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Home Opinião Oxalá Mearsheimer não tenha razão! (3)

Opinião

Oxalá Mearsheimer não tenha razão! (3)

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20 Janeiro, 2023 | 7 minutos de leitura

Sinopse John J. Mearsheimer, professor da Universidade de Chicago, é uma das maiores referências atuais dos estudos sobre relações internacionais. Em 2014, ele tomou a iniciativa de explicar que o alargamento da NATO à Ucrânia teria como consequência uma invasão russa e uma tremenda destruição daquele país e do seu povo. Assim sucedeu, oito anos […]

Sinopse

John J. Mearsheimer, professor da Universidade de Chicago, é uma das maiores referências atuais dos estudos sobre relações internacionais. Em 2014, ele tomou a iniciativa de explicar que o alargamento da NATO à Ucrânia teria como consequência uma invasão russa e uma tremenda destruição daquele país e do seu povo. Assim sucedeu, oito anos depois. Eis porque é importante conhecer esta figura e a sua obra.

 

Com os russos a invadirem a Geórgia, em 2008, e a anexarem a Crimeia, iniciando a guerra no Donbas, em 2014, a Foreign Affairs, pelos finais desse ano, publicava «Why the Ukraine Crisis is the West’s fault» e, no ano seguinte, Mearsheimer iria ao UnCommon Core da Universidade de Chicago, um fim de semana com alumni, para troca de ideias, performar a sua lecture The causes and consequences of the Ukraine crisis. Adiantemos que ela saltou para o YouTube e vai (neste dia em que vos escrevo) nas 28 521 168 visualizações.

«Grande parte da responsabilidade pela crise na Ucrânia pertence aos Estados Unidos e aos seus aliados europeus» – começa logo assim «Why the Ukraine Crisis is the West’s fault». Depois, desfia o mais lídimo olhar do realismo ofensivo: ofensivo por parte da NATO (com os europeus pela trela), por persistir em expandir-se para tais paragens; ofensivo por parte da Rússia, por não abdicar de controlar zonas (e países) que considera essenciais para a sua proteção, como foi deixando claro, mesmo antes de Bucareste. Avisou Mearsheimer, logo naquele ano: «O triplo pacote de políticas do Ocidente – alargamento da NATO, expansão da EU e promoção da democracia – deitou gasolina para uma fogueira prestes a arder.»

Perante boutades como as de Anders Fogh Rasmussen, o secretário-geral da Organização, de que «nenhum país terceiro poderá ter poder de veto no alargamento da NATO», conviria pedir a Herr Rasmussen que perguntasse aos norte-americanos o que fariam perante uma instalação militar russa ou chinesa no Canadá ou no México (já para nem falar na aventada presença chinesa na nossa açoriana ilha Terceira, esboçada por António Costa, em 2016)! Só por piada, não? Faça favor de ir estudar o velho James Monroe, de 1823, proclamando os seus USA como «protector do hemisfério ocidental» e proibindo os países europeus de colonizarem mais territórios das Américas – a doutrinazinha que passaria a inspirar sistematicamente os States, para mais com uma noção sempre elástica de que Américas são onde eles quiserem… Pois bem (mal), piadas à parte, agora, na Ucrânia era desgraçadamente a sério. A Rússia, como todos os grandes poderes (mesmo que abalado como está), boa discípula de Monroe traduzido para cirílico, também entendeu que ter a NATO no seu ventre é inaceitável e fez o que os USA fariam naqueles casos. Óbvio.

Se ainda não tinham percebido, é a isto que se chama realismo ofensivo. Depois, claro, o inevitável retraimento da NATO e da EU em se apresentarem em força na frente de batalha e a inevitável destruição da Ucrânia e de inúmeros ucranianos como infelizes certezas. Eis a questão. Eis o que se iria passar. Eis o que se passou.

Logo em 2014, Mearsheimer também não deixou de recomendar que «o objectivo deveria ser uma Ucrânia soberana, que não caísse nem na esfera da Rússia, nem na do Ocidente», sendo que este tinha a obrigação, não de andar a atear alargamentos da NATO, mas de promover um plano de ajuda ao país, custeado pela EU, pelo Fundo Monetário Internacional, pela Rússia e pelos USA» – «proposta que Moscovo deveria acolher» (eis o homem de Chicago com seu toque romântico!), «dado o seu interesse em ter uma Ucrânia próspera e estável no seu flanco ocidental».

E ao presente chegámos. No horizonte, contudo, o mais importante. Por agora, que me desculpem os ucranianos, a braços com toda esta desgraça nato-russo-ucraniana, o Ocidental do dia-a-dia ainda vai-que-não-vai, mesmo tendo em conta algum abalo financeiro, uma certa tensãozinha, um ou outro problema de mercado ou ter de gramar constantemente com o assunto nos telejornais. Agora, agora, agora (tam-tam-tam-tam…) quando confronto deste género chegar à China (como, segundo Mearsheimer, inevitavelmente chegará), aí, meus irmãos, como dizem nossos primos brasileiros (que jeito eles têm para descrever estas coisas!), isso é que vai ser «cutucar onça com vara curta». Digamos apenas que só de imaginar a coisa, já dói.

Entretanto, a contestação à psique Mearsheimeriana é muita e chega de todos os cantos (lugares e vozes). Pena não termos, aqui, espaço para a analisar detalhadamente (pois, valeria bem a pena). Se, a ele, a realidade o tem comprovado ou não, vocês dirão. Por mim, só digo que a realidade, ao comprovar uma teoria, traz, para esta, o melhor e o pior. O melhor é ir abrindo a porta para a sua superação, graças a aprofundamentos e à problematização de questões emergentes (pensar é pôr questões). O pior é o aparecimento de contestaçõesinhas muito rascas, que, subitamente, se acham no direito de entender o que se passa. A mais ridícula: Alexander Stubb, o pretensioso político finlandês sedeado no Instituto Universitário Europeu de Florença (os florentinos sempre florentinos), com tiradas do que deve ou não deve ser o xadrez internacional, porque eu, eu, eu… A mais venenosa: Anne Applebaum, a jornalista americana, a insinuar que Mearsheimer seria «um consultor da Rússia»… As mais nojentas: uns estudantes de Chicago, arrebanhados por uma Edita Kuberka, ucraniana, a pedirem a repressão de Mearsheimer, acusando-o de ser «pago por Putin». Micróbios, é certo, mas o suficiente para uso da peste que, segundo a segundo, é injetada pelo império mediático (esse, sim, tenebroso!) do simplismo e da atrevida ignorância palradora (alheia a livre pensamento, a estudo e a debate sério e fundamentado), que temos de gramar, hoje em dia, para mal dos nossos pecados, nesta era dos mil e um comentadores. Enfim, o meu anseio (ou será ânsia?) é que Mearsheimer – como ele próprio, aliás, costuma repetir – não tenha razão. Algo, contudo, que parece muito improvável. Já houve melhores dias…

 

* Este texto é a terceira e última parte dos que foram publicados na Líder. Foi inicialmente escrito para integrar um livro que um conjunto de académicos portugueses entendeu editar sobre a atual situação internacional. Como, entretanto, esse projeto editorial fracassou, aqui fica como algo que oxalá seja útil para o conhecimento destas matérias.

 

Referências

Alexander Stubb, « Why Mearsheimer is wrong about Russia and the war in Ukraine. Five arguments from Alexander Stubb», 2022, https://www.youtube.com/watch?v=vlB-pRqdyBg&t=465s (consultado em 2 de Dezembro de 2023).

John J. Mearsheimer, «The Gathering Storm: China’s Challenge to US Power in Asia», The Chinese Journal of International Politics, 3(4), Winter 2010, pp. 381-96.

John J. Mearsheimer, «Why the Ukraine Crisis is the West’s fault», Foreign Affairs, 93(5), September/October 2014, pp. 69-76.

John J. Mearsheimer, «The causes and consequences of the Ukraine crisis», 2015, https://www.youtube.com/watch?v=pTyIxi49kAk&t=6s (consultado em 2 de Dezembro de 2023).

John J. Mearsheimer, «The rise of China and the decline of the U.S. Army», in Joseph Da Silva, Hugh Liebert, and Isaiah Wilson III, eds., American Grand Strategy and the Future of U.S. Landpower, Carlisle Barracks, PA, U.S. Army War College Press, 2014, pp. 37-54.

Michael McFaul, Stephen Sestanovich, and John J. Mearsheimer, «Faulty powers: who started the Ukraine crisis?», Foreign Affairs, 93(6), November/December 2014, pp. 175-178.

Shaun Riordan, «John J. Mearsheimer: an offensive realist between geopolitics and power». Journal of International Relations and Development, 8(4), 2005, pp. 381–408.

 

Carlos Oliveira Santos,
Professor Universitário (Universidade de Lisboa, reformado)

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