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Dino Récio

Leadership Summit – Ali Tabrizi autor de Seaspiracy e Zarifa Gafhari ativista e política afegã, em Portugal

7 Setembro, 2021 by Dino Récio

No próximo dia 28 de setembro vai realizar-se presencialmente a 5ª edição da Leadership Summit Portugal no Casino Estoril, com a presença de figuras nacionais e internacionais como Ali Tabrizi, autor do documentário Seaspiracy da Netflix e Zyia Tong, apresentadora do Daily Planet e autora best-seller. Um momento especialmente aguardado será a presença em palco de Zarifa Gafhari, a mais jovem mulher eleita Presidente de Câmara no Afeganistão.

Sob o tema “Back to Politics – Um novo rumo para o Planeta, para a Democracia e para a Humanidade”, a Leadership Summit Portugal volta a realizar-se no Salão Preto e Prata do Casino Estoril com o objetivo de repensar qual o papel das lideranças na proteção do Planeta, no reerguer da Humanidade e no resgatar das Democracias.

Estarão em palco grandes nomes nacionais e internacionais como Michael Baum, professor, Daniel Susskind, autor do best-seller “O mundo sem trabalho”, Bal Gill, Global Head Inclusion na Capgemini, Anabela Vaz Ribeiro, Executive Director da Global Compact Network, Jennifer Mottles, Chief Sustainability Officer da Philip Morris International, James Robey, Global Head of Environmental Sustainability na Capgemini, António Saraiva, Presidente da CIP, Ana Catarina Mendes, deputada, Francisco Assis, Presidente do Conselho Económico e Social, Adolfo Mesquita Nunes, advogado, Carmo Palma, Managing Director da Axians, Vice-Almirante Gouveia e Melo, coordenador da Task Force, Isabel Barros, Administradora Executiva da Sonae MC e líder do projeto Promova da CIP, Luís Araújo, Presidente do Turismo de Portugal, Armando Cabral, fundador da marca de luxo homónima, Mariana Pereira da Silva, Head os Sustainability na Sonae MC, Joana Castro e Costa, Nova SBE Leadership for Impact, Patrícia Santos, CEO da Zome, Diogo Vieira da Silva, Curador dos Global Shapers do Fórum Económico Mundial.

Quanto à presença de Zarifa Ghafari, em circunstâncias dramáticas conseguiu sair do Afeganistão em agosto último e está neste momento refugiada na Alemanha. A sua participação pretende sensibilizar as organizações mundiais para a situação que se vive no seu país e partilhar a sua experiência em palco com Ayumi Aoki, Presidente da ONG Women In Tech.

O evento será apresentado pelo jornalista Pedro Mourinho e terá transmissão em direto no site Líder TV e disponibilização on demand a partir do dia 1 de outubro no MEO-165 e na NOS-560.

Filipe Vaz, diretor-geral da Tema Central declarou que “os tempos de enorme incerteza que vivemos convocam as lideranças para uma reflexão profunda sobre os caminhos certos que nos conduzam à desejável recuperação económica e social sempre mantendo o respeito pela sustentabilidade, igualdade e natureza inviolável da pessoa humana. Para isso, queremos refletir sobre política e políticas, sem pré-conceitos, regressar à base na busca do melhor para todos.”

A Leadership Summit Portugal é uma iniciativa da Tema Central, do Lisbon Hub dos Global Shapers do Fórum Económico Mundial e da Câmara Municipal de Cascais, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e com a parceria institucional da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, UN Global Compact Network, Centro Regional de Informação das Nações Unidas para a Europa Ocidental, International Club of Portugal e APG – Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas.

O evento conta com o apoio da Capgemini, Axians, Tabaqueira, Sonae MC, Zome, Randstad, Peugeot, Jaba Recordati, Lift, Made2web, FCB Lisboa, Holmes Place, White Way, DeltaQ, Casino Estoril, Hospedeiras de Portugal e Fundação Eugénio de Almeida, Briefar, best Wine Team, InSoul e Galileu.

 

Mais informações disponíveis no site: https://www.leadershipsummitportugal.com

Arquivado em:Liderança, Notícias

Sapiens digital

16 Agosto, 2021 by Dino Récio

A revolução digital em curso promete tocar as diferentes esferas das nossas vidas: o modo como vivemos, como trabalhamos, como nos deslocamos, como usamos os tempos livres. Esta revolução é o tema da edição que o leitor tem em mãos. O que sabemos sobre o processo transformador? Eis três ideias.

Primeira ideia: a transformação digital não é um processo novo. Na verdade, a sua evolução tem décadas. Em 1998 Gary Hamel discutia os contornos da e-corporation na revista Fortune. É claro que o nome mudou, mas o processo é o mesmo, uma continuação da outrora chamada virtualização das organizações. A mudança já vai longa e é imparável.

Segunda ideia: este processo não vai dispensar as pessoas, mas exigirá um maior foco nas competências especificamente humanas. Ou seja, continuando um processo ele próprio com lastro histórico, o que puder ser automatizado vai ser automatizado. As pessoas farão aquilo em que forem mais capazes que as máquinas, nomeadamente pensar, criar, imaginar e desenvolver relacionamentos ricos. Novas formas de colaboração entre pessoas e tecnologias estão a ser testadas e expandidas – inteligência aumentada, assistida e outras em desenvolvimento.

Terceira ideia: não é possível imaginar o futuro. Nem sequer conseguimos antecipar o futuro do trabalho remoto, apesar das muitas certezas que por vezes parecemos ter neste momento. Uma coisa podemos saber, com certeza: o futuro será diferente porque a mudança é o estado natural. O futuro levanta, por isso, importantes dilemas ao binómio humano-digital. O desafio é grande: como utilizar as potencialidades das novas tecnologias digitais para expandir horizontes e possibilidades e não para nos prender numa distópica “jaula de ferro” como na metáfora weberiana? E não esqueçamos: agora, a jaula de ferro invisível à qual nos entregamos voluntariamente, está à distância de um simples clique.

 


Por
Miguel Pina e Cunha, diretor da revista Líder

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

Facebook junta-se a jornalistas de todo o mundo no combate à desinformação sobre saúde

12 Agosto, 2021 by Dino Récio

O Facebook Journalism Project, projeto do Facebook que trabalha diretamente com jornalistas de todo o mundo, incluindo Portugal, anunciou uma parceria global com o Digital Health Lab, uma entidade da organização tecnológica sem fins lucrativos, Meedan, no combate contra a desinformação online sobre saúde. Esta iniciativa pretende apoiar os fact-checkers que trabalham na confirmação e verificação de fatos e dados partilhados pelos meios de comunicação e em redes sociais.

Esta é a medida mais recente do Facebook em relação aos seus fact-checkers para os quais o Digital Health Lab vai organizar uma série de programas de formação online liderados por uma equipa de médicos, cientistas e especialistas no setor da saúde, sem custos para os parceiros do Facebook.

Além do acesso a oportunidades de formação, os parceiros de fact-checking do Facebook irão ter também acesso ao Health Desk da Meedan que irá possibilitar ter respostas atempadas a questões chave de saúde pública que apoiam o esforço diário de fact-checking. Se no Health Desk os fact-checkers não conseguirem encontrar respostas para o que procuram, podem submeter questões por e-mail ou num formulário online às quais a Meedan vai responder atempadamente.

O conteúdo do Health Desk foi elaborado por uma equipa de especialistas em doenças infeciosas, políticas de vacinação, nutrição e ambiente. A equipa conta com investigadores da T.H. Chan School of Public Health, de Harvard, e cientistas com experiência de trabalho pelo mundo, em diversas línguas.

“A nossa equipa de cientistas está muito entusiasmada com esta parceria e com a possibilidade de ajudar o Facebook Journalism Project”, afirma Megan Marrelli, líder do departamento de saúde da Meedan. “Esta série de workshops que estamos a desenvolver vão promover em todo o mundo uma colaboração dinâmica entre cientistas e fact checkers que lutam diariamente contra a desinformação sobre a saúde. A colaboração entre os setores é a chave para conseguir responder às alegações online que podem ser prejudiciais. É necessário que os líderes da informação em ciência, jornalismo e tecnologia se unam para traçar caminhos inovadores”, reforça.

Karen Goldshlager, responsável pelo News Integrity Partnerships do Facebook, acrescenta “Estamos entusiasmados com esta parceria que irá permitir a colaboração entre os nossos parceiros independentes de fact-checking e a equipa de profissionais de saúde da Meedan com um interesse comum de abordar, de forma rápida e eficaz, a questão da desinformação”.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Valor do mercado residencial prime cresceu 4,5% em Lisboa no primeiro semestre

5 Agosto, 2021 by Dino Récio

Durante o primeiro semestre de 2021, foi registado um aumento médio de 3,9% no valor de mercado de residências prime por todo mundo, o crescimento mais rápido desde dezembro de 2016.

A análise World Cities Index, da consultora imobiliária Savills, conclui também que o mercado residencial prime em Lisboa registou um aumento de 4,5% entre janeiro e junho de 2021, com o valor médio de propriedades residenciais prime a chegar aos 8600 euros por m2.

Taxas de juro consistentemente baixas, fortalecimento da confiança dos compradores, aumento do número de transações a preços mais altos e medidas de estímulo económico para combater os efeitos negativos da Pandemia COVID-19 são alguns dos fatores que contribuíram para esse aumento do valor de residências prime.

Das 30 cidades analisadas, somente três (Roma, Milão, Madrid) não registaram aumentos e quatro (Barcelona, Paris, Mumbai, Nova Iorque) registaram contrações no valor dos mercados residenciais prime.

No topo do World Cities Index estão as cidades chinesas de Xangai e Guangzhou, com taxas de crescimento dos respetivos mercados residenciais prime de 13,7% e 7,9% no primeiro semestre do ano. Este fortalecimento é reflexo da noção de que o imobiliário continuará a ser um investimento seguro na China, apesar de algumas políticas do país terem procurado refrear o aumento dos preços das propriedades residenciais.

Do outro lado do Oceano Pacífico, Los Angeles e Miami são as duas cidades dos Estados Unidos da América que se destacam neste índice, com aumentos de 12% e 9,1% nos valores dos respetivos mercados residenciais. Este crescimento deveu-se, sobretudo, à migração interna, fruto de relocalizações relacionadas com o teletrabalho e condições fiscais mais favoráveis.

Ricardo Garcia, Diretor de Residencial da Savills Portugal, refere que se tem vindo a observar um aumento gradual da procura de imóveis prime devido ao maior controlo da Pandemia e à abertura de alguns mercados, tendência que irá melhorar com a aceleração da vacinação e que se espera ver materializada no último trimestre do ano. “Portugal, nomeadamente o setor de imóveis prime, continuará a ser um mercado muito apetecível e que beneficiará com a abertura dos mercados. Prevê-se um último trimestre forte”, afirma o responsável.

Arquivado em:Economia, Notícias

COVID-19 coloca mais de 47 milhões de mulheres em risco de pobreza extrema

4 Agosto, 2021 by Dino Récio

Cerca de 25 anos após a Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, em Pequim, a igualdade de género ainda não foi alcançada. Embora tenhamos assistido a avanços importantes, tais como a diminuição da taxa de mortalidade materna e melhorias na educação das raparigas, o progresso tem sido demasiado lento e fragmentado a nível mundial.

Estas são afirmações de Phumzile Mlambo-Ngcuka, Subsecretária-Geral e Diretora Executiva da United Nations Entity for Gender Equality and the Empowerment of Women, organismo conhecido como UN Women, que numa publicação partilhada pela Organização das Nações Unidas (ONU), chama a atenção para o impacto da Pandemia no tema da igualdade de género e lança o alerta aos governos para que se adira a um Plano estratégico.

Segundo a Diretora Executiva, a crise provocada pela COVID-19 veio mostrar que o progresso pode ser assustadoramente invertido, exacerbando, ainda mais, as desigualdades existentes. Durante este período, a violência contra as mulheres aumentou, o emprego diminuiu e os impactos económicos foram devastadores. O encerramento de escolas devido à Pandemia fez, também, com que aumentassem os efeitos da divisão digital de género e colocaram quase 10 milhões de raparigas em risco de casamento infantil.

Apesar destes desafios, existem soluções que se podem ter em conta para reconstruir as sociedades. Estas soluções exigem o reconhecimento de alguns obstáculos, anteriormente subestimados, que a Pandemia trouxe à luz.

O Global Gender Response Tracker, criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e UN Women destaca que apenas 18% das soluções governamentais, até ao momento, visaram a segurança económica das mulheres ou abordaram o aumento do trabalho doméstico não remunerado. Desta forma, sem uma mudança de rumo, as previsões atuais são de que mais de 47 milhões de mulheres serão empurradas para a pobreza extrema, invertendo décadas de progresso. Este tipo de recuos, na sua perspetiva, não são uma conclusão aceitável: com políticas arrojadas para impulsionar o empoderamento económico das mulheres, é possível mudar de rumo e acelerar o progresso.

Phumzile Mlambo-Ngcuka endereça o convite a todos os países, empresas, organizações da sociedade civil e jovens a aderir ao Plano de Aceleração Global das Nações Unidas para a Igualdade de Género que se centra em seis temas: violência baseada no género; justiça e direitos económicos; autonomia sobre o próprio corpo, saúde e direitos sexuais e reprodutivos; justiça climática; tecnologia e inovação para a igualdade de género; e movimentos de liderança.

Os objetivos destes temas destinam-se a orientar a ação e o investimento para os próximos cinco anos e requerem a criação de novos empregos que reconheçam, reduzam e redistribuam os atuais empregos domésticos não remunerados e que garantam os direitos laborais das trabalhadoras. Porém, tais mudanças necessitam de um ambiente legal e político favorável. Todos os países deveriam ter e implementar planos macroeconómicos, reformas orçamentais e pacotes de apoio que incluam a proteção social para que o número de mulheres e raparigas que vivam na pobreza seja significativamente reduzido.

A sua chamada de atenção sublinha também neste período que apelidou de “uma pandemia de injustiças”, a questão de as mulheres terem perdido os seus empregos a um ritmo mais rápido do que os homens. Conforme refere, tal teve consequências devastadoras para a autonomia económica das mulheres prestadoras de cuidados. As vulnerabilidades do mercado de trabalho são ainda piores para as mulheres com deficiência, migrantes e refugiadas, e pequenos agricultores.

Estudos recentes demonstram ainda que a perda de rendimentos, de emprego, a insegurança alimentar e o abuso de substâncias têm sido associados ao aumento da violência contra mulheres e raparigas, em especial, a violência doméstica.

Para além do Plano de Aceleração Global existe também um pacto sobre Mulheres, Paz, Segurança e Ação Humanitária. O pacto exige a aceleração da participação plena, igual e significativa das mulheres em instituições de segurança, proteção e financiamento. Embora tenham sido alcançados progressos, uma análise da UN Women estima que, ao ritmo atual, serão necessários 30 anos para atingir a paridade nas forças militares de operação de paz da ONU.

Phumzile Mlambo-Ngcuka reforça uma vez mais que os Estados-membros e demais organismos adiram a este pacto global e que se apoie a participação significativa de mulheres para que as instituições de segurança se tornem representativas, recetivas e responsáveis perante todos.

Num momento crítico desta década de ação, o progresso irá depender, também, de recursos financeiros, especialmente para os países em desenvolvimento. Crises da magnitude que hoje se enfrentam exigem ideias ousadas, níveis de solidariedade e de cooperação global para serem implementadas. As ações propostas pelo Plano de Aceleração Global para a Igualdade de Género reúnem um vasto leque de medidas necessárias para impulsionar o progresso. “Juntos criaremos um futuro mais sustentável e justo, a fim de assegurar a prosperidade e apoiar a realização da Agenda 2030”, afirma a responsável.

Arquivado em:COVID-19, Notícias

Está pronto para se transformar num líder do futuro?

3 Agosto, 2021 by Dino Récio

Assistimos, desde o início da pandemia, a uma verdadeira e profunda transformação da liderança. Um novo contexto, que passa a influenciar novas exigências para profissionais e organizações e nos deixa cada vez mais claro que, para sairmos da crise mais fortes e resilientes, é necessário repensar, por um lado, “O que significa liderar hoje?” e, por outro, “Como é que lidar com uma crise molda o futuro das nossas organizações e pessoas?”.

Dominar este contexto e preparar as organizações para o que quer que venha a seguir tornou-se uma competência crítica e desafiadora. E porque a crise que enfrentamos é um caso extremo, tornou-se também relevante que os líderes desafiem os antigos moldes de gestão e desenvolvam já hoje novas competências necessárias para encarar o novo mundo… o mundo que passou de VUCA a BANI, ou seja, que passou da volatilidade para a fragilidade, da incerteza para a ansiedade, da complexidade para a não-linearidade e da ambiguidade para a incompreensão.

Perante este cenário BANI, o World Economic Forum elenca 4 ideias-chave que ajudam os líderes a compreender e a preparar-se para este momento de verdadeira transformação:

1 – Um forte sentido de propósito permite adaptabilidade: Possuir uma missão e um propósito sólidos e claros a todos os níveis da organização permite que as equipas levem a cabo uma reinvenção rápida de todos os processos. O alinhamento e partilha de um propósito comum contribui para a adaptação a este novo cenário. A pergunta que os líderes devem fazer neste momento é: “Como criar e partilhar uma visão de sucesso com a equipa?”;

2 – Envolver mais partes interessadas aumenta a confiança: Um fator crítico para o alcance dos objetivos do negócio é promover a confiança da equipa. A inclusão de todos os níveis da organização envolve uma mudança de prioridade de negócios para fazer a coisa certa para todas as partes interessadas. Neste ponto, a pergunta-chave é: “Como considerar e envolver diversas partes interessadas ao tomar decisões?”;

3 – Há poder na empatia e na compaixão: A COVID-19 causou diversos efeitos como medo, insegurança, ansiedade, depressão, entre outros. Esses desafios representaram uma oportunidade para “recalibrar a empatia”, gerando um sentimento de maior união e compaixão nas organizações. A pergunta a fazer neste momento é: “Como mostrar compaixão, humildade e honestidade?”;

4 – Liderança significa que ninguém é deixado para trás: Mais do que nunca, os líderes devem ser “radicalmente inclusivos”. Assim, é papel da liderança encontrar maneiras inovadoras de garantir que todos têm acesso às oportunidades. Neste ponto, a pergunta que os líderes devem colocar-se é: “Como inovar para garantir a inclusão?”.

Através destas 4 lições, compreendemos que os desafios trazidos pela COVID-19 tornaram os “novos líderes” muito mais inovadores e determinados na busca de um impacto positivo para pessoas e organizações. Mas à medida que o mundo se recupera desta crise, é inevitável contar também com uma liderança cada vez mais responsável – afinal, sem ela, é provável que os negócios não sobrevivam à onda de mudanças e aos desafios que este momento apresenta.

Para isso, desenvolver novas competências e preparar estes profissionais para guiarem as suas equipas neste novo cenário é a chave. Só através da formação e da requalificação seremos capazes de preparar líderes extraordinários e aptos para o futuro: líderes que promovam efetivamente a capacidade das suas equipas acompanharem o passo acelerado da mudança, mobilizando as pessoas para novos propósitos, realidades e para a superação dos novos desafios.


Por Arthur Diniz, co-fundador e CEO da Crescimentum (parte do Grupo CEGOS no Brasil) e um dos criadores do programa de desenvolvimento de liderança Leader of the Future, agora disponível em Portugal através da CEGOC.

Arquivado em:Artigos, Leading People

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