusão?

18 Abril, 2022 by Denise Calado

Temos uma nova equipa à frente do Governo de Portugal. Numa época em que tanto se fala de políticas de Diversidade e Inclusão, foi de bom grado que acolhemos um Governo paritário. É, sem dúvida, uma boa mensagem enviada às organizações e à comunidade no geral – uma liderança que parece criar contextos com novas perspetivas. A verdade é que o seu impacto será posteriormente medido pela forma como a aprendizagem coletiva entendeu se esta paridade se trata de Inserção (pessoa inserida no grupo deve adaptar-se às regras e padrões existentes) ou Inclusão (pessoa incluída tem expressão nas regras e padrões a instituir em conjunto) do género feminino.

Numa liderança dinâmica, aquela que está atenta aos eventos e contextos, e procura uma adaptação rápida a necessidades presentes e futuras, a aprendizagem surge como uma das componentes a não descurar, uma vez que o processo de reflexão coletiva conduzirá a novas estratégias e formas de atuar.

Quando uma equipa e a sua liderança está na zona de aprendizagem, coexistirão, de forma natural, elevada segurança psicológica, motivação e responsabilidade. Cada membro sentir-se-á mais empenhado e compreenderá como a interdependência com outros elementos da equipa fará a diferença perante eventos e situações de incerteza que surjam. Estão em autêntica parceria e essa atitude é espelhada para o sistema.

De uma liderança que pretende criar contextos com novas perspetivas e numa abordagem de coaching, espera-se que:

  • Esteja focada nas necessidades e capacidades da equipa, e a sua principal preocupação seja criar visibilidade aos seus resultados (versus mostrar realizações individuais);
  • Enquadre o trabalho como uma situação de aprendizagem, e não como um problema de execução;
  • A equipa crie oportunidade de melhorar o desempenho, abrindo o espaço conjunto de descoberta, reflexão, e aprendizagem de cada situação em que se envolve;
  • Exista feedback regular, transparente e honesto;
  • O conflito possa existir como quebra-cabeça para que diferentes perspetivas apareçam, sendo rapidamente resolvido, reduzindo, consequentemente, as disputas relacionais e de gestão do tempo;
  • E sobretudo, que a equipa tenha um espaço seguro para explorar a diversidade.

De facto, não basta afirmar-se como uma equipa com diversidade de género. É fundamental que a diversidade se traduza em verdadeira inclusão. Inclusão de perspetivas, inclusão de posicionamentos, inclusão de vozes, interna e externamente, com reflexo num processo de aprendizagem coletiva, para mais que uma mensagem, as mulheres sejam não apenas Inseridas, mas comecem também a ser Incluídas na criação de novos contextos. Aprendizagem, essa, que promoverá definitivamente o alinhamento na equipa e na comunidade devido ao conhecimento partilhado que gera.

No atual Governo português, podemos validar a componente Diversidade. Quanto à componente Inclusão teremos de esperar para ver.

 

Arquivado em:Opinião

Novo estudo: as sete tendências da tecnologia para os próximos dois anos

18 Abril, 2022 by Denise Calado

A automação vai destacar-se em 2022 como a chave emergente para sustentar e aprimorar as operações das empresas, libertando os profissionais para tarefas mais especializadas. O relatório Tech Trends 2022, da consultora Deloitte, mostra ainda como ao contrário do que se previa, que a Inteligência Artificial (IA) pudesse substituir a componente humana, a verdade é que a automação tem permitido às empresas dotar os seus colaboradores de ‘superpoderes’ que vão permitir ter uma vantagem competitiva no mercado por via da diferenciação.

Segundo o estudo, que analisa a evolução tecnológica e identifica as tendências que irão ter maior impacto nas organizações, nos próximos 18 a 24 meses, as áreas ou departamentos de TI estão a automatizar grandes componentes da sua infraestrutura, permitindo que os engenheiros se foquem em componentes de alto valor acrescentado. Por outro lado, a IA está também a funcionar como uma primeira linha de segurança cibernética, detetando e respondendo a ameaças de forma automática.

Também o Blockchain tem permitido às organizações automatizarem processos que ocorrem entre múltiplas entidades, eliminando a necessidade de trocas manuais de dados, e facilitando a gestão descentralizada e segura de processos de negócio entre várias organizações.

Estas são as sete tendências que vão impactar os negócios nos próximos dois anos:

  1. Automação em escala: as empresas pioneiras estão a modernizar o seu “back office de TI” adotando um modelo proativo de autoconhecimento e automação avançada.
  2. IA aplicada à cibersegurança: à medida que as organizações se deparam com quebras de segurança, a IA aplicada à cibersegurança poderá ser um uma defesa efetiva, permitindo que as equipas de segurança não respondam apenas com maior rapidez aos ciberataques, mas que, acima de tudo, antecipem esses movimentos e ajam com antecedência.
  3. Múltiplos dispositivos tecnológicos: a explosão de dispositivos inteligentes e o aumento da automação de tarefas físicas estão a conduzir a uma multiplicidade de dispositivos, que vai muito para além dos computadores ou smartphones. As empresas devem agora considerar equipamentos inteligentes adaptados à indústria 4.0, robôs industriais, drones ou dispositivos de monitorização de saúde.
  4. Facilidade na partilha de informação: novas tecnologias dão origem a produtos e modelos de negócios inovadores, simplificando a mecânica de partilha de dados entre organizações — tudo isso preservando a privacidade.
  5. Cloud torna-se vertical: os fornecedores de cloud e software oferecem soluções verticais específicas para modernizar processos e impulsionar a inovação.
  6. Blockchain: o Blockchain e plataformas tecnológicas similares estão a mudar a natureza do mundo empresarial indo além das fronteiras organizacionais e ajudando muitas empresas a reinventar a forma como criam e gerem ativos tangíveis e digitais.
  7. Anotações do futuro: Ainda que o futuro seja hoje, é necessário considerar a nova vaga tecnológica que irá ser uma realidade nos próximos cinco a dez anos: computação quântica, inteligência exponencial e experiência ambiental. Ainda que em desenvolvimento, estas três tendências têm vindo a atrair as atenções da comunidade científica.

Consulte aqui o estudo completo.

 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 248
  • Página 249
  • Página 250
  • Página 251
  • Página 252
  • Interim pages omitted …
  • Página 285
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.