• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Desperdício de recursos custa 25,4 biliões de euros por ano à economia mundial

      Ter a melhor app não basta para liderar a experiência do cliente

      Mercado de trabalho abranda no arranque de 2026. Emprego cai e desemprego volta a subir

      Nova legislação reforça procura por apoio ESG nas empresas cabo-verdianas

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Jovens políticos reunidos: «A primeira coisa que cai são as barreiras pessoais do preconceito», nota o professor José Tavares

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      Desperdício de recursos custa 25,4 biliões de euros por ano à economia mundial

      Ter a melhor app não basta para liderar a experiência do cliente

      Mercado de trabalho abranda no arranque de 2026. Emprego cai e desemprego volta a subir

      Nova legislação reforça procura por apoio ESG nas empresas cabo-verdianas

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Jovens políticos reunidos: «A primeira coisa que cai são as barreiras pessoais do preconceito», nota o professor José Tavares

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Leonor Wicke

É preciso mais imigração para elevar o crescimento económico em Portugal

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

A ideia de que os imigrantes ‘empurram’ os nacionais para fora do mercado de trabalho e para a emigração é, definitivamente, um mito. E mais. A integração dos imigrantes alarga de forma sustentada o mercado interno e, dessa forma, as oportunidades de investimento e emprego para todos.

A análise da Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) contraria a ideia de forma quantificada e acrescenta que para Portugal fazer parte do grupo dos países mais ricos da UE até 2033, deve crescer 3% ou mais ao ano, o que pressupõe mais imigração e impede uma queda da população de 5,8%.

Estes dados são agora revelados pelo Gabinete de Estudos Económicos, Empresarias e de Políticas Públicas (G3E2P) da FEP, no âmbito do relatório “Economia & Empresas”.

O estudo estima a evolução da população, a taxa de crescimento natural e migratório, nos países da União Europeia em 1999-2022, e propõe três condutas para melhorar os fatores não económicos e dinâmicas demográficas em Portugal:

 

Repor a qualidade do SNS 

Tal explicará uma mortalidade abaixo da UE por fatores não económicos, com mais investimento e melhor gestão. Reforçar os resultados com uma forte aposta na literacia e prevenção em saúde, sendo proposta a criação de um imposto especial sobre açúcar, sal, conservantes artificiais e edulcorantes nocivos em alimentos processados, a consignar ao SNS;

 

Fortalecer a capacidade de retenção de imigrantes

Nomeadamente por via da sua formação e do reforço da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA);

 

Contrariar a fraca capacidade de atração de imigrantes face à posição periférica na EU

Como por exemplo, estabelecendo acordos com países dos PALOP e outros, o que ajudará ainda a reverter a baixa natalidade em Portugal, já que a taxa de fertilidade dos imigrantes é superior à dos residentes.

 

O paradoxo da Imigração e da Emigração

Os resultados mostram que a emigração nos países da UE, desde o início do milénio, é sobretudo de pessoas imigradas, atraídas por maiores níveis de vida inicial e dinâmicas de crescimento económico, que depois saíram ao encontrar melhores oportunidades noutros países, pelas mesmas razões económicas.

A emigração de residentes por razões económicas (com menor peso relativo) ocorre sobretudo em países com baixo crescimento económico e nível de vida inicial, além do efeito tradicional, de menor expressão, de saída para países vizinhos de nível de vida similar (alto ou baixo) e crescimento económico associado.

 «Em Portugal, o fraco crescimento económico e o baixo nível de vida inicial explicam a emigração de um terço dos nossos jovens», salienta o Diretor da FEP, Óscar Afonso.

O estudo revela que os imigrantes tendem a permanecer o dobro do tempo, em média, nos países com um nível de vida relativo de partida elevado por comparação com os países de maior crescimento económico.

Sem mudança de políticas, o crescimento económico anual previsto de 1,11% até 2033 causa uma queda estimada da população de 5,8%, bastante acima da perda de 2,1% projetada no Ageing Report de 2024, que não usa o modelo económico empregue. No entanto, se Portugal crescer 3% ao ano via reformas estruturais – o mínimo para atingir a metade de países mais ricos da UE em 2033 –, a subida da taxa de imigração média para 1,321% permite compensar o saldo natural negativo e estabilizar a população. Trata-se de uma taxa de imigração acima do pico de 1,13% atingido em 2022.

Em Portugal, é preciso aproveitar as fases de maior crescimento, como a atual, impulsionada por fatores temporários como o PRR e o ‘boom’ do turismo, para reter os imigrantes atraídos por essa dinâmica antes que se esgote. Uma economia mais dinâmica e um maior nível de vida pressupõem que Portugal se organize para acolher um fluxo ainda maior de imigrantes no futuro de forma controlada, incluindo mecanismos ligados à evolução económica, como o requisito prévio de um contrato de trabalho e a auscultação das necessidades de trabalhadores das empresas, acompanhados de uma fiscalização adequada.

Óscar Afonso, Diretor da FEP

 

Arquivado em:Economia, Notícias

Guerra contra os elétricos made in China: o que se passa?

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

A União Europeia planeia impor novas tarifas aos veículos elétricos fabricados na China a partir de outubro. Se os Estados-Membros aprovarem a medida, os direitos niveladores acrescem aos direitos de importação de 10% já em vigor para proteger a produção local das importações chinesas, injustamente subsidiadas, através de direitos aduaneiros.

O contexto das novas tarifas acrescenta incerteza a um setor que já enfrentava riscos de baixa. É provável que as taxas impeçam a queda dos preços, retardando a expansão deste segmento. Os fabricantes europeus opõem-se às tarifas por receio de uma espiral de medidas retaliatórias. De momento, o mercado asiático não planeia impor tarifas sobre os veículos elétricos europeus, mas isso pode mudar dependendo das negociações em curso. A China iniciou investigações sobre algumas importações europeias de alimentos e bebidas, aumentando a perspetiva de uma guerra comercial mais ampla com a União Europeia.

Segundo a análise da Crédito y Caución, a nova proposta é o resultado de uma extensa pesquisa da cadeia de valor que aborda a fixação de tarifas empresa a empresa. A Tesla será a que mais irá beneficiar com o novo cálculo, uma vez que  as tarifas sobre os seus veículos elétricos são reduzidas para 9%. As duas principais marcas alemãs e os seus parceiros em joint-venture na China terão de enfrentar 21,3%. As taxas propostas para os principais fabricantes chineses situam-se entre os 17% e os 36,3%.

A abordagem casuística da União Europeia é uma medida mais moderada do que a dos Estados Unidos, cujo governo elevou as tarifas sobre todos os veículos elétricos fabricados na China de 25% para 100%. No curto prazo, os grandes fabricantes chineses de veículos elétricos provavelmente terão capacidade para absorver os custos adicionais sem aumentar os seus preços na Europa. O mesmo não acontecerá nos EUA. No entanto, este mercado representa apenas 1% das exportações chinesas de veículos elétricos, em comparação com os 40% destinados à Europa.

A adoção de novas taxas evidencia o crescente mal-estar ocidental com o aumento generalizado das exportações da China em muitos setores a preços agressivos para combater a fraca procura interna. Nos últimos anos, os compradores ocidentais tornaram-se mais sensíveis aos preços, e a diferença de qualidade percebida entre os produtos chineses e ocidentais diminuiu.

O governo chinês provavelmente está a impulsionar o crescimento das exportações para cumprir as suas metas do PIB e a incentivar as empresas a manterem a produção para evitar despedimentos em massa. Esse excesso de capacidade é redobrado nas indústrias sustentáveis, como a produção de veículos elétricos, cujo desenvolvimento a China tem promovido intensamente com fácil acesso ao crédito.

As tarifas são uma resposta imediata para proteger os fabricantes nacionais num contexto de frágil recuperação. No entanto, as suas consequências a longo prazo são imprevisíveis. O excesso de oferta de veículos elétricos chineses baratos, pode ser direcionado para outros mercados e ameaçar as exportações de veículos ocidentais. Outro problema imediato é a possibilidade de fogo amigo: muitas marcas europeias que têm centros de produção na China serão afetadas. Além disso, é provável que a localização da produção chinesa de veículos elétricos na União Europeia acelere.

Arquivado em:Notícias, Sustentabilidade

Está a decorrer a 2ª edição da residência artística que leva arte às periferias

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

A residência multidisciplinar PLAY(THE)GROUND está de volta aos bairros periféricos de Lisboa e Setúbal para criar projetos artísticos, culturais e urbanos em conjunto com a comunidade.

Até ao dia 15 de setembro, Talude, Quinta da Fonte, Bairro do Zambujal e Trafaria acolhem os mais de 25 participantes nacionais e internacionais da primeira fase deste programa, que contará com um epílogo no Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos e no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa, em 2025.

A 2º edição desta iniciativa acontece pelas mãos do coletivo de curadoria Mais uno +1, uma residência multidisciplinar destinada a pessoas que procuram espaço, tempo e conversas estimulantes que possam ajudar a lançar e desenvolver projetos artísticos e envolver a comunidade periférica.

Fazem parte do projeto artistas, criadores e investigadores das mais variadas áreas, com foco em desenvolver práticas socialmente implicadas, investigar temas urbanos/culturais específicos ou criar práticas experimentais, com apoio de curadoria e uma apresentação pública.

MAIS UNO +1 © NICOLE SÁNCHEZ

Descentralizar a arte e cultura, envolvendo as comunidades

Os candidatos puderam escolher uma das quatro localidades para trabalhar e decidir durante quanto tempo pretendiam ficar, até ao fim do verão de 2024. A primeira fase da residência tem como tema Informalidade como Resistência e foca-se na envolvência de crianças e jovens da periferia nos processos artísticos.

O objetivo é envolver esta faixa etária nas residências, por pertencerem a comunidades que normalmente ficam fora dos circuitos artísticos e se debatem com dificuldades como pobreza, insucesso escolar e marginalização.

MAIS UNO +1 © NICOLE SÁNCHEZ

Na segunda fase do projeto, a residência desloca-se para o centro de Lisboa, para focar-se em comunidades isoladas e pouco reconhecidas pela população. Sob o mote Territórios Invisíveis, inaugura-se a segunda fase desta residência, que vai ter lugar no Centro de Dia Nossa Senhora dos Anjos e no Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.

A edição da residência de 2023 contou com nove projetos artísticos, ao passo que este ano já se contabilizam mais de 25 propostas. Após todas as fases da residência, os resultados serão expostos na NOVA FCSH, entre 15 de fevereiro e 15 de março de 2025, acompanhados de uma programação de mesas redondas, workshops, performances e visitas guiadas.

Saiba mais sobre a residência PLAY(THE)GROUND aqui.

© NICOLE CAMPOS SÁNCHEZ
MAIS UNO +1 © NICOLE SÁNCHEZ
© NICOLE CAMPOS SÁNCHEZ

 

Imagem destaque: Mais uno + 1/Julia Dżbik

Arquivado em:Cultura e Lifestyle, Notícias

Reuniões presenciais e viagens empresariais podem aumentar as receitas da sua organização

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

O contacto direto parece ter recuperado um papel importante nas reuniões e eventos empresariais do dia-a-dia, com as reuniões presenciais e as viagens de negócios a gerar benefícios mensuráveis para as empresas e organizações.

Na verdade, as reuniões presenciais são 34 vezes mais eficazes do que as videochamadas e, por cada dólar investido em viagens de negócios, as empresas obtiveram um retorno de cerca de seis dólares em receita.

Estas são conclusões de vários estudos internacionais, como o Oxford Economics, o J.D. Power and Tourism Economics e a Harvard Business Review, que acrescentam que estas práticas revelam um aumento das receitas e uma melhoria das relações profissionais.

Esta necessidade de interação presencial, associada ao desejo crescente dos colaboradores trabalharem remotamente, realça a importância das viagens de negócios. Estudos como o da J.D. Power e da Tourism Economics revelam que mais de 81% dos executivos consideram que as viagens de negócios são essenciais para o sucesso da empresa.

A necessidade de reunir e juntar equipas a nível nacional e internacional, como consequência do teletrabalho, vai aumentar. Estar próximo de todos os stakeholders, numa altura de dissociação global, é outra prioridade para as empresas que pretendem, também, continuar a abrir novos mercados. As reuniões empresariais são essenciais para o sucesso da maioria das empresas. Não há praticamente nenhum setor industrial que não dependa de viagens empresariais e reuniões presenciais para fazer avançar os seus negócios ou objetivos. Sabemos que, muitas vezes, uma única reunião vale mais do que mil e-mails.

Carlos Martínez, CEO da Consultia Business Travel

 

Arquivado em:Corporate, Notícias

Investir na Inovação

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

Num mundo em constante mudança, onde a tecnologia evolui a um ritmo alucinante, liderar uma organização exige muito mais do que apenas gerir operações diárias. Requer uma visão estratégica que coloque a inovação no centro das decisões e uma capacidade contínua de adaptação às novas realidades. Esta tem sido a minha abordagem à liderança ao longo dos anos.

Todos os anos estabeleço objetivos pessoais, profissionais e empresariais para o ano seguinte e tento guiar a minha vida para os atingir. Recentemente, ao revisitar os objetivos que tinha definido há uns anos, achei divertido verificar que questões relacionadas com projetos de avanços tecnológicos, que tinha imaginado e queria fazer na altura, para além de hoje estarem implementados e melhorados, são coisas agora absolutamente banais.

Todos os anos, destino mais de 10% do orçamento anual das Hospedeiras de Portugal, para inovação e avanços tecnológicos. Embora um valor elevado, acredito firmemente que é esta aposta que nos permite manter a eficácia e a capacidade de resposta, elementos essenciais quando se prestam serviços aos clientes.

A preparação para o futuro também envolve aceitar que os desafios que enfrentaremos serão cada vez mais complexos e exigirão soluções cada vez mais inovadoras, basta pensar no que é e no que será a Inteligência Artificial. Acredito que o compromisso com a inovação tecnológica é o que nos permitirá não só responder a estes desafios, mas também transformar essas respostas em oportunidades de crescimento.

O investimento em tecnologia não é apenas sobre adquirir as últimas ferramentas ou sistemas, o foco está em melhorar a forma como trabalhamos e como servimos os clientes. A tecnologia deve ser um facilitador, permitindo-nos ser mais ágeis e antecipar necessidades. Este é, para mim, o ponto que separa uma liderança reativa de uma proativa.

No entanto, liderar uma empresa na era digital é mais do que simplesmente acompanhar as tendências tecnológicas. É fundamental compreender como estas inovações podem melhorar a experiência dos clientes e fortalecer a posição das empresas no mercado. O verdadeiro desafio é garantir que a tecnologia serve os nossos objetivos de longo prazo, sem descurar aquilo que realmente importa: as pessoas e as relações que construímos.

Num setor como o nosso, relacionado com recursos humanos, onde o contacto direto e a atenção ao detalhe são cruciais, a tecnologia deve funcionar como um suporte que potencia o talento humano e não como um substituto. A chave está em usar a inovação para valorizar as relações interpessoais, e não para as desumanizar.

Um exemplo disto tem sido a forma como utilizamos ferramentas de gestão de equipas. Hoje, conseguimos coordenar grupos de trabalho e responder em tempo real às necessidades dos nossos clientes de uma forma que seria impensável há poucos anos. No entanto, é a experiência e sensibilidade das pessoas que garante a qualidade do serviço. A tecnologia torna-nos mais ágeis, mas é o fator humano que faz a diferença.

Em última análise, acredito que a liderança eficaz exige um equilíbrio entre a inovação constante e o respeito pelas relações e valores que definem uma organização. Estar na vanguarda tecnológica é essencial, mas o sucesso reside na forma como se aplica essa inovação de forma estratégica e humana.

Arquivado em:Opinião

Nuno Troni é o novo Business Director Search & Selection da Gi Group Holding Portugal

12 Setembro, 2024 by Leonor Wicke

A Gi Group Holding anunciou o reforço da equipa com a nomeação de Nuno Troni para o cargo de Business Director Search & Selection.

Nuno Troni, de 44 anos, possui uma carreira de quase duas décadas no setor de Recursos Humanos, com especial foco em recrutamento e consultoria. Com uma formação académica sólida, é Licenciado em História, complementou a sua formação com um curso de Gestão Executiva no Insead e possui ainda uma formação em Liderança, Gestão e Strategic Sales, da London Business School. A sua trajetória profissional iniciou-se em 2005, como consultor na Michael Page, onde rapidamente evoluiu até à posição de Executive Manager em 2008.

Em 2015, Nuno integrou a Randstad Portugal, onde liderou áreas de recrutamento especializado, assessment, R.P.O. e outplacement. Durante este período, destacou-se também pela sua participação em projetos globais de desenvolvimento de áreas estratégicas dentro do grupo.

 

Com um forte foco nos resultados e uma visão orientada para os objetivos, acreditamos que Nuno Troni traz à Gi Group Holding uma vasta experiência em consultoria de Recursos Humanos e uma capacidade comprovada de liderança. A sua nomeação reforça a aposta da Gi Group em elevar a sua oferta de serviços especializados e continuar a apoiar empresas e profissionais em Portugal através de soluções de alto impacto.

Thomas Marra, Country General Manager da Gi Group Holding Portugal

 

É com grande entusiasmo que integro a equipa da Gi Group Holding, uma empresa que tem sido um marco na transformação do setor de Recursos Humanos em Portugal. Estou ansioso por poder contribuir para o crescimento da área de Search & Selection e promover um impacto positivo junto das empresas e candidatos com quem trabalhamos.

Nuno Troni, Business Director Search & Selection, Gi Group Holding Portugal

Arquivado em:Notícias, Pessoas

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 283
  • Página 284
  • Página 285
  • Página 286
  • Página 287
  • Interim pages omitted …
  • Página 587
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.