• Skip to main content
Revista Líder
Ideias que fazem futuro
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos

  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
Loja
  • Notícias
    • Notícias

      Todos

      Academia

      África

      Cibersegurança

      Ciência

      Clima

      Corporate

      COVID-19

      Cultura e Lifestyle

      Desporto

      Diversidade e Inclusão

      Economia

      Educação

      Finanças

      Gestão de Pessoas

      Igualdade

      Inovação

      Internacional

      Lazer

      Legislação

      LGBTQIA+

      Liderança

      Marketing

      Nacional

      Pessoas

      Política

      Responsabilidade Social

      Saúde

      Sociedade

      Sustentabilidade

      Tecnologia

      Trabalho

      João Silva Martins é o novo Digital Operations & Information Security Director da Securitas Portugal

      De processo esquecido a prioridade estratégica: qual é o futuro do alargamento europeu?

      Tecnologia barata, custos elevados: a equação que preocupa as empresas

      «Será que ainda sou relevante?»: Rita Sambado inquieta plateia e desafia o futuro da liderança

      Catarina Esteves (Coca-Cola): «A força de uma empresa tem de servir para mais do que vender um produto»

      Ver mais

  • Artigos
    • Artigos

      Todos

      Futuristas

      Leadership

      Leading Brands

      Leading Cars

      Leading Life

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Líderes em Destaque

      Emoção ao volante com o novo Alfa Romeo Tonale

      Jos Duchamps parafraseou Churchill: «Na verdade, nós moldamos os edifícios e, depois, os edifícios moldam-nos a nós»

      «A maioria dos portugueses não consegue viver com o salário que tem, embora trabalhe oito horas por dia», afirma Raquel Varela

      Desporto, estilo e bem-estar: estas são as escolhas que elevam a rotina diária

      Joana Garoupa: «Nunca foi preciso esconder o apelido para caber no mundo»

      Ver mais

  • Opinião
  • Entrevistas
    • Entrevistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Onésimo Teotónio de Almeida: «A saudade é um desejo de se ficar no passado»

      Bonga: As mensagens das minhas canções «foram mais longe do que o discurso dos políticos»

      Roberta Medina: «As empresas não podem ter a miopia de olhar apenas para as suas metas»

      «Se o líder for mau, a IA vai ajudá-lo a tomar más decisões mais depressa», defende Ricardo Fortes da Costa

      «Hoje a engenharia civil não consegue atrair: é uma profissão que perdeu espaço e alguma credibilidade», explica Nuno Garcia

      Ver mais

  • Reportagens
  • Encontros
  • Biblioteca
    • Livros e Revistas

      Todos

      Leadership

      Leading Brands

      Leading People

      Leading Politics

      Leading Tech

      Três livros para entender a Inteligência Artificial: do dicionário à estratégia empresarial

      Supermarcas, IA e empreendedorismo: os livros de marketing que deve ler este ano

      Crise da democracia, Xi Jinping e cidades: três livros para pensar política

      Três propostas de livros para evoluir na carreira e nas relações humanas

      Genocídio – Paolo Fonzi

      Ver mais

  • Líder Corner
  • Líder Events
  • Revista Líder
    • Edições
    • Estatuto Editorial
    • Ficha Técnica
    • Publicidade
  • Eventos
    • Leadership Summit
    • Leadership Summit CV
    • Leadership Summit Next Gen
    • Leading People
  • Cabo Verde
    • Líder Cabo Verde
    • Leadership Summit CV
    • Strategic Board
    • Missão e Valores
    • Contactos
    • Newsletter
  • Leading Groups
    • Strategic Board
    • Leading People
    • Leading Politics
    • Leading Brands
    • Leading Tech
    • Missão e Valores
    • Calendário
  • Líder TV
  • Contactos
Subscrever Newsletter Assinar

Siga-nos Lider Lider Lider

As ideias que fazem futuro, no seu email Subscrever

Leonor Wicke

Liderar em 2026: cinco prioridades para otimizar custos e crescer num mercado incerto

5 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

Com a chegada de 2026, surgem novos desafios e oportunidades para as organizações adaptarem as suas estratégias num mercado cada vez mais digital e globalizado. As lideranças empresariais enfrentam um contexto económico paradoxal: maior resiliência do que o esperado após sucessivos choques globais, mas com riscos estruturais cada vez mais evidentes.

«Esperamos, para 2026, um ano de crescimento moderado, mas com desafios bastante significativos. A dívida pública elevada, o envelhecimento demográfico dos países europeus, a própria escassez de talento e uma fragmentação geopolítica, cada vez maior, são tudo elementos que estão a redesenhar as regras da competitividade. Para gerir com sucesso um negócio, é essencial que os líderes empresariais encarem a revisão e otimização de custos como prioridade no próximo ano. Reduzir despesas não é apenas uma abordagem defensiva, mas sim uma alavanca estratégica para o crescimento», afirma João Costa, country manager do ERA Group.

Neste contexto, o ERA Group identifica cinco áreas críticas que irão distinguir as lideranças capazes de crescer de forma sustentada no próximo ciclo económico.

1. Gestão estratégica de custos como vantagem competitiva

Num ambiente marcado por maior pressão sobre margens, a gestão de custos deve assumir um papel central nas decisões de liderança. Mais do que cortes reativos, o desafio passa por identificar ineficiências estruturais, renegociar fornecedores e redesenhar processos com impacto direto na criação de valor.

Uma abordagem analítica e contínua à otimização de custos permite libertar capital para investimento, aumentar a agilidade organizacional, bem como reforçar a resiliência face a ciclos económicos adversos.

2. Eficiência operacional num contexto de incerteza prolongada

A volatilidade económica deixou de ser uma exceção para se tornar, cada vez mais, estrutural. Tensões comerciais e geopolíticas, bem como a aplicação de tarifas de forma volátil e pouco imprevisível, exigem das lideranças maior capacidade de operar com flexibilidade e rapidez.

Reforçar a eficiência operacional, através da simplificação de processos, de uma monitorização rigorosa de despesas e da tomada de decisão baseada em dados, pode tornar-se essencial para responder à imprevisibilidade do mercado sem comprometer a estratégia de médio e longo prazo.

3. Apostar em novas tecnologias e na Inteligência Artificial com foco no impacto real

A Inteligência Artificial (IA) tem provado o seu impacto concreto na produtividade, mas ainda de forma desigual entre regiões e setores. Para as lideranças, o desafio não deve estar na adoção indiscriminada desta nova tecnologia, mas na sua aplicação estratégica.

Identificar onde a IA pode gerar ganhos operacionais tangíveis e colmatar escassez de talento será decisivo. Em paralelo, cresce a exigência de uma governação responsável desta tecnologia, alinhada com princípios éticos e o novo enquadramento regulatório.

4.Talento, demografia e novas dinâmicas do trabalho

O envelhecimento da população europeia e a escassez estrutural de mão de obra colocam a gestão de talento no centro da agenda estratégica. A capacidade de atrair, reter e qualificar pessoas, bem como de integrar a migração como fator de crescimento económico, será determinante para a sustentabilidade e sucesso das organizações.

As lideranças mais eficazes são aquelas que alinham eficiência operacional, com modelos de trabalho mais flexíveis e políticas de valorização do capital humano.

5. Saber gerir riscos num contexto multipolar

Com a ascensão de múltiplas superpotências económicas, as empresas são obrigadas a repensar cadeias de abastecimento, a sua exposição a mercados e até mesmo estratégias para mitigar riscos. Preparar-se para eventuais cenários de desaceleração ou recessão, sem adiar decisões estruturais, será um fator distintivo das lideranças mais bem-sucedidas. Antecipar riscos e agir de forma proativa permitirá transformar a incerteza em oportunidade estratégica.

Num contexto global resiliente, o sucesso das lideranças em 2026 dependerá menos da reação a crises pontuais e mais da capacidade de promover mudanças estruturais, sustentadas por eficiência, visão estratégica e disciplina na execução.

Arquivado em:Liderança, Notícias

Tecnologia retro e casas inteligentes: conheça as tendências de consumo de 2025

5 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

Tecnologia retro, gadgets inteligentes para casa e peças de moda clássicas: estas foram as tendências de consumo do ano para os portugueses. Os consumidores nacionais procuraram produtos que combinam funcionalidade e estética, optando por soluções duradouras e de maior qualidade.

Estes são alguns dados partilhados pela Klarna, banco digital e fornecedor de pagamentos flexíveis, que revela as principais tendências do país no seu relatório The Checkout 2025.

 

Nostalgia é tendência no mundo tecnológico

Os dados mostram que os consumidores portugueses estão a redescobrir a tecnologia da sua juventude, com dispositivos retro a ganhar popularidade. Os telemóveis dobráveis registaram um aumento de cerca de 170%, os leitores MP3 subiram 75%, e os auscultadores com fio cresceram aproximadamente 45%, refletindo não só nostalgia, mas também uma procura por simplicidade e autenticidade no dia a dia. Os gira-discos também voltaram à moda, com uma subida de cerca de 30%.

 

Top 5 gadgets preferidos dos Millennials

  • Telemóvel dobrável+168%
  • Leitor MP3 +74%
  • Auscultadores com fio +46%
  • Webcam +30%
  • Gira-discos +29%

 

Portugueses procuram casas cada vez mais inteligentes

A par desta nostalgia no que toca à tecnologia, a modernidade chega às casas portuguesas, transformando-as num espaço mais tecnológico. As luzes Hue, que permitem controlar cor, intensidade e efeitos através de uma app, tiveram um aumento de mais de 400%, enquanto lâmpadas de ambiente cresceram 300% e purificadores de ar subiram cerca de 160%.

Gadgets de massagem, incluindo pistolas e massajadores de pés, registaram aumentos entre 100% a 140%, evidenciando a procura por experiências inovadoras que elevam o conforto diário. Produtos como vaporizadores faciais (+64%) e difusores de aromas (+60%) também registaram crescimento, mostrando o interesse contínuo por soluções de bem-estar em casa.

 

Top 10 de itens para o lar que unem tecnologia e bem-estar

  • Luzes Hue +426%
  • Lâmpada de ambiente +306%
  • Purificador de ar +162%
  • Projetor LED +147%
  • Dispositivo de massagem +142%
  • Pistola de massagem +116%
  • Massajador de pés +105%
  • Massajador de pescoço +81%
  • Vaporizador facial +64%
  • Difusor de aromas +60%

 

Estilo, conforto e durabilidade: as tendências que se mantêm

Na moda, os dados apresentados pela Klarna mostram uma clara valorização de peças clássicas e versáteis, que podem ser usadas em diferentes contextos e ao longo do tempo. O cinto de couro destaca-se como a peça com maior crescimento, registando um aumento de cerca de 900%, seguido pela saia em linha A, que cresceu aproximadamente 750%.

Outras peças com forte crescimento incluem os lenços de pescoço (+570%), os casacos bomber (+460%) e os cardigans de malha (+440%), reforçando a procura por artigos funcionais, adequados a várias estações do ano. O interesse por materiais naturais e confortáveis também é visível no aumento das camisas e calças de linho (cerca de +160% a +200%) e das mocassins (+190%), escolhas associadas a um guarda-roupa prático e adaptável ao dia a dia.

 

Top tendências de moda, com regresso dos essenciais

  • Cinto de couro +893%
  • Saia em linha A +746%
  • Lenço de pescoço +568%
  • Casaco bomber +460%
  • Cardigan de malha +442%
  • Lenço de seda +242%
  • Vestido lingerie +237%
  • Saia de renda +208%
  • Calças de linho +198%
  • Mocassins +193%

Em paralelo, peças como vestidos de renda, saias plissadas, calças de perna larga e botas Chelsea, todas com crescimentos acima dos 100%, mostram que os consumidores portugueses estão a combinar referências clássicas com tendências contemporâneas.

«Com mais de 832 mil consumidores em Portugal, a Klarna tem uma visão privilegiada sobre os hábitos de compra no país. Observamos como os portugueses estão a combinar nostalgia e modernidade nas suas escolhas, desde o regresso da tecnologia retro até à adoção de gadgets de bem-estar e soluções inteligentes para casa, assim como a procura crescente por peças de moda clássicas e versáteis», refere Inês Fiúza Marques, Country Manager da Klarna em Portugal.

Arquivado em:Notícias, Sociedade

Mais de 80% das empresas sentem-se expostas a risco fiscal

5 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

A transição global para modelos de relatório fiscal em tempo real está a aumentar a perceção de risco e os custos de compliance para as empresas.

De acordo com o relatório State of Tax Compliance 2025, da Sovos, 82% das organizações consideram estar atualmente mais expostas a riscos de compliance fiscal do que há cinco anos, enquanto 90% antecipam um aumento contínuo dos custos associados ao cumprimento das obrigações fiscais.

O estudo baseia-se na análise de 16 mil milhões de transações anuais de mais de 100 mil empresas em todo o mundo, bem como na monitorização de mais de 19 mil jurisdições fiscais. Segundo o relatório, os governos estão a abandonar os modelos declarativos tradicionais, optando por mecanismos de recolha contínua de dados em tempo real ou quase real, com impacto direto nos sistemas financeiros, contabilísticos e operacionais das organizações.

 

Dados e automação são prioridade

De acordo com os dados apurados, 95% das organizações consideram crítica a capacidade de garantir dados corretos em tempo real e 94% afirmam estar a investir em tecnologia para automatizar processos fiscais. O estudo refere ainda que 76% das empresas reportam já um retorno positivo do investimento em plataformas centralizadas de compliance.

«O relatório feito ‘a posteriori’ deixou de existir. Os governos estão cada vez mais integrados nos sistemas das empresas, das contas a receber e a pagar à logística e à contabilidade. Este novo nível de visibilidade muda a forma como as organizações devem encarar o compliance», afirma Chris Lynch, Chief Marketing Officer da Sovos.

 

EUA e Brasil têm os sistemas mais complexos

O relatório analisa ainda a complexidade fiscal por regiões, destacando os Estados Unidos como o sistema mais fragmentado, a crescente exigência em matéria de IVA na Europa e a obrigatoriedade de relatórios em tempo real na América Latina, onde o Brasil se distingue pela elevada complexidade e penalizações que podem chegar aos 225%.

Em relação à região Europa, Oriente Médio e África (EMEA) – onde está inserido Portugal – o relatório detalha os países que lideram na frequência de mudanças no IVA e quais as indústrias que enfrentam os maiores níveis de complexidade deste imposto.

Arquivado em:Finanças, Notícias

Trinta e dois anos de olhos postos nas pessoas

5 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

O Clan celebra 32 anos de uma história onde pessoas, mais do que os números, são a pedra basilar de uma jornada feita de visão antecipatória e estratégica das necessidades de um mercado em constante mutação. Uma jornada frequentemente pontuada pela contínua transformação digital que redefine a forma como o talento e as oportunidades se encontram e desenvolvem no nosso país. 

Desde o seu início, o Clan tem demonstrado uma rara capacidade de adaptação a um setor que mudou tanto quanto tem mudado o mundo do trabalho – mas sempre com o foco nas pessoas.

Um marco crucial nesta trajetória de três décadas deu-se em 2022, quando, ainda sob a designação Multipessoal, lançou a plataforma Clan, que se tornou na primeira solução de emprego 100% digital em Portugal. 

Crucial porque materializou um importante passo para facilitar a vida dos que todos os dias interagem com o mundo dos recursos humanos em busca da oportunidade à sua medida. Crucial, nem tanto por ter feito do Clan um dos protagonistas da digitalização dos recursos humanos, mas por aproximar os serviços de recursos humanos de quem deles precisa. 

O sucesso desta missão prova-se com números. O Clan processa mais de 1.100 candidaturas diárias, recebe uma média de um milhão de visitas por mês e contabiliza mais de 75.000 novos registos anuais. Graças a isso, o Clan não só cumpre de forma inovadora com os propósitos de uma empresa de recursos humanos, como redefine os processos de gestão e atração de talento num país onde a guerra por esse talento tem sido cada vez mais acérrima. 

A transformação da vida das pessoas chegou, também, às exigências e necessidades daquelas que estão à procura dos melhores profissionais. Em 2024, a empresa apresentou o Pulse, um conjunto inovador de ferramentas digitais B2B, desenhado especificamente para empresas. O Pulse, que oferece um portal dedicado e funcionalidades robustas que agilizam processos vitais pioneiros no setor de Recursos Humanos, obedece a uma ideia simples, mas fundamental: dar a cada cliente o poder para tomar decisões operacionais informadas, com base na informação constantemente atualizada e de acordo com os critérios que o próprio define. 

Ao longo de 32 anos o Clan tem servido uma verdade fundamental: quando a tecnologia responde a necessidades humanas é uma poderosa ferramenta de progresso. Cada inovação digital do Clan é um elo que liga sonhos à realidade, capacita indivíduos e fortalece empresas. A história do Clan é uma história de constante alargamento de possibilidades, impulsionada pela crença de que o futuro do trabalho se constrói, diariamente, com um olhar atento às pessoas, às suas aspirações e ao seu potencial ilimitado. 

 

Este artigo integra o espaço branded content da Líder e foi produzido em parceria com o Clan.

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Líder Corner

A vida no silêncio monástico

2 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

Vivemos numa era acelerada onde o tempo nunca chega para tudo e a gestão diária é uma tarefa árdua. Entre as multitarefas da vida, temos sempre a atenção centrada nas redes sociais. Neste turbilhão, estamos a perder a capacidade de simplificar o dia-a-dia para viver devagar. Estar em silêncio é quase impossível. Parar, calar e desligar, são botões do teclado da vida que não usamos, com medo de “perdermos” algo importante, ficarmos sós e experimentarmos o vazio.  

O testemunho da vida monástica pode dar-nos algumas boas pistas para desacelerar. 

 

1. Estar na vida sem se deixar engolir pelo mundo

A Igreja cristã, desde o início, encontra em Jesus a fonte da vida. O silêncio é parte da rotina de Jesus, não uma inactividade, mas diálogo com o Pai, onde afere os critérios da missão de compaixão e se fortalece nas adversidades. Jesus incarna na realidade, imerso no mundo, mas sem ser só do mundo.  

Com a “paz de Constantino” (1), a Igreja ganha espaço na esfera pública, torna-se uma instituição credível e profética no meio da realidade onde habita. Mas percebe que corre o risco de se diluir se perde a sua autenticidade. Inserida numa sociedade em transformação, vê alguns dos seus membros escolherem como vocação uma vida longe dos centros urbanos. São os chamados Padres do Deserto, que inauguram no deserto do Egipto do século IV um novo modo de vida que pratica a ascese, a luta espiritual e a caridade como bússola que orienta o peregrinar rumo à vida eterna com o coração centrado no essencial. 

Hoje, podemos aprender muito com este modo de vida. A era digital encurtou distâncias, a qualidade de vida aumentou, mas nem sempre somos felizes. Cada um tem de ter os seus “desertos”, lugares onde se lê a vida em perspectiva, onde se contempla a beleza contida nas coisas simples, tirando proveito do bom e aprendendo com as dificuldades.

Estamos na vida imersos no nosso mundo, mas não nos podemos deixar engolir por ele. 

 

2. Fugir, silenciar e descansar

A máxima dos “Padres do Deserto” era: fuga, silêncio e descanso. Fugir, não se entende no sentido material da palavra como fuga do medo das tentações, mas no seu sentido espiritual de evitar o que impede a piedade e a união mais profunda com Deus. Silenciar, significa calar os ruídos da agitação quotidiana e os estímulos sensoriais que desordenam a liberdade. Descansar, é o exercício de apaziguamento do interior de si mesmo, dos vícios e das preocupações para alcançar a pureza de coração. Não se pretende com isto deixar de ser humano, sem a fragilidade de pecar, mas adquirir uma ciência espiritual que discerne e lê a vida com os olhos de Deus. 

É útil fugir do ruído de vez em quando, desligando o telemóvel, tirando um tempo para um passeio ao ar livre a contemplar as cores que a Natureza nos oferece; ou ler um bom livro que abre a imaginação. Na solidão ouve-se a voz que brota do silêncio e fala ao coração. Chega-se, então, a um estado de pacificação que fortalece e capacita a discernir as opções a tomar para se viver mais inteiro. Deixa-se de viver pelo temor, para viver no amor; não mais pela desconfiança, mas na esperança; não pelo castigo das penas eternas, mas na certeza de sermos, em Jesus, filhos muito amados. 

 

3. Recuperar a essência da vida simples

Um exemplo da concretização na Igreja da vida dos “Padres do Deserto” está na Ordem da Cartuxa. Fundada por São Bruno em 1084 é, ainda hoje, uma das ordens religiosas de clausura mais austeras, mantendo um espírito de pobreza e solidão inalterado ao longo dos séculos. Tem como lema: «Stat crux dum volvitur orbis» (2). 

O mundo gira. Este é o mundo onde o consumismo não para, a informação se torna excessiva, a tecnologia substitui o ser humano e as modas estão sempre a mudar. Na sua complexidade, o silêncio é um exercício de desapego, de reduzir o movimento desenfreado do consumismo digital e material. 

Mas a Cruz permanece. O essencial da vida tem de permanecer inalterável. É a fé, a esperança e o amor. Na vida cartusiana, a Cruz é a âncora da vida contemplativa, símbolo da entrega da vida de Jesus que torna a vocação inabalável em Deus. Na solidão, no silêncio e na austeridade, os Cartuxos ensinam-nos a relativizar o que, afinal, não nos traz a felicidade. 

No silêncio ouvimos a «Cruz», a vida doada por amor, e não apenas o «Mundo» que faz barulho. Ao desacelerar, descobrimos a presença de Jesus ressuscitado entre nós e aprendemos a investir o tempo numa vida mais simples, mas completa. 

 

1. Com o Édito de Milão, em 313, o imperador Constantino aplica uma política de tolerância para com a Igreja no Império Romano. Pondo-se fim às perseguições a que os cristãos eram sujeitos, tornam-se livres para professarem publicamente a sua crença em Jesus ressuscitado, nomeadamente através das celebrações litúrgicas, das pregações e das obras de caridade. Será mais tarde, com o Édito de Tessalónica, promulgado pelo imperador Teodósio I em 380, que o cristianismo se torna a religião oficial do Império Romano. 

2. «A Cruz permanece em pé enquanto o mundo gira».

 

Este artigo foi publicado na edição nº 32 da revista Líder, cujo tema é ‘Simplificar’. Subscreva a Revista Líder aqui.

Arquivado em:Artigos, Leadership

Como aumentar a confiança dos colaboradores num líder? A ciência explica

2 Janeiro, 2026 by Leonor Wicke

A confiança é um dos ativos mais valiosos dentro das organizações, mas também um dos mais frágeis. O mundo atravessa uma realidade marcada por mudanças rápidas na política, incerteza económica persistente e maior pressão sobre a liderança, fazendo da confiança dos colaboradores um verdadeiro fator de diferenciação competitiva. As empresas que a conquistam estão mais bem preparadas para enfrentar períodos turbulentos e criar uma verdadeira equipa ‘à prova de bala’.

Ned Feuer, Senior Director da equipa de Business and Technology da Gartner, e Maggie Mastrogiovanni, Investigadora Quantitativa principal na mesma equipa, revelam novos dados num artigo publicado na Harvard Business Review.

 

Confiança e engagement caminham juntos

Os dados mostram que muitos líderes estão em terreno instável. Um estudo recente da Gartner, realizado junto de mais de 3.500 trabalhadores, revela que apenas 48% confiam nos líderes de topo das suas organizações. E, perante um ambiente que dificilmente se tornará menos volátil, o desafio impõe-se: como tomar decisões estratégicas difíceis sem comprometer o envolvimento e a confiança das equipas?

A investigação mostra uma relação direta entre confiança na liderança e níveis de engagement. Colaboradores que confiam nos líderes revelam níveis de envolvimento significativamente mais elevados do que aqueles que não confiam.

Pelo contrário, decisões como reduções de pessoal ou reestruturações organizacionais, embora muitas vezes justificadas por objetivos estratégicos legítimos, tendem a corroer a confiança – sobretudo quando afetam diretamente funções e equipas.

Mais do que a mudança em si, a forma como é conduzida e comunicada é determinante. Os colaboradores avaliam a liderança com base na consistência, credibilidade e comportamento observado ao longo do tempo. Quando estes pilares falham, a desconfiança instala-se rapidamente e propaga-se pela organização.

 

Apesar da fragilidade, confiança tem aumentado

Por outro lado, o Leadership Confidence Index H1 2025, da Russell Reynolds Associates, revela uma recuperação da confiança nas equipas de liderança executiva, após vários semestres de queda. O índice – que mede a perceção de CEOs, líderes C-suite, quadros de próxima geração e administradores sobre a eficácia das suas equipas de topo – subiu para 62,6 pontos, registando o maior aumento desde 2021.

Quase 40% dos líderes indicam sentir hoje maior união nas suas equipas, apesar de 83% reconhecerem uma deterioração das perspetivas económicas de curto prazo. Isto sugere que, perante a pressão externa, as equipas de liderança estão a fechar fileiras.

O relatório mostra que esta recuperação é sobretudo impulsionada pela melhoria na perceção do comportamento das equipas de liderança – a dimensão que mais cresce no índice. Os líderes destacam maior colaboração interna, maior abertura à mudança e um esforço mais consistente para dar o exemplo em termos de cultura e valores.

Apesar disso, a confiança nas capacidades técnicas das equipas executivas continua a ser a mais elevada das dimensões analisadas. A maioria dos líderes considera que dispõe das competências certas e de boa informação para tomar decisões. O estudo aponta um ponto frágil persistente: apenas cerca de metade dos CEOs e menos ainda dos líderes C-suite acredita que as equipas executivas recebem contributos eficazes dos conselhos de administração, levantando dúvidas sobre o papel estratégico dos boards em tempos de incerteza.

 

Os comportamentos que destroem confiança

O estudo da Gartner identifica três práticas particularmente prejudiciais para a quebra de confiança: ocultar informação: quando os colaboradores sentem que não lhes é contada a história completa, a confiança nos líderes diminui de forma significativa; transferir culpas: responsabilizar terceiros ou fatores externos por decisões próprias fragiliza a credibilidade da liderança; recuar em decisões: mudanças frequentes de rumo ou reversões sem explicação clara geram perceção de incoerência.

Perante este cenário, identifica quatro ações essenciais para reforçar a confiança dos colaboradores.

A primeira passa por avaliar e reconhecer falhas de confiança. Organizações que valorizam o feedback dos colaboradores tendem a gerar níveis mais elevados de confiança. Medir regularmente este indicador – através de inquéritos de engagement ou grupos de foco – permite identificar problemas e agir de forma transparente.

A segunda está ligada à transparência nas decisões. Os colaboradores são muito mais propensos a confiar quando compreendem por que razão uma decisão foi tomada, que alternativas foram consideradas e quais os impactos esperados. Explicar, contextualizar e manter canais de esclarecimento abertos é fundamental, mesmo quando as decisões são impopulares.

A terceira ação envolve promover diálogo aberto. Demonstrar interesse genuíno pelos temas que preocupam os colaboradores – como remuneração, flexibilidade e desenvolvimento de competências – reforça a perceção de proximidade e responsabilidade. Fóruns abertos, sessões de perguntas e encontros informais ajudam a criar este espaço de escuta.

Por fim, é essencial investir no desenvolvimento das competências de liderança. Programas focados em inteligência emocional, escuta ativa, comunicação clara e tomada de decisão ética ajudam os líderes a reconhecer comportamentos que minam a confiança e a adotar práticas mais consistentes e empáticas.

Arquivado em:Liderança, Notícias

  • « Go to Previous Page
  • Página 1
  • Interim pages omitted …
  • Página 65
  • Página 66
  • Página 67
  • Página 68
  • Página 69
  • Interim pages omitted …
  • Página 586
  • Go to Next Page »
Lider
Lider
Lider
Lider
Lider
Tema Central

Sobre nós

  • Estatuto Editorial
  • Ficha Técnica
  • Contactos
  • Tema Central
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade

Contactos

Av. Dr. Mário Soares, nº 35,
Tagus Park
2740-119 Oeiras
Tel: 214 210 107
(Chamada para a rede fixa nacional)
temacentral@temacentral.pt

Subscrever Newsletter
Lider

+10k Seguidores

Lider

+3k Seguidores

Lider

+268k Seguidores

Subscrever Newsletter

©Tema Central, 2026. Todos os direitos reservados.