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Titiana Barroso

Dois políticos que merecem elogios

29 Março, 2021 by Titiana Barroso

Uma das características comuns a alguns políticos e treinadores de futebol é uma propensão para verem coisas que o resto das pessoas não descortina. Como adepto lembro-me de o treinador do meu clube justificar uma derrota com o vento que teria vitimado a equipa. Já eu lembro-me de ter visto um jogo miserável dessa mesma equipa. Com os políticos parece passar-se a mesma coisa: veem realidades alternativas que escapam aos outros. No processo procedem àquilo que Clara Ferreira Alves caracterizava como a estupidificação das audiências. Por remarem contra esta corrente merecem elogio dois políticos que esta última semana viram aquilo que o comum mortal vê.

Por cá o Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Carlos Miguel, vê na teia burocrática do Estado uma forma de emperrar, travar e chatear. Não me parece que esta visão seja discutível ou sequer fresca, mas o facto de um governante dizer a verdade de uma forma tão frontal é certamente merecedor de elogios. Um grande bem-haja, senhor Secretário de Estado e muita força para mudar este estado de coisas.

Outro grande exemplo vem da Suécia e da sua ministra das Finanças. A governante afirmou achar fascinante que os portugueses aceitem tão pacificamente pagar impostos mais elevados que os pensionistas suecos que cá declarem ser residentes não habituais, usufruindo dos serviços pagos pelos indígenas. Trata-se de mais uma das inconsistências europeias: os mesmos responsáveis que se queixam do aproveitamento fiscal dos holandeses promovem o mesmo tipo de políticas face aos suecos. Este tipo de inconsistências é problemático e é por isso que importa lutar por uma Europa mais justa e não por uma Europa dos oportunismos. Podendo ser causa própria, a causa de Magdalena Andersson é também uma causa justa. Obrigado.


Por Miguel Pina e Cunha, diretor da revista Líder

Arquivado em:Leading Opinion, Opinião

O que são equipamentos “recondicionados”?

29 Março, 2021 by Titiana Barroso

A Pandemia confinou-nos, implementou no nosso quotidiano os conceitos do teletrabalho e do ensino à distância e, com isso, fez disparar a corrida aos produtos tecnológicos. De acordo com um estudo da Persistence Market Research o mercado dos smartphones e tablets recondicionados também cresceu. Os consumidores estão agora mais interessados em pagar apenas entre 250 a 500 dólares por um equipamento recondicionado, do que 1000 dólares (às vezes mais) por um aparelho novo. Este pensamento tem tido um importante contributo para o crescimento exponencial do mercado de recondicionados. Mas afinal, o que significa o conceito de equipamento “recondicionado”?

Recondicionar significa “restituir à condição original; restaurar”, pelo que, é à volta deste conceito que se configura o universo da tecnologia recondicionada. Os equipamentos recondicionados (também designados como “seminovos”) provêm de diferentes origens: equipamentos de exposição, devoluções, retomas ou restos de stock são algumas delas. A devolução ou retoma podem ter acontecido devido a um pequeno defeito, por ser um artigo de exposição ou simplesmente por se tratar de equipamentos com origem em programas de retoma, renovação de contratos de leasing ou renovação de equipamentos empresariais.

Um iPhone recondicionado, por exemplo, não é um telemóvel novo, nem necessariamente bastante usado. É um usado como novo a um preço (muito) convidativo e 100% funcional. O que é interessante neste processo, sobretudo para os amantes de gadgets com um orçamento limitado, é que o smartphone, depois de ser devolvido ao fabricante ou revendedor, é formatado e sujeito a uma intervenção técnica para ser posto novamente à venda, mas com um preço bem mais atrativo. Ou seja, é um iPhone ‘como novo’, mas muito mais barato.

Como se categorizam os recondicionados?
No processo de recondicionamento os equipamentos são reparados quando necessário, limpos e reconfigurados com o software de origem para estarem operacionais e 100% funcionais antes de voltarem a ser introduzidos no mercado. É também verificado todo o hardware: bateria, ecrã, botões (quando existentes) microfone, conectividade, porta de carregamento, conexão aos auriculares, câmaras e som. Por fim, são submetidos a um rigoroso conjunto de testes para análise e verificação de todos os parâmetros de conjugação entre o hardware e o software.

Existem diferentes categorias de um equipamento seminovo:

Grade A+: o telemóvel está como novo, sem marcas de utilização.

Grade A: as marcas de utilização são muito residuais ou inexistentes.

Grade B: o equipamento apresenta alguns sinais de uso, tais como riscos visíveis embora com pouca profundidade.

Grade C: o telemóvel apresenta sinais de uso acentuados, tais como o caso de riscos acentuados, mossas e alguns sinais de queda.

Nas categorias seguintes (Grades D e E) os equipamentos encontram-se partidos e é desaconselhada a sua compra.

iPhone Recondicionado: vale a pena comprar?
Sabendo de antemão que a Apple lança um novo modelo de iPhone todos os anos, dizer que um telemóvel da gigante americana foi descontinuado é muito relativo. Queremos com isto dizer que ter, por exemplo, um iPhone X é ter um smartphone com quase todas as funcionalidades de um iPhone XS. Nestes termos, comprar um iPhone recondicionado é um ótimo negócio, sobretudo se tivermos em conta a relação qualidade/preço. Ou seja, pode ser muito mais vantajoso do que comprar um aparelho novo que custa bem mais de mil euros.

Vantagens de um iPhone recondicionado

  • É um telemóvel praticamente novo, pouco ou nada utilizado;
  • Antes de serem colocados à venda novamente são alvo de uma série de testes para garantir que funcionam bem;
  • A Apple tem vindo a estender, significativamente, o ciclo de vida dos modelos do iPhone ao longo dos anos. Os modelos mais recentes recebem todas as atualizações de software durante cinco a seis anos. O iPhone 6s, por exemplo, que foi lançado com iOS 9 em 2015 ainda é compatível com o iOS 14, lançado recentemente;
  • O preço é bem mais atrativo do que de um iPhone novo!

4 cuidados a ter na hora de comprar um recondicionado

  1. Compre sempre com garantia
    A oferta de garantia para este tipo de equipamentos é um fator muito importante, por isso ao comprar um equipamento recondicionado, certifique-se de que o faz numa loja ou vendedor de confiança e, preferencialmente, em lojas que ofereçam garantia mínima de seis meses. O mais habitual, nos vendedores confiáveis, é a oferta de garantia pelo período de 12 meses.
  2. Opte por recondicionados de Grade A ou A+
    Os recondicionados de Grade A são dispositivos usados ou seminovos que não apresentam quaisquer marcas de uso, que foram devidamente testados e estão 100% funcionais. 
  1. Ano do Modelo vs Preço
    Tenha sempre atenção ao ano do equipamento, e à diferença de preços para um modelo superior. Pagar um pouco mais por um modelo mais recente, ou com mais capacidade, pode valer a pena.
  1. Compra segura
    Se for comprar online, escolha uma loja com boa reputação. Fatores como o número de revisões que a empresa possui, a atualidade dessas avaliações, a classificação média da empresa ou a credibilidade do comentário que acompanha a avaliação devem ser tidos em conta no momento da compra.

A loja online iServices oferece 1 ano de garantia e comercializa apenas equipamentos de Grade A+. Além dos equipamentos vendidos terem um valor bastante competitivo, os equipamentos apresentam diversas vantagens:

  • A garantia do equipamento pode ser exercida em qualquer uma das lojas físicas da iServices (são mais de 25 lojas em todo o país);
  • os equipamentos incluem o cabo lightning e carregador de tomada;
  • os equipamentos são previamente sujeitos a um rigoroso controlo de qualidade no qual são analisados e inspecionados 40 parâmetros de controlo, nomeadamente no que respeita a todos os seus componentes, tais como: câmara, som, microfone, botões, ecrã, software, conectividade, conexões, entre outros;
  • sempre que a bateria apresenta um valor inferior a 90% da sua capacidade máxima, a iServices troca a mesma por uma bateria totalmente nova;

Na iServices encontra uma vasta gama de iPhones 100% funcionais, com diversas cores e capacidades e de acordo com a opinião de cerca de 7.000 clientes no Trustpilot a avaliação da empresa é excelente!


Por Vânia Guerreiro, Diretora de Marketing e Comunicação da iServices

 

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Vou ser despedido? 4 sinais de perigo

29 Março, 2021 by Titiana Barroso

Ao longo da carreira profissional existem preocupações inerentes como o medo de falhar, defraudar expectativas ou ainda vir a ser despedido. A preocupação é “importante” mas não pode existir ao nível de arruinar o caminho profissional.

Num artigo publicado na Harvard Business Review, da autoria de Tomas Chamorro-Premuzic, Chief Talent Scientist do ManpowerGroup, são lançadas pistas que o podem ajudar a perceber se há ou não fundamento para esses medos. Sabe-se que os novos gestores da Geração Z (nascidos entre a segunda metade dos anos 90 até o início do ano 2010), que agora estão a chegar ao mercado de trabalho, têm três vezes mais probabilidade de apresentar sintomas relacionados com a ansiedade. Para a geração Millennial (Geração Y), esse múltiplo aumenta para quatro.

A preocupação, relacionada com certos níveis de ansiedade, não é necessariamente uma coisa má. A ansiedade é uma reação natural do corpo ao stresse. É um estado emocional, que dentro de “parâmetros normais”, impulsiona a pessoa a realizar projetos, prosperar e planear o futuro. Ou seja, a preocupação com o desempenho no trabalho ajuda-o a melhorar e a superar-se. Além disso e dadas as circunstâncias de grande imprevisibilidade que neste momento caracterizam o mundo do trabalho, estar preparado e antecipar uma variedade de cenários, tais como a possibilidade de ser despedido, não é assim tão descabido.

O que se torna alarmante é o excesso de ansiedade. A preocupação em demasia, concentrando-se no pior cenário, e perdendo a noção da realidade, afeta os relacionamentos, a produtividade e a saúde mental. A chave é encontrar um equilíbrio, distanciar-se e acalmar os pensamentos de forma a ver as coisas com clareza.

Para ajudar a perceber se os seus receios têm ou não fundamento, são colocadas quatro questões:

  1. Qual é o estado financeiro da organização, setor e economia?
    A caminho de um segundo ano de Pandemia, é espectável que muitas organizações tenham sido afetadas, sendo os colaboradores mais novos aqueles que sofreram um impacto maior. Segundo dados de 2020 divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de desemprego nos jovens, dos 15 aos 24 anos, atingiu os 18,3% em março e os 20,2% em abril, os números mais elevados em comparação com outras faixas etárias. Se o estado financeiro da empresa e do respetivo sector estiver débil, as preocupações em perder o seu emprego podem fazer sentido. De qualquer forma, avalie os números da sua empresa e setor da economia/ país onde opera, nomeadamente os números que se referem ao desemprego. Caso a sua empresa se encontre numa posição sólida e estável, então talvez seja sensato pensar que vai manter o emprego.
  1. Qual é o tipo de cultura da organização?
    Quando as empresas têm uma cultura de transparência, abertura e orientação para o feedback, os colaboradores beneficiam de uma estratégia de Gestão de Pessoas igualmente transparente, com políticas de gestão racionais e justas. Nestas organizações, em que existe um diálogo aberto entre chefias e colaboradores, que frequentemente recebem feedback acerca do seu desempenho, saber se será despedido ou não, não será certamente uma surpresa. Contudo, a maioria das pessoas não trabalha em organizações com este padrão de comunicação e abertura, não sabendo com o que podem contar.
  1. Como pensam e agem as chefias?
    Saber como pensa e age a chefia é muito útil para aferir o potencial risco de vir a perder o emprego. Em organizações orientadas para o feedback contínuo entre chefias e colaboradores, será relativamente fácil de perceber se o seu emprego está em risco ou não. O feedback que recebe pode ser negativo, mas construtivo, dando o sinal que a sua chefia está interessada no seu crescimento e desempenho dentro da empresa. Em oposição, se recebe muitos feedbacks negativos sem orientação sobre como melhorar, talvez a preocupação faça sentido e seja validada, especialmente se vir que os seus colegas de trabalho não estão a receber o mesmo tipo de feedback.
  1. O que pensa sobre si?
    Se for daquelas pessoas muito otimistas que raramente se preocupa e sobrestima as suas capacidades e potencial, mas que mesmo assim tem um pressentimento de que pode vir a perder o emprego – então é caso para se preocupar. Já os pessimistas costumam ser os maiores críticos do seu trabalho. Sendo que os mais céticos, acabam por se preocupar mais, sabendo talvez que por isso podem estar a exagerar, ou então já prevendo de antemão o desfecho esperado. O balanço entre um lado e o outro irá ajudá-lo a perceber se, no limite, existe ou não a possibilidade de vir a ser despedido.

É normal pensar demasiado em algumas coisas o que muitas vezes funciona como um esforço para nos proteger e preparar para o desconhecido. Para alguns, essa preocupação é exatamente o que os torna melhor no trabalho que desempenham. Tente pensar que ser despedido não é o fim do mundo, pode parecer terrível, mas não significa que sua carreira acabou.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Brad Smith alerta para o grande desafio na Gestão de Dados

29 Março, 2021 by Titiana Barroso

A Eurodeputada Lídia Pereira e a Deloitte promoveram no dia 18 de março, um evento online que juntou Brad Smith, Presidente da Microsoft e Jeff Merritt, Head of IoT and Urban Transformation do Fórum Económico Mundial, para um debate sobre como é que os dados estão a ser utilizados à escala global na criação de cidades mais inclusivas.

O Presidente da Microsoft enalteceu iniciativas europeias, como a recente Lei dos Serviços Digitais, ou o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados e defendeu que, ao nível das cidades, “o uso de dados pode permitir aos governos locais servirem de forma mais eficiente os seus cidadãos, promovendo o crescimento económico e sustentável”.

Para Brad Smith, o maior desafio na gestão de dados encontra-se em “desenvolver tecnologia que permita proteger as informações pessoais, mas que ao mesmo tempo assegure o acesso a dados”, porque só assim “se cria valor e isso permite criar mais emprego e desenvolver novos setores de negócio”.

Jeff Merritt alertou para a necessidade de mobilizar investimento “muitas cidades não têm os recursos necessários para dar resposta às necessidades do presente, quanto mais para planear o amanhã”. Segundo o dirigente do Fórum Económico Mundial, é fundamental “renovar da cooperação entre setor público e privado”.

No evento participaram Debbie Sills, Global Leader Government & Public Sector Industry da Deloitte, Kirby Brady, Chief Innovation Officer, da cidade de San Diego e Martin Brynskov, Chair da Open & Agile Smart Cities, que partilharam a sua experiência e perspetivas sobre a utilização de dados, no envolvimento ativo dos cidadãos, bem como na promoção da saúde pública e da sustentabilidade ambiental.

Miguel Eiras Antunes, Líder Global da prática de Smart City, Smart Nation e Local Government da Deloitte considera que “os Governos já começaram a reconhecer a importância e o valor dos dados e que o setor público está a tornar-se mais digital” e que, nesse âmbito, “os dados desempenham um papel crucial”. Lídia Pereira salientou que o foco está no desenvolvimento de “sociedades mais inclusivas, democracias mais fortes e estilos de vida mais sustentáveis” e que “o Parlamento Europeu tem lutado por uma Europa melhor e mais inclusiva”.

“Using Data to Build a Better and Inclusive Society” foi o segundo evento da série de quatro webinares inaugurada no passado mês de janeiro pela Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

Arquivado em:Notícias, Tecnologia

Esta empresa criou um “Young Professionals Committee”

29 Março, 2021 by Titiana Barroso

A AGS criou grupo de trabalho focado em inovar com o objetivo de envolver ativamente os colaboradores mais recentes na organização, no sentido de adicionarem valor acrescentado aos processos internos e à criação de novas oportunidades.

Este grupo da empresa de preservação do ambiente que atua em todo o ciclo da água tem o intuito de promover a comunicação e a partilha de experiências entre colegas, fomentando o desenvolvimento de novas ideias com valor interno e externo à atividade desenvolvida pela empresa.

Apesar da distância física agora imposta, o “Young Professionals Committee” ultrapassou fronteiras e aproximou toda a empresa no sentido de deixarem o seu contributo e melhorias para o dia a dia de todos. Mais do que apontar um problema, é a orientação para soluções que motiva e desafia diariamente este conjunto de pessoas. O envolvimento através do debate e partilha de ideias para estimular a criatividade foi a mais recente iniciativa do Comité, que promoveu um concurso interno cujo objetivo passou pela resolução de problemas, tendo em consideração o respetivo impacto económico e a sustentabilidade global da organização.

Além de contar com uma forte adesão por parte de todo o grupo, também originou soluções ao nível de: Novos negócios, Procedimentos Internos, Operacional e Tecnológico. Com esta busca constante pela evolução, a AGS vai continuar a proporcionar oportunidades para o crescimento intelectual e profissional de todos os seus colaboradores.

Arquivado em:Notícias

“Ser Feliz em Portugal – em casa” com Linda Pereira (CPL Events)

26 Março, 2021 by Titiana Barroso

«Sempre tive uma vida muito agitada, por opção e por profissão. Há mais de 20 anos que trabalho parcialmente de forma remota, porque os meus clientes estão espalhados pelo mundo e não é raro o dia que começo as seis da manhã a falar com Macau e termino madrugada dentro a falar com os Estados Unidos.

O truque reside em sermos organizados e disciplinados. Hoje não viajo e como não podemos sair até as atividades lúdicas são em casa. Organizo-me e tento recriar o meu dia como se fosse para o escritório físico. Visto-me e coloco o meu batom e saltos altos. Tomo o pequeno-almoço à mesma hora, faço os mesmos intervalos e acabo à mesma hora.
Começo a manhã a aprender a dançar com vídeos do YouTube na minha varanda durante meia hora. Já aprendi mais de 25 coreografias diferentes e mantenho-me em forma. Almoço à janela para ver a rua e apanhar ar e atualizo-me com os jornais em várias línguas. Voltei a desenhar e a pintar e a escrever. Nada ajuda a minha saúde mental mais do que arte e escrita. Duas vezes por semana marco reuniões num “bar virtual” com as minhas amigas onde se fala de tudo menos de trabalho!
Ao Domingo almoço virtualmente com as minhas filhas, que vivem fora do País, e a minha mãe diretamente de Manchester.
Sou feliz em casa porque ser feliz é também uma questão de atitude! E a minha fé é que devo cuidar de mim e dos outros, para quando for possível ter o supremo prazer de me sentar numa esplanada ao sol a beber um café.»

As escolhas de Linda Pereira, Executive Director CPL Events

 

  • Arte: A estudar pintura com um mentor inglês online ao sábado
  • Livro: A ler poesia BLUD de Rachel McKibbens e A Journey, a biografia de Tony Blair
  • Comida: Pratos encomendados do restaurante “Cozinha do Campo” em Carcavelos
  • Séries: “The Good Wife” e “Law & Order”
  • Atividade física: Coreografias do Youtube – neste momento a aprender “Happy When I’m Dancing” da Meghan Trainor
  • Passeios: Com uma amiga todos os domingos em Cascais
Estudar arte
Livro Reading poetry, BLUD by Rachel McKibbens
Biografia de Tony Blair
Restaurante Cozinha do Campo em Carcavelos
Série The Good Wife
Série Law & Order
Exercício físico
Passeio em Cascais

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