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Dino Récio

Pedro Pina é o novo líder para YouTube EMEA

3 Agosto, 2021 by Dino Récio

O YouTube anunciou a nomeação do português Pedro Pina como Vice-Presidente do YouTube, responsável pelo negócio na Europa, Médio Oriente e África (EMEA).

Licenciado pela Católica Lisbon School of Business and Economics e com um MBA pelo INSEAD, Pedro Pina conta com mais de 30 anos de experiência como profissional de marketing global.

Em 2013 juntou-se à Google como líder da equipa Global Client & Agency Solutions, onde foi responsável por uma equipa dedicada ao envolvimento da empresa com alguns dos maiores parceiros de publicidade do mundo, incluindo a Apple, BMW, Coca Cola, L’Oréal, Nestlé, P&G e a Samsung. O seu percurso profissional fê-lo ainda ter passado pela McCann Worldgroup, Sonae & France Telecom, Yum, PepsiCo e P&G.

Em 2019, foi nomeado um dos 10 executivos LGBTQ + mais influentes do Reino Unido pelos British LGBT Awards. No mesmo ano, alcançou o primeiro lugar na OUTstanding LGBT+ Role Model List, uma lista de executivos LGBT de referência no mundo empresarial que existe desde 2013.

“O Pedro Pina traz consigo uma enorme variedade de experiências globais, regionais e nacionais que nos vai ajudar a permitir continuar a contribuir para o crescimento da economia na EMEA e em todo o mundo”, afirma Robert Kyncl, Chief Business Officer do YouTube.

“Acredito que estamos a começar no que diz respeito ao que o YouTube pode trazer para a vida das pessoas e para o mundo. O potencial aqui na região é ilimitado, e a oportunidade de liderar a equipa para a nossa próxima fase de crescimento era muito boa para deixar passar”, salienta Pedro Pina, VP YouTube EMEA.

Arquivado em:Liderança, Notícias

De home office para remote office – qual o caminho para um trabalho remoto autêntico?

20 Julho, 2021 by Dino Récio

Hoje, mais do nunca, o trabalho pode ser desempenhado em qualquer lugar. A inexistência de fronteiras deixa em aberto muitas questões que podem por em causa a vida pessoal e familiar de cada um de nós. Será este o caminho certo? O projeto de vida vai atrás do projeto profissional, ou não?

A nova era do trabalho digital foi mais uma vez o mote para uma conversa e debate de ideias na Leading People – International HR Conference, “De Sapiens a Digital e até onde?”. “Trabalhar é onde e quando quisermos” contou com a participação de Rita Sobral (Advogada), André Fojo (Assessor Jurídico no Tribunal de Justiça da União Europeia), Bernardino Machado (Presidente do Conselho de Administração da Zome), Gonçalo Hall (Criador da Digital Nomad Village na Ponta do Sol), num encontro moderado por Maria Raimundo, da Global Shapers Fórum Económico Mundial – Lisbon Hub.

A imposição do trabalho remoto não teve igual impacto nas diferentes profissões, e a advocacia “foi um dos setores mais apanhados de surpresa pela Pandemia e pela necessidade do remoto”. Rita Sobral relata a sua experiência em Nova Iorque, onde vive e trabalha, partindo do princípio que a profissão é em si muito “localizada” mas que apesar das incertezas, até hoje, e numa base diária, o modelo remoto continua. Na sua perspetiva, o que não parece fazer sentido é a evolução do modelo, que na sua forma flexível (três dias no escritório, dois em casa), “é um esquema que ainda nos coloca em âncora na cidade de Nova Iorque”. A advogada chama a atenção para o facto de efetivamente não ter havido uma deslocação do “practice” e numa profissão altamente regulada pelas Ordens, ainda não se ter questionado a obrigatoriedade de se viver e de prestar serviços jurídicos apenas circunscritos a essa região.

Do Tribunal de Justiça da União Europeia, André Fojo traz o seu ponto de vista, sob a alçada do setor público, em que a digitalização do trabalho foi, no início, algo muito rígido e difícil de implementar. Havia uma grande preocupação em se perceber como manter a qualidade do serviço em teletrabalho. Contudo, e após os obstáculos, verificou-se que a produtividade manteve-se e geraram-se benefícios, nomeadamente “mais autonomia da parte dos funcionários, mais responsabilidade e equilíbrio entre a vida pessoal e profissional”. As medidas vão continuar, em que a adoção do modelo híbrido (três dias no escritório, dois em casa) será um “direito adquirido”, apesar de ainda haver algumas limitações para um modo 100% remoto.

Naturalmente que estas alterações trazem consigo mudanças nos ecossistemas e nos espaços onde as pessoas trabalham e vivem. Para Bernardino Machado, as mudanças nos padrões da procura de casa e fixação de residência foram uma consequência inevitável da digitalização. Há uma maior valorização do “espaço casa” e “nota-se uma necessidade de fazer um upgrade na habitação”, o que leva a uma maior procura de casas com mais divisões, espaços verdes e fora dos grandes centros urbanos, onde o preço por metro quadrado é também mais baixo. Em relação aos escritórios, para além da queda “vertiginosa” da sua procura, preveem-se alterações no layout dos espaços e modelos de ocupação que na sua opinião será redefinida para uma lógica de espaços mais pequenos, em coworking, que respeitam as regras do distanciamento mas incutem a partilha e relação social.

Trabalhar remotamente e a partir de um espaço partilhado, como um cowork, não foi uma novidade para Gonçalo Hall, para quem a Pandemia “acelerou 10 anos a uma tendência que já estava a acontecer para o teletrabalho”. Apesar de, na sua opinião, ter sido uma implementação que resultou muito bem, “trabalho remoto não é trabalhar de casa”. Ou seja, a passagem do ambiente da empresa para o ambiente remoto foi no sentido de manter os negócios a funcionar e nada mudou estruturalmente. Um ano e meio depois, as empresas ainda não se ajustaram corretamente e as pessoas estão em situação de pré-burn out pelo excesso de comunicação síncrona – “há demasiada comunicação síncrona, quando o trabalho remoto pede mais comunicação assíncrona”. Na sua visão, a transição para uma cultura mais “agile” tem de ser feita no trabalho remoto e não significa apenas a utilização de ferramentas digitais. Este será o grande desafio das empresas na implementação dos modelos híbridos. “Muitas empresas caíram nesta ratoeira de implementar as ferramentas e esperar que as coisas vão acontecer. Mais importante do que ter as ferramentas é criar regras para a sua utilização”, refere.

Quanto ao contacto físico e as relações sociais, há uma perceção partilhada de que é possível trabalhar remotamente e manter a proximidade humana, tal como refere Rita Sobral: “Eu gosto muito do trabalho remoto pois, se bem gerido, é um processo que nos permite humanizar a nossa vida”. No entanto, não houve uma preocupação em se ajustar a forma de trabalhar, “continua-se a trabalhar da mesma maneira e não se estão a formar equipas, nem a passar conhecimento, de forma apropriada.” Trabalhar a partir de casa não significa necessariamente mais qualidade ou felicidade. O futuro é, na sua opinião, repensar a lógica do conceito de “home office”, para um “remote office”, que não é o modo flexível de passar três dias no escritório e dois em casa. Para que isso aconteça há que “confiar e passar o papel da confiança no colaborador para uma prioridade máxima”. Gonçalo Hall reforça ainda que “as empresas acreditam que o escritório deve ser o centro social dos seus empregados, e isso já não é assim.” Para André Fojo, Portugal tem todas as condições para se tornar um país ideal para o teletrabalho, fazendo falta a divulgação dessa informação e, enquanto jurista, refere ainda a falta de “um enquadramento legal que permita ter um conhecimento claro das medidas fiscais e direitos dos trabalhadores”.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Efeitos da Pandemia no comportamento dos consumidores – o que veio para ficar

19 Maio, 2021 by Dino Récio

Recentemente publicado, o relatório do estudo da EuroMonitor International “COVID-19 Survey: 2020, a year in review”, considera os quatro principais setores da sociedade onde o impacto da crise pandémica provocada pelo novo coronavírus foi por demais evidente: trabalho remoto, inovação digital, sustentabilidade e comportamento dos consumidores.

Com os casos de infeção, e mortes, por COVID-19 ainda em ascensão pelo mundo, são inevitáveis as mudanças na economia, estilos de vida e negócios. A recessão económica irá aumentar o desemprego, as desigualdades sociais e económicas bem como a redução dos gastos dos consumidores.

Em águas desconhecidas para todos, irão melhor navegar as empresas e negócios que ofereçam uma experiência online satisfatória e flexibilidade no trabalho remoto, com a inovação digital, à medida que nos aproximamos lentamente de um novo normal, a desempenhar um papel crucial na resposta às novas necessidades dos consumidores.

Perspetivando o futuro, e-commerce, digitalização, trabalho remoto e uma maior sensibilidade para as questões sociais vieram para ficar e as empresas esperam que os efeitos da crise sejam sentidos a longo prazo.

Através de três pesquisas realizadas em abril, julho e outubro de 2020, junto de mais de 11 mil profissionais, o estudo procurou perceber de que forma a Pandemia está a afetar as empresas em todo o mundo, e como as atividades, medidas e ações das empresas mudam à medida que a Pandemia, e respetivas respostas, evoluem.

O perfil do consumidor no futuro pós-COVID

A principal conclusão quanto aos comportamentos de consumo é a de que os novos hábitos adquiridos durante a Pandemia, e que levaram milhões de pessoas a optar pelos canais digitais para fazer compras, serão permanentes, deixando bem clara a ideia de que o comércio online veio para ficar.

Num espaço de 6 meses, entre abril e outubro, houve um aumento das intenções de mudança de canal de compra para o online de mais de 25% dos inquiridos, admitindo ser uma mudança a longo prazo, e não apenas temporária, e cerca de 45% acredita que o declínio das compras em lojas físicas seja permanente.

Se por um lado, as empresas continuam a investir e a desenvolver estratégias de e-commerce de maneria a melhor interagir com os consumidores e oferecer uma boa experiência de compra, os canais de venda direta ao consumidor estão a dar incentivos e apoios aos pequenos lojistas e marcas sem capacidade de investir no online, permitindo que alcancem um público mais amplo que não depende da proximidade física.

Por sua vez, os consumidores que ainda se dirigem às lojas querem ter uma experiência rápida e segura, o que levou os retalhistas a apostar na tecnologia com pagamentos sem contato, pontos de contato digitais e vestiários virtuais ao mesmo tempo que reconfiguram o layout das lojas para criar espaço para o distanciamento social e distribuição de pontos de higienização.

Quando ao impacto da Pandemia nos hábitos sociais, ficar em casa tornou-se a nova saída à noite, e essa será uma mudança também duradoura. O número de inquiridos que antevê uma redução nas saídas para restaurantes, bares ou outras ocasiões como ir ao cinema, teatro ou um concerto, aumentou ao longo dos seis meses do estudo, esperando-se agora que os consumidores gastem mais tempo em casa e a socializar virtualmente. O estilo de vida do consumidor irá assumir uma nova realidade que resulta da combinação entre o digital e físico, fazendo as suas escolhas de quando participar em ocasiões, pessoal ou virtualmente, conforme as suas rotinas diárias.

Outra consequência da Pandemia foi a mudança das prioridades nos gastos das famílias, agora mais focada na saúde e na casa. Há uma tendência crescente por parte dos consumidores no investimento nos seus lares, uma vez que mesmo após as vacinas, afirmam querer continuar a ficar em casa. As poupanças que foram feitas em viagens bem com no vestuário, acessórios e produtos de beleza, libertou disponibilidade financeira agora canalizada para remodelações, novo mobiliário e investimento nas zonas exteriores. O risco ainda latente da infeção pelo COVID-19 levou também a um aumento de gastos na área da saúde, com enfoque na prevenção da doença e no bem estar físico e mental. Esta poderá ser uma oportunidade para que negócios e marcas criem uma oferta de produtos e serviços que melhorem o sistema imunitário e aliviem o stress e a ansiedade.

Foi também inevitável a drástica redução do uso de transportes públicos, que se espera vir a perdurar, levando ao uso preferencial do veículo próprio não só pela questão da segurança nos grandes centros urbanos, como pela mudança dos consumidores das cidades para locais rurais onde são mais necessários os carros. A longo prazo esta tendência irá crescer, impulsionada pelo aumento das opções de modelos elétricos e híbridos, observando ainda a preocupação com o impacto no meio ambiente.

Dizimado pelo COVID-19, o sector das viagens levará tempo a recuperar e a forma de reconquistar os consumidores deve-se basear em experiências de viagem seguras, com distanciamento social e processos sem contato, bem como socialmente mais responsáveis e sustentáveis ​​e com o mínimo impacto possível.

A médio prazo, espera-se que as pessoas viajem menos, não só devido às preocupações com a segurança em viagens internacionais, e redução dos gastos com as férias, em resultado da perda de empregos e da recessão global, mas também pelo desejo de contribuir para a economia dos seus países, apoiando as comunidades locais e os seus negócios.

 

Arquivado em:Artigos, Leading Brands

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