Atualmente com 1.400 colaboradores em Portugal, a Microsoft está a recrutar 218 profissionais nas mais variadas áreas tecnológicas e a meta de chegar aos 1.500 funcionários em 2022 será ultrapassada. O crescimento da empresa e a aposta no mercado português, para além das suas prioridades estratégicas, serviram de pano de fundo para um encontro virtual […]
Atualmente com 1.400 colaboradores em Portugal, a Microsoft está a recrutar 218 profissionais nas mais variadas áreas tecnológicas e a meta de chegar aos 1.500 funcionários em 2022 será ultrapassada. O crescimento da empresa e a aposta no mercado português, para além das suas prioridades estratégicas, serviram de pano de fundo para um encontro virtual com Paula Panarra, Directora Geral da Microsoft Portugal.
Desde o início da Pandemia, em março de 2020, a Microsoft recrutou em Portugal 440 pessoas, o que segundo Paula Panarra é “um indicador muito positivo em relação à necessidade destas competências mas também à capacidade de as captar e manter no nosso país”.
Este crescimento tem trazido alguns desafios ao nível da disponibilidade de talento, quando já se sabe que muito rapidamente as necessidades de competências tecnológicas vão ser superiores à oferta, e “hoje já assistimos a essa tensão”, refere a responsável. A Microsoft vai continuar a apostar no país e isso implica a procura de alternativas, sendo que neste momento já 20% dos colaboradores da empresa são internacionais que vieram trabalhar para Portugal. Alinhado com o objetivo de descentralização de talento, a Microsoft irá dar início no próximo dia 28 de setembro a um programa para acelerar a transformação digital de startups do interior do país e ilhas, em parceria com o Ministério da Economia e da Transição Digital, StartUP Portugal e Beta-i.
Destaque para a temática da Diversidade e Inclusão, com o recente grupo de trabalho “Disability at Microsoft” que pretende posicionar a empresa como uma referência na inclusão de pessoas com deficiência. O que segundo Paula Panarra “é um sinal da evolução da tecnologia para interações cada vez mais naturais e para o desenvolvimento de ferramentas de fácil utilização que permite a qualquer um criar conteúdos mais inclusivos e que pessoas com deficiência sejam incluídas e totalmente produtivas nos locais de trabalho”.
O objetivo deste grupo é não só a sensibilização para o tema mas também criar impacto, dando como exemplo a formação para aprender a desenvolver power points inclusivos que possam ser lidos e interpretados por quem utiliza aplicações para invisuais, legendagem automática ou a possibilidade de fazer a tradução texto para voz. “O nosso objetivo é chegar a 2% da força de trabalho de pessoas com deficiência até 2023”, afirmou Paula Panarra.


