Além da aceleração e do exponencial, o contexto atual tem trazido novos desafios. 2024 tem sido marcado por conflitos à escala mundial, eleições conturbadas, e os efeitos da reversão da pirâmide etária já se fazem sentir na longevidade das carreiras. Esta realidade obriga as organizações e as lideranças a usarem estratégias diferentes para lidarem com […]
Além da aceleração e do exponencial, o contexto atual tem trazido novos desafios. 2024 tem sido marcado por conflitos à escala mundial, eleições conturbadas, e os efeitos da reversão da pirâmide etária já se fazem sentir na longevidade das carreiras. Esta realidade obriga as organizações e as lideranças a usarem estratégias diferentes para lidarem com a incerteza.
Estas mudanças refletem-se na escolha da palavra do ano pelo Dicionário de Cambridge: “Hallucinate”. Está muito ligada à IA, porque se percebeu que pode levar a respostas mais estruturadas em ferramentas como o Chat GPT. No entanto, o termo pode também qualificar a incerteza atual, que traz questões como o burnout e a saúde mental.
Vivemos num paradoxo: quanto mais instável o contexto, maior a necessidade de segurança e estabilidade. Neste sentido, é curioso notar que a cor do ano, definida pela Pantone – o Peach Fuzz –, inspira precisamente suavidade, generosidade e positividade.
À primeira vista, pode parecer que estas duas escolhas pouco têm que ver com a realidade organizacional, mas estão intimamente relacionadas. O Mundo “alucinado” em que vivemos está a produzir organizações em never ending change, aumentando a ansiedade e o desequilíbrio. Para balançar, procuram-se cada vez mais líderes positivos, confiáveis, que sejam um “porto-seguro” na organização, criem segurança psicológica, tenham autoconhecimento e alavanquem o potencial das suas equipas. Líderes com flexibilidade para aprender e desenvolver novas competências constantemente – chamemos-lhes Infinite Learning Leaders.
Além das chefias, os restantes membros da organização devem focar-se também na aprendizagem infinita para permanecerem empregáveis ao longo da vida. É necessário estar sempre a aprender e a reaprender.
Em linha com estas necessidades, a Nova SBE Executive Education reformulou o portefólio sob um novo mote – Infinite Learning –, uma aprendizagem além dos limites do convencional, assente em três pilares:
- Flexibilidade: é importante ir além da formação de base e encontrar programas e formatos que complementem cada um. Os participantes podem escolher entre programas intensivos (normalmente curtos), mais longos (como Pós-graduações e Mestrados Executivos) ou apenas módulos de programas que façam sentido nas suas jornadas. Podem optar pelo horário, o local e a forma como aprendem.
- Aplicabilidade: é essencial conseguir aplicar os conhecimentos, para isso contribuem novas metodologias, que incluem o uso de problem-based learning, e a criação de programas avançados, adaptados à realidade concreta dos participantes.
- Inovação: mudar implica inovar; o novo portefólio está adaptado às “ever changing organizations” e aos maiores desafios da atualidade, aumentando a oferta de formação em tecnologia e inovação, incluíndo uma gama de programas focada em IA.


