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Leonor Wicke

Conheça quatro tendências Tech para 2025

28 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

A aproximação de um novo ano convida à reflexão sobre o que está por vir. No setor da tecnologia, Upskilling, Interoperabilidade, Inteligência Artificial (IA) e Humanização são alguns dos tópicos que vão estar em foco. 

A Líder partilha quatro tendências identificadas pela Opensoft. 

Veja aqui: 

 

Upskilling e Reskilling 

A falta de talento especializado em áreas estratégicas (skills gap) como a tecnológica continuará a ser um dos maiores desafios para as empresas, especialmente devido à crescente integração da inteligência artificial (IA). Esta necessidade de adaptação através da formação, ou reskilling, é particularmente importante para os profissionais da área da tecnologia, que estão mais expostos a saltos tecnológicos potencialmente disruptivos. Estar na linha da frente significa ter a capacidade de oferecer formação contínua aos colaboradores, proporcionando um desenvolvimento profissional especializado. Mas nem só de competências tecnológicas se faz este processo; a aposta nas soft skills como liderança, comunicação ou negociação é também decisiva. 

 

Interoperabilidade 

A sociedade continua o seu caminho no sentido de tornar menos burocrática a vida quotidiana através de soluções digitais alicerçadas no princípio da interoperabilidade. Várias empresas e serviços públicos vão procurar aprofundar o grau de integração e transmissibilidade dos seus dados e plataformas digitais, de modo a tornar mais fluída a experiência do utilizador. A tendência aponta para uma maior procura destes serviços de interoperabilização de sistemas. 

 

Inteligência Artificial 

Se para as empresas do setor tecnológico, a utilização da IA não é algo novo, para outros setores este contacto é relativamente recente e potencialmente disruptivo. A entrada da IA no quotidiano significa mais esforços para que este seja um elemento diferenciador. 2025 será um ano de recalibração, já que todos os que a utilizam terão de perceber como tirar proveito dos seus benefícios de forma eficiente e segura. 

 

Humanização 

As empresas terão um crescente interesse em integrar nos seus processos ferramentas tecnológicas ligadas à automatização. Seguindo um movimento de proporcionalidade direta, a democratização do acesso a ferramentas de IA, por exemplo, obrigará também ao aperfeiçoamento do capital humano como fator distintivo. A humanização dos serviços, o contacto empático, próximo e construtivo continuará a ser um fator diferenciador fundamental. 

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Ganhar tempo na liderança: saiba como os líderes de topo gerem as prioridades

27 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

Os líderes eficazes adaptam continuamente as suas prioridades e funções, de forma a conseguir gerir um dos bens mais preciosos para as lideranças: o tempo.

De acordo com dados da McKinsey, 61% dos executivos afirmaram que pelo menos metade do tempo investido na tomada de decisões, grande parte passado em reuniões, era ineficaz. Adicionalmente, a maioria dos líderes encontra dificuldades em gerir e priorizar o seu dia-a-dia com base no tempo e responsabilidades que têm.

Conheça as dicas que a consultora recolheu, com base em sessões de coaching com diretores de todo o Mundo, para gerir melhor o seu tempo.

 

É importante definir limites

Os líderes de alto desempenho sabem que definir limites claros é essencial para manter o controlo estratégico sobre o seu tempo. Isto significa definir cuidadosamente como e quando alocar o tempo entre trabalho, vida pessoal e prioridades.

As lideranças devem decidir quanto tempo reservar para cada tarefa, determinar em que circunstâncias são as reuniões presenciais indispensáveis e quem tem permissão para os contactar. Por exemplo, as manhãs de trabalho podem ser dedicadas a tarefas ininterruptas, reservando as tardes para resolver problemas prioritários. É importante deixar avisos para estes horários destinados à equipa e pessoas fora da organização.

Uma vez definidas as prioridades, os líderes eficazes criam um mapa das tarefas que eles próprios irão realizar e do trabalho que irão delegar a terceiros.

 

Redesenhar reuniões para máxima produtividade

As reuniões são fulcrais para alcançar objetivos e implementar mudanças nas empresas, mas muitas vezes não conseguem produzir os resultados desejados. Este problema agravou-se com o aumento do número de reuniões desde a pandemia de COVID-19 e o advento do trabalho remoto. Além disso, o tempo necessário para preparar materiais para estas reuniões consome recursos valiosos. O desafio dos líderes é garantir que as reuniões sejam adequadas ao seu propósito: focadas, eficientes e impactantes.

É aconselhável que os líderes abordem as reuniões com alguma naturalidade e empatia, eliminando o peso que possam ter. É também importante rever o propósito de cada reunião, quem deve participar, os inputs necessários e os resultados esperados. Por exemplo, sessões de brainstorming devem ser guiadas pelas perguntas e dados certos, enquanto reuniões para tomada de decisões devem incluir propostas claras partilhadas com antecedência.

Alguns CEO abordam este problema eliminando reuniões de desempenho individuais. Em alternativa, organizam revisões em grupo com duas ou três equipas funcionais, o que não só poupa tempo, como também incentiva debates, gera ideias criativas e facilita a partilha de aprendizagens entre os participantes. Esta mudança garante que as reuniões sejam não apenas mais eficientes, mas também mais colaborativas e produtivas.

 

Que ritmo adaptar para o trabalho?

Criar um ritmo sustentável é igualmente importante para gerir o tempo de forma eficaz ao longo de semanas, meses ou até anos. Muitos líderes redesenham as suas agendas para dar prioridade ao que realmente importa. Isto envolve alinhar as necessidades de clientes e negócios, agendar reuniões de governação e desempenho e incluir eventos focados em pessoas, como revisões de talento e envolvimento da equipa.

Uma estratégia eficaz é evitar sobrecarregar a agenda no final do ano com reuniões de clientes ou tarefas críticas, garantindo operações mais fluidas em períodos de maior pressão. Ao respeitar preferências de viagem, feriados regionais e nuances culturais, os líderes conseguem definir um ritmo de reuniões que apoie os seus objetivos.

Estas abordagens intencionais aos limites e ao ritmo permitem aos líderes manter o foco, melhorar o envolvimento e elevar o impacto global.

 

Preparar conversas importantes e delegar tarefas

A verdadeira mudança não resulta de folhas de cálculo ou diagramas complexos, mas sim de conversas significativas ao longo do tempo. Estas interações podem variar desde avaliações individuais de desempenho até reuniões de pequenos grupos, como discussões de conselho para aprovação de fusões e aquisições ou retiros de equipa para redefinir o ritmo da empresa.

Também podem incluir diálogos em grande escala sobre a cultura organizacional ou até entrevistas públicas sobre desafios da sociedade. Os líderes precisam de ligar consistentemente estas conversas à sua narrativa de liderança, garantindo alinhamento e propósito.

Para cada conversa, esclareça os resultados pretendidos, o que quer que as pessoas sintam, saibam e façam, e a diferença entre suceder e falhar. Planeie como estas interações se conectam entre si, criando uma narrativa coesa ao longo do tempo, semelhante à construção de cenas num filme.

Porém, não pode fazer tudo sozinho. A forma como mobiliza a sua equipa determinará o seu impacto na organização e também o desenvolvimento da próxima geração de líderes.

Por vezes, procurar os papéis mais relevantes e combiná-los com agentes de mudança pode levá-lo a identificar posições para além da sua equipa direta. Mas, uma vez encontrados esses papéis, o diálogo sobre definição de expectativas será crucial para o impacto que conseguirá obter.

Estas conversas devem ir além da simples identificação de KPIs; é essencial envolver os líderes nos resultados esperados, debater as atividades críticas, clarificar as forças únicas que podem mobilizar para impulsionar mudanças, explorar possíveis riscos e formas de mitigá-los, e definir claramente o apoio que podem esperar de si.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Conheça os três passos que a Índia está a seguir para preparar os líderes do futuro

27 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

A Índia está a tornar-se numa potência mundial estando também a dar cartas no mundo empresarial. Em 2024, o país atingiu receitas de cerca de onze mil milhões de dólares no mercado do outsourcing tecnológico, de acordo com o Statista, e está a investir cada vez mais no tecido corporativo e económico.

O investimento em learning and development (L&D) tem sido um dos motores da economia indiana, permitindo aos colaboradores não só manterem-se competitivos, como também alinhar as suas competências com as necessidades de negócios em constante mudança.

Uma pesquisa levada a cabo pela Korn Ferry revelou que, embora um salário competitivo seja um fator importante, são as oportunidades de learning and development que desempenham um papel decisivo na retenção de talento. Este foco em L&D tem sido um dos potenciadores da economia indiana em crescimento.

A Korn Ferry sintetiza as três prioridades relacionadas com L&D que estão a alavancar as empresas indianas.

 

1. Acelerar competências e produtividade

As empresas indianas estão cada vez mais a associar L&D ao progresso na carreira, o que é especialmente relevante para a geração mais jovem. Os membros da Geração Z que veem na aprendizagem uma forma de garantir a sua relevância e competitividade num mercado de trabalho altamente dinâmico. Num país em desenvolvimento como a índia, a aprendizagem de competências pode ser a chave para fugir à pobreza.

Programas de L&D bem estruturados oferecem uma formação prática e imediata, com métricas claras sobre a rapidez na aquisição de competências e aumento da produtividade. Além disso, algumas empresas, especialmente no setor tecnológico, oferecem programas de transição de “campus para empresa”, preparando os recém-formados para a realidade do mundo corporativo, enquanto grandes conglomerados oferecem uma visão abrangente das diferentes áreas de negócios, permitindo que os novos funcionários escolham o percurso de carreira que melhor se adequa às suas forças e interesses.

 

2. Combater a síndrome do impostor

A crescente pressão para atingir resultados e adaptar-se a um mercado em constante transformação tem levado muitos líderes a questionar as suas próprias capacidades, o que resulta numa sensação generalizada de síndrome do impostor.

Este fenómeno é especialmente notório entre os CEOs indianos, com 73% dos inquiridos a admitir que sentem esta insegurança. Para combater esse fenómeno, muitas organizações indianas têm investido no desenvolvimento de competências comportamentais, nomeadamente o autoconhecimento. Esta prática ajuda os líderes a tomarem consciência das suas forças e limitações, aumentando a confiança e preparando-os para enfrentar tempos difíceis. Além disso, muitas empresas oferecem programas de coaching, permitindo que os CEOs e outros líderes desenvolvam habilidades como inteligência emocional, resiliência e vulnerabilidade, fundamentais para uma liderança eficaz.

 

3. Investir em aprendizagem e treino de inteligência artificial (IA)

A Índia é um dos países onde os colaboradores estão mais entusiasmados com as possibilidades da inteligência artificial (IA), mas também os que mais receiam ser substituídos por ela no futuro.

Para mitigar essas preocupações, as organizações indianas estão a redirecionar os seus orçamentos de learning and development para aplicações práticas de IA, permitindo que os colaboradores explorem o seu potencial de forma direta e com impacto nos resultados empresariais. Em muitas empresas, líderes seniores patrocinam projetos focados em IA, dando aos funcionários a oportunidade de trabalhar em ideias que podem gerar valor real para os negócios.

Além disso, a realização de hackathons, onde as equipas desenvolvem soluções para problemas reais com o auxílio de IA, oferece aos colaboradores uma experiência prática e imersiva na tecnologia. Enquanto a IA tende a automatizar tarefas mais técnicas e repetitivas, os programas de L&D continuam a enfatizar competências humanas essenciais, como o pensamento crítico e a tomada de decisão, preparando os líderes emergentes para um futuro de trabalho cada vez mais automatizado.

Com a crescente importância da aprendizagem e desenvolvimento, as empresas indianas estão a posicionar-se na vanguarda da preparação dos seus colaboradores para os desafios do futuro. Ao se focarem na criação de programas de L&D que aceleram o desenvolvimento de competências, combatem a síndrome do impostor e preparam os funcionários para a era da inteligência artificial, estão a garantir que as suas equipas não só acompanham as mudanças, mas também lideram a inovação no mercado global.

Arquivado em:Liderança, Notícias, Trabalho

Associação de apoio a mulheres vítimas de violência doméstica distinguida em prémio

27 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

O Prémio anual da Fundação Manuel António da Mota foi entregue à Associação Democrática de defesa dos Interesses e da Igualdade das Mulheres (ADDIM), uma IPSS criada no Porto, em 1999, com a missão de denunciar a violência contra as mulheres.

A distinção no valor de €50.000, foi entregue na semana passada, numa cerimónia no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, que contou com a presença do Primeiro-Ministro Luís Montenegro e Manuela Ramalho Eanes, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Manuel António da Mota, entre outras personalidades.

Foto: Lusa / Renascença

Em 2023 foram registados 30.279 crimes de violência doméstica em Portugal, afetando principalmente mulheres. A ADDIM integra a Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica (RNAVVD). Os seus equipamentos dispõem de dois Apartamentos de Transição, com capacidade para 15 pessoas, que se destinam às vítimas, acompanhadas ou não de filhos.

Com destaque para o projeto “(De)Coração”, a ADDIM dá resposta ao problema da dificuldade e carência económica que as mulheres enfrentam para adquirir os bens essenciais para equipar uma casa. Envolvendo as beneficiárias do projeto no aproveitamento e restauro de diferentes tipos de bens, e de resíduos urbanos, promove-se a economia circular e a sustentabilidade.

A par da ADDIM, vencedora do Prémio, foram ainda distinguidas nove instituições nacionais, cabendo o 2º lugar à Câmara Municipal do Fundão, o 3º lugar à PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex) Acolhidos, e as restantes sete menções honrosas à APPACDM de Viana do Castelo, Associação Vale de Acór, Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Coimbra, Instituto Padre António Vieira, Santa Casa da Misericórdia de Marco de Canaveses, Sociedade Artística Musical dos Pousos e VERDE – Associação para a Conservação Integrada da Natureza.

O Prémio Manuel António da Mota foi criado em 2010 pela Fundação homónima com o objetivo de reconhecer anualmente organizações e personalidades que se destaquem nos vários domínios de atividade da Fundação. Na 15ª edição, em 2024, sob o lema “Sempre Solidários”, distinguiu as instituições que pontificam na luta contra a pobreza e exclusão social, acolhimento e integração de migrantes e refugiados, valorização do interior e coesão territorial, saúde, educação, emprego, apoio à família, inovação e empreendedorismo social, inclusão e transição digital e tecnológica e transição climática.

Arquivado em:Notícias, Responsabilidade Social

Novo eBook com estratégias para Recrutamento e Retenção

27 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

Com o objetivo de ajudar as empresas a definir estratégias de sucesso adaptáveis e focadas nos interesses e necessidades dos colaboradores, a RHmais lançou o  eBook de acesso gratuito: Recrutamento e Retenção de Talentos: Uma Estratégia para o Sucesso Organizacional.  

A ferramenta procura explorar as etapas fulcrais para atrair, integrar e manter os melhores talentos. Inicialmente, é importante que as empresas tenham uma estratégia clara de employer branding, promovendo a sua marca enquanto entidade empregadora que se destaca no mercado, não só no que diz respeito aos seus valores e cultura, como ao seu compromisso com o desenvolvimento e bem-estar dos colaboradores. 

Muito se falou sobre os riscos da IA para os profissionais de RH, mas há inúmeros benefícios: poupa tempo e recursos, torna a seleção mais imparcial, procura candidatos de forma autónoma e melhora a experiência dos mesmos. Tudo isto permite aumentar a eficiência e fomentar uma ligação mais profunda entre a organização e a sua força de trabalho, criando assim uma força de trabalho mais coesa e motivada.

Rita Correia, do Gabinete de Marketing e Comunicação da RHmais 

 

Tenha acesso ao eBook aqui.  

Arquivado em:Líder Corner

Polígrafo e TikTok criam campanha de literacia mediática em Portugal

26 Novembro, 2024 by Leonor Wicke

Foi lançada uma nova campanha de literacia mediática em Portugal, desenvolvida numa parceria entre o Tik Tok e o Polígrafo, jornal português de fact checking. Esta iniciativa pretende combater a desinformação, capacitando os utilizadores de uma das redes sociais mais utilizadas em Portugal com competências essenciais para navegar no panorama digital de informações.

À medida que a desinformação online continua a representar desafios significativos, em especial para as camadas mais jovens, esta iniciativa de literacia mediática no TikTok visa capacitar os utilizadores a tomarem decisões bem informadas sobre o conteúdo que encontram.

A campanha inclui várias funcionalidades interativas e recursos dentro da plataforma, especificamente desenhados para promover o consumo de informações precisas e incentivar uma abordagem crítica na avaliação de conteúdos.

Elementos-chave da campanha incluem:

  • App de literacia digital na plataforma: um hub de informação dedicado que fornece aos utilizadores orientações para avaliar a credibilidade dos vídeos, com dicas para distinguir entre conteúdo factual e enganador;
  • Série de cinco 5 vídeos educativos criados pelo Polígrafo: abordam competências essenciais para a literacia mediática, incluem métodos de verificação de factos, identificação de narrativas que tendem a propagar informação falsa, análise das fontes de informação e manutenção da vigilância contra a desinformação;
  • Campanha promocional na plataforma: para maximizar o alcance, uma campanha publicitária in-app vai promover estes recursos educativos, garantindo que os utilizadores em Portugal têm fácil acesso aos vídeos mencionados acima;
  • Alertas integrados de desinformação: quando os utilizadores pesquisarem temas frequentemente associados a desinformação, serão direcionados para conteúdos relevantes de literacia mediática, reforçando a abordagem proativa do TikTok de educar os utilizadores.

Utilizadores informados são o antídoto mais poderoso contra a desinformação

Parar, pensar e verificar são os três passos essenciais para formar utilizadores informados. Formar opiniões próprias e evitar a aceitação automática pode fortalecer um consumo consciente de conteúdos.

Seja em temas de saúde pública, conflitos ou assuntos de grande interesse público, as histórias reais contêm sempre informações que podem ser cruzadas com fontes independentes para confirmar a sua veracidade. A desinformação e os vídeos que a propagam geralmente têm o objetivo de provocar fortes reações emocionais; mesmo vídeos genuínos podem conter comentários ou reformulações enganosas.

Assim, é essencial não só procurar informações que validem o conteúdo consumido, mas também manter-se atento a cada detalhe: analisar as fontes e comparar histórias é um passo importante para confirmar a precisão do conteúdo, uma vez que a verdade pode ter várias perspetivas.

Arquivado em:Notícias, Sociedade, Tecnologia

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