O YouTube anunciou a nomeação do português Pedro Pina como Vice-Presidente do YouTube, responsável pelo negócio na Europa, Médio Oriente e África (EMEA).
Licenciado pela Católica Lisbon School of Business and Economics e com um MBA pelo INSEAD, Pedro Pina conta com mais de 30 anos de experiência como profissional de marketing global.
Em 2013 juntou-se à Google como líder da equipa Global Client & Agency Solutions, onde foi responsável por uma equipa dedicada ao envolvimento da empresa com alguns dos maiores parceiros de publicidade do mundo, incluindo a Apple, BMW, Coca Cola, L’Oréal, Nestlé, P&G e a Samsung. O seu percurso profissional fê-lo ainda ter passado pela McCann Worldgroup, Sonae & France Telecom, Yum, PepsiCo e P&G.
Em 2019, foi nomeado um dos 10 executivos LGBTQ + mais influentes do Reino Unido pelos British LGBT Awards. No mesmo ano, alcançou o primeiro lugar na OUTstanding LGBT+ Role Model List, uma lista de executivos LGBT de referência no mundo empresarial que existe desde 2013.
“O Pedro Pina traz consigo uma enorme variedade de experiências globais, regionais e nacionais que nos vai ajudar a permitir continuar a contribuir para o crescimento da economia na EMEA e em todo o mundo”, afirma Robert Kyncl, Chief Business Officer do YouTube.
“Acredito que estamos a começar no que diz respeito ao que o YouTube pode trazer para a vida das pessoas e para o mundo. O potencial aqui na região é ilimitado, e a oportunidade de liderar a equipa para a nossa próxima fase de crescimento era muito boa para deixar passar”, salienta Pedro Pina, VP YouTube EMEA.
escritório, dois em casa), “é um esquema que ainda nos coloca em âncora na cidade de Nova Iorque”. A advogada chama a atenção para o facto de efetivamente não ter havido uma deslocação do “practice” e numa profissão altamente regulada pelas Ordens, ainda não se ter questionado a obrigatoriedade de se viver e de prestar serviços jurídicos apenas circunscritos a essa região.

Se por um lado, as empresas continuam a investir e a desenvolver estratégias de e-commerce de maneria a melhor interagir com os consumidores e oferecer uma boa experiência de compra, os canais de venda direta ao consumidor estão a dar incentivos e apoios aos pequenos lojistas e marcas sem capacidade de investir no online, permitindo que alcancem um público mais amplo que não depende da proximidade física.
Outra consequência da Pandemia foi a mudança das prioridades nos gastos das famílias, agora mais focada na saúde e na casa. Há uma tendência crescente por parte dos consumidores no investimento nos seus lares, uma vez que mesmo após as vacinas, afirmam querer continuar a ficar em casa. As poupanças que foram feitas em viagens bem com no vestuário, acessórios e produtos de beleza, libertou disponibilidade financeira agora canalizada para remodelações, novo mobiliário e investimento nas zonas exteriores. O risco ainda latente da infeção pelo COVID-19 levou também a um aumento de gastos na área da saúde, com enfoque na prevenção da doença e no bem estar físico e mental. Esta poderá ser uma oportunidade para que negócios e marcas criem uma oferta de produtos e serviços que melhorem o sistema imunitário e aliviem o stress e a ansiedade.
veículo próprio não só pela questão da segurança nos grandes centros urbanos, como pela mudança dos consumidores das cidades para locais rurais onde são mais necessários os carros. A longo prazo esta tendência irá crescer, impulsionada pelo aumento das opções de modelos elétricos e híbridos, observando ainda a preocupação com o impacto no meio ambiente.