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Denise Calado

O que vai mudar nos rendimentos em 2023?

9 Janeiro, 2023 by Denise Calado

O aumento do salário mínimo em 2023 para 760 euros, a subida do Indexante dos Apoios Sociais (IAS), os novos limites de isenção do subsídio de alimentação, bem como a alteração das tabelas de retenção na fonte em 2023 traduzem-se em alterações nos rendimentos da maioria dos portugueses neste novo ano.

A empresa de finanças pessoais, Doutor Finanças, esclarece o que vai mudar e como simular os rendimentos em 2023 para os diferentes perfis de trabalhadores.

Trabalhadores por conta de outrem 

Os rendimentos em 2023 podem sofrer alterações mais ou menos significativas, no entanto, para apurar o valor exato, é necessário saber: o valor do salário bruto (valor do salário base); ter em conta a situação familiar (Solteiro, casado, um ou dois titulares); o número de dependentes a cargo (nenhum ou o número de dependentes); o subsídio de Natal e Férias; se tem ou não o subsídio de alimentação (valor do subsídio, método de pagamento que pode ser dinheiro, em vale/cartão refeição); e ainda ter em conta outros rendimentos sujeitos a IRS (retenção na fonte) e Segurança Social.

Pensionistas 

Este ano, a maioria dos pensionistas verão o seu rendimento aumentar entre 3,89% e 4,83%. O aumento percentual aplicado à pensão depende do valor dos rendimentos. Assim, a subida mais significativa é de 4,83% e abrange os pensionistas que recebem uma pensão até 2 IAS (960,86 euros). Já para os pensionistas que recebem entre 960,86 euros e 2.882,58 euros (entre 2 e 6 IAS) o aumento é de 4,49%. Por fim, quem recebe pensões mais elevadas, acima de 2.882,58 euros e até 5.765,12 euros, verá a sua pensão aumentar 3,89%. Para ter uma noção, se receber uma pensão de 850 euros, os rendimentos brutos sobem para 891,06 euros. Mas em termos líquidos, os rendimentos em 2023 vão ser de 840,06 euros, pois é aplicada a taxa de retenção na fonte de IRS de 5,8%, que representa um desconto de 51 euros.

Trabalhadores Independentes 

Os trabalhadores independentes podem ou não aumentar os seus rendimentos em 2023. Com o aumento do IAS para 480,43 euros, a base de incidência contributiva sofre alterações. Logo, de acordo com o valor médio que se ganha num trimestre, o valor das contribuições à Segurança Social pode alterar-se. Por exemplo, se tiver um emprego por conta de outrem e acumular atividade como trabalhador independente, o limite máximo para ficar isento de descontos à Segurança Social aumentou. Em 2023, para ficar isento, a atividade por conta de outrem deve ter o valor da remuneração mensal média igual ou superior a 480,43 euros (1 IAS). Já o rendimento relevante mensal médio, que a Segurança Social apura de três em três meses, deve ser inferior a 1.921,72 euros (4 IAS).

Caso seja um trabalhador independente abrangido pelo regime de contabilidade organizada, com o aumento do IAS também terá algumas alterações. Afinal, neste caso, a base de incidência mensal corresponde ao duodécimo do lucro tributável, tendo o limite mínimo de 1,5 IAS. Assim, o limite mínimo sobe para 720,65 euros (em 2022 era de 664,80).

Desempregados a receber subsídio de desemprego 

Dada a subida do IAS, existe a probabilidade de ver os rendimentos em 2023 aumentarem se estiver a receber o subsídio de desemprego, pois o valor deste subsídio corresponde no mínimo a 1,15 vezes e no máximo a 2,5 vezes o IAS. Assim, o valor mínimo do subsídio de desemprego em 2023 sobe para 552,49 euros, o que representa um aumento de 42,81 euros, face a 2022 (509,68 euros). Quanto ao valor máximo, o subsídio de desemprego aumenta 93 euros, pois este ano o valor fixa-se em 1.201,08 euros. Relembra-se que, em 2022, o limite máximo deste subsídio era de 1.108 euros.

Como estas contas nem sempre são fáceis de fazer, o Doutor Finanças recomenda e disponibiliza vários simuladores para ajudar a apurar os rendimentos.

 

No setor público, à subida do subsídio de refeição, soma-se agora o aumento dos salários. No privado, embora a única obrigação seja a subida do salário mínimo, há recomendações para aumentar os salários e novos limites de isenção de IRS do subsídio de refeição. Ao nível do IRS, as novas tabelas de retenção na fonte de 2023 deverão aumentar o rendimento líquido dos trabalhadores por conta de outrem e dos pensionistas. No que se refere aos trabalhadores independentes e aos que se encontram a receber o subsídio de desemprego, a subida do IAS para 480,43 euros terá impacto nos rendimentos em 2023

Rui Bairrada, CEO do Doutor Finanças

Arquivado em:Economia, Notícias

David Martins é o novo Diretor de E-Commerce & Customer Experience do Gato Preto

9 Janeiro, 2023 by Denise Calado

David Martins, até agora Head of Digital Marketing & E-Commerce, passa a exercer as funções de novo Diretor de E-Commerce & Customer Experience do Gato Preto, com o objetivo de melhorar a experiência do consumidor e vendas online da marca.

Em 2011, inicia o seu percurso profissional na Auto-Sueco, como Purchasing & Operations Assistant, tendo passado por diversas empresas, até chegar à Decathlon Portugal, em 2014, como E-Commerce & Digital Marketing Manager. De 2016 a 2022, passou ainda por empresas como, The Haciendas Company, AKI e Sonae MC, também na área de E-Commerce. Em 2022, assume funções de Head of Digital Marketing & E-Commerce no Gato Preto.

David Martins é licenciado em Gestão de Recursos Humanos pelo ISCTE e tem um Mestrado em Gestão na Nova School of Business and Economics. Atualmente, é formador de E-Commerce e Marketing Digital na EDIT.

É fantástico receber esta responsabilidade num projeto tão apaixonante como é o Gato Preto. Estamos num processo transformação digital muito acelerado e precisamos de criar todos os mecanismos para colocar o nosso o nosso cliente no centro de tudo aquilo que fazemos. Este ano será, sem dúvida, um ano de muitas ambições

David Martins, Diretor de E-Commerce & Customer Experience do Gato Preto

Arquivado em:Notícias, Pessoas

Daniela Braga: «Em teoria, tudo pode ser automatizado por robots»

6 Janeiro, 2023 by Denise Calado

É o nome português mais conhecido na área da Inteligência Artificial (IA). Daniela Braga é a fundadora e CEO da Defined.ai, uma das startups com mais crescimento nesta área. «Caminhamos para um mundo em que as novas tecnologias e a inteligência artificial vão trabalhar lado a lado com os humanos».

Doutorada em Tecnologias de Voz, é também um dos nomes escolhidos pela administração do Presidente norte-americano, Joe Biden, para ajudar a Casa Branca a desenhar a estratégia de IA nos EUA. E quem acredita que o maior inimigo da tecnologia é a utilização que, nós humanos, fazemos dela.

Uma conversa a propósito do tema da edição “Act Now for Digital”, em torno da importância da tecnologia, dos seus problemas, do mundo, da saúde mental e até sobre colonização interplanetária.

Onde estamos e onde o digital nos levará?

O digital permitiu o acesso a níveis e velocidade de informação global que eram impossíveis de imaginar há 20 anos, quando eu estava a sair da faculdade. Mas com essa digitalização surgiram outros problemas: como distinguir factos reais de factos fictícios? Os nossos dados estão realmente seguros? A internet e as redes sociais são um lugar seguro para as nossas crianças? Teremos mesmo todos de falar uma só língua – o inglês – para ter acesso a informação de qualidade?

Para o bem ou para o mal, para onde vamos?

Caminhamos para um mundo em que as novas tecnologias e a inteligência artificial vão trabalhar lado a lado com os humanos. Às vezes substituí-los, em tarefas rotineiras, permitindo assim menor disrupção de serviços, como a pandemia nos mostrou. Haverá um ajuste de tarefas, empregos e de skillsets, tal como vimos na revolução industrial, mas a humanidade tem esta capacidade incrível de adaptação e esta nova revolução industrial já está em marcha e não vai parar. Acredito que este é o momento de usar a tecnologia ao serviço da sustentabilidade do Planeta, que isso sim é uma situação gravíssima e preocupante que não podemos deixar para os nossos descendentes.

Onde estão as fronteiras que não devem ser ultrapassadas?

A pandemia mostrou que é possível trabalhar em equipa remotamente, apesar de os seres humanos serem gregários por natureza. Não sei se alguma vez o mundo voltará a ser o mesmo. Isso realmente afetou muito a saúde mental das pessoas, mas hoje são elas que não querem voltar ao escritório porque encontraram outras formas de suprir o lado social e humano. As fronteiras estão na transparência do uso da tecnologia nas empresas. Desde que as pessoas entendam as razões do uso de certas ferramentas e modelos de IA, passam a ser elas a decidir se querem ou não pertencer a essa organização. O pior é a falta de transparência.

Qual é o lado lunar da tecnologia?

São os humanos. A tecnologia não tem más intenções nem orientações políticas ou económicas. O maior inimigo da tecnologia é a utilização que, nós humanos, fazemos dela.

E como vê o bright side?

Vejo o acesso à educação e saúde muito mais democratizados globalmente. Vejo a possibilidade de prever e evitar catástrofes climáticas e humanas com o uso de IA. Vejo um mundo mais informado em geral e o controlo da informação distribuído, e não apenas nas mãos dos governos ou das grandes gigantes tecnológicas.

O que permanecerá analógico?

Em teoria tudo pode ser automatizado por robots, desde massagens, serviço de restaurantes e hotéis, ensino nas escolas, atendimento médico e até a pilotagem de um avião comercial. Mas a diferenciação será sempre o contacto humano. Acredito que as pessoas pagarão um preço por esta atenção personalizada feita por humanos em todas as áreas da nossa vida, mantendo assim um nível de qualidade de serviços mais acessível a pessoas com menos recursos se for feito por robots e máquinas inteligentes.

O que se segue ao Metaverso?

A colonização interplanetária pelos humanos.

Qual deve ser o mantra desta nova ordem digital?

“Embrace the change, the future is exciting”.

 

Por TitiAna Amorim Barroso 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder.

Subscreva a Líder AQUI.

 

Arquivado em:Entrevistas

Livros: fique a par das nossas sugestões na área da liderança

6 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Aqui ficam algumas sugestões de livros para as Lideranças. Boas leituras!

 

O Livro do Clima

Greta Thunberg – Objectiva Editora

Organizado pela jovem ativista climática Greta Thunberg, esta obra é uma Bíblia do ambientalismo e um manual para salvar (literalmente) o Planeta. Em parceria com mais de uma centena de especialistas, Greta partilha a sua história de aprendizagem, denunciando o greenwashing com que somos manipulados e revelando a que ponto a Humanidade tem sido mantida na ignorância. Ainda é possível reverter esta situação. Mas temos de ser todos e tem de ser agora. Se uma greve iniciada por uma criança consegue provocar um protesto a nível global, o que conseguiremos, se tentarmos, a nível global?

Net Positive

Paul Polman e Andrew Winston – Actual

O ex-CEO da Unilever, Paul Polman, e o guru de negócios sustentáveis Andrew Winston, apresentam um modelo para ajudar líderes a construir empresas que contribuem mais para o Mundo do que usam, ou recebem, ou seja, empresas de diferença positiva. Este livro contribui para a mudança de paradigma e descreve os princípios e as práticas para sobreviver e prosperar, com base na experiência de uma empresa líder mundial, a Unilever, e outras organizações globais inovadoras.

 

A Minha Vida na Apple

John Couch e Jason Towne – Alma dos Livros

Em 1978, John Couch trabalhava como engenheiro de software na Hewlett-Packard quando um jovem e ambicioso empresário chamado Steve Jobs apareceu inesperadamente à sua porta. Era a segunda vez que Steve tentava persuadir John a juntar-se a ele na sua promissora startup, a Apple, onde precisava de ajuda para construir um “computador revolucionário”. A Minha Vida na Apple oferece-nos uma visão da história da Apple com múltiplos detalhes, para muitos totalmente desconhecidos.

 

Este artigo foi publicado na edição de inverno da revista Líder

Subscreva a Líder AQUI.

Arquivado em:Livros e Revistas, Notícias

Voltar ao trabalho depois das festas

6 Janeiro, 2023 by Denise Calado

Voltar ao escritório em janeiro, depois das férias de dezembro, pode ser avassalador, e pode significar estar com menos energia e paciência para o trabalho. A Korn Ferry deixa cinco conselhos para as lideranças voltarem ao trabalho com mais tranquilidade e energia.

Praticar a moderação 

Nas próximas semanas, seguir o caminho da moderação pode ajudar, no futuro próximo, a evitar uma dor de cabeça tanto literal como metafórica. “Se exagerar na alimentação, no consumo de bebidas ou em estar ocupado durante a época de festas, pode demorar todo o primeiro trimestre de 2023 para voltar ao normal”, afirma Val Olsen, Coach de liderança na Korn Ferry Advance.

Não desligar a 100% 

Voltar das férias para uma pilha de 700 e-mails pode levar a muita ansiedade e stress. Então, apesar do descanso ser fundamental para férias saudáveis, “não se desligue completamente do trabalho”, diz Brian Bloom, vice-presidente de operações globais da Korn Ferry. Especialmente tendo em conta a possibilidade de uma recessão, poderá ser benéfico de vez em quando verificar o mail, já que pode ser a diferença entre manter ou perder o emprego.

Refletir sobre o passado e pôr em prática novas ideias 

É importante olhar para trás e avaliar os valores corporativos que a sua empresa demonstrou neste último ano, e determinar em que aspetos se alinharam ou não com os seus valores pessoais. Esse exercício pode ajudar a descobrir o que realmente é importante para si enquanto líder. Faça uma lista e planeie algumas medidas que pode tomar para honrar os valores que deseja trazer para a organização no futuro. Se, por exemplo, tiver uma abordagem mais holística com os colegas, e relacionar-se com eles fora do trabalho é importante para si, pense em diferentes maneiras de o pôr em prática durante as férias.

Criar um quadro com planos para o futuro 

Estabeleça o que gostaria de alcançar ao longo do próximo ano. Crie um quadro com imagens de revistas, ou digitais, que gerem energia emocional para alcançar essa visão. As imagens são importantes porque nos relacionamos mais com imagens do que com palavras, diz Olson. Acrescenta ainda que é essencial que a sua visão seja “grandiosa” e emocionalmente ressonante (objetivos maçadores não trarão a energia necessária para alcançar o successo). “A visão é uma descrição do seu futuro ideal. Os objetivos são passos concretos para materializar esse futuro”, explica.

Agendar um check-up médico 

A saúde é a verdadeira riqueza e deve ser preservada. No entanto, para lideranças com agendas agitadas, a saúde pode acabar por ser negligenciada, acabando por não fazer análises e exames médicos de rotina.

 

Arquivado em:Notícias

Oito tendências da construção e arquitetura em 2023

6 Janeiro, 2023 by Denise Calado

O impulso da construção sustentável trará consigo inovações focadas na eficiência energética, como uma nova geração de sistemas fotovoltaicos ou o estabelecimento da construção industrializada.

O aparecimento de materiais baseados em compósitos ou ligas avançadas, a ascensão de curvas ou decoração com uma mistura de tons quentes e frios, são outras das tendências para 2023.

Saiba quais são as oito tendências para a construção e arquitetura, partilhadas pela Sto, empresa de sistemas e elementos de construção.

Cada vez mais elementos e sistemas rumo à eficiência energética 

A promoção da reabilitação e o elevado custo energético trarão consigo um maior impulso de todos os elementos que ajudam a reduzir os custos energéticos: sistemas de isolamento térmico para o exterior e interior, fachadas ventiladas, carpintaria de qualidade, sistemas de poupança de água, aparelhos de baixo consumo, utilização de energias renováveis, sistemas de correção e prevenção de pontes térmicas.

Nova geração de sistemas fotovoltaicos 

O boom na geração de energias renováveis fotovoltaicas está a trazer consigo, para além da implementação de soluções clássicas em telhados inclinados ou planos, outros tipos de sistemas integrados em fachadas, especialmente em edifícios multifamiliares. Este salto qualitativo permite que estas soluções sejam combinadas com outros tipos de sistemas eficientes, tais como fachadas ventiladas ou sistemas ITEs, ajudando a gerar eletricidade de alto desempenho, enquanto poupa energia isolando o edifício.

Construção industrializada veio para ficar 

A necessidade de dar um maior impulso à sustentabilidade, digitalização e automação na construção continuará a colocar o modelo industrializado em destaque, tanto na construção nova como na reabilitação, graças aos benefícios que traz: a otimização dos tempos de produção graças à criação em fábrica da totalidade ou parte dos elementos de um edifício, redução do impacto ambiental da construção e criação de empregos muito mais especializados, seguros, atrativos e inclusivos.

Realidade virtual e aumentada para visualização de projetos futuros 

Esta tecnologia está a ajudar arquitetos, promotores e utilizadores a visualizar com maior precisão o futuro trabalho a realizar. Assim, nos próximos meses, a realidade aumentada continuará a ganhar popularidade. O seu uso será benéfico para detetar defeitos e fazer alterações antes do início da construção, o que reduzirá significativamente os custos, prazos e erros.

A implementação do BIM torna-se uma prática quase obrigatória 

Nos últimos anos, houve grandes barreiras que impediram a implementação completa do Building Information Modelling (BIM) para materializar projetos. Entre elas, o investimento neste tipo de ferramentas, a formação de profissionais para as utilizar ou a necessidade de uma mudança cultural nos processos. No entanto, em 2023, será uma ferramenta quase obrigatória. O Parlamento Europeu está a desenvolver grandes esforços para a sua aplicação, nomeadamente através da sua inclusão nas regras relativas aos contratos públicos e às regras de concurso. Apesar de ainda não ter a presença que deveria em Portugal, está gradualmente a substituir o CAD e outros modelos 2D.

Novos materiais 

A dinâmica de novos materiais na indústria da construção deverá sofrer um novo boom em 2023: os compósitos, ligas avançadas e outros materiais feitos à base de materiais bio, bem como materiais reforçados com nanotecnologia, tornar-se-ão cada vez mais populares, proporcionando maior força, durabilidade e sustentabilidade.

As curvas voltaram

Desde que o chamado “Estilo Internacional” canonizou o uso de linhas retas, as formas curvas foram relegadas para projetos orgânicos ou áreas experimentais. No entanto, agora, graças à inovação em materiais e sistemas (fachadas, revestimentos, acabamentos, vidro e carpintaria, etc.) as linhas curvas estão a tornar-se cada vez mais populares na arquitetura contemporânea. Esta tendência também estará presente em outros elementos decorativos, como sofás, mesas, tapetes e iluminação.

Mistura de tons quentes e frios

Ao nível da decoração, tudo indica que em 2023 se tenderá a jogar com cores quentes e frias. Beges, castanhos e brancos trazem calor e, com toques azuis ou verdes, a decoração ganhará maior sobriedade.

Arquivado em:Notícias

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