Foi apresentada a 3ª Edição do Projeto Promova, uma iniciativa da CIP, que visa promover a igualdade de género no acesso a altos cargos de direção em organizações privadas. Dados referentes a março de 2022, e de acordo com a análise da Informa D&B, as mulheres ocupam apenas 28% dos cargos de direção em Portugal. […]
Foi apresentada a 3ª Edição do Projeto Promova, uma iniciativa da CIP, que visa promover a igualdade de género no acesso a altos cargos de direção em organizações privadas. Dados referentes a março de 2022, e de acordo com a análise da Informa D&B, as mulheres ocupam apenas 28% dos cargos de direção em Portugal.
Para esta nova edição foram selecionadas 35 mulheres, entre 47 candidatas, que irão desenvolver um plano individual com vista à realização de metas profissionais, incentivando a sua transição para funções de direção e administração. Para isso, cada participante terá um programa formativo de 12 dias de formação ao longo de sete meses, repartidos por módulos de coaching e de mentoria cruzada, personalizados.
Isabel Barros, vice-presidente da CIP, referiu que a “participação no Projeto Promova conta com 97 mulheres (em três edições) de 41 empresas, com taxas de progressão de carreira, na 1ª edição, de 46% e, na 2ª edição, que ainda não terminou, uma taxa de progressão de 40%.”

Com o objetivo de identificar e desenvolver talentos femininos com potencial de liderança e fomentar a sua promoção a funções de gestão de topo das empresas, o projeto contribui para a diminuição do gap da igualdade de género.
“Portugal já percorreu um grande caminho na diminuição da disparidade entre homens e mulheres tanto no emprego como na educação. No entanto é preciso ir ainda mais rápido. A pandemia voltou a revelar fragilidades e a aumentar as desigualdades – os 100 anos que nos faltavam para atingir a igualdade, são agora 130.”, refere a profissional.
Segundo Isabel Barros, “o Promova é mais do que um projeto de formação executiva, é um projeto de desenvolvimento pessoal que tem em vista a promoção do mérito e da excelência feminina”, conclui.


