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Titiana Barroso

Holmes Place reabre Clubes com nova campanha

31 Março, 2021 by Titiana Barroso

Os clubes Holmes Place reabrem no próximo dia 5 de abril. E para (re)começarem têm em vigor uma campanha para novos sócios: “oferta de dois meses + inscrição”.

Esta campanha foca-se no (re)começar. Agora é tempo de nos voltarmos a focar no nosso bem-estar geral, no que procuram as pessoas e no que têm ainda para alcançar em 2021. Por uma saúde física e mental mais fortalecidas, pelo ambiente social com pessoas que partilham dos mesmos gostos e num espaço onde se sintam bem e em segurança. Por isso, o slogan “Seja a sua prioridade” nunca fez tanto sentido, avança fonte oficial em comunicado de imprensa.

Porque é tempo de recuperar o caminho para as conquistas pessoais e colocar o “eu” em primeiro lugar. O Holmes Place oferece o valor da inscrição + 2 mensalidades para dar a oportunidade a quem não conhece os clubes de viver a experiência Holmes Place e poder contar com a ajuda dos seus profissionais.

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

Ministério da Justiça e Santa Casa criam Casa de Autonomia para jovens em reinserção

30 Março, 2021 by Titiana Barroso

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e o Ministério da Justiça formalizaram um acordo de cooperação que vai permitir a entrada em funcionamento de uma Casa de Autonomia em Lisboa, com capacidade para receber até oito jovens entre os 15 e os 18 anos.

A Casa de Autonomia entrará em funcionamento já em abril com o plano de formação específico da equipa técnica e receberá os primeiros jovens em reinserção em maio, em estreita cooperação com a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), entidade que articulará diretamente com a Misericórdia de Lisboa a gestão desta nova resposta social na cidade.

Trata-se de um projeto inovador que visa dar uma resposta social e pessoal, através da criação de condições de acolhimento numa casa de autonomia, dotada de um ambiente seguro e tranquilo, e acompanhada por técnicos especializados da Santa Casa. O objetivo desta casa é permitir proporcionar uma transição progressiva e sólida para a próxima etapa do plano de vida de jovens que procuram a reinserção na sociedade.

“As casas de autonomia podem ser uma peça profundamente transformadora na arquitetura da nossa instituição juvenil. […] A assinatura deste protocolo representa um avanço muito significativo na concretização do objetivo de uma transição gradual e um ajustamento destas jovens e destes jovens ao espaço comunitário em que posteriormente se vão inserir”, sublinhou a Ministra da Justiça, Francisca Van Dunem.

Também o provedor da Misericórdia de Lisboa, Edmundo Martinho, destacou a importância do projeto: “Para a Santa Casa este é um território novo, mas que dá continuidade àquilo que tem vindo a ser o nosso trabalho e a nossa preocupação na dimensão da proteção de crianças e jovens. […] Deixemos de aceitar que estes jovens fiquem entregues à sua sorte ou à sorte da vida e encontrem a estabilidade que lhes permita crescer. É esse o nosso compromisso principal e a nossa ambição.“

O objetivo desta parceria “é encontrar soluções de vida alternativas para estes jovens e que permitam o seu desenvolvimento harmonioso. Queremos ajudar estes jovens em percursos de vida sólidos ou consolidados, em percursos de desenvolvimento pessoal que os libertem de vidas, tantas vezes, vividas em circunstâncias tão difíceis”, finalizou.

Mais respostas

Além desta casa, a Misericórdia de Lisboa vai abrir um Apartamento de Autonomia Apoiada, com três vagas, para jovens com processo de promoção e proteção e provenientes de processos tutelares educativos. Ou seja, para jovens que após cumprirem a medida, se não se sentirem seguros para seguirem o seu caminho sozinhos, podem continuar a ter acompanhamento. Os dois novos equipamentos da Santa Casa estão reunidos no mesmo edifício.

De referir, ainda, a constituição de uma equipa móvel, que enquadrará as duas respostas anteriores, com capacidade para acompanhar jovens que tenham passado por centros educativos ou que tenham estado em supervisão intensiva e necessitem de apoio no final da mesma.

©SCML

Arquivado em:Notícias

7 Razões para investir na Gestão da Mudança

30 Março, 2021 by Titiana Barroso

A Gestão da Mudança é uma área em crescimento e que pode ter fortes impactos dentro do seu negócio, inclusive determinar se a organização falha ou prospera.

Mas como devem ser geridas as mudanças num ambiente organizacional e ao mesmo tempo garantir que estas transformações acontecem com qualidade, agilidade e resultados?

A mudança raramente se afigura confortável. Ela implica, geralmente, novos desafios e nem todos os colaboradores estão predispostos e recetivos a mudar. Por outro lado, vivemos uma época de mudanças rápidas e constantes, sendo essencial a capacidade de adaptação, de forma a evitar o risco de obsolescência do negócio.

Mas o que é a Gestão da Mudança?

A Gestão da Mudança é um tema amplo e aplica-se a todo o tipo de mudanças organizacionais. Alguns dos motivadores de mudança mais comuns são:

  • Crises (económicas, sociais…);
  • Mudanças dos hábitos dos consumidores;
  • Evoluções tecnológicas / Transformação Digital;
  • Revisões de processos;
  • Aquisições/ fusões/ reestruturações de empresas.

Todos têm uma característica em comum: envolvem pessoas e os seus paradigmas provocam mudanças no status quo e na maneira como as coisas são feitas, tirando as pessoas da sua zona de conforto.

As mudanças devem ser introduzidas nas organizações através de programas e projetos. Não existem projetos que não exijam mudanças e não existem mudanças que não devam ser estruturadas através de projetos.

E porque as mudanças mexem com pessoas, gerir a mudança é humanizá-la. É pensar o projeto no ponto de vista das pessoas envolvidas, para evitar que as resistências naturais afetem os objetivos planeados.

Porque devemos então investir na Gestão da Mudança?

Para uma organização que está a passar ou prepara-se para por uma série de mudanças, a Gestão de Mudança Organizacional apresenta-se como imprescindível, podendo marcar um diferencial positivo no momento atravessado pela empresa.

Apresentamos agora 7 razões para investir na Gestão da Mudança:

1- Implementar mudanças bem-sucedidas

Os dados e a experiência mostram que a implementação de boas práticas de Gestão da Mudança traz benefícios e resultados positivos bem como um maior sucesso em projetos e iniciativas críticas.

  • Permite às organizações entregar com eficácia os projetos em que estão a investir;
  • Maximiza o retorno sobre o investimento dos projetos;
  • Ajuda a alcançar os objetivos organizacionais delineados;
  • Acelera a implementação de novas iniciativas que podem trazer benefícios;
  • Ajuda a desenvolver projetos em toda a empresa com custos mais baixos e com maior eficiência;
  • Valor da mudança é maximizado;

2- Acompanhar a quantidade de mudanças que ocorrem no mercado

Dada a quantidade e a frequência de mudanças que ocorrem nas organizações e nos diversos mercados atualmente, acompanhar e estar atualizado é essencial para não ficar para trás. Isto porque:

  • A mudança é constante;
  • Velocidade e diversidade de mudanças exige a capacidade de as gerir de forma mais consistente;
  • Não se pode permitir que as mudanças afetem a eficácia da organização;
  • É essencial que os colaboradores que serão afetados pelas mudanças saibam que gestão e chefias estão conscientes e preparados para lidar com a mesma.

3- Evitar custos de mudanças mal geridas

A mudança é inevitável, e todas as organizações de uma forma ou de outra são obrigadas a mudar; daí a importância da Gestão da Mudança. Quando mal efetuadas/acompanhadas ou deixadas ao acaso, estas não geram resultados, criam stress e confusão na organização, levando a custos desnecessários e que podem ser irreparáveis. Deste modo, é necessário:

  • Impedir excesso de trabalho por parte dos colaboradores;
  • Eliminar complexidade e desperdício associados a uma prática de gestão da mudança incorreta ou pouco valorizada;
  • Evitar desperdício de tempo e dinheiro;

4- Ajuda a alinhar a prática organizacional aos valores organizacionais

Este caso é particularmente relevante para organizações que defendem a importância e o valor dos seus colaboradores. A gestão da mudança tem em conta que:

  • Os colaboradores da organização são o seu maior ativo. Sem eles a empresa não terá sucesso;
  • Uma organização alinhada com os seus valores e cultura por norma tem colaboradores com maiores níveis de felicidade e mais envolvidos, ajudando a melhorar a eficácia organizacional;
  • Deve existir preocupação com os colaboradores e com os clientes;

5- Preparar a organização para o futuro

Preparar o futuro é essencial para qualquer organização. No planeamento devem ser incluídas mudanças necessárias para que as organizações se mantenham competitivas e bem-sucedidas. A Gestão da Mudança é importante neste aspeto porque:

  • Ajuda a planear o sucesso da organização a médio-longo prazo evitando atraso em relação a outros concorrentes;
  • O crescimento e o sucesso futuro de uma empresa dependem também da capacidade dos colaboradores se adaptarem à volatilidade do mercado. Se estes estiverem informados e alinhados com o planeamento da organização o processo torna-se mais fácil;
  • Torna as empresas mais eficazes e com maior capacidade de resposta.

6- Criar consistência e eficiência na abordagem

As práticas de gestão da mudança dentro de uma organização podem ser mais eficazes quando há uma abordagem padrão em vigor. Quando se começa a ter maior prática na administração deste tipo de gestão, os resultados serão cada vez mais positivos:

  • Porque todos os membros da organização passam a falar “a mesma língua”;
  • Porque otimiza os recursos, existindo um conhecimento das melhores práticas para atingir os melhores resultados;
  • Porque é muito mais eficiente ter uma abordagem padrão que pode ser aplicada em toda a organização.

7- Construir os recursos internos necessários

A gestão da mudança tem de ser vista como uma capacidade organizacional essencial e uma competência individual para cada um dos colaboradores. A Gestão da Mudança deve tornar-se:

  • Uma capacidade da empresa;
  • Uma competência de todos, que capacita e melhora a produtividade e a satisfação pessoal.

Para concluir, é importante reter que as mudanças não funcionarão bem se não forem planeadas, testadas, controladas e muito bem documentadas. A Gestão da Mudança começa a desempenhar um papel relevante nas organizações que são cada vez mais obrigadas a mudar e se adaptar à realidade que o seu negócio exige para fazer face a novos desafios.

Muito importante é a consciência de que a Gestão da Mudança não é um fim mas um meio, que ajudará as organizações no caminho do sucesso, e não obstante o seu papel “invisível” poder ser muitas vezes negligenciado ou desvalorizado, as organizações não devem deixar de apostar nela e aproveitar todo o seu potencial.

Caso esta seja uma matéria que suscite o seu interesse pode saber mais através dos seguintes webcasts:

  • A relevância da Gestão da Mudança no contexto da transformação digital – como pode o HCMBOK® ser o seu guia prático
  • Change Management – O fator humano na transformação organizacional

Igualmente desta temática a GALILEU possui na sua oferta formativa o seguinte curso:

  • Gestão da Mudança: HCMBOK® Training & Certification Program

Arquivado em:Líder Corner, Notícias

A Jerónimo Martins declara-se ambiental e socialmente consciente

30 Março, 2021 by Titiana Barroso

Uma empresa só pode dizer-se responsável e boa cidadã se criar valor ambiental e social, além do financeiro. É este o caso.

As marcas da Jerónimo Martins demonstram ter consciência ambiental e social. Sendo um negócio essencialmente alimentar e dependente da natureza e do clima, a retalhista portuguesa sabe bem o quanto a sustentabilidade da sua atividade é influenciada pela Sustentabilidade Social e Ambiental.

Por isso, a estratégia de Responsabilidade Corporativa é transversal a todas as companhias e as suas inúmeras ações são regidas escrupulosamente por cinco pilares: promover a saúde pela alimentação; respeitar o ambiente; comprar com responsabilidade; apoiar as comunidades envolventes; e ser um empregador de referência.

«Todos pertencemos a uma mesma família humana (…), e precisamos de repensar a nossa relação com a Natureza, com o ambiente, com a nossa própria alimentação e estilo de vida se quisermos sobreviver enquanto espécie», observa Sara Miranda, a Diretora de Comunicação e Responsabilidade Corporativas do Grupo Jerónimo Martins, ciente de que estas matérias se tornam hoje ainda mais prementes.

Neste domínio, a JM tem métricas bem delineadas e conducentes a uma atuação sincronizada e que tem tido consequências positivas para o equilíbrio entre a prosperidade económica, a preservação ambiental e o respeito por colaboradores, clientes e comunidades nos três países onde tem operações: Portugal, Polónia e Colômbia. «Este rigor e esta transparência com que comunicamos objetivos e o progresso que fazemos na sua concretização têm certamente contribuído de forma decisiva para a inclusão de Jerónimo Martins nos mais relevantes índices de ESG do mundo», explica-nos Sara Miranda.

E não é para menos, com quase 230 anos de existência, há muito que a JM sabe o que anda a fazer. Em conversa com a Líder, Sara partilha ainda que todas as prioridades nesta década estarão centradas na concretização da estratégia europeia “Do prado ao prato” e em dar passos decisivos para tornar realidade a visão de uma Europa neutra em carbono em 2050.

Como é que conseguimos sacudir consciências coletivas e predispor-nos a fazer alguns sacrifícios no presente a fim de evitar cataclismos naturais?
Essa questão torna-se ainda mais premente no momento que vivemos. Esta crise pandémica tornou evidente que todos pertencemos a uma mesma família humana, que nada pode ser dado como adquirido, e que precisamos de repensar a nossa relação com a Natureza, com o ambiente, com a nossa própria alimentação e estilo de vida se quisermos sobreviver enquanto espécie.
Estamos perante uma oportunidade única de tentar fazer as coisas de forma diferente, de procurar reduzir a nossa pegada, de preferir marcas e produtos que demonstrem ter consciência ambiental e social, de exercer o nosso poder enquanto consumidores, de sermos cidadãos mais ativos e de influenciarmos os que nos estão próximos. Isso passa por promovermos, por exemplo, o aumento da produção nacional e das compras de produtos locais, por incentivarmos a agricultura sustentável, por aumentarmos a reutilização e a reciclagem, por combatermos o desperdício alimentar ou por adotarmos dietas e hábitos de vida mais saudáveis, como a Dieta Mediterrânica, que é anti-inflamatória.
Ao mesmo tempo, temos todos que agir perante enormes desafios, como a proteção da água e da qualidade do ar enquanto os nossos recursos mais estratégicos; a luta contra a desflorestação e a poluição por plástico, entre tantos outros. Concretizar a visão de uma economia neutra em carbono é extremamente exigente. Se, em face desta Pandemia que ataca as vias respiratórias, não formos capazes de compreender a importância crucial de termos um ar limpo e respirável – e como isso depende de florestas sustentáveis e de oceanos com biodiversidade – então teremos perdido a oportunidade de nos salvarmos no longo prazo.

As empresas desempenham um papel crítico para ajudar a alcançar os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Qual é o compromisso da sua empresa perante os ODS?
Somos uma empresa que conta quase 230 anos de existência, o que, por si só, é bem demonstrativo da nossa preocupação ao longo de décadas em equilibrar a obtenção de resultados no curto prazo com a salvaguarda da capacidade de continuar a operar e a gerar valor no longo prazo.
Estamos comprometidos com a visão partilhada para a Humanidade que os ODS, definidos pelas Nações Unidas, consubstanciam e procuramos  contribuir para a sua concretização através da implementação da nossa estratégia de Responsabilidade Corporativa, transversal a todas as Companhias do Grupo e estruturada em torno de cinco pilares de atuação: Promover a Saúde pela Alimentação; Respeitar o Ambiente; Comprar com Responsabilidade; Apoiar as Comunidades Envolventes; e Ser um Empregador de Referência.
Sendo um negócio essencialmente alimentar e, por isso mesmo, bastante dependente da Natureza e do Clima, sabemos bem o quanto a Sustentabilidade da nossa atividade é influenciada pela Sustentabilidade Social e Ambiental. Por outro lado, mantemos um diálogo muito ativo e regular com todas as partes interessadas na nossa atividade e procuramos refletir nas nossas escolhas e definição de prioridades também as necessidades e expectativas dos nossos stakeholders internos e externos.

A Ação Climática é assim uma prioridade?
Absolutamente. De acordo com o Score Report do CDP Climate Change 2020, obtivemos o nível A – (Liderança), o que é mais elevado do que a média regional da Europa de C, e mais elevado do que a média do setor do Retalho de conveniência de C.  No âmbito do compromisso de Respeitar o Ambiente, temos identificadas três áreas de atuação prioritárias: combater as alterações climáticas, preservar a biodiversidade (na terra e no mar) e gerir os resíduos de forma responsável.
A ação climática implica esforços multidimensionais, passando, desde logo, pelo tema energético – em Portugal, todas as nossas companhias consomem apenas energia de fontes renováveis -, pelo tipo de gases de refrigeração que utilizamos nas nossas cadeias de frio, pelo transporte de mercadorias, pelo combate à desflorestação – Jerónimo Martins é o único retalhista alimentar no mundo reconhecido pelo CDP como estando no patamar de liderança na gestão de todas as commodities relacionadas com o risco de desflorestação (óleo de palma, soja, carne bovina e madeira ) – e pela defesa dos oceanos, designadamente combatendo a poluição por plástico. Também quando combatemos o desperdício alimentar, quando promovemos a utilização racional e eficiência de materiais, privilegiando os que são recicláveis, ou quando nos esforçamos por encaminhar os resíduos para valorização em vez de os enviar para aterro, por exemplo, estamos a agir climaticamente.

Quais são as ambições em concreto? E qual a estratégia para as alcançar?
Em cada um dos cinco pilares de Responsabilidade Corporativa, temos identificados objetivos concretos com métricas bem definidas. Estes objetivos são públicos, podem ser consultados no website corporativo a qualquer momento e conduzem a nossa atuação em períodos de três anos. Este rigor e esta transparência com que comunicamos objetivos e o progresso que fazemos na sua concretização têm certamente contribuído de forma decisiva para a inclusão de Jerónimo Martins nos mais relevantes índices de ESG do mundo. A estratégia do Grupo para alcançar os objetivos identificados passa pela atuação consistente das suas várias companhias nos cinco pilares de atuação, seguindo boas práticas de gestão, que têm tido consequências positivas para o equilíbrio desejável e necessário entre a prosperidade económica, a preservação ambiental e o respeito por colaboradores, clientes e comunidades. Acima de tudo, trata-se de uma filosofia de gestão e de decisões que são tomadas pelos negócios no dia-a-dia, ao longo de toda a cadeia de valor, e que têm vindo a ser reconhecidas internacionalmente com a inclusão em mais de 90 índices de Sustentabilidade (incluindo os específicos), entre os quais o Eurozone 120 e Europe 120, ambos da Euronext Vigeo-Eiris, ou os FTSE4Good Global e Europe Indexes. Foi com imensa satisfação que vimos este último colocar-nos no percentil 98, em dezembro de 2020. Em janeiro, foram publicados os resultados da avaliação do Carbon Disclosure Project (CDP) 2020 que consolidam a posição de Jerónimo Martins num patamar de liderança do setor do Retalho Alimentar no combate às alterações climáticas e à desflorestação. De acordo com estes resultados, o Grupo mantém-se como o único retalhista alimentar a nível mundial a obter um nível de liderança (A-) em todas as commodities associadas ao risco de desflorestação (óleo de palma, papel e madeira, carne de bovino e soja).
Estes índices identificam as empresas que melhor gerem os riscos ESG e são utilizados, por exemplo, em produtos de investimento estruturados e como benchmark. Estas inclusões resultam do reconhecimento dos compromissos, ações e resultados do Grupo na condução responsável e sustentável dos seus negócios.

Vai ser necessário reinventar modelos de negócios?
No caso do Grupo Jerónimo Martins, temos procurado ao longo dos anos ir orientando a nossa atuação por valores fundamentais, entre os quais o respeito pelas pessoas e pelo Planeta assumem lugar de destaque. É neste âmbito que há mais de uma década iniciámos, por exemplo, o projeto de eco-design de embalagens para melhorar o perfil de eco-eficiência do packaging. Através deste programa, estamos permanentemente a intervir sobre o packaging dos produtos de Marca Própria no sentido de reduzir a utilização de materiais, aumentar a sua reciclabilidade, incorporar materiais reciclados. Outro exemplo que posso dar é o nosso programa de reformulações nutricionais que, desde há mais de 10 anos, vai retirando das fórmulas dos produtos de Marca Própria os ingredientes associados ao desenvolvimento de doenças (sal, gordura e açúcar). É verdade que a exigência dos desafios que se nos colocam obriga a que haja sempre novas alterações a fazer, mas, mais do que em revoluções ou disrupções, acreditamos na evolução e no autoaperfeiçoamento contínuos.

Que métricas já foram alcançadas?
São muitas. Dou dois exemplos de métricas e da importância que damos à avaliação do impacto das nossas iniciativas, em duas áreas que nos dizem muito, pela natureza do nosso negócio, e nas quais temos estado sempre na dianteira, tanto a nível nacional como global: o desperdício alimentar e a redução do uso de plástico.
Fomos o primeiro retalhista alimentar em Portugal a calcular, divulgar e certificar de forma independente a pegada de desperdício alimentar. Em linha com o objetivo 12.3 dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, temos a meta de alcançar até 2030 a redução para metade do desperdício alimentar que geramos. Entre 2015 e 2020, nos três países em que estamos presentes (Portugal, Polónia e Colômbia), doámos cerca de 77 mil toneladas de alimentos que chegaram a milhares de pessoas carenciadas e aproveitámos mais de 102 mil toneladas de fruta e vegetais “feios” para as sopas produzidas nas nossas cozinhas, para os produtos de 4ª gama (embalagens de lavados e preparados para sopas e saldas), e também, para outros produtos destinados ao canal Horeca (através da nossa cadeia grossista Recheio).
Fomos, igualmente, o primeiro retalhista em Portugal – e dos primeiros à escala global – a quantificar, verificar externamente e divulgar a pegada de plástico em embalagens de marca própria e noutros plásticos de utilização única. Entre 2011 e 2020, o nosso programa de ecodesign já tinha permitido evitar a utilização de cerca de 27 500 toneladas de materiais.

Como surge esta necessidade de colocar a Sustentabilidade no centro das prioridades da empresa?
Resulta de acreditarmos firmemente que as responsabilidades dos negócios não se esgotam na sua própria prosperidade e na produção de lucros, e que uma empresa só pode dizer-se responsável e boa cidadã se, para além de valor financeiro, criar também valor ambiental e social, no curto, no médio e no longo prazos. Só com esta atuação é que uma marca pode ambicionar viver 229 anos, como é o caso de Jerónimo Martins.

Foi criado algum departamento ou grupo de trabalho que se dedique à Sustentabilidade?
A Direcção de Comunicação e Responsabilidade Corporativas integra equipas dedicadas à coordenação das políticas e práticas de sustentabilidade e ao ambiente nos três países onde temos operações. As companhias têm também equipas operacionais que acompanham a implementação das medidas que se inscrevem nos cinco pilares de Responsabilidade Corporativa. Em rigor, todas as áreas contribuem para os resultados do nosso desempenho em Sustentabilidade: da área Comercial à de Qualidade, das Operações ao Marketing, passando pelos Recursos Humanos, o Ambiente, a Comunicação.

E quais são as prioridades desta área?
Dada a natureza alimentar da nossa atividade e o facto de os nossos dois principais palcos de operações se situarem em território europeu, todas as nossas prioridades nesta década que agora começou estarão centradas na concretização da estratégia europeia “Do prado ao prato” e em dar passos decisivos com vista a contribuir para tornar realidade a visão de a Europa ser o primeiro continente neutro em carbono em 2050.

Quais têm sido as vossas contribuições para o progresso dos clientes nesta matéria?
Desde há muitos anos que procuramos promover a alimentação saudável daqueles que escolhem as nossas lojas para fazer as suas compras. Desde logo cuidando da integridade e qualidade dos ingredientes que utilizamos no fabrico dos nossos produtos, assim como dos processos, e também educando para escolhas mais informadas, o que passa pelos esforços que colocamos na rotulagem correta e completa dos produtos de marca própria e pela tradição de partilha de receitas, que é um património inquestionável do Pingo Doce.
Além disso, através de programas como o “Amar o Mar”, promovemos a limpeza das praias e o combate à poluição por plástico, da mesma forma que orientamos ações de marketing para a sensibilização, nomeadamente das crianças, para a preservação do Ambiente. As campanhas dos Super Animais e do Bando do Bosque são apenas dois exemplos do que o Pingo Doce – que é o Patrocinador Oficial do Oceanário desde a criação deste – tem feito nesta área, a que juntaria ainda o facto de Jerónimo Martins ser Parceiro de Sustentabilidade da Liga Meo Surf.
Destaco ainda o investimento que temos realizado na divulgação de conhecimento e informação sobre sustentabilidade nos canais de comunicação tradicionais e também nas principais redes sociais onde as nossas companhias têm presença.
Há um pouco mais de um ano, lançámos também o Be The Story, um site de storytelling focado em temas de sustentabilidade.

Pode partilhar algumas recomendações para tornar as empresas e os negócios sustentáveis?
É importante ter presente que a reputação e a sobrevivência das empresas no século XXI não são apenas determinadas por uma lógica de mercado, mas também pela aceitação social que conseguem merecer. Num mundo cada vez mais globalizado, ninguém – sejam governos, empresas ou cidadãos – está dispensado de contribuir para o desenvolvimento do Bem Comum e para os combates que nos convocam a todos.
A definição de objetivos claros, mensuráveis e ambiciosos, que estejam intimamente ligados à natureza do negócio, é fundamental para que as empresas consigam melhorar as suas práticas, mitigar os impactos negativos das suas atividades e alcançar as metas a que se propõem nas diversas dimensões. O importante é começar e nunca desistir de avançar no caminho.

Por TitiAna Amorim Barroso

Arquivado em:Radar Sustentabilidade

O que está errado na forma como trabalhamos?

30 Março, 2021 by Titiana Barroso

Da terra do sonho americano chegam histórias de prosperidade e avanço, aliados à alta tecnologia e pesquisa que em muito contribuem para a evolução e desenvolvimento da humanidade. Mas existe também um lado oculto, com histórias dos trabalhadores em áreas de pouca especialização (comércio, retalho, serviços) cujas vidas extremamente precárias, sem apoio ou qualquer tipo de reconhecimento, têm por vezes um desfecho menos feliz.

No verão de 2014, Maria Fernandes, 32 anos, filha de emigrantes portugueses, morreu enquanto dormia dentro do seu carro, vítima da inalação de gases tóxicos. A portuguesa, já nascida nos EUA, tinha três empregos no Dunkin’Donuts em New Jersey, e descansava no carro entre turnos.

O caso de Maria Fernandes foi retratado na altura como “a cara da recessão” e a autora Jill Lepore, agora reata a história da emigrante portuguesa e lança a questão, num artigo publicado na revista New Yorker, sobre o que está de errado na forma como se trabalha.

A terra prometida

Desde o ano 2014 até hoje, já por várias vezes foi tentada a introdução de um projeto de lei, o Schedules That Work Act, que exige que as empresas avisem os funcionários sobre as mudanças nas programações de turnos com pelo menos duas semanas de antecedência e que os impede da demissão de funcionários por solicitar horários regulares. O projeto nunca foi aprovado nem sequer colocado para votação.

A semana passada rebentou o escândalo, quando os funcionários do Banco Goldman Sachs, afirmaram trabalhar no seu primeiro ano de contrato, uma média de 95 horas por semana, dormindo cerca de cinco horas por dia. No relatório apresentado em fevereiro deste ano, pedem para “só” trabalhar 80 horas semanais (16 horas por dia) e afirmam que a sua saúde física e mental diminuiu drasticamente: 77% diz ter sido “vítima de assédio profissional”.

É na América que existem as mais longas semanas de trabalho, chegando às 50 horas, com a maioria dos empregos do tipo temporário, cujos horários de trabalho são definidos por algoritmos para maximizar os lucros, reduzindo as quebras e pausas. Uma lição que o Japão aprendeu, quando nos anos 70 se morria por “excesso de trabalho”, estando agora bem longe do que se passa do outro lado do planisfério.

Em Portugal, segundo dados da base estatística PORDATA, a duração média semanal de trabalho efetivo da população empregada é de 31 horas, em 2020, em oposição a 39 horas em 1983. Em comparação com outros países, os americanos têm menos férias remuneradas, sem garantias de licença maternidade ou direito legal a baixa médica. Enquanto isso, nas palavras da autora, “somos ensinados a amar o trabalho e a nele encontrar um significado, como se o trabalho fosse uma família ou uma religião”.

Trabalhar com sentido

Vozes levantam-se e alguns contestam o mito do amor pelo trabalho. Argumenta-se que o trabalho não retribui o que uma pessoa nele investe – horas do dia, dedicação, entrega. A ideia de que o trabalho não deveria existir apenas pela compensação económica nasceu nos anos 70. A satisfação com o trabalho, passaria então por metas menos tangíveis como encontrar um propósito para a vida e daí obter motivação e sentido.

A frase de Confúcio, “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”, teve furor nos anos 80 e 90, juntamente com a figura do estágio não renumerado, a quebra dos sindicatos e campanhas de redução de impostos sobre ganhos de capital. Em 2005, Steve Jobs afirmava “A única maneira de fazer um trabalho excecional é gostar do que se faz”.

Nos Estados Unidos e no Reino Unido, o movimento trabalhista cresceu em força em finais do século XIX culminando com Henry Ford a implementar a jornada de oito horas e uma semana de trabalho de cinco dias, em troca de maior produtividade e menos rotatividade. A média de horas semanais dos trabalhadores assalariados caiu entre 1930 a 1970, mas, nas últimas décadas, muitos trabalhadores têm lutado por mais.

Encontrar um significado no trabalho, e gostar do que se faz, não é tão errado assim. Questões como a cultura que se encontra no local de trabalho, a oportunidade de sair de casa, a sensação de fazer algo e do respetivo sentido de realização, são evidentes. E muitos revelam o orgulho que têm no que fazem ou criam, especialmente se as suas profissões estiverem relacionadas com um determinado talento.

De volta aos EUA nos anos 80 e 90, essa foi uma época que correspondeu a um declínio nas principais conquistas do movimento trabalhista (8 horas por dia e assistência médica) e perda de adesão aos sindicatos – em 1983, um em cada cinco trabalhadores pertencia a um sindicato; em 2019, apenas um em cada dez o fazia.

As desigualdades da distribuição salarial também foram aumentando, nos anos 60 um CEO ganhava em media mais 20 vezes do que um trabalhador médio, em 2015 essa diferença é 200 vezes maior.

Maria Fernandes trabalhava mais de oitenta horas por semana e ganhava menos de quarenta mil dólares por ano. A sua família regressou a Portugal quando ela tinha onze anos, mas aos 18 ela voltou aos Estados Unidos. Queria ser atriz, comissária de bordo ou esteticista.

Arquivado em:Artigos, Leading People

Está na hora de saber gerir a energia e não o tempo

30 Março, 2021 by Titiana Barroso

Doze a quatorze horas por dia no escritório, má qualidade de sono, estar ausente dos programas familiares, falta de exercício físico – características comuns a um grande número de gestores que vão dando cada vez mais horas do seu dia ao trabalho, mas não por isso se sentem “retribuídos”.

O desgaste físico, mental e emocional, leva a situações de burnout e traz custos tanto para as organizações como para os trabalhadores. O tempo é um recurso finito mas a energia é algo diferente. A estamina é o vigor ou a capacidade de resistência física e/ou mental do ser humano ou outro animal. O que alimenta a capacidade de trabalho é a energia e ela regenera-se e recupera ciclicamente e consistentemente. Existem quatro fontes de energia – física/corpo, emoções, mente e espírito – e cada uma pode ser sistematicamente expandida e renovada.

Pausas intermitentes
Já ouviu falar em ciclos ultradianos? Todos temos e ocorrem entre 90 e 120 minutos, após o qual a nossa mente e corpo dá sinais de que precisa de descansar e mudar a atividade. A concentração cai, a capacidade de produtividade diminui e a mente parece divagar. Os sinais passam por inquietação física, bocejos, fome e dificuldade de concentração, mas na verdade são ignorados e a pessoa continua a trabalhar. A consequência leva a fadiga, stress e outros sintomas físicos e psicossomáticos.
Segundo um artigo publicado na Harvard Business Review, sabe-se que seguindo estes ritmos do corpo, fazendo pausas intermitentes é possível a restaurar a energia física.

Mudança de paradigma
Para que este processo de energização das pessoas aconteça, as organizações têm de mudar – o ênfase da sua ação não será obter o máximo de cada colaborador, mas sim investir nele para que se sinta motivado e traga mais de si próprio para o local de trabalho. Para que essa recarga de energia aconteça, é preciso primeiro reconhecer o custo dos comportamentos que a esgotam para depois assumir a responsabilidade de os mudar.
Tudo parte dos rituais que caracterizam um dia de trabalho, e na sua mudança: passar a deitar-se mais cedo; participar no pequeno-almoço em família; fazer pausas durante a manhã e tarde, e não passar a hora de almoço à secretária, são algumas das regras para que as baterias estejam a (quase) 100%.

Ensaios sobre a energia
Num estudo levado a cabo pela consultora The Energy Project, com o Banco Whachovia, é demonstrado como a introdução de rituais e mudanças de comportamento nos dias de trabalho, restaura a energia e contribui para uma sensação de bem-estar. Em 2006, foi conduzido um programa piloto de gestão num grupo de 106 funcionários, com estratégias específicas para fortalecer uma das quatro principais dimensões da energia. Após isso, foi feita uma comparação relativamente a um grupo de controlo, numa série de métricas financeiras, nomeadamente ao valor dos empréstimos que cada grupo foi capaz de gerar. Os resultados do grupo de estudo superaram os do grupo de controlo, além de relatarem melhorias substanciais nos relacionamentos com os clientes, envolvimento com o trabalho e satisfação pessoal.

O corpo
Não é novidade que uma má alimentação, falta de sono, descanso e exercício físico, diminui os níveis básicos de energia, a capacidade de lidar com as emoções e o foco da nossa atenção. Todos sabemos que é mau, mas mudar é difícil. Não tomar o pequeno-almoço parece básico, mas para muitos não é. Almoçar sem ser à secretária, fazer pausas ao longo do dia – saindo sempre do lugar, como ir falar com um colega ou dar uma volta, respeitando as quebras dos ciclos ultradianos, é fundamental para regenerar a energia física.

As emoções
Ao controlar as emoções, melhora-se a qualidade da sua energia, independentemente das pressões externas que possam enfrentar. Quando se sente uma energia positiva, a tendência é ter um melhor desempenho. Contudo, sem momentos de pausa e recuperação intermitente, não somos fisiologicamente capazes de manter emoções positivas por longos períodos de tempo, acabando por cair em emoções negativas como irritabilidade e impaciência.
Um ritual simples, mas poderoso, para desarmar as emoções negativas é a respiração abdominal profunda. Expirar lentamente por cinco ou seis segundos induz o relaxamento e recuperação. Outro comportamento que alimenta emoções positivas é expressar gratidão aos outros, uma prática que parece ser tão benéfica para quem dá quanto para quem recebe. Mudar a maneira como olhamos para os acontecimentos da nossa vida, em momentos de contrariedade, não assumindo o papel de vítima nem culpando os outros pelos problemas, é outro grande passo no caminho da energia positiva.

A mente
Multitasking parece ser uma habilidade nos dias que correm, mas na verdade ela prejudica a produtividade. Uma mudança temporária na atenção de uma tarefa para outra – parar para responder a um email ou atender um telefonema – aumenta em 25% a quantidade de tempo necessária para terminar a tarefa principal. Mais uma vez, utilize os ciclos ultradianos e concentre-se totalmente numa tarefa por 90 a 120 minutos, fazendo depois uma pausa e, em seguida, concentre-se totalmente na próxima atividade. Segundo o estudo apresentado, vai-se tornar num “atleta” nos “sprints ultradianos”.

O espírito humano: energia e propósito
Ao realizar um trabalho que seja consistente com o que as pessoas valorizam e lhes dá um sentido de propósito, a energia do espírito está em alta e as pessoas são capazes de se concentrar melhor e demonstrar mais perseverança. Contudo, as exigências e o ritmo de trabalho acelerado da maioria das organizações não deixam muito tempo para que uma pessoa sinta um significado no trabalho que faz.
Para ter acesso a essa fonte de energia, é necessário esclarecer prioridades e rituais de acompanhamento em três áreas: fazer no trabalho o que se faz de melhor e mais se gosta; alocar conscientemente tempo e energia para diferentes áreas da vida – trabalho, família, saúde, serviço aos outros; e, nos comportamentos diários, viver de acordo com os valores essenciais de cada um.

Quando as organizações investem nas várias dimensões da vida dos seus funcionários, as pessoas respondem trazendo toda a sua energia para o trabalho – e ambos, empresas e funcionários, crescem em valor.

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