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Leonor Wicke

Novos Peugeot: líder do segmento em Portugal já disponível para encomenda

2 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

A posição de liderança de segmento conquistada pelo Peugeot 308 há já vários anos no mercado nacional e mantida em 2025, inicia agora um novo capítulo com os novos Peugeot 308 e 308 SW. 

Estes novos modelos estão disponíveis em Portugal com quatro opções de motorização, três delas eletrificadas. Estas variantes E-308, 100% elétricas, têm motor de 156 cv e autonomia alargada de 450 quilómetros em ciclo combinado WLTP, mais 34 km do que anteriormente. Os novos Peugeot E-308 beneficiam também da promessa elétrica Peugeot que visa tranquilizar os clientes quanto à fiabilidade e durabilidade dos seus modelos elétricos com garantia de 8 anos ou 160.000 Km. 

Já o propulsor híbrido de 145 cv é combinado com a transmissão automática eletrificada e dupla embraiagem de 6 velocidades. Graças a uma bateria que se carrega automaticamente durante a condução, esta tecnologia proporciona um impulso extra para uma aceleração particularmente dinâmica, mantendo um consumo controlado.

Em áreas urbanas, os novos Peugeot 308 e 308 SW Hybrid 145 podem circular até 50% do tempo em modo 100% elétrico com zero emissões. 

A gama de motorizações eletrificadas é complementada pelo híbrido plug-in, que combina um motor elétrico de 195 cv com um motor a gasolina, turbo, de 1,6 litros e 4 cilindros de 150 cv, e uma autonomia elétrica de 85Km. 

De forma a responder às diferentes necessidades e utilizações dos seus clientes, a Peugeot continua igualmente a propor os novos 308 e 308 SW com um motor Diesel de 1,5 litros e 130 cv de potência que já provou a sua eficiência. Com a transmissão automática EAT8, é particularmente adequado para condução intensiva em longas distâncias.  

Os novos PEUGEOT 308 e 308 SW apresentam um estilo marcante, com um design frontal iluminado pela primeira vez na história da marca, que transmite um impacto surpreendente na estrada. O dinamismo do seu design exterior reflete-se num interior puro, acolhedor, e de elevado requinte, que proporciona uma atmosfera sofisticada. O novo PEUGEOT 308 SW alia a elegância à funcionalidade, oferecendo uma grande praticidade no dia a dia sem comprometer o estilo. A gama nacional dos novos PEUGEOT 308 e 308 SW está disponível com três gamas de equipamento, Style, Allure e GT. 

 

Fotos: Peugeot

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leading Cars

O advogado depois da máquina

31 Dezembro, 2025 by Leonor Wicke

Há um medo antigo que, embora percorra vários setores, é nos corredores do setor jurídico que mais se tem feito sentir recentemente. Adaptado aos tempos, é semelhante ao que pairava sobre as fábricas têxteis no século XIX, quando os Luditas destruíam teares mecânicos, não por ódio à tecnologia, mas por pânico da obsolescência. A máquina roubava-lhes, assim, o salário e também a dignidade do ofício. 

Hoje, a história repete-se em silêncio. Não há martelos a partir máquinas, apenas um cursor a piscar, enquanto a IA digere, em segundos, o que juristas levariam semanas a processar. Simplifica, sem dúvida, mas deixa a nu questões que, embora antecipadas por Susskind em Tomorrow’s Lawyers: An Introduction to Your Future, a profissão tem evitado: se o conhecimento jurídico se torna num resultado imediato, o que resta? Se a máquina dá a resposta, quem serão os juristas senão meros espectadores? 

Talvez a resposta resida num regresso a Kant. A máquina consegue processar, a velocidades alucinantes, quantidades sobre-humanas de leis e acórdãos. Contudo, falta-lhe, pelo menos por enquanto, a sensibilidade: a capacidade de experienciar o mundo e não apenas processá-lo. Recuperando a máxima da Crítica da Razão Pura, de que «pensamentos sem conteúdo são vazios e intuições sem conceitos são cegas», encontramos a chave.

Sem intuição humana para ancorar a lógica ao caso concreto, a resposta da máquina é vazia. O papel do humano passa a ser dar-lhe vida e iluminar o seu sentido. 

 

A tensão entre experiência e progresso tecnológico 

Imaginemos um cenário, já não de ficção científica, mas de amanhã de manhã, onde a execução técnica está automatizada, desde a pesquisa de jurisprudência à redação da primeira versão de um contrato. Surgem então provocações inevitáveis. Se um advogado júnior, equipado com IA, acede à mesma informação e produz trabalho com velocidade e rigor técnico semelhantes aos de um advogado sénior, o que os distingue, além dos honorários? Ter-se-á perdido o valor da experiência? 

Perante esta vertigem, o instinto de autopreservação da profissão grita um ‘não’ imediato, quase indignado. Recusa aceitar que a sabedoria seja comprimível em código. E com razão. A IA não elimina a diferença entre júnior e sénior, arranca-lhe o véu. A verdadeira mestria, agora exposta, sempre foi navegar a dúvida com clareza: ver nitidamente quando a lei é clara mas a realidade turva, ou – prova suprema – quando a lei é turva mas todos a assumem cristalina. 

 

O fim da pedagogia da exaustão 

Isto leva-nos a reavaliar a formação. Com as devidas exceções, a advocacia viveu, durante décadas, sob uma pedagogia da exaustão. Acreditava-se que a intuição jurídica era forjada na repetição, nas madrugadas a rever vírgulas, no gesto de folhear e anotar códigos, rituais que a tecnologia ameaça tornar obsoletos. A premissa, ainda que inconsciente, era sempre a mesma: não há mestria sem labor. Mas será isto pedagogia ou apenas inércia? Será que carregar pedras ensina, de facto, a desenhar catedrais? Não é simples. 

A revolução que a IA traz é estrutural. Ao eliminar a carga mecânica do dia a dia, permite que o ofício se possa começar a aprender, desde logo, nas salas de decisão, onde se discutem as zonas cinzentas, se definem estratégias e se gerem os medos do cliente. 

A tecnologia não irá eliminar a formação, irá acelerá-la brutalmente e, com isso, também simplificá-la. Para aqueles cuja aprendizagem dependia da osmose pela demora ou da fricção dos processos manuais, a adaptação será dura. Porém, quer para os visionários que já antecipavam a mudança, mesmo sem saberem, quer para os que a abraçarem de imediato, o tempo ganho converter-se-á em maturidade estratégica. 

Esta transformação desencadeará também uma mudança económica profunda. Durante décadas, as grandes sociedades funcionaram como pirâmides: bases largas de juniores encarregues da execução intensiva e minuciosa, permitindo ao topo capitalizar a revisão e estratégia finais a valores premium. A tecnologia abala essa lógica. Agora, um único advogado, apoiado por IA, entrega o que antes exigia uma equipa de dez, deslocando inteiramente o valor da capacidade de mobilizar exércitos para aquilo que sempre foi mais escasso: a clareza do conselho, a proximidade da relação e a segurança da decisão. A advocacia não encolhe; purifica-se, simplifica-se e torna-se, enfim, no que sempre prometeu: uma prática definida não pelo volume do esforço, mas pela qualidade do julgamento. 

 

A pergunta como arte final 

No final do dia, o que resta ao humano? Resta o mais difícil: a coragem de decidir no escuro. A máquina pode varrer toda a jurisprudência e legislação do mundo para nos dizer o que é, mas continua a depender da sensibilidade humana para compreender o que deve ser. Para pesar a dúvida razoável, sentir a nuance ética de um acordo ou interpretar a tensão numa sala. 

A ironia suprema desta revolução é que nos devolve à base da filosofia. O advogado competente sempre procurou a resposta correta; o de excelência, agora munido de IA, define-se pela capacidade de fazer a pergunta certa. A arte clássica da retórica vê-se complementada por competências que, até ontem, pareceriam estranhas aos cânones jurídicos. O prompting – saber interrogar a máquina, definir o contexto e as baias, ou isolar a ambiguidade – torna-se o novo exercício de maiêutica, provando que a competência crítica nunca residiu no ato de obter respostas; esteve sempre na arte de saber as questões a colocar. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Diversidade geracional é o desafio e a oportunidade das empresas em 2026

31 Dezembro, 2025 by Leonor Wicke

No contexto atual, a diversidade no trabalho já não se limita ao género, à origem ou à formação académica. A diversidade geracional tornou-se uma das forças silenciosas mais impactantes no sucesso organizacional. Baby Boomers, Geração X, Millennials e Gen Z coabitam no mesmo ecossistema profissional, partilham reuniões, deadlines e decisões.

Mas cada uma destas gerações traz consigo formas muito próprias de comunicar, trabalhar, liderar e aprender. E é aqui que nasce um novo desafio: como transformar esta pluralidade num motor de performance, cultura e inovação?

Para a Lúcia Pereira, Diretora de Marketing da Adecco Portugal, «reconhecer e gerir esta diversidade é essencial para criar equipas mais equilibradas, produtivas e motivadas. Ignorar as diferenças entre gerações pode gerar ruído, choques de expectativas e desmotivação. Mas, quando bem gerida, esta coexistência traduz-se numa alavanca poderosa para os resultados das empresas — porque junta a experiência de quem viu o mercado transformar-se com a agilidade de quem já nasceu num mundo digital.»

 

Diferentes gerações, diferentes impactos

Os Baby Boomers trazem consigo uma ética de trabalho sólida, espírito de compromisso e conhecimento acumulado. A Geração X valoriza a autonomia e a estabilidade, combinando pragmatismo com responsabilidade. Os Millennials procuram ambientes mais flexíveis, com propósito e foco no equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Já a Geração Z, nativa digital, é veloz, criativa e altamente adaptável, mas também mais exigente em feedback e estabilidade. Ignorar estas diferenças é desperdiçar talento; compreendê-las é potenciá-lo.

«A gestão eficaz desta diversidade passa por promover culturas de empatia e aprendizagem mútua, onde cada geração compreende o valor da outra. Práticas como programas de mentoria cruzada, comunicação adaptada aos diferentes perfis ou espaços de partilha intergeracional não são apenas boas intenções – são ferramentas reais para desbloquear a colaboração, aumentar a motivação e fidelizar talento», acrescenta Lúcia Pereira.

É nas pequenas rotinas do dia a dia que esta diversidade se revela: na escolha dos canais de comunicação, no estilo de liderança mais apreciado, no tipo de reconhecimento que cada colaborador valoriza. Criar contextos onde todas as gerações se sintam vistas, ouvidas e respeitadas é um trabalho intencional – mas absolutamente necessário para organizações que querem manter-se relevantes, ágeis e humanas.

Num mercado onde a inovação depende da capacidade de olhar o presente com lentes diferentes, saber integrar múltiplas gerações não é apenas uma questão de gestão de pessoas. É uma estratégia de competitividade. «Construir o futuro das empresas exige equipas onde a idade não separa, mas soma valor», conclui.

Arquivado em:Gestão de Pessoas, Notícias

Livros para simplificar: pensar o capitalismo, a inteligência e a vida

31 Dezembro, 2025 by Leonor Wicke

Eliminar o desnecessário, evitar o redundante ou que não agrega valor. Este é o mote da nossa seleção de Livros Gerais, publicados na edição nº 32 da Revista Líder, para simplificar: o capitalismo, a inteligência, a própria mente humana.

 

Tecnofeudalismo – Yanis Varoufakis

Objectiva

Gradualmente, a partir do próprio capital e das vertiginosas mudanças tecnológicas das últimas décadas, o capitalismo esboroou-se. Os mercados tradicionais foram substituídos por plataformas digitais e o lucro vem, agora, das rendas que pagamos por espaço na nuvem. À velocidade dos nossos scrolls e cliques, este novo sistema económico, a que Yanis Varoufakis chama «tecnofeudalismo», consolida o poder das grandes empresas tecnológicas e redesenha o mapa geopolítico.

 

A Inteligência Natural – António Damásio

Temas & Debates

Nome cimeiro da neurociência mundial, António Damásio mostra-nos que o desenvolvimento da Consciência é uma das mais notáveis consequências da Inteligência Natural, sobretudo nos seres humanos. Não haverá dúvida de que aquilo que os seres humanos inventaram especificamente e acrescentaram a este universo, desde a engenharia das coisas e dos modos de comportamento às artes e à filosofia, será notável. Não obstante, tudo isso empalidece face à dádiva do afeto e, convenhamos, ao que parecem ter sido as ambições da Inteligência Natural.

 

Para os Caminhantes Tudo é Caminho – José Tolentino Mendonça

Quetzal Editores

Chegará o momento em que compreenderemos que sabedoria é amar tudo. É saudar os dias sem esquecer a importância das horas; contemplar as grandes torrentes sem deixar de agradecer cada gota de orvalho; estimar o pão sem, no entanto, esquecer o sabor das migalhas. Chegará a ocasião de compreender que o importante não é só contar a viagem, mas testemunhar também o contributo dos passos; elogiar não só a meta, mas a lição de cada etapa, sobretudo quando chegámos a duvidar que o caminho conduzisse a alguma parte.

 

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Leadership, Livros e Revistas

Talento: a arte que une sensibilidade e visão estratégica

31 Dezembro, 2025 by Leonor Wicke

Num contexto em que as organizações lidam com transformações constantes, escassez de competências e elevada competitividade, a gestão de talentos assume um papel fundamental. Mais do que uma responsabilidade dos recursos humanos, trata-se de uma estratégia essencial para assegurar o crescimento sustentável das empresas e reforçar a sua cultura interna. 

A gestão de talentos começa com a identificação e atração dos profissionais, o perfil, as competências e os valores alinhados com a missão e a visão da organização. No entanto, o desafio tornou-se muito maior e, atualmente, vai além do recrutamento – passa também por desenvolver e potenciar o talento de cada profissional ao longo da sua jornada.

Este processo tem como responsabilidade a formação contínua, o reconhecimento do desempenho, a definição de planos de carreira e a promoção de um ambiente de trabalho saudável, onde os trabalhadores se sintam valorizados e motivados. Uma gestão de talentos eficaz garante que cada profissional ocupa a função mais adequada ao seu perfil, alinhada com as necessidades da organização. Essa sinergia estratégica expressa-se num maior nível de compromisso, inovação e produtividade, reduzindo a rotatividade e os custos associados à substituição de profissionais. Investir nas pessoas é investir na sustentabilidade e competitividade da organização. 

Outro aspeto importante é a identificação e desenvolvimento de futuros líderes. A capacidade de identificar talento e potencial de liderança dentro da própria equipa é essencial para garantir a continuidade e a estabilidade em funções estratégicas. Com base em avaliações de competências, análises comportamentais e feedback construtivo, é possível identificar profissionais com aptidão para motivar, inspirar e dinamizar as suas equipas. De forma complementar, os programas de desenvolvimento de liderança e os sistemas de progressão e sucessão proporcionam oportunidades para que esses talentos se desenvolvam, enfrentem novos desafios e desempenhem um papel cada vez mais estratégico na organização.

Uma liderança eficaz não acontece por acaso, é o resultado de um investimento em formação, mentoria e acompanhamento contínuo. 

A gestão de talentos é uma arte que une sensibilidade humana e visão estratégica. Trata-se de compreender que a verdadeira vantagem competitiva de uma organização está nas suas pessoas, nas suas ideias, na sua motivação e na sua capacidade de moldar o futuro. 

 

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Opinião

Dezembro

29 Dezembro, 2025 by Leonor Wicke

Coisas do último mês do ano. Escolho temas recentes nos quais ressoa o ano inteiro.

  • Este foi mais um ano de guerras e sinais de guerra: na Ucrânia, na Palestina, no Sudão, na Venezuela. Homo homini lupus. Nada aprendemos.
  • Na Austrália mais um atentado terrorista contra judeus. O antissemitismo anda à solta. Repito: ser a favor da Palestina não pode ser contra os judeus. Isto não é um jogo de futebol. Podemos ser a favor de ambos e contra Netanyhau e o Hamas.
  • Nada de novo para quem já me leu: a guerra que Trump ia acabar em três dias ainda não acabou. A fanfarronice do homem também não. Está à altura da de Putin. Aliás quando a guerra acabar vai ser interessante conhecer os termos ditados por estes dois personagens.
  • O governo Trump quer vasculhar as redes sociais de quem visitar os EUA. Salvo melhor opinião, o melhor é tentar não ir.
  • O embaixador João Vale de Almeida explica em O divórcio das nações (Dom Quixote) como o século XXI desconstrói o século XX. Importante leitura para melhor compreender este mundo em que vivemos.
  • 2025 foi, previsivelmente, mais um ano de greves. 2026 também vai ser. Algumas justas outras habituais.
  • Como recentemente explicou Simon Baron-Cohen, Hans Asperger, o homem que deu o nome à conhecida síndrome, foi um colaborador dos nazis. Asperger terá enviado algumas crianças com autismo para uma ala hospitalar em Viena conhecida pelas suas práticas de eutanásia compulsiva. A polémica ativada por Donald Trump em 2025 sobre as causas da doença mostra como o autismo continua a ser usado com finalidades políticas. Triste.
  • O mesmo Baron-Cohen recomenda que nos casos de autismo tipo 2, o importante é proporcionar vidas normais aos portadores da síndrome. Noto com orgulho que, neste sentido, o primeiro Café Joyeux numa escola, em todo o mundo, abriu na Nova SBE em Carcavelos. A escola inclusiva passa por aqui.
  • Philippe Aghion, Nobel da economia deste ano, explicou que enquanto a esquerda francesa anda obcecada com os ricos ele prefere pensar nos pobres. Em Portugal também andamos nesse carril que Otelo tão bem explicou a Palme. Em 50 anos não aprendemos muito.
  • Na Turquia, Erdogan mandou prender Ekrem Imamoglu, presidente da câmara de Istambul e seu rival político. O homem forte mostrou a sua fraqueza. O segredo de Imamoglu: escutar as pessoas e contrariar o populismo com “pessoismo”.
  • Uma frase para fazer pensar: “os partidos portugueses, em linha com a tradição latina do Sul, vivem afogados em ideologia” (Sérgio Sousa Pinto). A ideologia, como qualquer crença, só é boa em doses moderadas.
  • Quarenta e cinco anos depois é reeditado Francisco Sá Carneiro: Solidão e poder, de Maria João Avillez. Uma biografia para ajudar a conhecer um dos personagens-chave da nossa democracia.
  • Na música descobri agora Le cri du Caire, de Abdullah Miniawy. Magnífico. Igualmente belo: Andrea Laszlo de Simone: Una longhissima ombra. Recomendado pela musa Zaho de Sagazan como podia não ser bom?

 

E pronto. Bom ano, com menos guerras, menos populismo e mais pessoismo.

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

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